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Reserva Ink: uma marca que cria marcas

Você conhece a marca Reserva? E a Oficina Reserva? Se você já acompanha o nosso conteúdo há algum tempo, com certeza terá lido ou ouvido falar sobre essas duas marcas. Mas caso tenha chegado agora por aqui, você pode conferir o nosso artigo ” Conhecendo os bastidores da Oficina Reserva”. Hoje, vamos falar de mais uma vertente da Reserva, a Reserva Ink, a marca que ajuda a criar marcas. Depois desse artigo, você vai ver que nunca foi tão fácil ter um ecommerce de moda.

Ouça o nosso podcast! Não esqueça de nos seguir na sua plataforma favorita!

Esse episódio conta com o patrocínio da Conta Simples e da Caffeine Army.

Conhecendo a Reserva Ink

Uma marca criada em 2020 com o objetivo de ajudar empreendedores a realizarem seus sonhos de ter uma ecommerce no segmento de moda. Para isso a Reserva Ink oferecia toda a base estrutural, da produção à entrega para todo o Brasil, e em troca o empreendedor só precisava se preocupar com a divulgação do produto. 

No início, os fundadores dessa empresa acreditavam que isso seria o suficiente para as pessoas brilharem e realizarem os seus sonhos de ter um negócio. Mas não foi bem assim, pois faltava aos parceiros da marca a aptidão para vendas.

Para solucionar essa dor da sua persona, a Reserva Ink criou a Ink Academy, que é uma base de conhecimento, onde podemos encontrar toda sabedoria e dicas práticas que já funcionaram para outros empreendedores parceiros. Assim, todas as marcas que usam esse sistema conseguiram ter resultados expressivos, pois o conteúdo disponível ajudaria a desenvolver as habilidades necessárias para evoluir no mercado.

O que aprendemos no podcast

1- Reserva Ink: Vendas ou Branding?

Dentro dessa marca há três tipos de público, sendo dois deles focados em usá-la como fortalecimento de branding e um com mentalidade totalmente comercial, focado em vendas.

De um lado a persona que usa a Reserva Ink para branding. Como exemplos podemos citar os  influenciadores que querem criar uma loja para criar um senso de comunidade com os seus seguidores e as  empresas que desejam criar camisas personalizadas para os seus funcionários.

Do outro lado temos a persona comercial, que são as pessoas que desejam empreender, querem montar seu próprio negócio e buscam na Reserva Ink um parceiro para fazer seu sonho virar realidade.

2- Praticidade e rapidez

Quem chegou hoje no mercado de ecommerce, tem uma vida muito mais tranquila, pois consegue colocar uma loja no ar em um dia. Mas nem sempre foi assim. Para começar uma loja, já foi bem mais complexo, era preciso ter uma equipe de desenvolvedores para conseguir criar e botar no ar a loja virtual e esse processo durava meses.

Hoje, em questão de poucos minutos, você consegue criar a sua loja e por no ar usando o sistema da Reserva Ink. É tão simples quanto criar um perfil no Instagram. A Reserva Ink oferece toda a sua infraestrutura para que o empreendedor comece a atuar no mundo da moda sem precisar ter um estoque ou um sistema logístico, pois ela dá toda a base.

Além disso, o empreendedor que opta pela Reserva Ink, consegue se aproveitar do nome da marca para trazer credibilidade ao seu negócio. Assim, a Reserva Ink dá toda a base para quem quer ingressar no mercado de ecommerce, mas tem um orçamento bem curto e não tem condições de correr grandes riscos.

3- Conhecimento é a chave 

Como toda grande empresa do século XXI, a Reserva Ink sabe que para ser grande no mercado é preciso não só vender produtos e serviços, mas também ser uma agente da educação.

E pensando nisso eles desenvolveram a Ink Academy. Um portal onde são colocados conteúdos e cursos com dicas do que eles viram que deu certo e deu errado com as empresas parceiras. Assim, podemos ver a importância da educação para evoluir no mercado e ter bons resultados sendo parceiro da Reserva Ink.

Além disso, o podcast falou sobre:

– A importância de analisar métricas

–  Como usamos a nossa parceria com a Reserva Ink na nossa estratégia de vendas de cursos 

– Inovações da marca

– Estratégias de mídia

Já conhecia a Reserva Ink? Qual insight você tirou desse episódio? Coloque nos comentários!

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Tráfego pago: como usar na sua estratégia

Você sabe o que é tráfego pago? Sabe como montar uma estratégia de marketing utilizando esse recurso? Quando se trata de tráfego pago você se sente seguro(a) ou perdido(a)? Neste artigo, você vai encontrar dicas do nosso especialista em Web Analytics, Gustavo Esteves, sobre como montar uma estratégia de tráfego pago eficiente. 

Tráfego Pago x Tráfego Orgânico

Tráfego pago é quando a empresa decide investir em anúncios para aumentar o fluxo de visitantes no site de forma qualificada. Quando se trata desse tipo de tráfego, as mídias que são bastante utilizadas são o Facebook Ads e o Google Ads.

Nessas ferramentas, há diferentes formatos de anúncios e segmentações, para ter sucesso na sua campanha, você vai precisar conhecer muito bem sua persona (quem deseja atingir) para saber onde ela está e como se comporta no digital.

