Categorias
Uncategorized

Como o Google Analytics ajuda no ecommerce

Você já ouviu falar do Google Analytics? Sabe como ele funciona e sua importância para o ecommerce? Neste artigo, vamos nos aprofundar nessa ferramenta tão relevante para os profissionais de marketing e ao final você saberá responder essas perguntas iniciais.

Esse conteúdo também está disponível no nosso canal do Youtube “Como o Google Analytics ajuda o ecommerce?”, você pode assistir apertando o play abaixo. 

Google Analytics e Business Intelligence

O Google Analytics não é uma ferramenta de B.I (Business Intelligence), pois essa ferramenta está ligada somente a medição de sites/apps. Ou seja, é uma ferramenta que capta dados das pessoas quando estão dentro do seu domínio. Portanto, tudo que acontece fora do seu site/app é necessário ter uma outra ferramenta para coletar os dados.

Para ser uma ferramenta de B.I é necessário permitir a coleta de dados de diversas fontes, o que não é o caso do Google Analytics, que só possibilita ao profissional tirar insights com os dados dos usuários, enquanto estão no site, onde tem domínio. Assim, a maior diferença entre o Google Analytics e uma ferramenta de Business Intelligence é a extensão e a diversidade das fontes de onde os dados são captados.

Tipos de dados do Google Analytics

O Google Analytics ajuda a responder 4 tipos de perguntas, quem são os usuários do site/app, como chegaram até o site, o que fizeram e quanto converteram. Essa é a divisão dos relatórios do GA, temos o de público-alvo (quem), aquisição (como), comportamento (o que) e conversão (quanto).

O que faz o GA?

Ele ajuda a entender o comportamento e as conversões do consumidor dentro do seu site. Com essa ferramenta, conseguimos saber qual o produto mais comprado e qual é a quantidade de pessoas que acessaram o site e de fato fizeram pedido. 

Além disso, conseguimos saber a quantidade de produtos que as pessoas compram por pedido e qual página a pessoa foi embora antes de converter.

Todos esses dados são fundamentais para entender melhor a operação do ecommerce e saber onde é preciso investir mais ou menos. Portanto, o Google Analytics ajuda ao ecommerce ter uma gestão mais otimizada e eficiente, pois traz dados que serviram como base para tomada de decisões mais assertivas.

Como usar o GA de forma eficiente

Primeiramente, antes de abrir a ferramenta, é fundamental que você crie as perguntas, ou seja, sabe exatamente o que deseja saber. Depois com os seus questionamentos em mãos, você deve abrir a ferramenta e se direcionar ao relatório que vai te ajudar a ter a resposta. Por fim, você deve pegar o dado da ferramenta e transformá-lo em ações, pois só assim o negócio conseguirá evoluir.

Rotina no Google Analytics

Quando devo analisar meu GA? Depende! Se a empresa, onde você trabalha, é embrionária ainda, você pode fazer análises semanais, para conseguir reunir uma boa quantidade de dados.Agora, se a empresa for de pequeno porte com um fluxo de dados pequeno, pode abrir a ferramenta e analisar os dados uma vez por dia.

Mas caso seja um negócio com alto volume de dados, que tem mudanças o tempo todo, o ideal é que analise várias vezes ao dia e para te ajudar com isso deverá criar uma automatização. Isso vai te ajudar a ter as informações já organizadas e otimizar a sua rotina. Portanto, saber com qual frequência o GA vai aparecer na sua rotina, vai depender muito do estágio que a empresa se encontra.

O GA pode te ajudar a entender…

  • Comportamento do seu consumidor.
  • Performance das suas mídias.
  • Vendas do seu site.
  • Os momentos que o usuário vai embora antes de converter.
  • Como funciona o comportamento do consumidor dentro do seu site.

Não se esqueça de se inscrever no nosso canal “Ecommerce Pro”.

Tem alguma dúvida sobre esse tema ? Coloca nos comentários!

Categorias
Uncategorized

5 Ferramentas para aumentar sua produtividade

Como é a sua rotina de trabalho? Bem planejada ou cheia de imprevistos? Quando acaba o dia de trabalho, você sente que foi bastante produtivo(a) ou deixou a desejar? Neste artigo, vamos trazer ferramentas que vão te ajudar a aumentar a sua produtividade.

Esse conteúdo também está disponível no nosso canal do Youtube, “5 Ferramentas para aumentar a sua produtividade”, você pode assistir apertando o play abaixo. 

Mas antes das ferramentas, temos uma dica de ouro para que você consiga manter a sua rotina de trabalho com o quesito produtividade lá em cima. Essa dica é a regra 90/20.

Regra 90/20

Essa regra consiste em 90 minutos 100% focado(a) em uma tarefa e depois desse tempo fazer alguma outra atividade mais tranquila por 20 minutos.

Por exemplo, no caso de uma pessoa que trabalha com produção de conteúdo, 90 minutos focando em escrever um artigo e 20 minutos respondendo comentários nas redes sociais. Assim, a regra 90/20 vai ajudar a você ter uma rotina não só mais produtiva, como também mais equilibrada, pois combina tarefas mais pesadas com outras mais leves.

Uma ferramenta que pode te ajudar a aplicar essa regra 90/20 na sua rotina é o não perturbe.

1- Não Perturbe

É uma função do celular que permite bloquear as notificações dos aplicativos para não te distrair na hora que estiver realizando suas tarefas. O ideal é que você desative todos os tipos de notificações e ative o não perturbe várias vezes ao dia. Assim, você conseguirá melhorar a sua atenção no que realmente importa e fazer suas tarefas com mais eficiência.

