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Aplicativo para ecommerce dá certo?

Ecommerce é muito mais do que ter um site próprio e vender nele produtos/serviços. Isso porque essa modalidade de negócio engloba todos os canais onde há a possibilidade de vender de forma online. Um desses canais é o aplicativo e neste artigo você entenderá o motivo pelo qual muitas empresas estão investindo nisso. Será que é moda ou realmente vale a pena? Confira!

Site x Aplicativo

Após realizada uma compra no site, nós, profissionais de ecommerce, conseguimos seguir interagindo com o cliente, caso ele nos dê a autorização, com ações de email marketing. Se ele não der a autorização, você só conseguirá impactá-lo usando mídia paga ( Google Ads e Facebook Ads).

Para ter bons resultados nas ações de marketing no pós venda via site, é preciso criar réguas de relacionamento, que nada mais é que uma estratégia de envio de email marketing de acordo com a etapa que a pessoa se encontra no funil de vendas. Mas mesmo com uma boa régua de relacionamento, é possível que você perca a atenção da maioria das pessoas, apenas por ter mudado de canal (site para email).

Com o aplicativo, claro que com a autorização do usuário, você consegue ter um canal de comunicação mais direto e mais personalizado. Nele há a possibilidade de usar o recurso Push Notification de forma bem menos invasiva que no site.

Você também pode consumir esse conteúdo em formato de vídeo no nosso canal do Youtube, “Aplicativo para ecommerce dá certo?”, para assistir é só apertar o play abaixo. 

COLOCAR LINK

Mas o que é o Push Notification?

São alertas que aparecem na tela do dispositivo (celular, tablet e desktop) com informações que as empresas acham relevantes para o consumidor. Uma forma bem interessante de usar esse recurso é mostrando ofertas de produtos que a pessoa pesquisou recentemente, para que ela volte até o canal e realize finalmente a conversão. 

Além disso, o Push Notification pode ser usado para mandar o status da compra para o cliente. Por exemplo, mandando um alerta falando se o produto comprado já saiu para entrega.

Dynamic Link no aplicativo

Assim como no site, que podemos jogar o link para o usuário acessar nosso site no produto que ele quer, também é possível fazer isso no aplicativo, por meio do Dynamic Link.

Quando um usuário abre um Dynamic Link no IOS ou no Android, ele é levado diretamente para o conteúdo do link no aplicativo nativo. Assim, usando esse recurso, conseguimos mandar as pessoas nas nossas ações de marketing diretamente para o canal de venda, que no caso é o aplicativo, onde as pessoas estão logadas o tempo todo, o que facilita o processo de conversão.

CAC e LTV: métricas super importantes para o app

O CAC é o custo de aquisição do consumidor, ou seja, quanto gastamos com ações de marketing para conseguir conquistar cada cliente.

Por exemplo, a empresa investe R$ 1.000,00 em anúncios e consegue que 500 pessoas comprem seus produtos, por meio dessa ação. Nesse caso, o custo de aquisição foi de R$ 2,00 ou seja a cada R$ 2,00 que foram gastos, a empresa conseguiu trazer um novo consumidor para ela.

Agora, que você já sabe olhar o CAC e entende o quanto é gasto para trazer um novo cliente para a base, vai precisar traçar estratégias para mantê-lo.

E aí entra mais uma métrica que é o Lifetime Value ou Ciclo de Vida. Ela mostra o quanto em média os clientes investem nos produtos ou serviços da empresa durante o tempo que estão se relacionando com ela.

Ambas as métricas podem ser analisadas nas ações do site. Mas no aplicativo conseguimos ter informações mais detalhadas e também é possível trabalhar melhor a interação com o cliente.

DAU X MAU X WAU

Essas métricas mostram a quantidade de usuários ativos. O Dau ou Daily active users corresponde a quantidade de usuários ativos por dia, enquanto o Mau (monthly active users) mostra o número mensal. Por fim, o WAU ou Weekly active users mostra usuários ativos na semana.

Com esses dados, você consegue entender o quão engajado as pessoas estão com o aplicativo. Isso é fundamental para a venda, pois quanto mais ativo estiverem, maiores as chances de engajarem nas ações que fizer e converter.

Aplicativo dá realmente certo?

Temos um episódio do nosso podcast Bate Papo Sobre Ecommerce que mostra o quão relevante o aplicativo pode ser para um ecommerce. Ouça agora o episódio Shoptime!

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Google Tag Manager deixa seu site mais lento?

Você já ouviu falar do Google Tag Manager? E que ele deixa o site mais lento? Neste artigo, você vai aprender sobre como funciona o Google Tag Manager e verá se é verdade ou mito que ele deixa o site mais lento.

