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O que é Marketplace? Quando surgiu esse conceito?

Se você está estudando para ingressar na área de marketing digital, você precisa saber o que é um marketplace, principalmente, se quiser entrar na área de ecommerce, um dos segmentos que mais cresce no mercado brasileiro.

Neste artigo, nós vamos falar sobre que é marketplace, como surgiu esse conceito, as possibilidades que ele possibilita para um ecommerce e como foi a migração dos comparadores de preço para o marketplace.

O que é Marketplace?

É um site que hospeda diversos vendedores em sua plataforma, oferecendo diferentes itens e marcas em várias categorias de produtos. Esse conceito surgiu com a Amazon e, hoje, se você trabalha com ecommerce, vai precisar ter dentro da sua operação e estratégia o marketplace.

No início, as pessoas se sentiam um pouco confusas com esse sistema, pois se deparavam com coisas como: produto vendido e entregue por loja y, mas estavam no site da empresa x. Mas hoje até quem não sabe o que é marketplace já está acostumado com essa dinâmica.

Marketplace e suas infinitas possibilidades

Quando se trata de produtos para colocar nos marketplaces, temos um mundo vasto de opções, pois quase tudo pode ser vendido nesses ” Shopping Centers” virtuais. Hoje, temos marketplaces de diversos nichos, como de moda, de varejo, de tecnologia, só de usados, entre outros.

Mas há alguns produtos que não podem ser vendidos nos marketplaces, como tabaco e produtos relacionados; armas, munições e material explosivo; produtos e serviços financeiros; máquinas sem equipamentos de segurança, entre outros. 

Você encontra esse conteúdo também no nosso canal Ecommerce Pro no YouTube, basta digitar “O que é Marketplace?” ou apertar o play abaixo. 

Comparadores de preços e Marketplaces

Lá no início da internet, tínhamos sites como o Zoom, o Buscapé, entre outros, nos quais podíamos conectar os nossos produtos dentro desses comparadores. Quando o consumidor buscava um determinado produto, tinha como resposta esses sites que davam uma lista de produtos com preços variados. Nesses sites, aparecia na frente, automaticamente, quem pagava mais pelo clique.

Mas o consumidor tinha opção de ordenar pelo preço, quando achava um que agradasse, ele clicava no site do produto e era direcionado para o local onde faria a compra.

Quando surgiram os marketplaces, alguns comparadores de preço morreram e os sobreviventes, como o Zoom e o Buscapé, foram os que se transformaram em marketplaces.

Agora, esses sites, ao invés de ganharem dinheiro por custo por clique, fazem todas as transações dentro do seu próprio domínio e a cada compra feita garantem uma comissão.

 O que é Buy Box?

Quando você entra em um marketplace, a plataforma, normalmente, exibe até três preços para o produto. Esses valores são ordenados em cima de uma reputação e outras métricas internas, como prazo de entrega, preço, produto, descrição, etc. Isso chamamos de Buy Box.

 Marketplace: Uma solução valiosa para os iniciantes 

O Marketplace é uma solução simples, rápida, eficaz, para quem está começando, pois o ecommerce iniciante vai poder se concentrar em três pontos: preço, produto e entrega.

Se tiver um produto de qualidade com um preço competitivo e uma entrega rápida, você conseguirá ter uma boa reputação dentro do marketplace e aí poderá conquistar o que chamamos de Buy Box.

Não se esqueça de se inscrever no nosso canal “Ecommerce Pro“.

Dúvidas sobre Marketplace? Coloca nos comentários!

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Thug Nine: Como é a operação desse ecommerce

Você já ouviu falar da marca Thug Nine? Já comprou algum produto dessa marca? Neste artigo, você vai conhecer os bastidores da operação de uma marca que não tem loja física própria e mesmo assim tem um ecommerce muito forte.

Ouça o nosso podcast! Não esqueça de nos seguir na sua plataforma favorita!

Esse episódio conta com o patrocínio da Conta Simples.

Conheça a Thug Nine

Nos anos 90, marcas de Surfwear dominavam a moda carioca, muitas pessoas não se sentiam representados por esse estilo. Aí surgiu a Thug Nine, criada pelo DJ Binho 09, em 1999. Uma marca totalmente voltada para um estilo streetwear com referências do Hip-Hop, dos guetos Estadunidenses, mas com referências ao jeito de ser do carioca. Além disso, ela é considerada uma das pioneiras no segmento Streetwear do nosso país.

Hoje, a Thug não tem loja física própria, conseguimos comprar os produtos em algumas lojas físicas multimarcas e no ecommerce da marca.