2- Google Agenda

Todo profissional de sucesso tem os seus dias muito bem planejados para conseguir dar conta de todas as tarefas sem esquecer de nada. Você pode sim usar uma agenda ou planner de papel, mas a versão digital desses recursos vai te ajudar a ser constantemente lembrada(o), enquanto você realiza outras demandas.

E dentro desse conceito de agenda virtual, nós temos a Google Agenda, que é um aplicativo disponível para Android e Iphone, onde você pode colocar todos os seus eventos/tarefas e por as datas neles. Portanto, usar a Google Agenda vai te ajudar a ser bem mais planejado e vai te ajudar a ter sua cabeça mais livres de datas, mais aberta a inovações.

Além disso, essa ferramenta é integrada com outros aplicativos Google, o que possibilita que a sua reunião criada no Google Meet fique salva no Google Agenda e te envie lembretes do compromisso para não esquecer.

3- Trello, Asana e Monday

O Trello, a Asana e o Monday são ferramentas que podem te ajudar com o gerenciamento das suas tarefas e a do seu time da empresa, onde você trabalha. Nessas ferramentas, é possível separar as demandas entre os colaboradores do time, conferir os prazos e ainda ver se está sendo feita ou não uma tarefa específica.

Assim, ao usar essas ferramentas, não precisamos ficar fazendo microgerenciamentos, ou seja, ficar cobrando as pessoas a respeito da demanda x, y,z, pois conseguiremos acompanhar a evolução só olhando para os quadros do sistema.

Além disso, essas ferramentas te ajudam a metrificar as tarefas do seu dia a dia, ou seja, mostra quanto tempo você ou seu time levam para executar cada uma das demandas. Isso vai te ajudar a entender melhor o fluxo das tarefas para conseguir criar formas de otimizar cada vez mais os processos.

4- Todoist

É um aplicativo que possui uma versão gratuita, onde você pode criar listas de tarefas, colocar colaboradores e subir arquivos em nuvem. Para usar essa ferramenta, você precisa ser uma pessoa organizada e subir todas as suas tarefas semanais nele.

Depois disso, o sistema inicia o processo de priorização das demandas, criando o planejamento diário para a  sua rotina. Assim, o todoist é uma ferramenta que te ajuda a organizar o seu dia a dia e com isso ficará mais produtivo(a).

A grande diferença entre ele e o Google Agenda, além de não ter integração com os aplicativos Google, é que o Todoist tem um esquema de gamificação que estimula a você realizar suas tarefas para conseguir uma premiação. Além disso, ele te envia um email diário com todas as tarefas que precisam ser feitas.

5- Slack e Discord

São ferramentas de comunicação interna, elas vão te ajudar a trocar informações com os outros colaboradores do seu time. Essa troca é fundamental para que o trabalho flua de maneira mais integrada e enriquecedora.

Tanto o Slack, quanto o Discord são ferramentas muito boas, mas evite usar mais de uma em um único projeto. É essencial centralizar toda a comunicação em uma única ferramenta, para não precisar perder seu tempo tendo que checar diferentes meios de comunicação. Portanto, a comunicação precisa ser centralizada e deve ter uma ferramenta focada no meio empresarial.

Dica: Evite o uso do WhatsApp como ferramenta de comunicação para o ambiente de trabalho. Porque ele é muito pessoal e pode acabar fazendo você misturar seus momentos de lazer com o seu trabalho. Para que isso não aconteça, você deve usar o WhatsApp no máximo em horário comercial para não acostumar mal as outras pessoas.

Não se esqueça de se inscrever no nosso canal “Ecommerce Pro”.

Qual dessas ferramentas é nova para você? Coloca nos comentários!

Categorias
Uncategorized

Liv Up: personalidade em um ecommerce de alimentação

Você costuma comprar comida online? E fazer compras de supermercado online? Conhece a Liv Up? A compra de comida via ecommerce teve um boom de 2020 para cá, por conta das restrições da pandemia, e está ganhando espaço na rotina das pessoas.

Para explorar esse mercado, o Henrique Castellani criou a Liv Up, lá em 2016, quando as pessoas ainda nem estavam tão preparadas para comprar online comida congelada, mas o crescimento da demanda por esse produto veio rapidamente, em 2020, para a marca. 

Você já ouviu falar da Liv Up? O que acha desse tipo de produto? Confira os bastidores da marca!

Ouça o nosso podcast! Não esqueça de nos seguir na sua plataforma favorita!

Esse episódio conta com o patrocínio da Caffeine Army e da Reserva Ink.

Conhecendo a Liv Up

A Liv Up foi criada em 2016 por Henrique Castellani e Victor Santos. Há 5 anos, eles já enxergavam a oportunidade de usar a tecnologia para oferecer uma alternativa de alimentação saudável que se encaixasse perfeitamente na correria do dia a dia.

E baseado na dor deles, resolveram construir a Liv Up. Uma marca que ofereceria para o mercado uma alimentação saudável e prática, que encaixaria perfeitamente na correria do dia a dia.

Mas antes de criar a marca, precisaram investigar para ver se aquela dor deles era comum a outras pessoas, para ver se o produto tinha demanda. E, depois de uma pesquisa, viram que havia essa necessidade no mercado.

Aí em cima disso, aliado a cada vez mais as pessoas estarem conectadas, criaram uma marca que fornecia uma alimentação saudável de forma online. Assim, quando a pandemia veio, a marca já estava preparada para atender as demandas do segmento de comida, que cresceu absurdamente de 2020 para cá.