Já o tráfego orgânico é composto pelos visitantes que chegaram até o site sem que fosse preciso investir em anúncios. Para conseguir ter um bom tráfego orgânico é preciso ter um conteúdo todo otimizado, ou seja, é preciso aplicar as técnicas de Seo para que o site seja bem visto pelos motores de busca. Mas n

Exemplos de boas práticas: tempo de carregamento de no máximo 3 segundos, arquivos de fotos nomeados e leves, uso de palavras-chaves ao longo do texto, entre outras.

Ambos devem caminhar lado a lado, se for priorizar algum, precisa estar atento(a) ao seguinte ponto: o tráfego orgânico demanda mais tempo para alcançar os objetivos e também é mais limitado em questão de alcance. Sendo assim, é muito difícil crescer fazendo só tráfego orgânico, se deseja ter um boom no seu crescimento vai precisar montar estratégia de tráfego pago.

Por conta disso, recomendamos que se tiver um dinheiro para investir, faça isso, pois o mercado é muito dinâmico e nem sempre há tempo para esperar os resultados do orgânico.

No nosso vídeo do Youtube, “Como usar tráfego pago na sua estratégia de ecommerce“, você pode assistir apertando o play abaixo. 

Ferramentas úteis para o tráfego pago

A primeira citada é a SimilarWeb, ela analisa e mede métricas de tráfego do seu site e dos sites concorrentes. Também mostra os canais que estão sendo usados para fazer o tráfego pago.

Essas informações vão te ajudar a entender o que os seus concorrentes estão fazendo e com essa base você conseguirá ver qual é o melhor caminho para atingir os seus objetivos. Afinal, nada melhor do que ter informações do mercado para conseguir fazer sua Matriz Swot e entender as forças, as fraquezas, as oportunidades e as ameaças para fazer um bom planejamento do negócio.

Além disso, falou também sobre o Google Keyword Planner. Essa ferramenta do Google Ads mostra o custo médio por clique das palavras-chaves relevantes, que você conseguiu captar pela SimilarWeb, para a empresa onde trabalha.

Divisão do investimento das mídias pagas

Quando for montar a sua estratégia de tráfego pago, separe muito bem o quanto de investimento vai ser feito em cada mídia. Jamais deixe que uma única mídia represente mais de 33% do faturamento do seu negócio.

Uma boa alternativa é usar a estratégia 20,20,20,20 e 20. Para fazer isso, você precisará dividir igualmente o orçamento em 5 canais de mídia.  Assim, ao fazer essa distribuição, você fica menos suscetível aos interesses do mercado, pois é muito improvável que todos os canais mudem de uma única vez.

Funil Avinash Kaushik

Você pode separar a sua estratégia de tráfego pago em três partes usando a metodologia See, Think, Do. No See, você vai colocar quais canais e o que será feito, para fazer as pessoas enxergarem e conhecerem a marca. Assim sendo, a etapa See está mais voltada para branding do que para venda.

Depois que as pessoas conhecerem a marca, entra em cena o think (estágio de consideração). Nessa etapa, você vai precisar criar estratégias de comunicação para que as pessoas saibam o que tem para oferecer e como pode ajudar na vida delas. É aqui que entram os anúncios de remarketing. Assim, elas vão passar a considerar a marca como uma opção de consumo.

Já o último estágio o Do é relacionado diretamente com a venda em si. É nesse momento que você vai usar todos os gatilhos mentais possíveis para fazer as pessoas comprarem com você. Além disso, é nessa etapa que você deve explorar o preço do produto e as formas de pagamento.

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Taxa de rejeição: impacta no Seo?

Você sabe o que é taxa de rejeição? E Seo? Sabe qual é a relação entre esses dois conceitos tão presentes no dia a dia do profissional de marketing? É sobre isso que vamos falar no artigo de hoje. Esse conteúdo faz parte da nossa nova série aqui na Ecommerce Pro, que damos o nome de Digital Mythbusters.

Nesta série de vídeos vamos trazer respostas para várias dúvidas que rondam a mente de futuros ou recém profissionais de marketing digital. Assim, vamos destruir mitos do mercado e trazer a verdade à tona.

O que é taxa de rejeição?

É uma métrica que indica a % de pessoas que acessaram o seu site ou blog e não realizaram nenhuma ação. Ou seja, a pessoa entra no seu site e não interage com ele, por padrão essa interação é o ato de trocar de página. Por exemplo, você encontrou esse artigo no Google ou em outra mídia, achou interessante e resolveu entrar no blog para ler. Após demorar dois minutos lendo, saiu do site e seguiu a sua vida.

O Google Analytics (universal), por padrão, vai contabilizar você como uma sessão que nos rejeitou, pois apesar de ter ficado um bom tempo no nosso site, não foi para outra página. Isso mostra que a taxa de rejeição não leva em consideração o tempo de permanência das pessoas no seu site.

Para ajudar a diminuir essa taxa de rejeição, devemos criar links entre todos os artigos do site, pois isso vai levar o usuário a visitar outras páginas do site. Assim, ele vai parar de ser contado na taxa de rejeição.