O que aprendemos no podcast

1- Como é ser 100% digital

A Thug sempre teve uma presença forte em lojas multimarcas focadas em streetwear e, quando as pessoas compravam os produtos nos revendedores, elas buscavam na internet para conhecer mais sobre a marca. Isso facilitou que a marca fosse lembrada, quando começou a ter seu próprio espaço, seu site, para vender os produtos.

Além disso, para envolver as pessoas, a marca sempre investiu em campanhas com fotos e vídeos de altíssima qualidade usando Los Angeles como cenário. Esse material a diferencia dos concorrentes e ainda por cima gerava um desejo de compra muito grande, pois as pessoas eram capazes de, por meio desse conteúdo, se teletransportar para um outro lugar.

Tanto essa presença em lojas multimarcas, quanto o conteúdo de qualidade, fez com que a marca ficasse grudada na mente das pessoas e, por conta disso, a marca, hoje, tem excelentes resultados orgânicos no Google.

2- Live Ecommerce da Thug

Matheus Almeida, Gestor de Marketing da Thug, mostrou que não é necessário ter uma super estrutura para conseguir realizar uma Live Ecommerce. Ele contou  que pegou a estrutura usada do Showroom para lojistas. Um espaço que parece uma loja e tem o logo da marca, como cenário da live para o Instagram.

Além disso, antes do dia da live, foram feitos conteúdos, para colocar nas redes sociais e no WhatsApp, explorando o gatilho mental da antecipação. Como eles não tinham um sistema automatizado, fizeram como se fosse um leilão, pegando a peça na arara, falando os preços, divulgando cupons e direcionando para o site.

Obs.  No episódio, o nosso especialista de Analytics deu dica de uma ferramenta para usar na sua live ecommerce.

Além disso, o podcast falou sobre:

–  Integração entre os setores da marca para evitar grade furada.

– Marketplace.

–  Usabilidade do site.

Confira o episódio da Amazon!

Já conhecia esse ecommerce? O que você curtiu da operação? Coloque nos comentários!

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Conheça o Futuro do profissional de marketing

Você sabe qual é o futuro do profissional de marketing digital? Deseja trabalhar nessa área, mas não sabe como se capacitar ou até mesmo como conseguir a sua vaga. Então, você precisa ler este artigo, depois dessa leitura conseguirá saber as principais competências requisitadas e apresentaremos uma área que tem mais vagas do que profissionais capacitados.

Competências essenciais para o  futuro do profissional de marketing digital

1- Ter os dados como guia

Cada vez mais as ferramentas estão fornecendo informações para que os usuários consigam melhorar a sua performance dentro das plataformas. Por conta disso, é fundamental que todo o profissional de marketing tenha uma visão analítica para que ele consiga transformar os dados em decisões. 

Se você quer trabalhar com marketing digital na área de produção de conteúdo, mas não é muito fã de números, vai precisar dar um jeito nisso. O seu conteúdo vai precisar apresentar resultados consideráveis para que todos da empresa, especialmente, o dono, sinta valor naquilo que você está entregando.

Tudo deve girar em torno de aumentar a conversão e o seu conteúdo é um dos pontos de contato bem importante para esse crescimento. É como diz o nosso diretor acadêmico, – Achismos, + Dados, sempre.

2- Ter consciência social e ambiental

Está cada vez mais complicado criar campanhas que sejam isentas de críticas negativas. Isso porque temos uma geração super atenta em cada passo das marcas e com o mínimo descuido vão encher as mídias das empresas de comentários ruins. Hoje, a geração que está no comando economicamente ainda é a Geração Y, que tem essa pegada social de forma mais branda. 

Mas a Geração Z, os nativos digitais, escolhem as marcas de acordo com o posicionamento dela perante as questões sociais e ela estará em breve no comando. Portanto, fique atento ao que essa geração tem para falar, porque eles em breve vão dominar o consumo.

É  preciso uma atenção de 1000% das empresas na hora de criar campanhas para não acabar virando um case ruim de marketing. Para conseguir ter uma visão mais ampliada é fundamental que as equipes sejam formadas cada vez mais por pessoas mais diversificadas. Sendo assim, você, como profissional de marketing, precisa estar sempre atento a tudo que acontece para evitar que a empresa onde estiver passe por uma situação desagradável.

3- O profissional de marketing deve ser capaz de se integrar com os outros setores

O mercado vai exigir que cada vez mais as empresas tenham seus setores super conectados para conseguirem evoluir. Para acompanhar isso, o profissional de marketing deverá ter uma mentalidade multidisciplinar para conseguir entrar ou se manter no mercado.

O “marketeiro” vai precisar se conectar com as áreas de vendas, produto e engenharia para acelerar a produção da empresa. Em algumas empresas, o profissional de marketing também deve ter seu trabalho bem alinhado com o setor de Sucesso do Cliente. Essa visão 360 º vai ajudar a tomar decisões mais assertivas e mais rápidas para que você consiga evoluir em paralelo com a empresa.