O que aprendemos no podcast

1- A sua dor pode virar um negócio

Tudo começou em 2015, em uma conversa entre os fundadores na seguinte frase, “Como você está se alimentando?”, uma pergunta feita pelo Victor ao Henrique. Apoiados nisso, eles começaram a pontuar as dificuldades que passavam no dia a dia para conseguir comer de forma saudável com o pouco tempo que tinham.

Foi aí que eles começaram a pensar em soluções para sanar essa dor, que não era só deles, pois tinham mais pessoas na mesma situação. Ele comprovaram isso com pesquisas de mercado.

Na análise de mercado, viram que o mercado era muito tradicional e deixava muito a desejar no quesito ter um produto que aliasse qualidade, sabor e preço acessível. Assim, eles viram que o segmento tinha uma brecha gigante para inovar e resolveram se apoiar nisso.

Henrique e Victor estavam dispostos a criar produtos que unisse qualidade, praticidade, sabor e ser saudável para se estabelecerem na lacuna do sistema. Assim, a Liv Up, bem como outras marcas, nasceu de uma fraqueza do mercado que virou uma oportunidade de negócio nas mãos de Henrique Castellani e Victor Santos.

2- Melhor plataforma é que atende a sua necessidade

No primeiro ano de vida da marca, eles usavam uma plataforma de ecommerce tercerizida, como uma forma de MVP (mínimo produto viável). Ou seja, pegaram uma plataforma já existente para validar algumas etapas da operação e entender melhor onde valia a pena investir mais ou menos.

Com essa experiência, eles viram que era importante, para o tipo de negócio que eles queriam se estabelecer, controlar o canal, o código. Isso daria a eles mais  flexibilidade e conseguiram proporcionar uma experiência de compra diferente das que existiam no mercado. Assim, antes de tomarem a decisão de investir em uma plataforma própria, eles testaram as ferramentas existentes no mercado para ver se podiam atender suas necessidades.

A compra da Liv Up é longa, ou seja, em uma só tacada a pessoa compra 20, 30, produtos, o que é bem raro na maioria dos ecommerce. Por ser algo incomum, a maioria das plataformas não estavam preparadas, na época (2016-2017), para atender as necessidades da Liv Up. Assim, o melhor jeito, para atender as necessidades dos potenciais clientes, era desenvolver uma plataforma própria com todas as especificidades que os produtos precisavam.

3- Estratégia para conseguir os primeiros clientes

Primeiramente, no mundo offline,  eles buscaram autoridades no mercado de saúde para transmitir credibilidade aos alimentos da marca.

Os fundadores foram atrás de nutricionistas (São Paulo e Rio de Janeiro) para entender se os seus produtos faziam ou não sentido para o mercado. Em um primeiro momento, foi mais para saber a opinião dos profissionais e depois resolveram explorar isso na comunicação da marca. Assim, eles conseguiram ter o aval técnico dos produtos.

Além disso, no digital, o time da Liv Up teve a missão de desbravar o mundo das redes sociais em busca de influenciadores que combinassem com a marca. Assim, a Liv Up criou uma estratégia que unia o offline com o online para promover os produtos em todas as frentes possíveis.

Com essa estratégia, o negócio começou a ganhar tração. Ou seja, as pessoas estavam não só realizando suas primeiras compras, mas também voltavam para comprar novamente.

Além disso, o podcast falou sobre:

–  Como é estruturado o CRM e o Programa de Fidelidade

– Importância do App para a marca

Já conhecia a Liv Up? Qual insight você tirou desse episódio? Coloque nos comentários!

Categorias
Uncategorized

Qual é o mindset do profissional de ecommerce?

Você sabe o que é mindset? E os elementos que compõem um mindset de um profissional de ecommerce? Depois deste artigo, você sairá com as respostas para essas perguntas.

Esse conteúdo também está disponível no nosso canal do Youtube “Qual é o mindset do profissional de ecommerce?”, você pode assistir apertando o play abaixo. 

O que é mindset?

Significa “configuração da mente”. Esse conceito está ligado a forma que um indivíduo pensa e encara os desafios apresentados pela vida. Quando esse mindset está voltado para pensamentos positivos, que ajudam o indivíduo, ele é chamado de mindset de crescimento. Assim, é fundamental que estejamos sempre mantendo nossas mentes saudáveis. 

É fundamental que nós desenvolvamos esse tipo de mindset e para isso devemos ser eternos aprendizes. Dentro desse conhecimento que devemos adquirir, precisamos dar espaço tanto para hard skills, quanto para soft skills.

É esse equilíbrio que nos dará um crescimento saudável como indivíduo e como profissional. Portanto, é necessário que você não fique só acumulando certificações (hard skills), mas também estimule seu convívio social, pois é ele que te fará evoluir como pessoa.

Elementos do mindset do profissional de ecommerce

1- Ecommerce sem tráfego é como uma loja no deserto

Muitas pessoas, quando estão iniciando no mundo do ecommerce, seja abrindo um ou sendo funcionário, pensam que é só abrir, que da noite para o dia as pessoas vão descobrir a loja e vão comprar.

 Não é bem assim! É preciso fazer ações para chamar as pessoas para conhecer o ecommerce e isso nada mais é do que tráfego. Ele pode ser feito com anúncios (pago) e sem anúncios (orgânico). Na estratégia paga, devemos explorar as ferramentas Facebook e Google Ads para criar campanhas com os objetivos que fazem mais sentido para o momento atual do negócio.

Enquanto na estratégia orgânica, devemos usar técnicas de Seo para deixar o site/blog bem ranqueado nos mecanismos de busca, especialmente, o Google. Lembrando que um tipo de tráfego não exclui o outro, a empresa deve ir trabalhando paralelamente ações pagas e orgânicas para atingir o maior número de pessoas possível.

2- Tráfego não faz milagre!