Esse conteúdo também está disponível no nosso canal do Youtube na série Digital Mythbusters, ” Google Tag Manager deixa seu site mais lento. Será?”, você pode assistir apertando o play abaixo. 

O que é o Google Tag Manager?

É uma ferramenta gratuita que permite instalar de forma simples e rápida códigos de acompanhamento (tags) no site. Com a instalação dessa ferramenta, o profissional de marketing consegue instalar as tags das suas ações (Pixel Facebook Ads e Google Ads) sem precisar depender do time de TI.

Isso melhora a produtividade de quem trabalha com marketing e diminui os custos com os profissionais da tecnologia da informação. Assim, o GTM veio como uma solução para tornar a vida do profissional de marketing mais independente.

O Google Tag Manager deixa o site mais lento?

MITO!

Um estudo do Google com a Rail Europe que mostra que o disparo das tags por meio dessa ferramenta pode diminuir em até 20% o carregamento do site.

Ou seja, se um site com tags demora 5 segundos para carregar sem o GTM com a instalação dessa ferramenta pode demorar 4 segundos. Portanto, esse estudo mostra que o Google Tag Manager ao invés de deixar mais lento, pode otimizar o tempo de carregamento do site e deixá-lo mais rápido.

A culpa não é do GTM

Muitas vezes, as pessoas inflam o Google Tag Manager com tags que não são indicadas para colocar nessa ferramenta. E isso faz com que o site demore mais tempo para carregar, ou seja, o problema não é o GTM, mas sim o que instalamos dentro dele.

Para que ele funcione de maneira correta, você precisa colocar nele apenas códigos de ações de marketing, de análise de sites ( como o Google Analytics) e de monitoramento do comportamento do usuário (como o Hotjar). Assim, antes de instalar qualquer tag no GTM, você precisará se perguntar se elas se enquadram nesses três casos: é de marketing? Serve para analisar o site? Vai me ajudar a monitorar o comportamento do usuário? Caso não consiga nenhum sim, desista de usar.

Caso esteja usando a ferramenta sem ser para instalar esses três tipos de tags, você está fazendo gambiarra e está prejudicando o funcionamento do site. Assim, é preciso tomar muito cuidado na hora de instalar tags no GTM, pois não todos os tipos de códigos que devem estar lá. Quando não se enquadrar nos casos citados no parágrafo anterior, precisará sim da ajuda de um profissional de TI para não estragar o desempenho do site.

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Você já ouviu falar dessa ferramenta? 

Já teve alguma experiência com ele?

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Via: três grandes marcas em uma só

Você já ouviu falar da Via? Pode até ser que você ainda não tenha se deparado com esse nome, mas tenho certeza que as marcas dessa empresa já fizeram parte da sua vida de alguma forma. Neste artigo, vamos te apresentar a Via, mostraremos os bastidores dessa empresa e revelaremos o segredo do sucesso dela.

Ouça o nosso podcast! Não esqueça de nos seguir na sua plataforma favorita!

Esse episódio conta com o patrocínio da Caffeine Army e da Reserva Ink.

Conhecendo a Via

Antes Via Varejo S.A, hoje, só Via, é uma empresa de comércio varejista do Brasil criada em 2010 e que tem no seu guarda-chuva as marcas Casas Bahia, Ponto ( antiga Pontofrio) e site de ecommerce do Supermercado Extra.

O que aprendemos no podcast

1- Três marcas em uma só: como funciona a integração

O lojista que opta por fechar parceria para vender seus produtos na Via, consegue ter acesso às três marcas da empresa. Ou seja, quando o seller escolhe colocar seus produtos no catálogo da Via, ele de quebra consegue estar presente no ecommerce da Casas Bahia, Ponto e Extra, tanto no site dessas marcas, quanto nos aplicativos.

Caso não queira ter alguma das marcas como ponto de venda, o lojista precisará informar a Via para que ela remova a presença no canal indesejado. Assim, quem cadastra seus produtos na Via consegue com uma única tacada atacar três marcas distintas, tendo cada uma dois canais de venda (site e aplicativo).

2- Como funciona a operação do Extra

A operação do Extra é dividida entre dois grupos distintos.  A Via cuida de toda parte ligada ao online e que ainda não tem em seu catálogo a parte de mercado, mas tem eletrônicos, móveis e itens automotivos.

Enquanto, o Grupo Pão de Açúcar cuida das lojas físicas do Extra. Portanto, a Via é responsável por gerenciar o que acontece no canal digital, conduzindo as pessoas até o site e fazendo de tudo para converter nele.