O que é Seo?

É a sigla para Search Engine Optimization, traduzindo, é Otimização para Mecanismos de Busca. Em termos práticos, é um conjunto de técnicas para ajudar uma página ficar bem posicionada nos resultados dos motores de pesquisa, especialmente o Google, sem precisar criar anúncios para isso. Saiba mais!

No nosso vídeo do Youtube, “Taxa de rejeição: impacta no Seo“, você pode assistir apertando o play abaixo.

Taxa de rejeição: impacta no Seo?

MITO!

Podemos citar três motivos para te mostrar que a taxa de rejeição não impacta no Seo. O primeiro deles é sites que não possuem ferramentas de análise de Seo instaladas ou não usam o Google Analytics, não teriam nenhuma análise de rejeição e assim acabariam sendo “beneficiados”.

E os sites de uma única página?

O segundo é a existência de sites que só possuem uma página, como o de promoção de eventos e cursos. Esses sites seriam penalizados, pois teriam 100% de rejeição e não apareceriam bem posicionados no Google. Isso seria injusto, pois nem sempre é preciso ter quantidade para cumprir o objetivo de forma eficiente. Portanto, o padrão da taxa de rejeição, não funciona para todos os sites e por conta disso não deve ser considerada no ranqueamento dos mecanismos de busca.

Taxa de rejeição: alterando o padrão

O terceiro motivo é que empresas que mudam a forma como a taxa de rejeição é calculada poderiam ser beneficiadas. Há a possibilidade de mudar de troca de página (padrão) para play em vídeo, scroll na página, troca de foto, entre outros tipos de interação. Fazendo isso é possível zerar a taxa de rejeição e com esses macetes teríamos um boom de sites sendo considerados para as primeiras posições dos resultados de busca. Assim, tornaria banal ficar em primeiro lugar na busca, acabaria com a credibilidade do motor de busca, além de não ter espaço para todo mundo.

Por fim, o último motivo citado no vídeo da nossa série, o Google não leva em consideração a taxa de rejeição para qualificar os sites, mas sim o tempo que o usuário levou para voltar para a SERP (Search Engine Result Page/ Página de resultado do motor de busca).

Ou seja, o Google leva em consideração o tempo que o usuário levou para sair do site e voltar a busca, pois isso ajuda a saber se a pessoa teve sua dúvida sanada pelo site mostrado. Portanto, o que importa é, se depois da busca, o usuário está voltando logo para o Google ou está ficando no site, independentemente se realizou uma interação.

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E aí, você acreditava que a taxa de rejeição impactava no Seo? Coloca nos comentários!

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Zee.Dog: um ecommerce de experiências

Você conhece a marca Zee.Dog? Tem o hábito de fazer compras online para o seu pet? Já teve dificuldades em encontrar artigos para o seu pet que fossem personalizados? É sobre isso que vamos falar hoje.

Vamos ir a fundo no segmento pet e apresentaremos uma marca que vende não produtos para pets, mas sim experiências e conexões do humano com seu bicho de estimação. Uma marca que é um case de sucesso e serve como exemplo para todos os segmentos de ecommerce.

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Esse episódio conta com o patrocínio da Conta Simples e da Caffeine Army.

Conheça a Zee.Dog

É uma marca brasileira fundada em 2012 pelos irmãos Tadeu e Felipe que sempre tiveram como companheiro fiel um cachorro. Como boa parte das empresas que falamos aqui no nosso blog, a Zee.Dog nasceu de uma necessidade dos seus criadores, que era encontrar produtos mais personalizados para seus pets e parar de ter que escolher o que fosse menos feio.

Era preciso quebrar a monotonia do segmento pet que estava sob o domínio de algumas super empresas, que estavam focadas em produtos e não em clientes. E assim surge a Zee.Dog, em um pequeno e bagunçado em Los Angeles,  trazendo uma nova percepção para o mercado pet, produtos genéricos saiam de campo para dar lugar a  experiência e a personalização.

Hoje, a Zee.Dog, além do ecommerce, tem 15 lojas físicas no Brasil e uma nos EUA. Também está presente em vários pet shops espalhados no Brasil, tem quase 30 distribuidores e atendem mais de 40 países por atacado.

O que aprendemos no podcast

1- Estrutura

Hoje, a Zee.Dog não é tem departamentos, mas sim squads, ou seja, é divididas em equipes. Por exemplo, não há um departamento de marketing, mas sim squads de conteúdo, de ecommerce, de produtos e de now. E cada um desses squads tem um head que se alinha aos outros heads. 

Para tornar o processo mais eficiente, a empresa usa a metodologia ágil na gestão dos times, ou seja, possuem uma abordagem de negócio que alinha o desenvolvimento do projeto com as necessidades do cliente e os objetivos da empresa. Assim sendo, eles, toda semana, olham os macro objetivos e priorizam as tarefas que os deixam mais pertos de alcançá-los.

2- Inovação

Para inovar é preciso ter agilidade, pois se não perde o timing e acaba ficando para trás. Ser ágil ou não está diretamente ligado à estrutura da empresa. Portanto, quanto mais aberta, menos hierarquizada for, maiores a chances de sucesso no processo de inovação. E esse é o caso da Zee.Dog.

