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Virada profissional: Nunca é tarde para começar!

Você teria coragem de dar uma virada profissional depois de 10 anos? Se sua resposta for não ou hesitou em dar um sim, não se sinta mal, aqui, na Ecommerce Pro, nós não somos gurus que vão te julgar e dizer simplesmente para sair da sua zona de conforto. Hoje, queremos te contar uma história de um homem chamado Icaro que, ao contrário da vida do seu xará da mitologia grega, teve um final feliz.

Quem é o Icaro?

Icaro é casado, tem uma filha, médico veterinário e um fã de carteirinha do mundo do ecommerce. Há 10 anos, ele se dedica a veterinária e, paralelamente a isso, faz uns 8 anos, que ele começou a explorar suas habilidades para trabalhar com ecommerce.

O fim dessa jornada dupla e a virada profissional aconteceu no ano passado, quando ele conheceu a nossa Formação em Analista de Ecommerce. Assim, Icaro deixava sua zona de conforto, que era veterinária, para explorar uma nova área à qual ele sempre gostou, mas ainda não tinha conseguido se dedicar 100%.

” Foi uma decisão difícil de mudança de carreira. Eu vendi a empresa que eu tinha no ramo da veterinária e me dediquei somente ao ecommerce. Fiz o curso e em paralelo ao curso, reativei uma loja que eu tinha para validar o conhecimento do curso”, – Icaro Salvatti.

Como surgiu o interesse por ecommerce

Icaro sempre gostou muito de comércio, de vender e de empreendedorismo, por conta disso, a área de ecommerce sempre o atraiu. Além disso, algo que fez ele se encantar ainda mais por ecommerce foi a quantidade de dados disponíveis de forma bem fácil nas mãos dos profissionais.

O acesso a essas informações era algo que ele não tinha encontrado ainda na vida de empreendedor nele, pois só tinha tido experiência no mundo offline. Assim, Ícaro encontrou no ecommerce uma oportunidade de unir tudo que ele gostava de fazer.

“Não tem achismo. Tudo que a gente vai fazer no nosso ecommerce tem base em dados. A gente não lança um produto, não faz uma estratégia de mídia na loja, sem ter base em dados. Então, foi isso que mais chamou atenção no cargo de Analista e no Ecommerce. Tudo é muito medido, tudo é muito certo”,  – Icaro Salvatti.

Como é o processo do curso

“Cada módulo que eu fazia agregava um pouco mais. O curso é do básico ao avançado, então, todos os módulos agregaram algo ao meu conhecimento. Eu achei interessante que o curso é capaz de fornecer um crescimento de aprendizado para todas as pessoas, desde as que estão começando agora até quem já teve experiência na área”,  –  Icaro Salvatti.

Se tem dúvida se a Formação é ou não para você, pois ainda não sabe nada sobre o ecommerce, essa fala do Icaro veio para derrubar isso da sua cabeça. Isso porque nosso curso foi desenvolvido para atender a todos que querem ingressar no mercado de ecommerce, só o que você precisa é internet e muita vontade de aprender.

Supercase: O Ápice da Formação de Analista de Ecommerce

“Desde o dia que me inscrevi no curso,  que decidi fazer essa transição de carreira, eu achei muito importante participar do SuperCase. Eu falei, tenho que participar disso, vou dar o meu melhor para ser chamado e viver essa experiência. Porque vai abrir mais portas para mim”, – Icaro Salvatti.

Todos os nossos alunos anseiam pelo dia que vão chegar na caixa de email e vai ter a convocação do SuperCase. Porque enxergam essa experiência como uma grande oportunidade de se mostrarem para o mundo e com o Icaro não foi diferente.

“Quando recebi o email do SuperCase, tive uma sensação de alívio, pois o meu esforço tinha valido a pena”, Icaro Salvatti.

Para que os nossos alunos cheguem bem preparados, eles recebem mentorias do nosso diretor acadêmico, Gustavo Esteves, para deixar o trabalho bem redondinho. Além disso, por ser um trabalho feito em grupo, damos a chance dos alunos aumentarem e qualificarem suas redes de contatos entre si. 

Por fim, ao apresentarem o SuperCase para uma banca com profissionais renomados do mercado e receberem feedbacks, os nossos alunos saem super confiantes de enfrentarem o mercado. Isso porque o Supercase prepara os alunos para os processos seletivos que virão após o curso. Portanto, mais do que dar o conhecimento teórico, a nossa Formação ajuda com a prática, a tal pedida experiência do mercado.

Como foi a experiência com o curso

“Eu me surpreendi muito, porque me agregou muito conhecimento e também me trouxe conexões de networking (…), quem está nesse momento de mudança de carreira, é interessante buscar conhecimento, que vá além do que está de graça na internet “,  Icaro Salvatti.

Hoje, o Icaro está usando o conhecimento que ele conquistou no curso na sua loja virtual e além disso tem recebido propostas de emprego para trabalhar como Analista de Ecommerce. Isso mostra que fazer a Formação e participar do SuperCase te coloca bem a frente dos concorrentes. Sendo assim, se você quer ingressar na área que mais cresce no digital, que é o ecommerce, e dar uma virada profissional, precisa garantir a sua vaga na nossa Formação em Analista de Ecommerce.

Garanta agora a sua vaga na Formação de Analista de Ecommerce!

Você terá acesso ilimitado a todo o material do curso, incluindo o bônus, o suporte por 12 meses, a comunidade de alunos e o SuperCase.