3- Como funciona o Buy Box

Se você ainda não ouviu falar sobre, o Buy Box é o espaço dos marketplaces onde aparecem as principais ofertas do produto buscado pelo usuário. Com certeza, quando você foi comprar em algum marketplace, já se deparou com uma lista de 3 preços diferentes para um mesmo produto e optou por aquele que era mais vantajoso para você.

Essa vantagem pode ser não só um preço mais baixo, mas também um frete grátis. Portanto, o Buy Box é como se fosse um “leilão” onde quem ganha é quem oferece os melhores benefícios e ao mesmo tempo é bem visto pelo marketplace.

O nosso convidado contou que para conquistar o Buy Box dentro dos marketplaces da Via, é preciso estar atento a três critérios: relevância, atratividade e review. A relevância está ligada a estar oferecendo exatamente o que o cliente está buscando, para isso é preciso usar as palavras-chaves de maneira correta.

Já a atratividade está ligada aos benefícios ofertados pelo lojista ao cliente e o review é como as pessoas que já compraram com o lojista estão avaliando. 

Por exemplo, se dois lojistas oferecerem o mesmo produto e tiverem os mesmos atrativos, o que irá desempatar é o Review. Ou seja, o que colocará um lojista na frente do outro, nesse caso, são a média das avaliações dos clientes para o seu ecommerce.

Quem tiver uma média melhor, ganhará a disputa. Assim, engana-se quem pensa que Buy Box é sair baixando preço quem nem louco e dar frete grátis. O Buy Box leva muito mais coisas em consideração e tem como maior foco a experiência do cliente.

3- Como a Via ajuda na Logística

A Via tem diferentes soluções logísticas para ajudar da melhor forma possível seus lojistas de acordo com o investimento que eles podem fazer.

Por exemplo, há lojistas que ainda não possuem um volume muito alto de vendas e para eles é impossível disponibilizar o caminhão da Via para atender as entregas.

Para esses lojistas com volumes menores de venda, a Via disponibiliza uma tabela diferenciada com os Correios, que sai muito mais em conta do que se o lojista fizesse por conta própria.

Já para os lojistas com maiores volumes, tem a opção logística própria da Via que é o Envias. A Via coloca toda sua frota de caminhões à disposição do lojista para que ele possa ofertar um frete mais barato e uma entrega mais rápida. Assim, podemos ver que a Via está sempre pensando em soluções que melhorem a experiência do cliente dos seus lojistas.

Além disso, o podcast falou sobre:

– Importância do aplicativo para o ecommerce

–  Omnicanalidade

–  Black Friday

Já conhecia a Via ? Qual insight você tirou desse episódio? Coloque nos comentários!

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O2O: O que é e por que é importante?

Talvez, você nunca tenha ouvido falar da estratégia O2O, pois está iniciando seus estudos na área de ecommerce. Mas, com certeza, você como consumidor(a) já foi impactado por essa estratégia sem saber. Neste artigo, vamos falar sobre o que é a estratégia O2O, como funciona e por que é importante para o ecommerce.

O que é O2O?

O2O é uma sigla para Online to Offline. Na prática, O2O são estratégias de oferta de produtos e serviços no ambiente virtual (online) para uso no mundo físico (offline). Um bom exemplo disso é o Retirar em loja, que é a retirada do produto, comprado online, na loja física. Isso é oferecido como um benefício para que as pessoas tenham o produto em mãos de forma mais rápida e sem pagar frete por isso.

Além disso, podemos citar a estratégia do Ship From Store. Ela consiste em usar o estoque das lojas físicas para atender pedidos do ecommerce com o objetivo de diminuir o tempo de entrega e deixar o cliente mais satisfeito. Assim, adotando o Ship From Store a marca consegue melhorar a experiência dos clientes.

Dentro desse modelo de omnichannel temos o conceito de prateleira infinita, que é a possibilidade do cliente comprar produtos em um canal, geralmente, a loja física da marca, ainda que os produtos não existam no estoque deste canal.

Você também pode consumir esse conteúdo em formato de vídeo no nosso canal do Youtube, “Estratégia O2O: O que é e por que é importante?”, para assistir é só apertar o play abaixo. 

Case Magalu e O2O

A Magalu não tinha nenhuma loja no Rio de Janeiro e “do nada” passou a ter 50 lojas no estado. Com certeza, ela viu a necessidade de abrir essa quantidade de lojas para ter  vários pontos de distribuição e diminuir seu tempo de entrega. Assim, com essas novas lojas, ela começou um trabalho de O2O no Rio de Janeiro.