Além disso, para inovar é preciso ser curioso, estar sempre de olho nas novidades do mercado, para ver como adaptar a necessidades do seu público. Na Zee.Dog, os colaboradores vivenciam os produtos além do trabalho, pois boa parte tem pets em casa.

3- Marketplace

Será que todo ecommerce deve estar presente em marketplace

A convidada falou sobre prós e contras de se vender em marketplace. Como prós ela citou o aproveitamento do tráfego, da estrutura e da credibilidade da empresa do marketplace, por exemplo, é muito mais fácil as pessoas comprarem de marcas como Americanas e Magalu que qualquer outro ecommerce. Portanto, se você representa uma marca iniciante, o marketplace pode ser um caminho inevitável para alcançar o sucesso.

Mas se você tem produtos exclusivos, estar em um marketplace pode não ser uma boa alternativa. Isso porque você não controla como o produto vai aparecer, onde vai estar, ao lado de quais marcas, ou seja, a comunicação ficará fora do seu controle e isso para uma marca nova com produtos únicos pode ser fatal.

Além disso, dependendo de quão exclusivo e personalizado for seu produto pode nem ter procura por ele nos marketplaces. E isso é o que passou a Zee.Dog, nos marketplaces a procura é por produtos pet que não fazem parte do mix da marca.

4- Experiência do usuário

Experiência do usuário vai muito além de montar um site intuitivo com fotos de boa qualidade e descrições objetivas.  Nós precisamos ver a experiência do usuário, ou melhor, do cliente, como algo educacional. Ou seja, tudo que montamos precisa agregar valor para as pessoas.

 Na Zee.Dog, eles pensam em cada detalhe para quebrar as objeções e ao mesmo tempo envolver as pessoas. Isso pode ser visto nas descrições, que contam histórias e não ficam presas em características técnicas, nos vídeos instrutivos mostrando os produtos e na construção da guia de medidas.

Além disso, usam também os recursos de review na página do produto no site, recomendações de produtos em kits e pesquisas de satisfação do cliente pós compra.

Além disso, o podcast falou sobre:

– Estratégias de retenção do cliente

– Estratégias de CRM

Já conhecia esse ecommerce? Qual insight você tirou desse episódio? Coloque nos comentários!

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Como ser um Analista de Ecommerce

Você sabe o que faz um Analista de Ecommerce? Sabe como você pode se capacitar para ingressar no segmento que mais cresce no digital? Neste artigo, você vai conhecer as habilidades que esse profissional precisa ter para exercer com maestria as funções do dia a dia e também quais fontes deve consumir para se capacitar.

Analista de Ecommerce: Profissão em alta

A profissão de Analista de Ecommerce está em alta, porque estamos vivendo um momento de crescimento na quantidade de e-commerces no mercado. Isso significa que quanto mais ecommerces sendo abertos, maior é a quantidade de vagas disponíveis e maior a necessidade de formar e qualificar profissionais para atender a demanda.

Além disso, estamos vivendo um momento de grandes fusões no mercado. Podemos citar duas delas. A primeira a Petz comprou a Cansei de Ser Gato e a Zee Dog, ampliando assim a sua atuação no segmento Pet. O grupo Arezzo&Co comprou a marca carioca Reserva com o objetivo de ganhar ainda mais força no mercado de moda da América Latina.

No vídeo, você pode encontrar mais duas grandes fusões recentes do mercado. Uma no segmento de moda e outra é uma marca de marketplace.

Falta de mão de obra qualificada

Apesar do mercado estar aquecido, apresentando números incríveis, o mesmo não acontece quando se trata de mão de obra qualificada. Hoje, estão faltando profissionais capacitados para atender a demanda do mercado e para reverter essa situação nós estamos aqui. Confira as dicas de como você pode preencher essa lacuna e se tornar um Analista de Ecommerce!

No nosso vídeo do Youtube, ” Como ser um Analista de Ecommerce“, você pode assistir apertando o play abaixo. 

Como se capacitar para ser Analista de Ecommerce

1- Vídeos no Youtube

A internet está cheia de conteúdo de qualidade que pode te ajudar a ser o que quiser, basta ter um pouco de paciência para encontrar os canais corretos. Para te ajudar a ser Analista de Ecommerce, criamos o canal da Ecommerce Pro, onde você pode encontrar vídeos sobre ferramentas, rotina e habilidades necessárias para esse profissional. Assim, você pode começar a se qualificar para o mercado de ecommerce.

Confira a playlist Trilha Analista de Ecommerce e comece a se qualificar para o mercado!

Mas não fique preso(a) a esse canal, pois ele demanda que você gaste um bom tempo da sua vida até encontrar o conteúdo certo e relevante para o mercado. Assim sendo, seu processo de aprendizado vai ser muito mais demorado.

Além disso, nesse canal você dificilmente conseguirá ter um conhecimento linear, ou seja, conteúdos que seguem uma única linha de raciocínio única, pois consumirá várias fontes diferentes. Isso pode te trazer insegurança, pois ao consumir conteúdos dispersos, sua mente não capta aquilo como uma única coisa.