Não adianta a empresa ter os melhores profissionais de gestão de tráfego para trazer um público qualificado. Isso é só uma parte para um ecommerce ter sucesso.

É preciso também que o site da empresa esteja preparado para receber as pessoas. Para isso o site deve estar bem organizado com fotos de qualidade, descrições envolventes, preço e prazo de entrega atraentes.

Além disso, é preciso ter um atendimento de qualidade que responde de maneira personalizada, objetiva e rápida as necessidades dos potenciais clientes.

E também é fundamental que a loja não demore para carregar, pois os brasileiros só esperam em média 3 segundos um site carregar. Logo, ter uma estrutura bem montada é essencial para que o tráfego construído se converta em vendas.

3- Você vende para o seu consumidor e não para você

Mesmo se você fizer parte do público que consome o produto de onde está trabalhando, você não deve se basear nos seus gostos para desenvolver a comunicação do negócio. Isso porque não devemos restringir as ações à nossa maneira de ver o mundo/mercado, pois não é necessariamente a realidade da maioria das pessoas que são os potenciais clientes.

4- Ninguém cresce sozinho!

Uma coisa muito errada é o pensamento “eu serei minha euquipe para o resto da vida”. É normal um empreendedor ou um profissional de ecommerce começar sozinho, mas vai chegar uma hora que será necessário chamar outras pessoas para o seu lado. Isso porque é humanamente impossível dar conta de todas as demandas de um ecommerce sem a ajuda de ninguém e ainda conseguir escalar o negócio. 

Para crescer e evoluir um ecommerce é preciso saber demandar e para que isso aconteça de maneira positiva o profissional de ecommerce vai precisar se cercar de outros profissionais que deem conta melhor do que ele de demandas específicas. Assim sendo, é impossível crescer sozinho, todo mundo que trabalha com ecommerce uma hora precisa ter uma ajuda.

5- Menos mimimi, mais planejamento

O planejamento aumenta as chances de ter bons resultados, pois te dá a possibilidade de pensar e estar preparado para mais cenários que possam acontecer.

Além disso, pessoas planejadas conseguem viver melhor suas rotinas de maneira bem produtiva e com resultados melhores. Isso porque conseguem pensar a longo prazo.

Não se esqueça de se inscrever no nosso canal “Ecommerce Pro”.

Tem alguma dúvida sobre esse tema ? Coloca nos comentários!

Categorias
Uncategorized

Growth: o que é e por onde começar a estratégia?

Ecommerce e Marketing Digital são áreas bem novas e por conta disso possui muitas informações, inovações e toda hora temos uma nova área surgindo. A área de Growth não é tão nova assim, mas vem ganhando cada vez mais força e essa habilidade pode fazer com que Ecommerces conquistem seus resultados de forma mais expressiva.

Neste artigo, vamos falar sobre o que é, o porquê os profissionais de ecommerce devem se aproveitar dessa habilidade para acelerar os seus resultados, como começar uma estratégia de growth e cultura de experimentação x campanha.

Ouça o nosso podcast

Esse episódio conta com o patrocínio da Caffeine Army e da Reserva Ink.

O que é Growth?

Se formos parar para analisar o Growth como conhecemos hoje é a junção de termos que já existem há muito tempo. Primeiro, podemos fazer uma comparação do processo de experiência contínua, que faz parte do Growth, com o método científico.

Basicamente, o método científico é você ter uma ideia (hipótese) e rodar um experimento para ver se os resultados corroboram ou não com a sua hipótese inicial. E isso é a base do que chamamos hoje de Growth.

Além disso, o Growth é composto por metodologias ágeis, como o Scrum, que tem como inspiração uma jogada de rugby. Ele ajuda a estruturar as equipes para que elas trabalhem de forma estratégica para resolver problemas de forma mais eficiente. 

Ou seja, o Scrum ajuda a conectar as pessoas de uma empresa para que juntas como um time consigam trocar experiências e tendo mais de um perspectiva solucione problemas mais rapidamente.

Growth é orientar-se com dados

O terceiro elemento dessa habilidade é métricas e dados. Se você acompanha a gente, já deve estar cansado de ouvir a seguinte frase, “Menos achismos, mais dados”. Aqui, nós acreditamos que um profissional do digital precisa tomar suas decisões em cima de dados, pois só assim terá mais sucesso em suas escolhas.

Já ouviu falar do funil pirata?

Por fim, o quarto elemento é o funil pirata (AARRR), que nos ajuda a monitorar a jornada do consumidor desde a aquisição dele até a recomendação feita por ele. O primeiro A é de aquisição, ou seja, como os usuários conheceram o seu produto ou serviço. Já o segundo A é de ativação, onde você deve verificar como foi a primeira experiência das pessoas com a marca.

O primeiro R é de retenção, onde deve se verificar se o usuário está ainda com você. Já o segundo R é de receita, como tem gerado receita para o negócio. Por fim, o último R e a última etapa do funil é de recomendação, onde devemos verificar se os usuários recomendariam seu produto/serviço para outras pessoas.

Cultura de campanha x Cultura de experimentação

O mercado brasileiro tem uma cultura de campanha, ou seja, a maioria das empresas tem o seu planejamento de marketing e vendas com um orçamento fixo para montar campanhas que tragam vendas sem qualquer espaço para a realização de testes. Isso pode fazer com que a empresa gaste muito mais dinheiro para conseguir alcançar as pessoas certas.

Adotando a cultura de experimentação, a empresa consegue fazer campanhas mais assertivas, pois os testes darão uma base de dados que mostrará qual o melhor caminho a seguir. 