As lojas físicas possibilitaram a Magalu a adotar a estratégia de Ship From Store e Retirada em Loja, o que com certeza facilitou o processo logístico e aumentou a satisfação das pessoas com a marca. Portanto, a Magalu resolveu vir para o Rio de Janeiro não só para com atingir um novo público com a loja física, mas sim para melhorar a logística da marca.

Efeito UAU e o O2O

Sempre que realizamos uma compra, seja em uma loja física ou em um ecommerce, colocamos uma expectativa muito alta na marca. Para não termos frustrações, as empresas precisam pensar em ações que nos satisfaçam, pois quanto melhor for a nossa experiência, mais a marca será registrada positivamente na nossa mente. Isso vai nos levar a indicá-la para outras pessoas e acabaremos sendo promotores da empresa.

Quem nunca recebeu um brinde de uma empresa, uma cartinha e ficou todo feliz. Essa tática é muito explorada pelas marcas para criar uma experiência única no cliente e gerar o que o efeito UAU de Kotler. Isso faz com o cliente fique mega satisfeito e sem palavras. Assim, o O2O é uma excelente saída para conseguir dar a melhor experiência para o cliente.

Integração online com offline

Quando bem feita a estratégia de O2O ajuda tanto o online quanto o físico. Isso porque muitas vezes o cliente pode comprar um produto no ecommerce, ir retirar na loja física e acabar comprando um produto complementar por conta do vendedor. Portanto, aplicando o O2O, os vendedores deixam de encarar o ecommerce como rival e passam a ver ele como aliado.

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Já conhecia a estratégia O2O? Tem alguma experiência nesse assunto que deseja compartilhar? Coloca nos comentários!

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Mobile ou Desktop: O que as pessoas preferem?

Você já ouviu falar que as pessoas acessam mais ecommerces via celular, mas na hora de comprar preferem o desktop? Mobile ou desktop o que as pessoas preferem para comprar online? Neste artigo, você vai ver qual é a real preferência das pessoas ao comprar online.

Esse conteúdo também está disponível no nosso canal do Youtube na série Digital Mythbusters, “Pessoas preferem comprar no desktop ou no mobile?”, você pode assistir apertando o play abaixo. 

Pessoas preferem comprar no desktop?

MITO!

Separamos três dados que mostram que não há essa preferência por comprar no desktop e que se um ecommerce não investe no mobile pode estar perdendo muitas vendas. Para desmistificar a afirmação de hoje, trouxemos dois estudos, um da EBANX  e outro da Ecommerce Brasil.

O primeiro deles é que 68% dos brasileiros utilizam dispositivos móveis para fazer compras internacionais em empresas como AliExpress e Shopee. Esse dado no estudo da EBANX Beyond Borders 2020/2021. Ou seja, 6 a cada 10 pessoas preferem fazer compras de produtos internacionais via celular e boa parte disso é via aplicativo.

Portanto, se você quer trabalhar com ecommerce vai precisar estar sempre monitorando os números mobile ou site, para ver como está o desempenho de cada um e também sempre buscar alternativas para tornar os conteúdos otimizados para o mobile.

Caso os números do ecommerce, onde está, não mostrem o mobile como um canal relevante, é preciso fazer uma análise minuciosa, pois provavelmente tem algo de errado. Isso porque as pessoas estão cada vez mais comprando via celular e é natural que a representatividade desse canal seja alta em todos os segmentos do ecommerce.

Compras online no Dia das Mães

O segundo dado é de uma pesquisa da Ecommerce Brasil . Ela mostrou que 62% das compras online do Dia das Mães deste ano foram feitas via celular. Ou seja, mais da metade das pessoas que compraram em ecommerce no Dia das Mães, uma das datas mais relevantes para o varejo, optaram por comprar pelo celular.

Isso acontece muito porque as pessoas estão com uma rotina bem movimentada e é mais fácil pegar o celular para comprar, do que parar tudo e ir até o computador.

Aplicativos em alta

Por fim, o terceiro dado que trouxemos é dos 5 aplicativos mais baixados da Apple e do Android no Brasil, 2 são ecommerces. Isso representa 40%. Os aplicativos eram da Shopee e da Farm

Essa informação só ressalta a importância do mobile, pois o que roda muitas vezes no aplicativo é uma Webview, um componente do sistema que permite que as aplicações do Android exibam conteúdo de web diretamente dentro de um aplicativo. Ou seja, a versão mobile do site dentro do aplicativo. 

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Você tem o costume de comprar via desktop ou mobile?