 Bônus 

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Conheça a História do Ecommerce

Hoje, em apenas três toques ou cliques, você consegue fazer uma compra online. De 2020 para cá até mesmo produtos que tinham certa resistência ganharam espaço, como os itens de supermercado. Mas a evolução no segmento mercado só ganhou força no último ano por conta das restrições provocadas pela pandemia, apesar do segmento de supermercado ter sido o primeiro a ser explorado. Assim sendo, será se você conhece a história do ecommerce ou apenas desfruta dos benefícios?

O ecommerce já deve estar entranhado nas suas veias, assim como celular, internet e redes sociais, mas você conhece a história do ecommerce? Sabe quem foi a primeira pessoa a realizar uma compra online? Os nomes Michael Aldrich e Jane Snowball te dizem alguma coisa? Não? Então, senta que lá vem história.

Quem foi Michael Aldrich?

Michael Aldrich foi o inventor da Videotex, um computador que permitia conexão entre outros computadores, nele as pessoas tiveram suas primeiras experiências no que foi apelidado de “teleshopping”. Por meio desse aparelho, era possível comprar online um produto de uma loja física. Eis o primeiro passo da existência do ecommerce. Sendo assim, se hoje podemos comprar qualquer coisa online, devemos agradecer a Michael Aldrich, por ter criado o Videotex.

Apesar de Michael Aldrich ter pensado na Videotex como apenas mais uma opção para as pessoas se comunicarem, algo além do telefone, ele acabou revolucionando o modo de consumir das pessoas. Assim, nasceu o embrião das plataformas de ecommerce que temos hoje.

E quem foi Jane Snowball?

Jane Snowball, no auge dos seus 72 anos de idade, fraturou o quadril e teve a sua rotina bastante dificultada. Por conta disso, a Tesco enxergou nela uma ótima oportunidade para testar a modalidade ecommerce. A empresa permitiu que Jane comprasse seus produtos por meio da Videotex. Eis a primeira compra online, em 1984. Assim, derrubamos o mito de que idoso não é capaz de comprar online, pois prefere o físico.

Os produtos escolhidos nesta primeira compra foram flocos de arroz, ovos, milho e margarina. Não se sabe qual receita Jane pretendia executar, mas é uma baita surpresa saber que esses produtos foram os primeiros a serem comprados online, pois, mesmo depois de quase 40 anos, o ecommerce de mercado ainda está longe de atingir seu potencial total. Assim sendo por ter saído na frente, era para o ecommerce de mercado ser o principal segmento e ter o maior volume de vendas.

Essas informações, tanto da idade da primeira compradora quanto o pedido, provam que é possível sim estimular que pessoas com mais idade comprem online. Além disso, nos faz pensar que por ser o supermercado o primeiro segmento explorado, era para ele estar muito mais desenvolvido. 

Saiba o que pode ter acontecido: Expansão dos supermercados Online

Qual empresa vendeu a primeira pizza online?

Em 1994, aconteceu a venda da primeira pizza online feita pela Pizza Hut e de lá para cá não teve muita evolução nesse segmento, pelo menos no Brasil. Hoje, quase não temos pizzarias e restaurantes em geral com um site próprio para realizarem suas vendas.

A maior parte desses estabelecimentos vendem online somente por meio de aplicativos de terceiros online ou ainda apenas por WhatsApp. Assim sendo, ainda há muito que evoluir nesse segmento, quando se trata de ecommerce.

Neste vídeo, o nosso diretor acadêmico e especialista em ecommerce, Gustavo Esteves, conta uma curiosidade dos bastidores dessa compra.

Não se esqueça de se inscrever no nosso canal “Ecommerce Pro“.

Você conhecia a história do ecommerce? Qual curiosidade você mais curtiu? Tem vontade de ver mais conteúdos desse estilo? Coloca nos comentários!

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Bunker: Os bastidores de um ecommerce de moda masculina

Você já ouviu falar da marca Bunker? Já comprou algum produto da marca? Neste artigo, você vai conhecer os bastidores da operação de um ecommerce totalmente focado em moda íntima masculina.

Ouça o nosso podcast! Não esqueça de nos seguir na sua plataforma favorita!

Esse episódio conta com o patrocínio da Conta Simples.

Conheça a Bunker

É uma startup carioca de moda e serviços online, criada por três irmãos e focada em entregar a melhor cueca para os homens de todo o Brasil. Ela surgiu de uma dor dos fundadores da marca, que era a dificuldade em encontrar cuecas de boa qualidade no mercado nacional, tendo que, acabar se contentando com cuecas de loja de departamento com tecidos de baixa qualidade ou precisar buscar marcas estrangeiras focadas em cuecas para ter um conforto. Assim, nasceu a ideia da Bunker.

Os irmãos, Felipe e Fábio Braga, aproveitaram a brecha no mercado brasileiro e decidiram criar uma marca e produto que representasse a língua deles, além de ter a qualidade certa para proporcionar conforto e segurança aos homens. Assim, eles deram um basta em fotos P&B com homens sarados sensualizando e olá para homens com corpos fora do padrão, para que mais homens se sentissem representados pelos produtos da marca.

Antes dos irmãos darem vida a Bunker, eles realizaram uma pesquisa de mercado para ver se essa “dor” que eles tinham era algo comum a outros homens e eles constataram que sim. Além disso, viram que o modelo boxer e a cor preta é a composição perfeita para um grande número de pessoas. Assim, tendo como base essa pesquisa, resolveram criar a Bunker com uma marca de um produto só, ou seja, só era possível comprar cueca boxer preta na loja.