Agora, que já falamos sobre as competências para o futuro/presente profissional de marketing, vamos à área que tem mais vagas do que profissionais.

Ecommerce: Oportunidade de mercado

Uma pesquisa da Hubspot revelou que 93% dos processos de compra começam por meio de uma pesquisa online e as compras em lojas virtuais cresceram 70% de 2020 para cá. Isso significa que muitas empresas vão precisar contratar para atender suas demandas diárias. 

O segmento de ecommerce é uma excelente oportunidade de mercado para quem já é ou deseja ser um profissional de marketing. Para atuar nesse mercado, você vai precisar ter uma visão 360º sobre toda a operação da empresa, desde o cadastro dos produtos, conteúdos para mídias sociais, até como melhorar a logística.

Quer saber melhor sobre ecommerce? 

Baixe o nosso ebook “Guia de Introdução ao Ecommerce”!

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Conhecendo os bastidores da Oficina Reserva

Você já deve ter ouvido falar da Reserva e pode até ter comprado alguns ou vários produtos nessa loja. Mas queremos saber se já ouviu falar também da Oficina Reserva? Neste artigo, vamos conhecer um pouco mais sobre a história da Reserva e também como funciona o projeto dentro da marca chamado Oficina Reserva.

Ouça o nosso podcast! Não esqueça de nos seguir na sua plataforma favorita!

Conhecendo a Reserva

É uma marca bem recente, teve seu começo em 2004 e foi criada por dois amigos de infância, Rony Meisler e Fernando Sigal. Eles notaram na academia que os homens usavam o mesmo estilo de bermuda durante as atividades e enxergaram ali uma oportunidade. Então, Rony e Fernando resolveram criar sua própria marca de bermuda com o slogan “Be yourself but not always the same”. Foi um grande sucesso, conseguiram vender toda a produção entre os amigos. Surgia aí, a Reserva, nome dado em homenagem à praia preferida deles.

Hoje, a marca tem 65 lojas próprias nas principais capitais do país, 8 franquias e está presente em 1.400 multimarcas pelo país. Além disso, não atende mais somente o público masculino adulto, mas também o feminino e o infantil com roupas, calçados e acessórios.

Conhecendo a Oficina Reserva

Surgiu em 2017, totalmente focada na confecção de camisas masculinas sob medida feitas por meio de um software, uma fusão perfeita entre a qualidade da alfaiataria tradicional e a precisão do algoritmo tecnológico. A ideia é oferecer peças com preços acessíveis e entregues rapidamente. Somente no seu primeiro ano de existência, conseguiu reunir as dimensões corporais de mais ou menos 3.000 homens. Hoje, a marca tem dados de mais de 10.000 homens.

Assim, a Oficina Reserva conseguiu formar uma base de dados riquíssima que sana a principal dor dos ecommerces de moda que é a tabela de medidas. Esses dados ajudam a empresa a conseguir captar mais pessoas, pois conseguirá desenvolver de forma mais rápida peças com tamanhos mais diversificados.

O que aprendemos no podcast

Todo o processo da Oficina Reserva é baseado na experiência do usuário. Separamos para você pontos fundamentais sobre UX no episódio.

1- Concepção do produto: O tripé Reserva

O produto é desenhado para o cliente. A marca usa a tecnologia para coletar os dados dos clientes e criar um banco de dados que permite com que eles consigam desenvolver produtos, para atender os mais diferentes estilos.

Além da tecnologia, temos o “Ser Premium” que está ligado à escolha de matérias-primas nobres para cada um dos seus produtos. Para finalizar o tripé, temos a questão de ser funcional, os produtos Reserva precisam ser práticos para facilitar o dia a dia dos seus clientes. Assim, podemos notar que a marca pensa no cliente em cada ponto da sua produção.

2- Processo de devolução do produto

A integração logística e Sac torna o processo de devolução mais rápido e menos cansativo para o cliente. Quanto mais próximos os setores forem um do outro, mais rápido é a tomada de decisão. Os convidados ressaltaram que o que facilita essa integração é o fato de não ter uma hierarquia muito grande. Isso possibilita que quem trabalha na logística possa atender eventualmente uma demanda do Sac e vice-versa. Sendo assim, a marca concentra todo o seu foco nas dores dos seus clientes, mesmo que para isso seja preciso que pessoas de cargos mais altos atendam demandas de setores abaixo.