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Dufry: uma marca além de fronteiras

Você conhece a Dufry? Sabia que ela é a maior varejista do segmento viagem no mundo? Neste artigo, você vai conhecer os bastidores dessa empresa e verá os desafios que a marca enfrenta para vender seus produtos no mundo do ecommerce.

Ouça o nosso podcast! Não esqueça de nos seguir na sua plataforma favorita!

Esse episódio conta com o patrocínio da Caffeine Army e da Reserva Ink.

Conhecendo a Dufry

É uma empresa global fundada em 1865, tem sede na cidade de Basiléia na Suíça e está presente em mais de 60 países. Ela é líder em varejo no segmento de viagem e possui aproximadamente 2.200 lojas em aeroportos, navios de cruzeiros, portos e pontos turísticos.

No Brasil, o escritório principal da marca fica no Rio de Janeiro e há dois tipos de negócio, a Duty Free e a Duty Paid. O primeiro é composto por lojas no embarque e desembarque na parte internacional dos aeroportos, onde é possível comprar produtos com a isenção de alguns impostos. Geralmente, se paga em dólar e só pode comprar nela as pessoas que estão em trânsito internacional.

Já o segundo, é composto por duas marcas: Dufry Shopping e Hudson. A Dufry Shopping é uma emulação da experiência do Duty Free para o passageiro do voo doméstico, onde é possível encontrar um sortimento de produtos e marcas muito parecidos no Duty Free, mas sem a isenção de impostos. Tem tanto no Air side, espaço após passar pelo raio-x do aeroporto, quanto no Land side, lojas que ficam no saguão do aeroporto.

O Hudson é um negócio de conveniência com lojas menores, pequenos quiosques, onde podemos encontrar itens de primeira necessidade, como água, salgadinho, revistas, entre outros. Assim, a marca expandiu as suas fronteiras saindo do internacional indo para o nacional.

O que aprendemos no podcast

1- Peculiares do ecommerce da Dufry

Por conta de questões fiscais, não é possível que o cliente compre diretamente online, mas ele consegue adiantar o processo de compra reservando o produto no ecommerce. 

Além disso, há limites ligados às leis locais para onde a pessoa está indo. Por exemplo, tem países onde é proibido entrar com bebidas alcóolicas e para não passar por nenhum tipo de constrangimento é feito uma comunicação, pelos vendedores da loja física ou no próprio ecommerce da marca. 

Há outras limitações também, como um valor máximo que pode ser gasto pelas pessoas. São tantos detalhes que é preciso pensar muito bem na hora de escolher a plataforma do ecommerce, pois esse tipo de varejo tem um alto nível de complexidade. 

No episódio o nosso convidado conta qual plataforma a Dufry usa e como fazem a integração da loja física com o ecommerce.

2- Planejamento de mídia

Quando se trata desse assunto, o convidado destaca a SEGMENTAÇÃO como o ponto chave para conseguir ter sucesso na comunicação. Cada ação de marketing é feita com o objetivo de melhor forma de atender as pessoas de acordo com o nível de consciência que ela está a respeito da marca e de suas necessidades. Assim, a marca cria estratégias orgânicas e pagas exclusivas para cada etapa (topo, meio e fundo).

Dá o play e veja qual tipo de conteúdo a marca oferece em cada uma das etapas dos níveis de consciência!

3- WhatsApp como canal de venda

Por conta de questões fiscais, não é possível fazer todo o processo de venda dos produtos da marca de forma online. Sendo assim, o WhatsApp funciona como mais um canal, onde as pessoas podem fazer a reserva dos produtos para receberem em casa e pagarem com um esquema bem parecido com os deliverys de restaurantes.

Além disso, o podcast falou sobre:

–  Chatbots

– CRM 

– Dicas para trabalhar com ecommerce

Já conhecia a Dufry ? Qual insight você tirou desse episódio? Coloque nos comentários!

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5 Métricas do Google Analytics para Ecommerce

Se você quer trabalhar com marketing digital ou já trabalha deve estar ciente da importância do Google Analytics para entender o comportamento do usuário no seu site. Pensando nisso, trouxemos neste artigo 5 métricas que devem ser monitoradas com frequência para ter sucesso como profissional de ecommerce. 

1- Taxa de conversão

É um cálculo que é feito pelo Google Analytics usando as seguintes métricas: sessões e transações. Para dar essa taxa, o GA pega o número de transações e divide pelo número de sessões (visitas ao site) e depois multiplica por 100, para virar uma porcentagem.

Ex. Quatro pessoas entraram no site e tivemos 2 transações. Pegamos o 2 e dividimos por 4 que dá 0,5. Depois disso, multiplicamos por 100, que vai dar 50. Ou seja, temos uma taxa de conversão de 50% no nosso site.