Hoje, para atender a demanda dos seus clientes, a Bunker possui outros modelos e cores. Isso ajudou a melhorar a taxa de recorrência da marca, pois passou a ter o fator novidade sendo promovido na mente dos consumidores. 

O que aprendemos no podcast

1- Comunicação da marca

A Bunker saiu do padrão do mercado de fotos em preto e branco com modelos com corpos sarados e apostou em usar seus próprios clientes para promover os seus produtos, seja em anúncios ou posts das redes sociais. Assim, os irmãos Braga conseguiram criar uma marca mais informal e com representatividade.

2- Recorrência e kits de produtos

Os convidados contaram que a ideia dos kits surgiu para facilitar o processo de compra, as pessoas entram no site e em dois, três cliques, conseguem finalizar a compra. Desde o início, a ideia dos fundadores era ter uma marca de moda com um produto só, que era a cueca boxer preta, mas isso a longo prazo foi trazendo dificuldades para o crescimento da marca.

Com o passar do tempo, o número de pedidos dos clientes para ter outros modelos e cores  de cueca foram ganhando cada vez mais força, para que eles pudessem se manter comprando com frequência na Bunker. Hoje, no site, há kits que atendem um público mais diversificado, pois a marca não está mais restrita a um único produto. Assim, ela consegue ter uma melhor taxa de recorrência, pois a Bunker começou a explorar o gatilho da novidade.

Além disso, a marca está trabalhando com kits limitados, o que é excelente para ativar o gatilho da escassez na mente dos consumidores. Também gera um volume de vendas grande em um curto espaço de tempo.

3- Como a Bunker pensa na experiência do usuário

Cada detalhe do site teve como base dados qualitativos. Eles foram coletados por meio das avaliações do site, do atendimento no sac e das dúvidas do chat do site. Assim sendo, a marca está sempre atenta ao que os clientes ou potenciais consumidores estão falando, pois precisam desses feedbacks para construir o melhor ambiente possível.

Além disso, de tempos em tempos, a Bunker manda emails para a sua base de clientes pedindo sugestões e feedbacks para melhorar a comunicação da marca. Isso mostra que a Bunker está bem adaptada aos novos hábitos dos consumidores, pois as pessoas amam serem ouvidas e acabam dando preferência para as marcas que se mostram dispostas a isso.

Além disso, o podcast falou sobre:

– Estratégia de mídias

– Estratégia de CRM

– Cross-Sell e Upsell

Já conhecia esse ecommerce? Qual insight você tirou desse episódio? Coloque nos comentários!

Veja o episódio anterior!

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Ecommerce: Carreira Profissional em ascensão

“Em meio a pandemia, agosto de 2020, fiquei desempregada e eu entendi que para mudar essa situação iria precisar mudar algo na minha carreira profissional. O primeiro passo que decidi dar foi estudar”.

Essa é parte da história da Lety Metzer, que foi nossa aluna na nossa Formação de Analista de Ecommerce, mas poderia facilmente ser a história de qualquer brasileiro. O Brasil, segundo o IBGE, chegou a marca de 14,4 milhões de pessoas em busca de emprego no período de dezembro de 2020 a fevereiro de 2021. Esse número representa um índice de desemprego de 14,4%. Mas na contramão desses números, temos o mercado de ecommerce, que surge como uma excelente oportunidade de carreira. 

Ecommerce: uma excelente opção de carreira profissional

Desde junho de 2020, são abertas mais de duas lojas virtuais por minuto e em 2020 o Ecommerce registrou uma marca histórica de R$ 87 bilhões em vendas no mercado brasileiro. Esses números do relatório da Webshoppers, mostra que o mercado de ecommerce está superaquecido e vai demandar cada vez mais profissionais. Assim, o ecommerce é uma excelente saída para quem precisa voltar a trabalhar o mais rápido possível, pois os boletos não param de chegar.

Lety precisava de uma carreira com crescimento exponencial e foi nessa busca por um novo emprego, uma nova oportunidade, que ela começou a ser impactada por conteúdos sobre ecommerce. A ideia era se aprofundar na área para conseguir montar um ecommerce ou ser contratada por alguma empresa.

Essa necessidade de voltar a ter uma renda fez a Lety buscar uma capacitação técnica e ela enxergou na carreira de Analista de Ecommerce, uma excelente via para começar a atuar no mercado. Isso porque essa profissão daria uma visão 360º sobre toda a operação. Assim, Lety caminhava a passos largos para chegar até a gente.

Conhecendo a Ecommerce Pro

“Nessa jornada de pesquisas, de repente apareceu um cara falando sobre ecommerce e eu assisti uma Semana de Ecommerce, que o Bruno da Ecommerce na Prática estava promovendo. Depois disso, me inscrevi na newsletter e mais para frente recebi uma oferta sobre uma Formação de Analista de Ecommerce, onde haveria uma nova semana de conteúdos com aulas ao vivo, eu, curiosa, fui saber o que era “, Lety Metzer.

Lety encontrou na Formação de Analista de Ecommerce o conhecimento prático que ela acreditava ser preciso para conseguir se recolocar no mercado. À medida que ia tendo contato com os módulos do curso, Lety percebia que muita gente não tinha aquele conhecimento e ela poderia vender aquilo. Assim, nasceu a ideia de montar uma consultoria focada em ecommerce. 

Hoje, ela tem um ecommerce de produtos físicos, mas dá consultorias para clientes prestadores de serviços.

“O que eu aprendi na Ecommerce Pro foi a base para as tomadas de decisões com os meus clientes da consultoria. Sem a Ecommerce Pro, eu não teria tido a menor ideia de que caminho seguir”.