3- Qualidade, antes de quantidade

Antes de criar um novo produto, a Reserva busca melhorar o que já existe. Os colaboradores analisam modelagem, tecidos, para ver se há algum ponto que pode tornar a experiência do cliente ainda melhor. Assim sendo, a marca, antes de expandir suas frentes, vai sempre tornar o que já existe melhor, pois para a empresa, quem tem muita coisa, pode perder o foco e não ter nada de muito encantador.

4- Integração off e on

Os canais de venda devem estar muito bem integrados. Isso envolve não só a tecnologia, mas também os colaboradores. Eles devem entender que a pessoa, que comprou online e deseja fazer a troca de um produto, pode por meio de um bom atendimento gerar uma venda no offline. Os convidados contam que os vendedores que fazem mais troca, tendem a ser os que mais vendem também. Isso é uma cultura focada e obcecada pelo cliente!

Além disso, o podcast falou sobre:

  • Planejamento de mídia.
  • Integração do estoque da loja física com o online.
  • Como resolvem a questão da insegurança dos clientes com as tabelas de medidas.
  • Modalidade de entrega expresa

Você já conhecia a Oficina Reserva? O que acha dessa união tecnologia e moda? Coloque nos comentários!

Quer saber mais sobre UX?

Confira o artigo, “O que é Ux?”!

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Conhecendo os segredos da Amazon

Você com certeza já ouviu falar sobre a Amazon e deve ter curiosidade para conhecer melhor os bastidores dessa multinacional de tecnologia dos Estados Unidos. Neste artigo, vamos trazer assuntos que tivemos a honra de debater com a gerente de marketplace da Amazon, ela nos contou como funciona a operação do ecommerce da marca e nos fez entender o porquê a marca faz tanto sucesso.

Ouça o nosso podcast! Não esqueça de nos seguir na sua plataforma favorita!

Conhecendo, ainda mais, a Amazon

É uma empresa multinacional de tecnologia dos Estados Unidos, que tem a sua sede em Seatle, Washington. Ela tem quatro frentes de atuação, que são o ecommerce, o streaming, computação em nuvem e inteligência artificial. Tudo começou em 1994, quando a internet estava disponível para poucas pessoas, Jeff Bezos resolveu criar um novo modelo de negócio que envolvia vendas e distribuição online de livros.

Hoje, a Amazon vai muito além de livros e tem um catálogo muito diversificado de produtos. Nele podemos destacar eletrônicos, roupa e brinquedos. Ela tem também seu serviço de streaming (Amazon Prime), sua assistente virtual ( Alexa) e o serviço de armazenamento em nuvem ( Amazon Web Services). No Brasil, Bezos só diversificou os produtos em 2017, até então a Amazon Brasil só vendia livros tanto físicos quanto digitais.

O que aprendemos no podcast

1- Cultura Amazon

Hoje, a marca tem um documento com 14 princípios de liderança que norteiam todas as decisões mais esporádicas, como a contratação de um novo colaborador, até decisões mais rotineiras, como criação de campanhas, sites e redes sociais.

A convidada destacou como principal ponto da cultura da marca a obsessão pelo cliente. Ela contou que tem até uma brincadeira interna de colocar como se o cliente estivesse em uma cadeira participando de cada uma das reuniões, para que ele não seja esquecido em nenhum momento. Toda essa preocupação faz parte da missão da marca, que é ser a empresa mais centrada no cliente do mundo.

2- Colaborador com visão a longo prazo

Desde o primeiro dia dentro da Amazon, os profissionais aprendem que as decisões não são tomadas e não devem ser tomadas, para fechar o mês, trimestre, mas sim pensando em qual vai ser o impacto bem lá na frente. Essa visão a longo prazo é fundamental para a marca crescer e se manter marcando presença no mercado.

3- Como se fosse a primeira vez

Raísa, gerente de marketplace da Amazon, ressaltou a importância de sempre buscar ideias novas, trazer um novo olhar, como se fosse a primeira vez na empresa ou até como se fosse o dia 01 da existência da própria empresa.

4- Como estar sempre inovando

” O sucesso e o fracasso são gêmeos inseparáveis” – Jeff Bezos, criador da Amazon.

Para você conseguir inovar, precisa estar disposto a fracassar, porque nem sempre as suas ideias vão dar certo e está tudo bem. A convidada contou que entre os produtos que fizeram muito sucesso da marca, eles também tiveram muitos que não funcionaram. Logo, o segredo da inovação da Amazon é saber lidar com os fracassos, pois inovar é testar  e testes nem sempre respondem o que você quer.

Além disso, o podcast falou sobre:

–  Como é o dia a dia do Analista de Ecommerce da Amazon.

–  Experiência do usuário.

–  Adaptação do modelo de negócio dos EUA para o Brasil

–  Como entrar no Marketplace da Amazon

Você gosta da marca? Qual produto você consome mais? Ecommerce, Amazon Prime Video ou Alexa? Coloque nos comentários!