A média da taxa de conversão do mercado brasileiro é de 1,86%, se for levar isso em consideração você teria a ilusão de estar super bem na fita. Mas jamais faça isso, pois essa média leva em consideração ecommerce dos mais variados segmentos e dos mais diferentes estilos de gestão.

Quando for analisar a taxa de conversão, faça comparações com o seu próprio histórico de desempenho. Assim, você terá uma visão real da performance.

Além disso, você deve sempre olhar a taxa de conversão juntamente com sessões e transações, pois isso vai te ajudar a ter a leitura correta do que está acontecendo com o seu ecommerce.

2- Taxa de saída

Mostra qual página do site que as pessoas mais saíram, independente de ter convertido ou não. Por conta disso, ela deve ser analisada por página. Para qualificar essa métrica, você pode usar ferramentas como o Hotjar que gravam em vídeo o que os usuários estão fazendo no site.

Com esse dado conseguirá entender melhor o porquê as pessoas estão saindo na página x, y,z, e como poderá reverter isso. Portanto, a taxa de saída é uma métrica quantitativa que pode ser qualificada com ferramentas que mostram o que as pessoas estão fazendo no site.

Você também pode consumir esse conteúdo em formato de vídeo no nosso canal do Youtube, “5 Métricas do Google Analytics fundamentais para o ecommerce !”, para assistir é só apertar o play abaixo. 

3- Pesquisa interna

Para ter acesso a parte de pesquisa interna do GA, você vai precisar entrar no relatório de comportamento e lá terá uma divisão ( uso e termos de pesquisa). A parte do uso mostra quantos usuários de fato interagiram com o campo de pesquisa do site.

Já a parte do termo de pesquisa, mostra como as pessoas estão usando a sua busca, ou seja, mostra quais termos elas estão colocando para encontrar os produtos desejados. 

Após uma análise dos termos de pesquisa, você conseguirá formular um glossário para que a sua busca entregue o que o usuário está buscando mesmo se ele estiver escrevendo erradamente ou de forma diferente da que você pensou. Assim, o relatório de termos de pesquisa vai te ajudar a entregar o que o usuário deseja sem que ele precise colocar o que você pensou.

4- Conversão assistida

Mostra por quais canais o usuário passou e como eles ajudaram na conversão. Por exemplo, uma pessoa viu o anúncio do seu produto no Story do Instagram , ela arrastou para cima, viu as informações e depois saiu. Tempos depois, ela voltou a receber informações suas, por meio do remarketing do Facebook, entrou no seu site, mas saiu sem comprar. 

Aí, no terceiro dia, a pessoa resolve fazer uma pesquisa sobre o produto no Google, encontra o seu anúncio, entra no site, olha mais um pouco as informações e sai sem comprar. No quarto dia, ele faz novamente a busca, clica no resultado orgânico em que seu site aparece e finalmente compra o produto. Assim, a venda foi realizada via google orgânico, mas tivemos três outros canais fundamentais para a conversão ( Story Instagram, Remarketing Facebook e o Google Ads).

5- Tempo até a compra

Para ter acesso a esse dado, vai precisar no relatório conversão e depois ir para funil multicanal. Essa métrica te ajuda a entender quanto tempo o usuário interage com o seu produto/site até a decisão da compra.

Assim como as outras quatro métricas, o tempo até a compra te ajuda a entender o comportamento do usuário quando está interagindo com a sua marca. Ao analisar todos esses dados, você conseguirá proporcionar a melhor experiência possível para acelerar o processo de conversão.

Agora, que você conheceu as 5 métricas que todo o ecommerce deve analisar. Conta para gente!

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Selos de segurança são relevantes para o consumidor?

Você sabe como deixar seu conteúdo seguro para as pessoas? Sabe como funciona o comportamento do consumidor no site? Neste artigo, você vai ver se selos de segurança são relevantes para os usuários na hora de realizar uma compra e quais são os mais notados pelos usuários.

Esse conteúdo também está disponível no nosso canal do Youtube na série Digital Mythbusters, “Selos de segurança passam segurança?”, você pode assistir apertando o play abaixo. 

Selos de segurança trazem segurança?

VERDADE! 

Separamos três fatos que explicam porque selos de segurança trazem segurança para o consumidor na hora de realizar uma compra online. Todos eles têm como base o Estudo da Conversion XL que consiste na análise do comportamento dos usuários ao entrarem em sites, se olhavam ou não os selos.