Praticidade e acesso a qualquer hora

“Direto eu entro lá, abro a plataforma e acesso os conteúdos do curso para tirar dúvidas sobre alguma demanda das consultorias que presto”, Lety Metzer.

Um dos maiores erros que alguém pode cometer no início da carreira é achar que o melhor caminho para adquirir conhecimento está nas aulas ao vivo. Quando você é iniciante em algo, há a necessidade de repetir um determinado conhecimento até que ele fique fixado na mente. Isso não é possível em cursos ao vivo, pois não há replay.

Na nossa Formação de Analista de Ecommerce, os nossos alunos podem fazer o curso no seu próprio tempo e ainda voltar para consultar durante 12 meses. Além disso, disponibilizamos um suporte com uma equipe super capacitada para tirar dúvidas o mais rápido possível.

Supercase: O Ápice da Formação de Analista de Ecommerce

O maior momento dos nossos alunos é a hora do Supercase. Uma mistura de felicidade, ansiedade e nervosismo vem à tona, quando chega na caixa de email o seguinte anúncio: Parabéns! Você foi selecionado(a) para participar do Supercase. Eis que chega o momento deles brilharem mostrando que sabem direitinho como funciona cada parte da operação do ecommerce. Esse trabalho final contempla todos os módulos da Formação e é apresentado para uma banca de profissionais renomados do mercado. Assim, já durante o curso, preparamos os nossos alunos para enfrentarem o mercado de trabalho.

“Você tem a oportunidade de praticar o conhecimento de uma forma bem real e de contribuir com os colegas. A minha equipe foi muito legal, a gente fez vários ensaios da apresentação, antes do dia, por conta do tempo (…) A galera saiu super capacitada para o mercado, porque o curso dá todo embasamento. O Supercase é uma super experiência, que vale no seu currículo como um emprego”, Lety Metzer.

Os nossos alunos têm o privilégio de receber feedbacks, sobre o conhecimento aprendido no curso, de especialistas do mercado. Assim, eles saem vários passos à frente dos concorrentes e muito bem preparados para futuros processos seletivos.

O maior aprendizado na Ecommerce Pro

“Para mim foi, que você pode dar vários passos para trás, se precisar, reorganizar a sua vida e começar um caminho novo. Não importa onde você estava, em que altura, você pode parar, reconsiderar, voltar lá atrás, se precisar, começar de novo e mudar radicalmente a sua vida. Se não fosse a Ecommerce Pro, eu não teria confiança para mergulhar nesssa nova carreira profissional”, Lety Metzer.

Qualifique-se para a carreira profissional que mais cresce no digital

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Ecommerce de Supermercado e sua expansão

Você se imaginava fazendo compras de mercado online, 2 anos atrás? E hoje? Tem noção do motivo do segmento ecommerce de supermercado terem demorado a ganhar força?  Neste artigo, você vai entender o motivo dos ecommerces de supermercado terem começado a crescer com mais força de 2020 para cá.

Fator Pandemia: combustível para o Ecommerce de Supermercado

Antes de começar a falar sobre 2020 para cá, precisamos citar alguns supermercados que já faziam um bom trabalho no digital, como o Extra, Pão de Açúcar, Super Prix e Zona Sul. Essas marcas faziam parte de um grupo bem seleto de supermercados que já enxergavam o potencial de vender online. Assim, acabaram saindo na frente da concorrência quando veio a pandemia. Portanto, investir em diversificar os canais de venda e não se acomodar na zona de conforto (loja física) fez com que essas empresas ficassem mais tranquilas no “caos da pandemia”.

Com as restrições, outros supermercados começaram a figurar nesse cenário, pois sentiram a necessidade de atender as pessoas de uma outra forma, visto que elas passaram a evitar sair de casa. Isso porque os clientes passaram a se relacionar de maneira diferente com os produtos de mercado.

Devido as limitações da pandemia,  as pessoas, para se sentirem mais seguras, começaram a usar plataformas de compras, como o Ifood,  a Cornershop, a Americanas Mercado e o Rappi. Diante disso, era fundamental que os supermercados se digitalizassem para não ficarem reféns desses sistemas de terceiros.

Todas elas possibilitam comprar e ter uma experiência de supermercado sem sair de casa. Portanto, os consumidores estavam exigindo uma mudança estratégica das empresas para que elas se adequassem à rotina do “novo normal”.

No nosso vídeo do Youtube, ” A Expansão do Ecommerce de Supermercado”, você pode assistir apertando o play abaixo. 

 Mudança de comportamento do consumidor

A maneira com que as pessoas se relacionam com o mercado mudou e os supermercados precisam acompanhar isso. Alguns supermercados, começaram a criar opções nas lojas físicas para os clientes. Uma delas é o caixa de autoatendimento, onde as pessoas podem fazer suas compras sem precisar interagir com operador(a) de caixa. Nesse sistema, os próprios clientes passam seus produtos pela esteira e pagam para um totem. Assim sendo, é preciso que os supermercados acompanhem as mudanças de hábito do consumidor e não se prenderem ao seu Status Quo.

Além disso, há também os supermercados que possuem aplicativos próprios para atender seus clientes de forma mais personalizada, como o Pão de Açúcar e o Zona Sul. O Pão de Açúcar disponibiliza uma entrega de até 3 horas, caso a pessoa esteja próxima a uma loja física. Portanto, é preciso que os mercados estejam sempre buscando novas formas de atender cada vez melhor os clientes para conseguir fidelizar as pessoas.