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O que é CRM? Por que é importante para conversão?

Você já ouviu falar sobre CRM? Sabe para que serve e qual a importância dele para um ecommerce? Neste artigo, nós vamos responder esses três pontos, além de esclarecer de uma vez por todas a diferença entre CRM e email marketing.

Se você trabalha com marketing ou deseja trabalhar saiba que entender sobre CRM é fundamental para o seu dia a dia, pois isso vai te ajudar a aumentar a conversão da empresa que estiver.

O que é CRM?

CRM é a sigla para Customer Relationship Management ou em bom português Gestão de relacionamento com o cliente. Ele consiste em estratégias de marketing e vendas focadas em antecipar as necessidades dos clientes. Isso pode ser feito por meio de email, ligação, mensagens no WhatsApp, entre outros tipos de mídias.

CRM ≠ Email Marketing

Como falamos anteriormente, o CRM pode ser feito em outras mídias sem ser email, o que mostra que ter um bom CRM vai além de criar campanhas de promoção e enviar para sua base de contatos. Nas ações de CRM, quando usamos o email, devemos criar mensagens mais personalizadas e que ajudem de alguma forma a dar continuidade no relacionamento iniciado com a primeira conversão, que pode ser ou não uma compra. Enquanto no email marketing, geralmente, temos uma ação mais generalista, pois consiste em disparar emails para um grupo grande de pessoas. 

Você encontra esse conteúdo também no nosso canal Ecommerce Pro no YouTube, basta digitar “O que é CRM?” ou apertar o play abaixo. 

Régua de CRM

São estratégias que você como profissional de marketing deve montar para manter o contato contínuo com o lead ou cliente. Para isso é preciso pensar em ações para atender cada etapa do funil de vendas, desde antes da primeira compra até depois de comprar. É fundamental se fazer presente para que a empresa e os produtos sejam constantemente lembrados. 

Exemplo de uma boa régua de CRM

Imagina que você é um ecommerce de moda. Você tem um cliente que acabou de comprar uma camisa. Assim que ele recebe a compra, você pode mandar um email perguntando se ele ficou satisfeito com a entrega do produto e se  recomendaria a loja.

Depois de 7 dias, você entra em contato novamente e manda sugestões de itens, como sapatos ,para compor o look. Após 3 dias ou mais, você manda um novo email falando sobre os cuidados que ele deve ter com a peça comprada.

Ao final, no quarto email, você já parte para uma mensagem mais direta de venda mostrando valores de peças que são interessantes para aquele cliente. Essa sequência de emails vai fazer o cliente se sentir especial e ele vai enxergar que você está entregando valor para ele sem pedir mais nada em troca. 

Relacionar não é só vender

Você precisa saber o momento certo para ofertar. Não envie emails de forma desenfreada, pois pode acabar sendo desagradável e como consequência vai parar na lixeira/spam. Portanto, foque em oferecer conteúdo relevante para cada um dos seus clientes, pois só assim conseguirá criar um relacionamento duradouro.

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O que é Ux (User Experience)?

Se você trabalha ou deseja trabalhar com marketing, precisará ter a sua mente sempre focada no cliente e nas dores dele, para conseguir construir um relacionamento a longo prazo. Para isso, você vai precisar entender o que é ux e qual é a importância disso para a sua rotina.

Neste artigo, além de responder esses dois pontos, vamos falar sobre a origem do conceito e mostraremos como funciona na prática ter um bom Ux.

O que é Ux?

Ux é a sigla para user experience ou em bom português experiência do usuário. Esse conceito engloba todas as etapas, todos os pontos de interação, do cliente com a sua marca no digital. 

Quem inventou o conceito de Ux?

Donald A. Norman, ex-eletricista chefe da Apple, criou o termo Ux, logo depois de constatar que os Macintosh (computadores da marca) eram feios e complexos no sentido de usabilidade. Ele observou que a experiência de quem comprava um Macintosh era muito ruim. O produto trazia dificuldades para a vida das pessoas não somente para mexer, mas também para transportar.

Você encontra esse conteúdo também no nosso canal Ecommerce Pro no YouTube, basta digitar “O que é Ux?” ou apertar o play abaixo. Confira como a Apple revolucionou o mercado!

Ux dentro do site

Para proporcionar uma boa experiência ao usuário, você precisará tomar cuidado com cada elemento dentro do seu site. Ele vai precisar ter fotos de qualidade e descrições que vão além das características técnicas, trazendo possíveis experiências com os seus produtos. Além disso, toda a jornada de compra do site deve ser bem simples, desde adicionar um produto ao carrinho até colocar a forma de pagamento.