O que acontece é que a maioria das empresas acabam fazendo grandes investimentos em campanhas que são baseadas em achismos, o que as torna com maiores chances de dar errado. Ou seja, as principais campanhas das empresas são na verdade grandes testes em que não dá para dar errado, mas inevitavelmente vai dar.

Além disso, você pode conferir o vídeo do nosso podcast!

Por onde começar a estratégia de Growth?

Antes de qualquer coisa, é preciso verificar se a casa está arrumada. Ou seja, se o site está com o Google Analytics instalado corretamente, se o site está performando bem (60-70% no Google), se os links estão todos tagueados, para ter uma base de dados bem estruturada.

Afinal, o que é medido não pode ser melhorado e por conta disso é fundamental verificar se tudo está sendo metrificado corretamente para não basear as decisões em informações erradas.

Além disso, é importante fazer no mínimo duas campanhas de email marketing por semana, ter automações de pesquisa de opinião e de aniversário. Também é preciso ser mobile first. Portanto, se quer ter sucesso com Growth é preciso ter tudo bem organizado e otimizado para coletar os dados da maneira correta, que dará a base para atingir os objetivos.

“Growth não traz certezas, mas ajuda a reduzir riscos”. -Raphael Lassance.

Além disso o podcast falou sobre:

– Cases de uso do método de Growth

– Ferramentas de Growth

– Alavancas de crescimento do ecommerce

– Email Marketing e rede sociais

– MVP

Já conhecia a metodologia Growth? Qual insight você tirou desse episódio? Coloque nos comentários!

Categorias
Uncategorized

Top 5 Habilidades para ser contratado

Enviar milhares de currículos, ser ignorado na maioria, ter pouquíssimas respostas e ir em uma ou duas entrevistas. Apostamos que você já deve ter passado por isso, infelizmente, mas fizemos um Top 5 Habilidades que toda empresa ama e que vai te ajudar a ser mega cobiçado pelo mercado de trabalho.

Esse conteúdo também está disponível no nosso canal do Youtube, “Top 5 Habilidades para ser contratado”. Assista no play abaixo!

1- Comunicação

Não tem como você conseguir trabalhar sem saber se comunicar. Então, quer dizer que eu preciso falar muito, você deve estar se perguntando, não é isso.

Saber se comunicar é conseguir transmitir as suas ideias e todas as informações para as outras pessoas da melhor maneira possível para que o processo da empresa flua bem sem ter qualquer perda de recurso. Portanto, ser comunicativo é algo que consegue agrupar as informações e passá-las de maneira objetiva.

2- Trabalho em equipe

Ninguém cresce sozinho, precisamos dos conhecimentos dos outros para alcançarmos os nossos objetivos. Assim sendo, para trabalhar equipe é preciso ter comprometimento, ou seja, cumprir com os as suas demandas no prazo estabelecido para ninguém ficar sobrecarregado.

Também é preciso saber ouvir, pois vai conseguir entender melhor quem é quem no grupo e conseguirá extrair o melhor de cada um, além de saber como ajudar a cada integrante. Portanto, trabalhar em equipe é se colocar a disposição e no lugar do outro para todos crescerem juntos.

3- Comprometimento

Comprometimento tem origem no termo em latim “compromissus”, que indica o ato de fazer uma promessa recíproca. Ou seja, é você firmar um acordo com alguém para fazer algo.

Essa pessoa vai esperar que você cumpra com a sua palavra e caso não entregue, terá um racha no laço da confiança.

Se você promete entregar algo no dia x, entregue. Mas que esse dia X seja algo possível, porque se não pode acabar sendo uma dor de cabeça para você.

Muitas vezes, não conseguimos pôr limites nas pessoas, porque não conseguimos dizer “não”. Isso é bem prejudicial, pois acabamos virando reféns da rotina dos outros e não conseguimos caminhar com os nossos objetivos. Assim, ter comprometimento é saber estabelecer limites e colocar datas possíveis para que ninguém saia frustrado e/ou esgotado.

4- Pensamento Analítico

Ter essa soft skill vai te ajudar a ser mais racional e conseguir analisar melhor as situações dentro da empresa. Com essa habilidade, você será um profissional, que vai além do sim ou não, buscando as justificativas das ações terem dado certo ou errado. 

Essa visão é super requisitada pelas empresas, pois é isso que fará elas crescerem. Portanto, ter um pensamento analítico é não se contentar com respostas prontas, é ir além e apresentar novas perspectivas das situações. 

5- Organização

Para ter uma vida profissional mais tranquila é preciso ter organização. Isso porque, essa habilidade nos dá o total entendimento das nossas atividades do dia a dia. Ou seja, sabemos exatamente quais demandas possuem maior prioridade e quais podemos remanejar, para caso seja preciso solucionar algum problema urgente. Portanto, a organização te dá um controle do seu dia e ajuda a focar no que é realmente necessário.

Além disso, a organização nos ajuda a ter mais tempo para pensar em mais de uma alternativa para resolver uma demanda, seja ela um problema ou algo corriqueiro. Também ajuda a conseguir dar prazos mais viáveis para as outras pessoas que trabalham com a gente.

Não se esqueça de se inscrever no nosso canal “Ecommerce Pro”.

Qual dessas habilidades é a mais difícil para você? Coloca nos comentários!

Categorias
Uncategorized

Soft skills: como desenvolver as mais desejadas do mercado?

Você sabe o que são soft skills? E como desenvolver? Neste artigo, você vai saber exatamente como desenvolver soft skills e quais são desejáveis pelos recrutadores.

Esse conteúdo também está disponível no nosso canal do Youtube, “Como desenvolver as soft skills mais desejadas do mercado?”, você pode assistir apertando o play abaixo. 