Por que os grandes players demoraram para entrar no digital?

Supermercados tradicionais, como Prezunic, Guanabara e Big, já poderiam ter seus ecommerces muito antes da pandemia. Mas acabaram ficando na zona de conforto, proporcionada pelo status que eles tinham na mente dos consumidores. Afinal, para que fazer um mercado online, se todo mundo ia até as lojas físicas?

Tudo mudou com a pandemia, a maioria das pessoas passaram a evitar sair de casa e mesmo em atividades que eram permitidas, como a ida ao supermercado, pois se tornaram bem complicadas, por conta da limitação de pessoas que podiam entrar no mercado. Quem ia ao supermercado, acabava perdendo muito tempo em filas, antes mesmo de entrar no estabelecimento. Assim sendo, uma boa parte passou a optar por comprar online e muitos supermercados começaram a notar que as vendas por aplicativos, como Rappi, aumentaram e sentiram a necessidade de criar uma plataforma própria para não ficar pagando as taxas.

Grandes Redes de Supermercados no ecommerce

Estamos vivendo um momento de expansão de grandes redes de supermercado para dentro do digital. Um bom exemplo é o Prezunic que começou a sua operação com uma estratégia de soft opening. Ou seja, ele abriu seu ecommerce apenas para uma região limitada com objetivo de identificar gargalos, falhas e processos que poderiam ser melhorados para depois abrir para o público em geral.

Além disso, podemos citar a Rede Big que criou o seu ecommerce a pouco tempo. Também tivemos o Guanabara, que começou a se mexer para construir seu ecommerce. Cada vez mais vamos ver supermercados, tradicionalmente, físicos, mergulhando mais fundo no digital. Eles estão buscando novas opções para ir até os clientes, seja onde eles estiverem. Assim sendo, a ida dos grandes redes de supermercados para o digital, deve aumentar a concorrência no segmento e para conseguir capturar as pessoas vai ser preciso investir mais ainda em um atendimento diferenciado.

Tivemos um grande player do segmento de ecommerce de supermercado que teve um crescimento de quase 8x no primeiro trimestre de 2021, quando comparado com o de 2020.

Uma dica MERCAAAADO! Isso mesmo Americanas Mercado, batemos um papo com o Marco Zolet, Diretor na Americanas Mercado. Ele contou sobre bastidores da operação da plataforma. Ouça!

Não se esqueça de se inscrever no nosso canal “Ecommerce Pro”.

Dúvidas sobre ecommerces de supermercado? Coloca nos comentários!

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Americanas Mercado: Bastidores do ecommerce

Se você assistiu o BBB 21, com certeza, ao ler o título desse artigo, já ficou ecoando na sua cabeça o grito de MERCADO. Acertei? Isso porque a Americanas foi pela segunda vez patrocinadora master do maior reality show do Brasil e investiu bastante na promoção da marca Americanas Mercado.

Agora, eu quero saber, você já fez compras de mercado online? Já usou a plataforma Americanas Mercado? O BBB 21 te ajudou a entender os benefícios de comprar na Americanas Mercado? Neste artigo, você vai conhecer os bastidores da operação desse ecommerce.

Ouça o nosso podcast! Não esqueça de nos seguir na sua plataforma favorita!

Esse episódio conta com o patrocínio da Conta Simples.

Conheça a Americanas Mercado

A Americanas Mercado nasceu com o objetivo de permitir que o cliente fizesse a cesta completa de supermercado, inclusive de itens frescos, dentro do site da Americanas. Depois da aquisição do Supermercado Now pelo grupo Americanas SA foi possível ter uma plataforma do segmento de mercado dentro do site da Americanas.com. 

Hoje, há mais de 50 redes de supermercados parceiros que fazem parte da plataforma. Ao todo são mais de 1.500 lojas no Brasil, entre os parceiros temos, Grupo Pão de Açúcar, Carrefour e Grupo Big. Esses sellers fazem a Americanas Mercado ter uma boa distribuição e estar presente em 9 estados do Brasil.

Além disso, os produtos da Americanas Mercado já representam 52% dos produtos vendidos do grupo e teve um crescimento de quase 8x no primeiro trimestre de 2021, quando comparado com o de 2020.

O que aprendemos no podcast

1- Como proporcionar a mesma boa experiência no online

A chave está na humanização. Pessoas que trabalham na operação do ecommerce escolhem os produtos a dedo e fazem com que as pessoas sintam-se mais seguras. Portanto, é fundamental mostrar as pessoas esse processo da escolha dos produtos para que se sintam representadas na compra.

2- Fator Pandemia

A pandemia acelerou muito o processo de digitalização das empresas, especialmente, dos supermercados. Esse é o setor do varejo pois com menor representação no online. Ainda há muito pouca participação do segmento no meio digital, mas a pandemia fez com que fosse necessário estar presente no digital para conseguir atender as pessoas que estavam “presas” dentro de casa.

A Americanas Mercado registrou um crescimento de quase 8x, nas primeiras semanas da pandemia, quando comparado a mesma quantidade de semanas antes da pandemia. Assim sendo, podemos notar que o segmento de mercado teve um boom recente de crescimento, mas ainda está muito longe de alcançar seu máximo potencial.

 3- Parceria Americanas Mercado e BBB 21

Pela segunda vez, a Americanas participou do maior reality show do Brasil como um dos patrocinadores master e eles viram que a edição do BBB 21 seria uma ótima oportunidade para fomentar a lembrança da marca.