Devemos deixar as pessoas confortáveis no nosso site/aplicativo para despertarmos o interesse de converter, seja inscreverem em uma Newsletter ou comprar um produto. Para isso, podemos fazer testes de usabilidade, selecionando um grupo de pessoas para ver se está bem claro o caminho que os usuários devem seguir dentro do nosso site/app.

Também podemos fazer pesquisas para sabermos o que as pessoas estão gostando ou não, para sabermos exatamente qual deve ser nossa prioridade na hora de fazer melhorias.

Experiência do usuário fora do site

Os anúncios também fazem parte da UX. Neles você deve entregar exatamente o que as pessoas querem. Por exemplo, se está anunciando um celular da Apple, o link de destino não pode ser um celular da Samsung. Portanto, sempre entregue aquilo que está na sua mensagem.

Cuidado com o Pós-compra

A experiência do usuário não acaba depois que é realizada a compra. Você deve mandar um email mostrando o status do pedido, depois que chega o produto, pode mandar um email perguntando como foi a experiência de compra.

Ux envolve sim a experiência no seu site/app, mas também engloba o relacionamento das pessoas com a sua marca nas redes sociais, o que estão falando no Reclame Aqui, etc. Em resumo envolve todos os pontos de contato da pessoa com a marca no digital.

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Mr.Cat: Conheça a operação da marca

Você já ouviu falar da marca Mr.Cat? Já comprou algum produto dessa marca? Neste artigo, você vai conhecer os bastidores da operação de uma marca que coloca o cliente como centro de todas as suas ações. Além disso, está buscando cada vez mais formas de deixar seus canais de venda mais conectados.

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Conheça a Mr.Cat

A Mr.Cat foi criada pelos empresários Ari Svartsnaider e Alberto Zyngier em 1981. Ela começou produzindo apenas sapatos, hoje, ela já tem a parte de roupa feminina e também masculina que é mais recente. Além disso, é uma marca considerada uma instituição carioca e está o tempo todo se atualizando. Para isso, a equipe de criação viaja frequentemente pelo mundo, pesquisando estilos, tendências de moda, arquitetura de lojas e músicas.

A linha masculina tem a assinatura de um time liderado pelo estilista Maxime Perelmuter, que aposta em sapatos sociais mais leves e modernos. Já na parte feminina, temos a estilista Vanessa Rothier, que também segue os valores dos produtos da marca, estilo, conforto e modernidade.

O que aprendemos no podcast

1- Como é o processo de integração físico e digital

É um processo que deve ser ampliado de forma gradativa, ter sempre o cliente como centro de todas as iniciativas e estar muito bem internalizado na mente de todos os colaboradores, principalmente, dos vendedores, pois eles têm a tendência de enxergar o digital como inimigo e não como aliado.

A Mr.Cat tem em mente que o cliente é omnichannel e assim sendo precisa ser atendido de forma integrada. Uma das iniciativas para melhorar esse processo de integração on e off foi o desenvolvimento do aplicativo, em 2018, que tinha como objetivo facilitar a vida do vendedor e do cliente.

O colaborador ia poder consultar outros estoques da marca, como o online, para ver se tem o produto desejado pelo cliente, mas que está faltando na loja física onde atua. Isso é o que chamamos de prateleira infinita, integrar os estoques de todos os canais de venda da empresa, para não perder a venda por não ter o produto em uma determinada loja.

2- Entrega Expressa e Ux

Para melhorar a experiência dos seus clientes, a marca desenvolveu um sistema de entrega super rápido. No início, o produto era entregue em 48 horas. Hoje, tem lojas que conseguem entregar com 40 minutos. Isso trouxe o tal  “efeito Uau”, ou seja, as pessoas ficam encantadas com o atendimento da marca. 

A entrega expressa foi fundamental para melhorar a Ux (experiência do usuário) da Mr.Cat, pois a marca resolveu uma dor do cliente, que é esperar sua compra chegar. Se for feita uma análise do site, iremos notar que boa parte das pessoas gastam um bom tempo clicando na área que mostra o status da compra. Essa modalidade de entrega da Mr.Cat ajuda a diminuir essa ansiedade do mercado.

3- Carteiras Digitais como mídia

Muitas empresas enxergam carteiras digitais, como Ame, Picpay, ainda como forma de pagamento, a Mr.Cat vai muito além disso. Para ela, a carteira digital funciona como uma mídia. Ou seja, é uma forma da marca conseguir expandir seu alcance e captar novos clientes. Sendo assim, a carteira digital não só facilita a vida de quem já está no site, mas também atrai novas pessoas para ele.

Além disso, o podcast falou sobre:

–  Como levar quem está no digital para o físico.