Soft skills x Hard skills

De um lado as soft skills, que são todas as habilidades comportamentais que o indivíduo tem e usa para realizar suas atividades do dia a dia. Do outro lado, temos as hard skills que são habilidades técnicas que são adquiridas no ambiente acadêmico. 

Hoje, não basta sermos profissionais que saibam operar as ferramentas, cada vez mais as empresas estão se ligando que isso pode ser treinado e é preciso valorizar mais características comportamentais. Portanto, se você quer ser um bom profissional, super desejado pelo mercado, vai precisar ir além de aprender ferramentas e passar a treinar seu modo de agir.

Como desenvolver as habilidades

O primeiro passo é fazer uma autoavaliação e pontuar quais são as suas soft skills fortes/fracas. Depois disso, vai precisar criar situações para exercitar o que tiver mais dificuldade.

Por exemplo: Se você acha que sua oratória não é muito boa, ou seja, que não fala muito bem em público, vai precisar criar situações onde seja possível treinar isso.

Mas essa exposição ao público não deve ser feita de qualquer forma, é aí que entra o segundo passo, o roteiro. É preciso montar um roteiro e repassá-lo sem a presença de outras pessoas ou mostrar para pessoas que te tragam conforto.

Quando estiver repassando o roteiro, é fundamental gravar para se ouvir e ver o que pode melhorar. Essa gravação vai também trazer uma noção de como as pessoas te ouvem, pois temos uma percepção da nossa voz bem diferente do que os outros têm de nós e a voz da gravação é bem similar de como as pessoas nos escutam.

Treino é treino, jogo é jogo

Crie situações onde você pode expor para as outras pessoas a habilidade que você precisa desenvolver, pois só se mostrando que você conseguirá evoluir. É importante que sejam situações que te deixem mais confortáveis.

Por exemplo, para treinar a oratória, que tal fazer discursos em confraternizações de família? É um momento de pouquíssima pressão e isso vai te ajudar a se sentir mais acostumado com o ato de falar em público e sentirá bem menos, quando for em um ambiente de trabalho.

Soft skills desejadas pelo mercado

1- Pensamento analítico

Não se contente com ” porque sempre foi assim” ou “porque sim, porque não”. Se você quer estar sempre sendo cobiçado pelas empresas vai precisar ser curioso para ir atrás das justificativas de cada uma das ações. 

E para saber como justificar vai precisar ter um pensamento analítico. Ou seja, ser capaz  de traduzir os dados, transformá-los em informações que vão ajudar o negócio a crescer.

2- Organização

O profissional digital sem organização, vira um bombeiro digital. Ou seja, tem uma rotina toda voltada para apagar incêndios (problemas) e não consegue ter tempo para inovar.

Um profissional organizado, conhece muito bem a sua rotina e sabe como priorizar as atividades para que tudo tenha o seu próprio tempo. Esse gerenciamento ajuda a resolver os problemas que surgirem de forma mais clara.

Isso porque  terá tempo necessário para que não seja preciso pegar a primeira ideia que vier. Assim, a organização é essencial para ter uma melhor gestão do tempo e ter maior clareza nas tarefas do dia a dia.

No vídeo do nosso canal, você pode ver mais duas soft skills desejadas pelo mercado. 

Não se esqueça de se inscrever no nosso canal “Ecommerce Pro”.

Tem alguma dúvida sobre esse tema ? Coloca nos comentários!

Categorias
Uncategorized

Dress To: experiência da loja física no digital

Você tem medo de comprar roupas online, pois não sabe se conseguirá pedir o tamanho certo? Acha as tabelas de medidas das marcas superficiais e pouco úteis? Hoje, vamos conhecer os bastidores da Dress To, uma marca que está sempre buscando novas formas de melhorar a experiência do cliente. 

Ouça o nosso podcast! Não esqueça de nos seguir na sua plataforma favorita!

Esse episódio conta com o patrocínio da Caffeine Army e da Reserva Ink.

Conhecendo a Dress To

A Dress To é uma marca carioca que atua no segmento de moda feminina e hoje está com mais de 16 anos. Além disso, está presente de forma física e digital em todo o Brasil com o ecommerce e as mais de 50 lojas físicas.

Ela não é uma marca apenas para mulheres, mas sim feita por mulheres, pois possui 80% da equipe feminina e é liderada por mulheres. Portanto, é uma empresa que respira e exala empoderamento, uma pauta que a cada dia tem ganhado mais força.

O que aprendemos no podcast

1- Boom dos aplicativos: surfar ou não?

Estamos vivendo um boom de aplicativos de ecommerces, mas será que isso é uma moda passageira ou veio para ficar? A nossa convidada falou da importância de ter um planejamento, antes de soltar um aplicativo, para que o canal seja lançado no momento certo para a marca.

Nenhum canal vai conseguir trazer resultados por si só, se você não pensar muito bem nas ações que fará nele. Ou seja, o aplicativo, o site, o blog, o marketplace e as redes sociais são apenas ferramentas.

Somos nós, profissionais de ecommerce/marketing, que temos a capacidade analítica para entender as movimentações e com ajuda dos dados conseguimos tomar decisões mais assertivas. Portanto, é preciso ter soft (pensamento analítico) e hard skills (ferramentas) para termos sucesso em qualquer mídia.

No episódio, você saberá como a Dress To se preparou para ter o aplicativo e como o planejamento foi importante para que hoje a marca tenha um engajamento bem legal nessa mídia.