Além disso, era uma excelente vitrine para mostrar os benefícios da Americanas Mercado durante o programa e assinatura sonora ajudou a marcar na mente dos consumidores. Portanto, o BBB ajudou a promover a marca, o que deixa bem claro a força ainda existente da televisão no mercado publicitário.

Americanas, MERCADO!

4-  Integração de ERP

Marco Zolet, diretor da Americanas Mercado, comentou que é preciso ir além de realizar a integreação dos ERPs para prestar um bom serviço para os lojistas. É preciso entender sobre a dinâmica do estoque de cada seller. Isso ajuda a conseguir ter mais previsibilidade, evitando que os produtos que acabaram na loja física apareçam como disponíveis no digital. Portanto, é fundamental ter uma visão 360º sobre cada um dos sellers dentro da plataforma para dar o suporte necessário e fazer com que evoluam da melhor forma possível, consequentemente, se sintam satisfeitos com o trabalho da plataforma.

Além disso, o podcast falou sobre:

–  Relação site Americanas com a Lojas Americanas

– Estratégia de mídias 

Já conhecia esse ecommerce? O que você curtiu da operação? Coloque nos comentários!

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Profissional T-Shaped: O que é e porque tão desejado

Você sabe o que é um profissional T-Shaped? Sabe o porquê dele ser cada vez mais requisitado pelo mercado digital, especialmente, o mercado de ecommerce? Neste artigo, você aprenderá o que é esse conceito, o que é preciso para se tornar um profissional T-Shaped e as vantagens que isso pode te trazer perante ao mercado de trabalho.

O que é o Profissional T-Shaped?

O termo se popularizou nos EUA, mais precisamente na Califórnia, por conta de profissionais de Design. Ele significa literalmente ” em forma de t”. O traço horizontal da letra T representa os conhecimentos mais amplos adquiridos por esse profissional . Já o traço vertical é a área de conhecimento que ele escolhe aprofundar.

Profissional T-Shaped é todo aquele que busca ter uma visão mais ampliada sobre o negócio da empresa onde está trabalhando. Ele não se limita apenas a sua área de especialização.

Qual é o perfil do Profissional T?

O Profissional T é curioso e está sempre fazendo perguntas. Isso acontece porque está sempre lendo assuntos bem diversificados e o conhecimento faz com que seja mais exigente em uma reunião.

Apesar de amar diversificar seus conhecimentos, sempre há uma área de interesse principal. Esse profissional sabe que para ser excelente em algo precisa estar comprometido com uma área só. Logo, ser um Profissional T-Shaped é ser aberto ao conhecimento, mas sempre tendo um direcionamento para uma determinada área.

Além disso, o Profissional T tem uma visão 360º e é super comunicativo. Essa capacidade de enxergar o todo vem da diversidade dos conhecimentos que ele busca ter e isso, geralmente, vem da troca de experiências que tem com as outras pessoas da empresa ou da sua rede de contatos. Logo, ser comunicativo é essencial para o Profissional T, pois vai ser nas conversas com as outras pessoas que ele ampliará sua bagagem cultural.

Todo Analista de Ecommerce deve ser um Profissional T, pois, isso significa ter uma visão ampla do negócio e conhecimento em várias áreas, para assim conseguir enxergar um problema por diferentes ângulos. Essa visão 360º vai ajudar esse profissional a conseguir propor soluções integradas para a operação e saber exatamente quem recorrer para fazer o negócio fluir da melhor forma possível.

Como se tornar um Analista de Ecommerce T-Shaped?

Para ser um Analista T-Shaped, você precisa ter conhecimentos em UX, CRM, Web Analytics, Planejamento, Marketplace, Conteúdo, SEO, Email Marketing, Google Tag Manager, etc. Há dois caminhos para conseguir desenvolver todas essas competências. O primeiro é fazer diversos cursos de especialização que não são necessariamente focados em ecommerce, gastando assim mais tempo e dinheiro.

Já o segundo caminho é escolher uma  formação completa, com os conhecimentos todos inseridos ali e organizados para você ter um aprendizado mais rápido e efetivo. Sendo assim, nós indicamos o segundo caminho. E para te guiar nisso recomendamos que participe da Jornada Profissional Digital 360º.

Vantagens de ser um Profissional T

O Profissional T-Shaped ajuda a manter todos os colaboradores alinhados entre si. Por ter um conhecimento amplo, ele consegue transitar por todas as áreas levando informações de um setor para outro. Essa integração torna o processo produtivo mais rápido e eficaz, pois o Profissional T acaba sendo o mensageiro da informação entre os setores e a comunicação é a chave para agilizar os processos. Isso faz com que ele se torne cobiçado pelas empresas do mercado.

Além disso, o fato de ser multidisciplinar pode ajudar na hora de trazer inovações para dentro da empresa onde atua. Se um negócio não quer ficar para trás, ele precisa estar o tempo todo pensando em novas formas de atuar no mercado, pois tudo muda o tempo todo e é preciso acompanhar essas mudanças.

Para termos sucesso nessas transformações, podemos contar com o conhecimento, que é o maior aliado da inovação. Isso porque ele proporciona novas referências e perspectivas fundamentais para criar e testar novas soluções. Portanto, o Profissional T-Shaped por ter um conhecimento amplo, tem mais repertório criativo e isso ajuda as empresas a se manterem sempre atualizadas, consequentemente, competitivas.

Por fim, o Profissional T-Shaped tem uma resiliência acima da média. Ser generalista faz com que ele não se prenda a uma única forma de resolver os problemas dentro da empresa. Isso faz com que se adapte bem rapidamente a novos cenários, o que é fundamental para empresas no digital.