– O que levou a marca a fazer uma extensão de linha.

–  A diferença no comportamento de compra entre homens e mulheres.

Já conhecia esse ecommerce? O que você curtiu da operação? Coloque nos comentários!

Confira o episódio anterior!

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7 atitudes para turbinar o seu crescimento profissional

Você quer conseguir ingressar no mercado de trabalho ou deseja mudar de área, mas não sente que está faltando alguma coisa para atingir seu objetivo? Neste artigo, vamos dar 7 dicas do que você pode fazer agora mesmo para se sentir mais seguro e evoluir como profissional.

1-  Seja 1% melhor hoje

Nós podemos quebrar todas as grandes conquistas em micro momentos, já dizia o cantor Chorão, “Histórias, nossas histórias, dias de luta, dias de glória”. Boa parte das pessoas só vão conseguir enxergar a superfície, ou seja, seu post contando que está empregado. Poucos vão ser aqueles que estarão ali acompanhando diariamente o que você tem feito, as restrições, as dificuldades, os sacrifícios.

Para não entrar no modo turbo da rotina do dia a dia, você deve buscar sempre está procurando pequenos momentos para se nutrir de novidades. Sabemos o quanto é difícil encontrar duas horas do seu dia para ler um livro ou ver uma aula online, mas 20/30 minutinhos é possível né? Que tal quebrar uma grande tarefa em várias menores? Você vai conseguir dar continuidade e ficará feliz com isso.

2- Fortaleça seus relacionamentos

É aqui que entra o famoso networking. Para construir sua rede de contatos, você vai precisar estar sempre por dentro dos eventos do mercado. Depois de tomar conhecimento sobre os eventos, vai precisar se inscrever, ir até onde for preciso e conversar com as pessoas.

Sabemos que esse contato com outras pessoas em eventos online fica bem prejudicado, mas é possível fazer. Você pode, por exemplo, tomar a iniciativa de pedir para as pessoas mandarem seus contatos pelo chat do evento. Se for fazer isso, dê preferência a pedir o LinkedIn, que é uma rede social totalmente profissional.

3- Seja inimigo da zona de conforto

Vamos a uma história!

Você está em uma cama super confortável dormindo e tendo um sonho muito agradável. Você iria querer levantar? Não!

Agora, você está dormindo na sua cama super confortável e tendo um sonho muito agradável, até que vem um mosquito e começa a zumbir no seu ouvido de forma constante. Você iria querer levantar? Nesse caso, nem é mais querer né, é precisar, porque você precisa resolver o “problema”.

O ser humano faz tudo para continuar no seu momento de prazer e para isso vai usar toda a sua criatividade para solucionar aquilo que está atrapalhando a ele. Nesse caso da história, você vai procurar formas de se proteger, seja com repelente ou algum produto para matar o mosquito.

Sendo assim, quando saímos da nossa zona de conforto, estimulamos o nosso cérebro a buscar soluções para os nossos problemas. Às vezes, ainda não deparamos com aquele problema e somos levados a procurar novos conhecimentos. Isso nos leva a acreditar que o desconforto é aliado número 1º do conhecimento.

4- Seja um devorador do conhecimento

Você já deve ter ouvido a seguinte frase, ” A única coisa que ninguém pode te tirar é o conhecimento”, não é mesmo? Nós, da Ecommerce Pro, acreditamos que o conhecimento é o que te vai tornar um profissional único.

Lembrando que o conhecimento vai muito além de livros, ele está presente em séries, filmes, museus, teatros, redes sociais e na própria vida. Muitas vezes, esquecemos desse último, que é o que nos torna diferentes uns dos outros.

Duas pessoas podem ter crescido na mesma casa, ter lido os mesmos livros, visto os mesmos filmes, e mesmo assim terem conhecimento de vida, a tal famosa experiência, bem diferente. Essa diferença é muito enriquecedora para a evolução da nossa sociedade, pois, para crescermos é preciso diferentes habilidades.

Como profissional de marketing, você estará o tempo todo tendo que criar conteúdos que atraiam as pessoas e isso vai exigir muito da sua criatividade. Isso porque os nossos olhares são captados pelo o que é diferente. Essa diferença vem justamente da nossa vivência, daquilo que consumimos ao longo da vida. Sendo assim, quanto mais consumirmos conteúdos, maior será o nosso repertório.

5- Vá além das ferramentas

Ferramentas estão mudando o tempo todo e se você ficar muito apegado nisso vai acabar ficando para trás. É óbvio que saber como funcionam ferramentas como o Google Analytics, Google Ads, Facebook Ads, entre outras, vai ser importante para o seu trabalho como profissional de marketing, mas isso é só uma parte do processo.