2- Livros

Você pode ler vários livros sobre ecommerce que vão te ensinar estratégias sobre o mercado.  Quer começar agora? Baixe o ebook: O Incrível Guia de Introdução ao Ecommerce.

3- Cursos

Fazer cursos vai te trazer uma segurança que os conteúdos gratuitos da internet não é capaz de proporcionar. Isso porque os cursos trazem um conhecimento organizado, além de possibilitar a troca com especialistas do mercado, que são os professores ou seus companheiros de turma. 

Aqui na Ecommerce Pro, nós temos a Formação de Analista de Ecommerce, um curso que dá uma visão 360º sobre a operação do ecommerce e vai além da teoria, pois nossos alunos apresentam um trabalho final com base em um ecommerce real para uma banca renomada do mercado. Saiba mais!

Soft skills necessárias para ser Analista de Ecommerce

A primeira é a proatividade, pois o mercado de ecommerce é muito dinâmico e não há tempo dos profissionais mais experientes passarem o que é preciso fazer para os novatos. Se você quer trabalhar com ecommerce, vai precisar estar sempre em cima dos outros para saber o que precisa ser feito e como pode contribuir para o crescimento da empresa.

Já a segunda habilidade é ser curioso(a), pois vai ser isso que vai te levar a buscar entender melhor todo o processo da empresa. Se quer trabalhar com ecommerce, você não pode se contentar em passar os problemas para os outros setores,  precisa buscar entender o que aconteceu e como solucionaram. Isso vai te dar um background para caso se depare com a mesma situação no futuro.

Por fim, a terceira habilidade é você precisa conhecer sobre ecommerce. Ou seja, é preciso saber sobre cada etapa da operação. Se quer trabalhar com ecommerce, você precisa entender sobre planejamento, logística, sac, entre outras coisas.

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Como montar uma estratégia de Tráfego Orgânico

Você sabe o que é tráfego orgânico? Se sim, sabe como montar uma estratégia de tráfego orgânico? Neste artigo, você vai aprender sobre tráfego orgânico e de quebra ainda vai encontrar dicas de como usar isso na sua rotina como profissional de marketing.

O que é Tráfego Orgânico?

É conseguir atrair visitantes para o seu site sem precisar criar e rodar anúncios. Para isso, você precisa otimizar os conteúdos usando técnicas de SEO, que ajudarão no ranqueamento nos mecanismos de busca, como o Google. Assim sendo, ter um bom tráfego orgânico demanda conhecimento técnico, além de tempo e paciência, pois os resultados não aparecem do dia para a noite.

3 Dicas para montar a estratégia orgânica

1- Atenção ao Seo On Code

SEO On Code é o processo de melhorar o site para que alcance uma classificação melhor nos SERPs dos mecanismos de busca, além de ajudar a que mais usuários cliquem no seu site, quando verem eles nos resultados do sistema de pesquisa.

Para começar, você deve observar o tempo de carregamento do site. Caso esteja demorando mais que 3 segundos para abrir qualquer página, analise o que pode estar acontecendo e faça os ajustes necessários para diminuir o tempo.

O segundo fator que deve prestar atenção nesse quesito é a otimização das imagens, ou seja, diminuir o tamanho dos arquivos sem perder a qualidade. Isso é essencial para que o seu site não fique pesado e acabe demorando demais para carregar.

Uma ferramenta que pode te ajudar com isso é a Tiny PNG. Assim sendo, é fundamental que você esteja por dentro dos tamanhos que devem ser usados em cada plataforma para ajudar o trabalho do designer.

No nosso vídeo do Youtube, “ Como montar estratégia de tráfego orgânico“, você pode assistir apertando o play abaixo. 

2- Marketing de conteúdo

O tráfego orgânico anda de mãos dadas com o marketing de conteúdo. Isso significa que para ter um bom tráfego orgânico é preciso investir em conteúdos que façam sentido para as pessoas, que deseja impactar, para que elas venham até você sem fazer qualquer investimento em anúncios. Portanto, se você quer fazer um bom trabalho de tráfego orgânico tem que planejar muito bem o tipo de conteúdo que vai colocar no ar e ele precisa estar alinhado à sua persona.

Duas ferramentas que podem te ajudar com essa parte de conteúdo e tráfego: Semrush e Google Keyword Planner.

Veja mais sobre Semrush!

3-  Domínio relevante

Para que seu site seja considerado um domínio relevante, você precisa criar conteúdos com palavras-chaves relevantes para a sua audiência e também pensar em estratégias de Link Building. Uma estratégia de Link Building é nos seus conteúdos fazer referência e apontar para sites que já possuam relevância no mercado. Portanto, para ser um domínio relevante, você precisa trazer para o seu conteúdo referências de grandes nomes do mercado.

Outro caminho que deve ser explorado é fazer parcerias com outros players do mercado para que troque referências entre si nos conteúdos. Essa estratégia é muito usada não só para sites, mas também para redes sociais. Assim sendo, se quer ser um site relevante, crie uma comunidade forte envolta da sua marca.