Quando você é superespecializado em uma determinada área, você acaba tendo uma visão limitada e se prende a determinados métodos. Isso te impossibilita de ver as coisas por diferentes ângulos. Sendo assim, devemos sempre buscar diversificar nosso conhecimento, ampliando a nossa área de atuação, para termos a resiliência necessária para o mercado de trabalho.

Mas afinal o que é a Jornada Profissional Digital 360º?

É um treinamento 100% gratuito e online que vai te direcionar para o caminho exato de crescimento profissional e salarial no mercado digital. Esse evento vai acontecer nos dias 19,20 e 21 sempre às 20h. Para participar, você deve se inscrever no link abaixo.

Para te guiar nessa virada de carreira, você terá o Gustavo Esteves, especialista em Ecommerce e Marketing Digital desde 2006. Ele já passou por empresas gigantes do mercado, como a Shoptime e a Americanas.com. Nas aulas, ele vai te mostrar o passo a passo para você se capacitar e conseguir suprir as demandas do mercado de ecommerce, que tem mais vagas do que profissionais qualificados.

Tem alguma dúvida sobre a Jornada Profissional Digital 360º,  o mercado de ecommerce ou  o Profissional T-Shaped? Coloque nos comentários!

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Key Design: Ecommerce de moda masculina

Você já ouviu falar da marca Key Design? Já comprou algum acessório ou roupa do ecommerce? Neste artigo, você vai conhecer os bastidores da operação de um ecommerce de moda masculina.

Ouça o nosso podcast! Não esqueça de nos seguir na sua plataforma favorita!

Esse episódio conta com o patrocínio da Conta Simples.

Conheça a Key Design

A Key Design é uma DNVB, ou seja, Digitally Native Vertical Brands, em bom português significa Marcas Verticais Digitalmente Nativas. Isso significa ser uma marca, que nasceu no meio digital, se relaciona diretamente com o consumidor final e controla o produto do chão de fábrica até chegar no cliente, por isso verticalizadas.

Sua principal atuação é no ecommerce, mas tem outros canais de vendas ligados ao varejo físico. Além disso, opera no mercado de moda masculina com acessórios (pulseiras e colares), desde 2013, e roupas, a partir de 2019.

O que aprendemos no podcast

1- A importância para o negócio da extensão de produtos

Quando a  Key Design foi criada, em 2013, ela nasceu como uma marca de pulseiras e colares masculinos. Mas, desde sempre, Andre Yui, fundador e CEO, tinha em mente que o caminho natural seria gradativamente a Key Design se tornar uma marca de moda masculina completa.

Inicialmente, com pulseiras e colares, depois estendendo para outros tipos de acessórios, como mochilas e carteiras. Por fim, chegando no terceiro movimento,  no final de 2019, rodaram um teste colocando para jogo peças de vestuário, como camisetas e camisas. 

Hoje, a ideia é fazer uma separação da Key Design Marca e Key Design Canal. Como um canal que tem um bom volume de tráfego, a ideia é abrigar outras marcas complementares para ofertar outras categorias que são de interesse da Key Design. Essa separação tem como objetivo ir aos poucos construir um portal com conteúdos e produtos de qualidade que promovam a moda masculina.

2- Como foi a estratégia da Key Design para criar o clube de assinatura

 A Key Design resolveu subir um MVP ( mínimo produto viável) de assinatura que tinha duas opções, uma só com acessórios e outra com acessórios e vestuário. Quando realizaram esse teste, tinham a certeza que a maioria que iria assinar seria clientes antigos. Mas foram surpreendidos com 70% de novos clientes. 

Ao investigar o porquê de isso ter acontecido, descobriram que o que agregou valor na assinatura para as pessoas, foi a possibilidade de ter uma consultoria de look e não só os produtos em si. Era um valor mais relacional e menos comercial. Sendo assim, com esse MVP, eles perceberam a importância de oferecer conteúdo de valor para as pessoas, que vão além de falar do produto em si.

3- Como usam os influenciadores 

A ideia de usar influenciadores surgiu da necessidade de diminuir a dependência do Facebook Ads e do Google Ads. A marca Key Design começou a enxergar os influenciadores como uma excelente alternativa. Isso porque eles representam um menor custo de aquisição de clientes a médio e longo prazo, quando comparado as outras mídias.

Esse trabalho de parceria, muitas vezes, vai além do post na rede social. Isso porque a marca sempre está em busca de parcerias que façam parte do processo criativo de produção, chamando os influenciadores a serem co-criadores de uma linha exclusiva da Key Design.

Além disso, o podcast falou sobre:

–  Logística

– Omnichannel

Já conhecia esse ecommerce? O que você curtiu da operação? Coloque nos comentários!

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Profissional Digital 360º: Como se tornar um

O crescimento do digital teve um boom de 2020 para cá, por conta da pandemia. Muitas empresas, que estavam sempre adiando o plano de ter uma presença digital forte, tiveram que tirar a ideia do papel para colocar em prática. Isso porque a permanência só no meio físico se tornou insustentável, por conta das restrições da pandemia.

Conseguiu sobreviver quem já tinha uma presença digital ou quem montou uma super tarefa e conseguiu colocar no ar o mais rápido possível a loja no ar. Como consequência, desse novo estilo de negócio, tivemos um aumento na demanda por profissionais ligados à área do digital. Desses profissionais são exigidos não somente, hard skill, como operar uma determinada ferramenta. Mas também soft skills, como pode conferir nos próximos parágrafos.