O primeiro deles foi que as pessoas se sentem mais seguras, quando veem que alguém de renome deu feedback positivo. Isso serve tanto para o produto ofertado, quanto para o site onde se pretende comprar. Assim, é preciso escolher muito bem os selos, dando preferência para empresas de prestígio da mente do seu consumidor. Essas marcas vão transferir autoridade a você.

Nesse estudo, vimos que os selos mais relevantes para as pessoas são Norton Secured e Site Seguro do Google, pois são duas grandes empresas do ramo de tecnologia e segurança. Portanto, quando veem esses selos de empresas renomadas do mercado, as pessoas têm em suas mentes o gatilho da autoridade ativado e se sentem mais seguras em suas navegações.

Eye tracking e selos mais notados

O segundo é o Estudo de  Eye Tracking, que é analisar qual é a área do site para onde as pessoas mais olham. A Conversion XL verificou que as pessoas, antes de comprar, direcionaram seus olhares para os selos do site.

Por conta disso, para facilitar o processo de compra, colocaram os selos ao lado do botão de comprar. Assim, é fundamental ter selos de segurança em lugares estratégicos do site, para quebrar a objeção do medo e vender de forma rápida.

O terceiro é o tempo que as pessoas demoram para notar os selos e quais elas notam primeiro. No estudo da Conversion XL, vimos que além do Norton Secured e do Site Seguro do Google, temos na lista o da McAfee e do Paypal. Portanto, se você deseja trazer segurança para seu público no ecommerce, vai precisar investir em pelo menos um deles.

Para fechar o ranking, temos Accredited Business e Sitelock. Uma média de 2,5 a 3,0 segundos para notar a presença desses selos na página do site. Além das pessoas passarem em média de 0.7 segundos olhando fixamente para eles. Assim sendo, é fundamental ter selos de segurança, pois eles quebram qualquer insegurança dos usuários.

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Você tem o costume de olhar selos de segurança? Sabia da importância deles para o mercado de ecommerce?

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Giuliana Flores: um marketplace além de flores

Você conhece a Giuliana Flores? Sabia que ela é uma das pioneiras no mercado de flores no ecommerce? Neste artigo, você vai conhecer os bastidores dessa empresa e verá os desafios logísticos de vender um produto tão imediatista como flores.

Ouça o nosso podcast! Não esqueça de nos seguir na sua plataforma favorita!

Esse episódio conta com o patrocínio da Caffeine Army e da Reserva Ink.

Conhecendo a Giuliana Flores

Ela está a mais de três décadas no mercado de flores e presentes e há 21 anos vendendo via ecommerce. Por ter sido uma pioneira no segmento, é o maior ecommerce do segmento no nosso país. Hoje, tem mais de 600 lojas parceiras em sua rede e esse esquema de distribuição faz com que ela consiga fazer entregas em até 1H.

Além disso, a empresa é a maior floricultura da América Latina e possui uma loja física de mais de 160m2 em São Paulo. Nesse espaço, há seis câmaras de resfriamento para manter os produtos em bom estado até ir para transporte.

O que aprendemos no podcast

1-  SAC: peça chave do negócio

Você tem ouvido o que seu público tem falado? O nosso convidado enfatizou a importância de estar sempre atento a essa fonte riquíssima de informações que é o SAC, pois é nesse setor que temos acesso ao que de fato os clientes querem de nós.

É como dizem por aí, a voz do povo é a voz de Deus. Ou seja, ela deve ter um papel de destaque na engrenagem do negócio, se quiser ser um player gigante no mercado. Sendo assim, é fundamental estar sempre fazendo pesquisas com o público consumidor e monitorando o que ele está fazendo e falando.

Veja os insights que a Giuliana Flores teve ao dar atenção ao SAC!

2- Desafios logísticos: entrega rápida e produto intacto

Por ter um produto muito frágil e um presente de última hora, ter uma entrega rápida é fundamental para ter um ecommerce de sucesso nesse segmento. Para isso, a empresa selecionou 200 produtos da marca e fez conexões com floriculturas em cada canto do Brasil.  Assim, ela conseguiu ampliar o seu alcance sem precisar ter uma infraestutura própria.

Hoje, essa rede tem mais de 600 lojas parceiras, que possuem contratos com a Giuliana Flores para representar a marca.

Por conta dessa presença em várias regiões, fez a marca ter vários locais de distribuição e conseguir entregar os produtos em até 1H. Assim, podemos notar que é possível ampliar o atendimento sem fazer um investimento gigante em logística.

3- Como ir além de datas clichês

Claro que como uma floricultura, a marca tem como datas mais importantes Dia das Mães, Dia dos Namorados e Dia da Mulher, mas o nosso convidado contou a importância de explorar datas menores, como o Dia do Médico, Dia da Secretária, entre outras.