As empresas estão buscando pessoas que sejam capazes de transformar dados em decisões e para isso é preciso saber mais do que saber onde encontrar as informações nas ferramentas. Para atender a demanda do mercado, você vai precisar entender todo o processo da empresa.

No caso de um ecommerce, vai precisar entender que a venda começa já na criação de um conteúdo que gere engajamento nas redes sociais. Mais do que isso precisará entender que o relacionamento com o cliente não termina no momento que ele compra o produto ou serviço. Sendo assim, ferramentas são apenas um meio, para alcançarmos os objetivos da melhor forma possível é preciso colocar a cabeça para funcionar.

6-  Cuidado com corpo e mente

Qual é a sua principal ferramenta de trabalho? Computador, celular? Não! É você mesmo. Na correria do dia a dia, somos engolidos por avalanche de informações e esquecemos de preparar a nossa mente e corpo para receber da melhor forma possível esses conteúdos infinitos.

Devemos estar preparados para usar toda informação que chega até nós da melhor forma possível. Para isso precisamos estar saudáveis tanto mentalmente, quanto fisicamente.

No nosso dia a dia, devemos separar um tempo para praticar atividades físicas, corrida, caminhada, entre outras, e atividades mentais, como meditação e consultas com psicólogos. Esse momento de auto cuidado é essencial para manter a nossa produtividade.

7- Nutra a sua resiliência

As empresas buscam pessoas que saibam criar um planejamento, mas que não se prendam aos planos. Em uma fração de segundo tudo pode mudar e para acompanhar a evolução do mercado, você precisa ser resiliente. Ou seja, consiga lidar com problemas, esteja sempre pronto para mudanças e seja capaz de se manter centrado em situações adversas.

Você pode fortalecer seu lado resiliente, por meio do conhecimento, quanto maior for ele,  mais opções terá para oferecer em momentos de dificuldades. Portanto, nunca pare de estudar, porque isso vai te tornar mais forte.

Gostou das dicas? Acha que isso vai te ajudar a ser um profissional melhor?

Tem algo que queira acrescentar? Coloque nos comentários!

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O que é o Google Tag Manager?

Você é um profissional de marketing que vire e mexe está montando campanhas no Facebook e Google Ads? Ou ainda, é uma pessoa que ama essa parte de gestão de tráfego e quer trabalhar com isso? Então, você vai precisar estar por dentro da ferramenta do Google Tag Manager.

Neste artigo, vamos falar sobre o Google Tag Manager, o que é e quais são os seus benefícios para quem trabalha com marketing digital. Conhecer essa ferramenta vai ser fundamental para você sentir mais autonomia nas campanhas publicitárias.

O que é o Google Tag Manager?

O Google Tag Manager é uma ferramenta gratuita, pela qual é possível inserir apenas um código em um site, para depois você conseguir instalar tags, pixels, de ferramentas como o Facebook e Google Analytics, sem precisar de um desenvolvedor.

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Como acessar o GTM

Para usar o Google Tag Manager é preciso criar uma conta e esse processo é bem simples. Você só precisa digitar na busca do Google o nome da ferramenta, clicar no link Google Tag Manager e aí é só criar a conta usando uma conta do gmail. 

No final do processo, a ferramenta dá um código que precisa ser instalado no site. Esse processo deve ser feito por um desenvolvedor(a), depois dessa configuração inicial, você, profissional de marketing, vai conseguir instalar as tags, pixels, que quiser sem precisar de ajuda técnica.

Se você trabalha com ecommerce, dependendo da sua plataforma, você consegue fazer esse processo de implementação do Google Tag Manager sozinho, mesmo não trabalhando como desenvolvedor(a). Há plataformas que o GTM pode ser instalado de forma plug in play.

O que você ganha usando o GTM

O principal benefício, para quem é profissional de marketing, é a autonomia que a ferramenta oferece. Você não precisará mais ficar pedindo toda hora uma nova implementação para o time de TI, pois, códigos mais básicos, conseguirá instalar por conta própria usando o GTM.

Essa ferramenta veio para dar aos profissionais de marketing mais autonomia no processo de monitoramento do seu site e da implementação das suas campanhas. O GTM é uma ótima ferramenta que traz, além de autonomia, dinamismo, excluindo a necessidade de instalar diversos códigos de plataformas diferentes no seu site.

Hora de colocar a mão na massa!

Depois de ler esse artigo, você deve:

1- Criar uma conta no Google Tag Manager.

2- Instalar no site onde trabalha.

3- Começar a instalar os códigos de Google Ads, Google Analytics, Facebook, dentro do Google Tag Manager.

Não há forma melhor de aprender do que operando a ferramenta.

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Dúvidas sobre a ferramenta? Coloca nos comentários!