” Ter um app por ter é um tiro na água” – Fernanda Caetano (Head de Performance Digital na Dress To)

2- Ecommerce: site ou aplicativo

A nossa convidada, Fernanda Caetano (Head de Performance Digital) da Dress To, contou que por mais que um site seja mobile first, ou seja, tenha otimização para ter um bom desempenho nos dispositivos móveis, há perda de vendas. Isso porque no site, a pessoa não está totalmente engajada com a sua marca e você pode perder mais facilmente a atenção dela.

Enquanto no aplicativo, a pessoa está muito mais conectada com a marca, pois dentre milhares de empresas, ela escolheu a sua para ocupar o espaço da memória do celular dela.  

Além disso, no aplicativo, conseguimos ter uma comunicação mais direta e personalizada do que no site. Portanto, o aplicativo é quem mora com você, as pessoas que estão sempre por perto, já o site é um parente que você gosta, mas nem sempre fala todo dia.

3- Como fidelizar o cliente para comprar na loja oficial

Os produtos da Dress To estão disponíveis em canais de terceiros, como o Shop2gether, e isso é bom para a marca, pois a ajuda a atingir públicos que ela não conseguiria sozinha. Mas isso torna desafiador o trabalho de fidelizar o cliente na loja virtual.

Para conseguir captar o cliente para a loja oficial, a Fernanda destacou que é super importante criar estratégias de branding sensorial, pois só a Dress To tem a alma Dress To.

Ou seja, só a Dress To é capaz de tratar o cliente de forma mais humanizada com conteúdos personalizados. Portanto, cada canal tem seus prós e contras, basta entendermos muito bem isso e ver os principais pontos fortes de cada mídia para explorar de forma complementar dentro da nossa estratégia.

Você pode conferir no episódio o que eles fazem para o cliente ir até a loja oficial sem precisar brigar com os outros canais de venda.

4- Como trazer uma experiência diferente no site

É comum nos sites de ecommerces de moda ter apenas fotos, uma só do produto e outra com a modelo. Mas isso nem sempre é suficiente para quebrar as objeções de venda, pois só com esse formato de conteúdo não é possível captar o caimento que o produto terá no corpo.

Pensando em quebrar essa possível objeção e também diminuir as devoluções da marca, a Dress To passou a colocar vídeos com pessoas usando as roupas da marca. Além disso, passou a colocar descrições mais narrativas, como se fossem vendedoras da loja física falando ali com a cliente.

Também colocam em todas as fotos as medidas da modelo e das peças para que as pessoas consigam visualizar melhor o tamanho.  Além de terem a opção da Vitrine Virtual, onde a cliente pode colocar as suas medidas e ver como ficaria na roupa que deseja comprar.

Além disso, o podcast falou sobre:

–  CRM e régua de relacionamento

– Carteiras digitais

Já conhecia a Dress To? Qual insight você tirou desse episódio? Coloque nos comentários!

Categorias
Uncategorized

Tempo de carregamento afeta a conversão?

O quanto você espera um site carregar? 2, 3 segundos? Mais do que isso? Qual é o seu limite? O tempo de carregamento é um fator que precisa ser acompanhado de perto pelos profissionais de ecommerce para que a operação não tenha nenhum tipo de prejuízo. Neste artigo, você saberá se é verdade ou mito que o tempo de carregamento afeta a conversão.

Esse conteúdo também está disponível no nosso canal do Youtube na série Digital Mythbusters, ” Tempo de carregamento afeta a conversão. Será?”, você pode assistir apertando o play abaixo. 

O tempo de carregamento afeta a conversão?

VERDADE!

Estudo da Amazon

A cada um segundo a mais de lentidão em cima dos 1,5 segundos, que é o tempo de carregamento normal da Amazon, ela poderia perder até 1 bilhão de dólares ao ano. Saiba mais!

Os brasileiros esperam em média até 3 segundos para um site carregar. Portanto, se o seu site demora mais que 3 segundos para carregar, provalvemente, você terá pessoas abandonando, antes mesmo de chegarem aos produtos e serviços.

De nada adianta criar uma super campanha com criativos chamativos e copys com os gatilhos certos, se você direcionar as pessoas para um site que tem um tempo de carregamento longo.

Isso vai fazer as pessoas desistirem, a empresa perderá essa audiência e terá gasto um dinheiro em vão. Portanto, se deseja ter sucesso com o tráfego, vai ser preciso otimizar o site antes para não perder ninguém.

Estudo com usuários EUA

Se os brasileiros esperam até 3 segundos, há um público que é bem menos paciente, quando se trata de carregamento de site. Esse público são os estadounidenses, que só esperam 2 segundos, na imagem abaixo, você pode entender o comportamento desses usuários. 

Estudo tempo de carregamento usuários americanos

Quanto mais o site demora para abrir, maior é a porcentagem de pessoas que abandonam. Assim, quanto mais tempo o site leva para carregar, menos pessoas seu site terá para converter em vendas.

Estudo Walmart

A cada 1 segundo a mais de lentidão para carregar o site, o Walmart perde 2% de conversão. A média da taxa de conversão no Brasil é de 1,86%, comparado ao número doWalmart é como se não tivesse venda. Assim sendo, o tempo de carregamento está diretamente ligado à taxa de conversão, pois quanto mais as pessoas precisarem esperar, menores as chances dela chegar a comprar.

Menos achismos, mais dados!

Aqui quando queremos provar algo, sempre buscamos nos embasar em dados. Com os estudos da Amazon, Walmart e o com usuários estadunidenses fica mais que claro que o tempo de carregamento não só afeta a conversão de um site, mas destrói.

Dicas para o site carregar mais rápido

A primeira dica é ter cuidado com o tamanho dos arquivos das imagens do site. Se você trabalha em um ecommerce de moda, não deve colocar a imagem no formato (raw), o original do fotógrafo. Isso porque esse formato é pesado e vai deixar o site mais lento.