Em outubro, temos várias microdatas (Halloween, Dia do Médico, Professor), e elas conseguem vender exatamente o que vende no mês do Dia das Mães. Portanto, se você quer crescer trabalhando em ecommerce, saiba que é fundamental abusar da criatividade para criar suas próprias datas e sair do convencional explorado pelo mercado.

Dê o play e confira o calendário estratégico da marca!

Além disso, o podcast falou sobre:

–  Lançamento da nova marca 

– Estruturação do conteúdo

– Marketplace

– Black Friday

Já conhecia a Giuliana Flores? Qual insight você tirou desse episódio? Coloque nos comentários!

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4 Áreas de atuação para o Analista de Ecommerce

Tem vontade de trabalhar com ecommerce, mas não sabe exatamente como você pode contribuir para o crescimento dessa área. Então, você precisa ler esse artigo. Depois dele, vai saber quais são as 4 as quatro áreas mais cobiçadas pelo mercado de trabalho.

Após conhecer cada uma delas, será capaz de escolher qual tem mais a ver com você e assim poderá fazer a sua especialização. Mas não se esqueça, como já falamos aqui, o mercado precisa de Profissionais T-Shaped. Ou seja, não basta ser bom em uma única coisa, é preciso ter uma visão 360º. 

Vamos agora conhecer as 4 áreas que o Analista de Ecommerce pode atuar!

1- Analytics

O profissional especialista em analytics é o responsável por analisar os dados de ferramentas, como o Google Analytics e o Adobe Analytics, e transformá-los em informações para ajudar a todos os setores em suas decisões. Portanto, se você quer trabalhar nessa área, precisará ser uma pessoa curiosa, analítica, sistemática e crítica, pois estará o tempo todo lidando com construção de argumentos racionais baseados em fatos.

Você também pode consumir esse conteúdo em formato de vídeo no nosso canal do Youtube, “4 Especializações para Analista de Ecommerce: Conheça o melhor ramo para você!”, para assistir é só apertar o play abaixo. 

2- Tráfego

Dentro dessa especialização há dois nichos: o orgânico e o pago. O orgânico está relacionado com as estratégias implementadas pelo profissional para atrair pessoas sem que seja necessário fazer anúncios. É aqui que entra o Seo, que é a otimização do conteúdo para os motores de busca.

Já o tráfego pago consiste em construir anúncios para atrair pessoas para o conteúdo. As principais ferramentas são Facebook Ads e Google Ads. Mas se você quer ser cobiçado pelo mercado não deve se limitar a um nicho específico do tráfego, pois nem sempre há a possibilidade de contratar um profissional para cada uma dessas áreas. Sendo assim, se quer ter sucesso na área de tráfego vai precisar estudar tanto estratégias de tráfego orgânico, quanto de tráfego pago, pois ter uma visão de ambas te ajudará a crescer mais rapidamente.

3- UX (research)

Essa área é a responsável por coletar dados para melhorar a usabilidade do produto ou serviço da empresa. Se quer atuar nessa área, você vai precisar ser curioso e ter a capacidade de se colocar no lugar do outro para entender melhor as experiências dos usuários.

Além disso, para trabalhar nessa área, é fundamental conhecer diferentes metodologias de pesquisa, pois só assim saberá planejar os formulários da maneira ideal.

Depois da construção, será preciso conduzir as entrevistas, fazer observações e analisar os dados. Sendo assim, o profissional dessa área é fundamental para o desenvolvimento de novos produtos/serviços e melhorias do que já existe, o que faz dele peça chave da engrenagem  da evolução do negócio.

4- Testes A/B (CRO)

Para atuar nessa área é preciso ter conhecimento em Analytics e Ux. O digital é dinâmico e para acompanhar isso é preciso ser um profissional aberto a novidades. Essa capacidade de adaptação e flexibilidade são fundamentais para trabalhar com Testes A/B. 

O profissional dessa área não pode se apegar a nada, pois precisará estar sempre testando novidades para otimizar cada vez mais a taxa de conversão. Ou seja, estar pronto para fazer mudanças que façam mais pessoas realizarem a ação desejada em uma página, site ou aplicativo.

O que funciona hoje, amanhã já não pode ser mais suficiente. Por conta disso, precisamos estar sempre testando coisas novas. Assim, quem trabalha na área de testes a/b (CRO) precisa buscar sempre novas propostas para ver se não é possível melhorar ainda mais os resultados do conteúdo.

Essas são as 4 áreas principais que o Analista de Ecommerce pode se especializar.

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