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AliExpress: um ecommerce multinacional

Você conhece a AliExpress? Já fez compras nesse ecommerce? Teria interesse em trabalhar nessa empresa? Neste artigo, você vai conhecer os bastidores da operação desse grande player do ecommerce mundial e verá como é fazer parte de uma empresa que tem sede em um lugar tão diferente do nosso país, que é a China.

Ouça o nosso podcast! Não esqueça de nos seguir na sua plataforma favorita!

Esse episódio conta com o patrocínio da Conta Simples e da Caffeine Army.

Conheça a AliExpress

É uma gigante do ecommerce mundial com sede em Hangzhou na China, fundada em 2010 e controlada pelo Grupo Alibaba. Além de oferecer serviços de ecommerce de empresa para empresa, atende também o varejo e pagamentos online.

Hoje, a empresa exibe produtos de vários fornecedores do mundo todo e tem um catálogo de produtos muito diversificado, entre eles, temos eletrônicos, moda, móveis e livros.

Além disso, o site da AliExpress permite ao usuário acessá-lo em diferentes idiomas, entre eles, nós temos inglês, francês, espanhol, português, italiano, polonês e alemão. Isso mostra que a empresa está focada em ser cada vez mais global.

O que aprendemos no podcast

1- Como é fazer parte de uma empresa global

Todo mundo, ao entrar na AliExpress, já precisa vir como uma mentalidade aberta a novas culturas, pois é uma empresa global. A comunicação é bem complexa, pois envolve diferentes idiomas, e, para facilitar essa troca, eles usam uma ferramenta própria que faz traduções simultâneas. Assim, se você deseja trabalhar nessa empresa, você vai precisar ir muito além do que acontece no cenário do ecommerce brasileiro e também precisará investir em idiomas.

A convidada falou também que a palavra-chave é adaptação, pois os mercados, Brasil e China, são totalmente diferentes e é preciso saber analisar se o que está funcionando no mercado matriz pode ou não funcionar aqui.

Depois dessa análise, é preciso criar processos próprios. Portanto, para trabalhar em uma marca global, é preciso não só saber o que acontece nos mercados, mas também ter uma visão analítica . Isso é fundamental para saber o que dá ou não para trazer onde você está atuando.

2- Como é a estrutura da empresa

Hoje, a estrutura de Gestão de Sellers está dividida em células que são chamadas de Hunting, Farm e de Seller Suporte. Em cada uma dessas divisões há o Analista de Negócio e esse profissional é o responsável por suprir toda a comunicação entre a Matriz da empresa e os sellers.

O Analista de Negócio precisa ter uma visão 360º da operação da empresa para conseguir atender os sellers da melhor forma possível. Esse profissional é visto como o rosto da empresa e também como a peça chave da operação/comunicação para equipe interna e para os sellers. Assim sendo, podemos notar que o cargo de Analista de Negócio da AliExpress é um sinônimo para Analista de Ecommerce

3-  Como o Grupo Alibaba pensa suas inovações

Para inovar é preciso ter criatividade e isso vem do investimento em conhecimento variado. E é nisso que o Grupo Alibaba aposta. Eles possuem um Campus enorme na China, onde há vários projetos de tecnologia, de gestão e de logística. Assim sendo, só é possível crescer, ser um player gigante, se tivermos na base a educação.

4- Como é ser um grande player de marketplace

Quando olhamos para um grande player de marketplace, como a Magalu e a B2W, há duas coisas que precisamos analisar. A primeira é a rentabilidade, que é a capacidade do negócio trazer um retorno financeiro.Enquanto segunda é o sortimento, que representa a variedade de produtos no catálogo da marca.

Do lado do seller, há a visibilidade, a comissão paga por ele é infinitamente menor que um grande player paga em anúncios no Google e Facebook. 

Além disso, o podcast falou sobre:

–  Crossboarder

– Experiência do usuário

Já conhecia esse ecommerce? Qual insight você tirou desse episódio? Coloque nos comentários!

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De assistente a Gerente de Ecommerce: Conheça a trajetória!

Você sabe qual é a trajetória profissional de quem trabalha em ecommerce? Sabe quais cargos estão na base da operação? E quais são as diferenças entre Assistente, Analista, Coordenador e Gerente de Ecommerce?

Neste artigo, vai conhecer todo o caminho percorrido pelos profissionais de ecommerce. Além de aprender, quais são as competências de cada um deles. Assim, você ficará por dentro das habilidades necessárias para brilhar no segmento que mais cresce no digital.

1- Assistente de Ecommerce

É o cargo que está na base do ecommerce, acima apenas do estagiário. Esse profissional é totalmente operacional, pois fica responsável por ajudar na execução das demandas dos diferentes setores da operação e está sempre fazendo tudo que é necessário para fazer o negócio girar. Portanto, o assistente adquire um conhecimento 360º de ecommerce, pois está o tempo todo auxiliando em diferentes áreas.

Atividades que um assistente pode executar: incluir produtos e atualizar o site, ajudar na criação de campanhas de marketing, pesquisar e desenvolver conteúdos. 