Para deixar suas imagens com um tamanho mais leve é passar no site tiny.png, ele reduzirá o tamanho do arquivo sem perder a qualidade. Assim, é importante que toda vez ao subir uma imagem para o site, você passe por ferramentas de otimização para colocar no menor tamanho possível de arquivo.

A segunda dica é evitar ao máximo fazer gambiarras no site. Se você tem um time de desenvolvimento que faz muitas gambiarras no código fonte do site, há grandes chances de acabar deixando ele mais lento.

Há quem faça essas gambiarras no Google Tag Manager, entenda melhor no artigo. Assim, seguindo essas dicas, você consegue otimizar o site e poderá ter uma melhor taxa de conversão.

Não se esqueça de se inscrever no nosso canal “Ecommerce Pro”.

Tem alguma dúvida sobre esse tema ? Coloca nos comentários!

Categorias
Uncategorized

O que é tráfego? Como fazer um bom?

Um bom profissional de marketing precisa ser muito versátil para dar conta das demandas do mercado. Uma habilidade muito importante que precisa ter é o conhecimento sobre tráfego e performance, para que os seus conteúdos tenham público. 

Mas afinal, o que é preciso para fazer um bom trabalho de tráfego? É só saber sobre ferramentas como Facebook e Google Ads? É isso que vamos ver neste artigo baseado no nosso episódio da semana do nosso Bate Papo Sobre E-commerce!

Ouça o nosso podcast! 

Esse episódio conta com o patrocínio da Caffeine Army e da Reserva Ink.

O que é tráfego?

Se você ainda é novo(a) no marketing, vamos te ajudar a entender o conceito de tráfego dentro do mundo virtual. Tráfego é  a circulação de pessoas por um ambiente, no caso da internet, é a circulação de usuários dentro de um site.

Para ter sucesso no seu trabalho como profissional de marketing, vai ser preciso entender quais são as formas de trazer essa movimentação (tráfego) para o seu conteúdo. Portanto, não basta criar é preciso saber como gerar audiência.

Aqui, no nosso blog, nós já falamos sobre a divisão dos tipos de tráfego: orgânico e pago. Além de darmos dicas de como montar estratégias de marketing tendo como base cada um deles. 

Hoje, vamos falar sobre o que é preciso para ser um bom gestor de tráfego e o passo a passo que deve ser feito antes de abrir as ferramentas. Assim, você saberá como começar a montar uma estratégia de tráfego e verá que é preciso saber mais do que ferramentas.

O que é preciso para ser um bom Gestor de Tráfego?

É preciso ir além das ferramentas, ou seja, esse profissional precisa ir além das hard skills. Ele precisa desenvolver a capacidade de se colocar no lugar do cliente para atender a fundo suas necessidades e isso nenhuma ferramenta é capaz de fornecer. Portanto, ser um bom profissional de tráfego é saber o melhor jeito de colocar as ferramentas a serviço das necessidades do cliente.

Passo a passo para ter sucesso no tráfego

Antes de qualquer coisa,  é ser organizado, pois uma campanha tem muitos detalhes. Para que nada fique para cima da hora, atrasando o início de rodar a campanha, o profissional precisa listar tudo que é preciso e reunir todas as informações em um único lugar. 

Isso vai ajudar na hora de criar os anúncios, pois vai ser mais um trabalho de copiar e colar, já que tudo (texto e imagem) já foi produzido com antecedência. Assim, a organização otimiza o processo e garante que tudo saia no prazo certo.

O primeiro passo é ouvir o cliente, pois é ele que vai fornecer as informações sobre a empresa que irão nortear todo o trabalho de tráfego. Perguntas que devem ser feitas: qual é a história da empresa? Por que ela existe? Qual é a missão? E os valores?

O segundo passo é conhecer o cliente do cliente. Aqui vão entrar as perguntas para conhecer melhor a persona, o que vê, o que pensa/sente, o que ouve, o que fala/faz, quais são as dores e os sonhos.  

É fundamental ter essas informações para fazer uma segmentação correta dos anúncios e ter uma comunicação mais assertiva. Portanto, quanto mais informações sobre quem se deseja impactar, mais certeiro vai ser o trabalho do profissional de tráfego.

Além disso, você pode conferir o vídeo do nosso podcast!

Conhecendo os produtos da empresa

O terceiro passo é entender os produtos da empresa. É preciso perguntar se a empresa tem uma esteira de produtos. Ou seja, se tem o produto isca, que vai trazer a pessoa (Curva A) e produtos de esteira/coleção para fazer upsell. 

Além disso, é importante perguntar sobre a frequência que a empresa faz lançamentos e traz novidades para o catálogo. Porque tendo essa informação, o profissional de tráfego consegue saber quando vai precisar ativar a base de clientes e conseguirá montar estratégias de forma antecipada para impactar da melhor forma possível os compradores.

O quarto passo é saber quais são os diferenciais da empresa para saber quais pontos destacar na comunicação dos anúncios. É tudo que faz as pessoas lembrarem somente de você e mais ninguém. Assim sendo, preço baixo e prazo de entrega curto estão longe de ser um diferencial, pois partimos do princípio que todo mundo está fazendo ou deveria estar.

Além disso o podcast falou sobre:

–  Checklist do que precisa ser feito no dia a dia de quem faz tráfego

–  Quais métricas são mega importantes para o ecommerce

– Como escolher as mídias que vai investir

–   Os principais erros do mercado e como evitá-los. 

Tem dificuldades com tráfego? Qual insight você tirou desse episódio? Coloque nos comentários!