1- Fortaleça sua resiliência

O mundo online é muito dinâmico, conteúdos viralizaram de uma hora para outra, ferramentas mudam com frequência, a todo instante tem novas ferramentas sendo lançadas e o que agrada hoje, amanhã, não está mais. 

Ser resiliente é ter a capacidade de adaptar-se rapidamente a mudanças e superar obstáculos. Essa característica é fundamental para que o profissional digital não tenha medo de testar, que é fundamental para o trabalho online. Portanto, a resiliência é a base da cultura de testes que todo profissional que trabalha com o digital precisa ter.

2- Diversifique seu conhecimento

Não dá mais para ficar apegado a uma única área, pois cada vez mais as empresas estão exigindo profissionais com uma visão integrativa. Ou seja, profissionais que saibam um pouco de tudo dentro do negócio para facilitar a comunicação. Como consequência, os processos dentro da empresa ficam mais rápidos.

Além disso, um profissional 360º consegue ter opiniões mais bem fundamentadas, pois consegue argumentar usando conhecimentos de diferentes áreas. Logo, quanto mais buscar diversificar o seu conhecimento, maiores serão as chances das pessoas sentirem segurança no que está falando. Consequentemente, maiores as chances de você fazer a diferença dentro da empresa.

3- Exerça empatia

O profissional do digital deve ter empatia para poder entender da melhor forma possível o público com o qual vai falar nas redes sociais ou no blog/site. As pessoas querem mais do que comprar de uma empresa, elas querem se relacionar com a marca. Só conseguimos criar esse relacionamento quando há uma troca natural entre pessoa e empresa. Isso pode ser feito com a entrega de conteúdos de valor, por parte da marca.

Assim, o CNPJ consegue ativar o gatilho da reciprocidade e da autoridade fazendo com que as pessoas passem a confiar mais na marca e também desejar comprar algo como forma de “retribuir”, o que a empresa fez.

Além disso, a empatia é fundamental para o profissional conseguir oferecer um bom atendimento. Consequentemente, consegue criar um relacionamento saudável com o cliente.

Como a Jornada Profissional Digital 360º pode te ajudar

A Jornada Profissional Digital 360º é um evento 100% gratuito que tem o potencial de te direcionar para o caminho exato de crescimento profissional e salarial que você busca no mercado digital.

O evento vai acontecer nos dias 19,20 e 21 sempre às 20h. O seu guia será o Gustavo Esteves, especialista em Ecommerce. Ele tem mais de 14 anos de atuação no digital e já trabalhou na Americanas.Com.

E aí, preparado para dar uma guinada na sua carreira? 

Inscreva-se!

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O que são plataformas de ecommerce?

Você sabe o que são plataformas de ecommerce? Qual é a vantagem de contratar uma? Neste artigo, você terá a resposta para essas duas perguntas e também encontrará exemplos de plataformas tops do mercado que você deve conhecer.

O que são plataformas de ecommerce?

São sistemas responsáveis pela criação da sua loja virtual, por meio dele você vai conseguir gerenciar o negócio, incluir produtos, administrar preços, estoques e promoções. Portanto, você consegue usar toda a estrutura técnica e tecnológica da plataforma, além de conseguir personalizar a loja virtual colocando a identidade visual da sua marca.

Cada plataforma tem uma forma de cobrar pelos seus serviços. Há empresas que cobram um valor fixo mensal e outras cobram uma comissão em cima de cada venda.

Ecommerce anos 90 x Ecommerce anos 2000’s

No início do ecommerce no Brasil era preciso se preocupar muito mais com a parte de tecnologia para ter uma loja virtual, pois não havia as plataformas e aí era necessário desenvolver um código próprio.

Hoje, poucos ecommerces possuem código próprio, os que têm são grandes marketplaces, como a B2W, grupo que engloba a Americanas.com, Shoptime, Submarino e Sou Barato. Portanto, o surgimento de plataformas de ecommerce democratizaram o acesso a criação de lojas virtuais.

No nosso vídeo do Youtube, ” O que são plataformas de ecommerce?”, você pode assistir apertando o play abaixo. 

Grandes marcas: Plataformas de Ecommerce ou código próprio?

Muitas empresas grandes, como a Samsung e a Motorola, utilizam plataformas de ecommerce terceirizadas. Mas isso não significa que elas não possuam uma assistência técnica dentro de casa. Ou seja, elas continuam tendo agências e um time de desenvolvimento para auxiliar na performance.

Já a Livraria da Travessa (RJ) preferiu construir seu ecommerce com um código próprio. Isso significa que essa empresa vai precisar ficar sempre super atenta às tendências e às inovações tecnológicas para não ficar para trás.

Essa é uma realidade diferente de quem escolhe uma plataforma de ecommerce terceirizada, pois a própria empresa contratada que vai ter que correr atrás de toda a questão técnica/tecnológica.

Quer saber mais sobre o ecommerce da Livraria da Travessa?

Ouça o podcast! 

Há ainda grandes empresas que pegam uma terceira via. O Walmart, que não está mais no Brasil, usava a plataforma Vtex e pagava um valor adicional para ter 40 desenvolvedores dentro da empresa. Depois de um tempo, fez uma proposta para a Vtex para comprar o código da plataforma e também poder ter os 40 desenvolvedores 100% à disposição.

Mas isso não chega a ser uma tendência de mercado, está mais para um caso isolado. Assim sendo, não há melhor ou pior, há a que melhor atende às necessidades da empresa.

Não se esqueça de se inscrever no nosso canal “Ecommerce Pro“.

Dúvidas sobre plataformas de ecommerce? Coloca nos comentários!