2- Analista de Ecommerce

Devemos dividir em Júnior, Pleno e Sênior. O que diferencia um do outro é basicamente o nível de experiência que possui no mercado. O Analista Júnior é a evolução do Assistente. Essa transformação acontece quando o profissional consegue ir além de só executar as demandas, a experiência como assistente, dá uma visão 360º do negócio e com isso ele consegue ter uma boa base de dados para realizar suas análises. Logo, para ir de Assistente para Analista Júnior é preciso ter uma visão mais tática.

O que diferencia o Analista Júnior de um Assistente é bem simples. O Analista, além de executar muito bem as demandas, é capaz de fazer análises e sabe como se virar nos 30. Esse profissional é um pouco mais independente e não fica toda hora perguntando aos superiores o que fazer, pois ele tem o que chamamos aqui de “sevirologia”.

Enquanto o Assistente, por ainda não ter experiência, acaba se sentindo inseguro e tem a necessidade de perguntar para alguém. Portanto, o Analista é um profissional mais independente, já o Assistente é mais dependente dos outros.

O profissional atinge o nível Pleno depois de um tempo de experiência e quando é capaz de liderar outros profissionais do setor. O Analista Pleno já tem um pouco mais de visão tática e consegue coordenar os analistas juniores, ele não fica só dentro do seu espaço.

Já o Sênior, é o nível mais estratégico dos Analistas, está muito mais ligado às tomadas de decisões da empresa e coloca pouco a mão na massa.

No nosso vídeo do Youtube, ” Conheça os cargos e a trajetória do profissional de ecommerce”, você pode assistir apertando o play abaixo.. 

3- Coordenador de Ecommerce

Esse profissional é mais tático e menos operacional, pois está mais envolvido com estruturar planos para que o negócio evolua e colocar as pessoas corretas para cada ação.

Se fosse no futebol, o Coordenador seria o meio campo, pois ele prepara as jogadas e distribui da melhor forma possível para todo o time atingir os objetivos da empresa. Ou seja, para ser um Coordenador é preciso saber o que cada um do time tem de melhor, pois, só assim, a distribuição de demandas é feita de maneira eficiente.

4- Gerente de Ecommerce

O Gerente de Ecommerce é quem coordena todos os setores do ecommerce e tem o objetivo de atingir todos objetivos macros e micros da empresa com a participação de todos os funcionários.

Ele é capaz de criar processos dentro da operação para que todos estejam bem alinhados com o propósito da empresa. Portanto, para atingir o cargo de Gerente é preciso ter uma visão bem estratégica. Além disso, é necessário ter a habilidade de liderar na veia, pois só assim conseguirá conectar os colaboradores com as metas da empresa.

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Você conhecia todos esses cargos? Tem alguma dúvida? Coloca nos comentários!

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American Pet: bastidores de um Ecommerce Pet

Você conhece a marca American Pet? Tem o hábito de fazer compras online para o seu pet? Neste artigo, você vai conhecer um pouco mais sobre a American Pet e o processo dela do físico para o digital. Além disso, falaremos sobre: omnichannel, experiência do cliente, clube de assinaturas e diferenças do mercado pet para outros segmentos de ecommerces.

Ouça o nosso podcast! Não esqueça de nos seguir na sua plataforma favorita!

Esse episódio conta com o patrocínio da Conta Simples e da Caffeine Army.

Conheça a American Pet

Há 18 anos, a loja de artigos para festas da família França no Mercadão de Madureira pegou fogo e depois desse acontecimento tivemos uma mudança radical de segmento. A família decidiu investir no segmento pet e abriu uma loja na Avenidas das Américas, Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro com um nome homenageando o local da primeira loja. Assim, Luciana e Sebastião França com sua equipe enxuta conquistaram a região da Barra e Recreio dos Bandeirantes, conseguindo abrir novas unidades.

Hoje, a empresa conta com 40 unidades e tem a meta de chegar em 50 até 2022. Apesar dessa quantidade de lojas físicas, ainda não tem um reconhecimento nacional, pois está muito focada no mercado do Rio de Janeiro. Para reverter esse quadro e expandir os horizontes, a marca aposta no ecommerce, que estava sendo preparado um pouco antes da pandemia, mas só entrou no ar durante. Portanto, é uma marca que tem muito que explorar ainda no mercado brasileiro, já que somente de um ano para cá começou a atender outras regiões do país.

O que aprendemos no podcast

1- Processo do off para on

“O mundo exige que você se faça presente”, Raphael Mello. 

Isso quer dizer que o seu negócio deve estar a disposição das pessoas, elas devem conseguir entrar em contato em qualquer momento do dia, seja no trabalho, na faculdade, na academia, em casa ou no trânsito.

Hoje, não tem como não estar presente no digital e esse processo foi encarado com bastante naturalidade pela American Pet, que pensou assim, “Vamos abrir mais uma loja, o endereço vai ser www”.

Mas ser um processo natural não significa que foi fácil, muito pelo contrário, o convidado conta que atender no digital é muito diferente do que no físico, pois as demandas e os processos são outros. Portanto, o online deve ser encarado como um outro tipo de negócio e deve ser feito um planejamento específico para ele.

Obs. Se você tem experiência com vendas no físico, mas ainda não trabalhou com digital, estude, pois é uma dinâmica bem diferente.

2- A importância de ter assinatura

Ter um clube de assinatura ajuda a aumentar a taxa de recorrência e também a sanar uma dor gigante do mercado que é o fato das pessoas acabarem esquecendo de comprar determinados produtos essenciais.  Dentro de um negócio, a assinatura oferece comodidade, descontos e otimização de tempo para as pessoas. Assim sendo, todo negócio que quer se adaptar ao novo comportamento de compra dos consumidores deve pensar em uma estratégia de assinatura.

Além disso, o convidado fala que ter assinatura não afasta as pessoas da loja física, mas sim dá mais tempo delas olharem itens que não são recorrentes, como coleiras, roupas e brinquedos.

3- Diferenças do mercado Pet

É um mercado muito ligado à emoção, pois vende produtos para atender as necessidades de serzinhos muito amados.  Quem trabalha com esse segmento precisa embarcar na relação do cliente com seu pet para conseguir oferecer o melhor produto possível para ambos. Portanto, se você trabalha ou deseja trabalhar no segmento Pet, você precisa entender que vai muito além de falar os benefícios do produto, é preciso ouvir e ser empático com as histórias de cada cliente.

Além disso, o podcast falou sobre:

–  Omnichannel

– Experiência do cliente

– Gestão de estoque

Já conhecia esse ecommerce? Qual insight você tirou desse episódio? Coloque nos comentários!

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Vagas de Analista de Ecommerce: Como encontrar

Você trabalha ou deseja trabalhar com marketing digital? Já pensou na possibilidade de entrar para o mercado de ecommerce? Se respondeu não na última pergunta, você precisa estudar essa possibilidade agora mesmo, pois é a área do digital que mais cresce.  Só hoje, você consegue encontrar mais de 5.000 vagas em aberto do mercado brasileiro para trabalhar com ecommerce e boa parte delas é no cargo de Analista de Ecommerce.

Além disso, há muito espaço para crescer, pois estão sendo abertas 2 lojas virtuais por minuto, o que resulta em mais vagas. Gostou dos números, se interessou pela área? Neste artigo, vamos te mostrar como encontrar vagas de Analista de Ecommerce.

1- Linkedin

No campo de busca  do Linkedin há a opção vagas e lá você pode digitar qualquer profissão que vai aparecer possibilidades de se candidatar em várias empresas de renome do mercado. Também nessa área da rede, você consegue colocar filtros de região, tipo de vaga (presencial ou remoto) e nível de experiência. Assim, conseguirá encontrar a vaga que mais se adequa a sua necessidade.

Além disso, há muitas vagas no Linkedin, que você consegue se candidatar dentro da própria plataforma com um cadastro rápido e as empresas vão te chamar sem precisar de um currículo tradicional, pois usarão seu próprio perfil do Linkedin para avaliar. Caso opte por fazer esse tipo de inscrição, lembre-se de deixar seu perfil organizado para causar uma boa impressão nos recrutadores.

2- Catho 

Catho é um site que funciona como um portal de vagas, dentro dele você consegue encontrar oportunidades para diversas profissões. Ele funciona assim, você busca a área que deseja, usando os filtros para encontrar a vaga ideal e caso encontre algo interessante, aí sim será necessário criar um perfil na plataforma. Assim, você só perde tempo com o cadastro se ao fazer a busca encontrar uma oportunidade interessante.

No nosso vídeo do Youtube, ” Onde encontrar vagas de Analista de Ecommerce“, você pode assistir apertando o play abaixo. 

https://youtu.be/a_MgSE7I8M8

3- Infojobs

Bem parecido com a Catho, o Infojobs é um site onde você pode realizar a busca pela vaga e só realizar o cadastro se tiver algo interessante. A diferença é que na Infojobs há a parte de avaliação das empresas, onde conseguimos consultar como as empresas estão sendo avaliadas pelos profissionais do mercado. Assim, você consegue ter uma noção do que esperar da empresa, antes de participar do processo seletivo.

4- Academia do Universitário

É uma plataforma que tem o compromisso de selecionar e desenvolver jovens talentos para que eles consigam conquistar os seus primeiros estágios em  grandes empresas. Dentro das oportunidades ofertadas pela Academia do Universitário, temos várias na área de ecommerce, mas como é mais focado em estágio, só consegue aproveitar quem está fazendo faculdade.

5- Ecommerce Pro

Aqui, na Ecommerce Pro, quem é nosso aluno não só tem um conteúdo teórico atualizado e relevante para o mercado, como também tem acesso a um portal de vagas exclusivas, para que consiga sair da nossa formação direto para uma grande empresa.

Esse portal é exclusivo para quem é nosso(a) aluno(a) na Formação de Analista de Ecommerce, e recebe novas vagas diariamente. Hoje, temos uma taxa de mais de 30% de ex-alunos no mercado de trabalho e cabe muito mais ainda, pois temos mais vagas do que alunos. Portanto, se você quer trabalhar com ecommerce,  o caminho mais curto é fazer parte da nossa comunidade.

Quer saber mais sobre? Confira!

Não se esqueça de se inscrever no nosso canal “Ecommerce Pro“.

Você conhecia essas plataformas? Já pode experimentar alguma delas? Tem alguma que usa e não está nessa lista? Coloca nos comentários!