Categorias
Uncategorized

Como a Nuvemshop ajuda o profissional de ecommerce

Se deseja trabalhar ou já trabalha com ecommerce, você já deve saber que precisa ter uma visão 360º sobre toda a operação. Dentro disso, destacamos a necessidade de entender bem sobre plataformas de ecommerce. Hoje, vamos falar da plataforma de ecommerce da Nuvemshop, que é líder no segmento na América Latina com mais de 90 mil lojas ativas .

O que é uma plataforma de ecommerce?

É um sistema responsável pela criação de loja virtual e por meio dele você vai conseguir administrar todo o negócio, desde cadastro de produtos até a gestão da entrega. Portanto, a plataforma de ecommerce é um facilitador na vida de quem trabalha com ecommerce, pois centraliza as informações.

Cada plataforma cobra de uma forma pelos serviços prestados. No caso da Nuvemshop, ela cobra um preço fixo mensal mais uma comissão por venda de acordo com o plano de assinatura. Há 4 tipos de planos (Impulso, Influência, Escala e Empresarial), os preços vão de R$ 49,90 a R$ 999,00, por mês. 

Cada um oferece a melhor solução de acordo com o nível de complexidade do negócio e tem a possibilidade de realizar teste grátis por um período de 30 dias. Assim, se deseja aprender na prática como operar a plataforma tem a possibilidade de fazer isso durante um mês sem pagar nada.

Quer saber mais sobre plataforma de ecommerce? Confira o artigo!

Recursos da Nuvemshop

 1-  Comunicação mais eficiente

Estabelecer uma boa comunicação é fundamental para toda empresa que deseja crescer e você, como profissional de ecommerce, deve estar sempre pensando em formas de melhorar o relacionamento entre marca e clientes. 

A Nuvemshop oferece algumas soluções para trazer as pessoas para cada vez mais perto das empresas. Um bom exemplo disso é a possibilidade de adicionar o ícone do WhatsApp na loja virtual para que as mensagens cheguem direto no dispositivo desejado.

Além disso, há a ferramenta formulário de inscrição para a newsletter. Isso ajudará você a transformar as visitas em audiência, por meio da captura de emails.

Um outro recurso é o de “Emails transacionais automáticos”. Com essa função você poderá criar um email personalizado, para cada uma das etapas do processo de compra.

A plataforma da Nuvemshop também é fundamental para o pós-compra, pois te ajuda a criar listas de clientes que compraram ou entraram em contato. Essas informações poderão ser importadas e exportadas para outras ferramentas de comunicação, como Facebook Ads, contribuindo para uma melhor segmentação das campanhas.

2-  Gestão do ecommerce

A plataforma Nuvemshop tem soluções que ajudam a administrar todo o estoque (loja virtual e marketplace), interrompendo sempre que há necessidade. Por exemplo, quando acaba uma determinada peça, te ajudando a não vender algo que não tem. 

Ainda dentro do estoque, mas no quesito de cadastro de produtos, com essa plataforma você conseguirá colocar os produtos e as variações cada um com seu próprio SKU de uma forma mais tranquila.

Além disso, você poderá ter um catálogo com produtos ilimitados e administrar tudo usando o Administrador Nuvem ou poderá conectar um ERP por meio de uma API.

Não para por aí os benefícios de gestão da Nuvemshop, pois é possível também usar a ferramenta para produtos que não precisam de estoque. Sim, estamos falando dos produtos digitais, como cursos, vídeos, livros ou jogos digitais, tudo isso pode ser vendido dentro da ferramenta.

3- Omnichannel

Quer ter sucesso como profissional de ecommerce? Então, você vai precisar conseguir fazer com que as pessoas sintam seguros e à vontade para comprar onde quiserem, seja site, redes sociais, marketplace ou loja física.

A Nuvemshop te possibilita a integração dos seus canais de venda para conseguir atender as pessoas da melhor forma possível. Por meio desta plataforma, você consegue criar uma loja virtual própria completa com a cara da marca, conectar o catálogo online com o  físico. Além disso, consegue plugar a loja nos principais marketplaces (Mercado Livre, Americanas) e gerenciar tudo em um único lugar.

Uma outra funcionalidade é a possibilidade de sincronizar os produtos da loja virtual com o Facebook Shop e do Instagram Shop, para aumentar ainda mais as vendas. Também é possível usar o WhatsApp como um canal de venda do negócio, onde trabalha.

4- Logística e pagamento

A plataforma de ecommerce da Nuvemshop vai ajudar no cálculo de envios do valor do frete e a criar pontos de retirada para os produtos. Além disso, facilitará a impressão das etiquetas, pois coloca as informações dos pedidos de forma automática, agilizando o processo de envio e consequentemente o seu trabalho.

Já no setor do pagamento, a loja virtual vai estar preparada para mostrar todas as opções de pagamento, você deverá escolher as melhores para o negócio e o tipo de parcelamento que deseja oferecer. Portanto, a Nuvemshop está pronta para te ajudar com essas duas etapas do ecossistema do ecommerce que são fundamentais para o sucesso da operação.

5- Vendas

Dentro da plataforma de ecommerce, você vai conseguir acompanhar os pedidos de compras, consultar o histórico de pedidos e filtrar os pedidos. Tudo isso vai te ajudar a administrar o ecommerce para que as vendas sejam boas experiências. 

Além disso, é possível ter acesso às notas que os clientes deixam, após finalizar a compra. Esse tipo de dado pode te ajudar a ver o que está sendo bom ou ruim para os clientes. Após analisar isso, deverá criar ações para melhorar como a empresa está sendo vista pelos clientes.

6-  Marketing e Seo

A plataforma da Nuvemshop disponibiliza layouts com mais de 90 pontos em SEO e acessibilidade. Tudo pensado para que seus parceiros consigam impactar cada vez mais pessoas sem precisar gastar dinheiro com campanhas de anúncios. Assim, a Nuvemshop facilita o seu trabalho de se posicionar bem no Google, pois já é um site programado para ter um bom desempenho orgânico.

Além disso, ainda dentro desse trabalho orgânico, há ferramentas que ajudam a conectar o ecommerce com as redes sociais. Isso possibilita ao ecommerce compartilhar os produtos no Facebook, Instagram, Twitter, Pinterest, entre outros.

Também é possível criar ofertas bem interessantes usando ferramentas dentro da plataforma Nuvemshop. Um bom exemplo é a possibilidade de criar diferentes tipos decupons de desconto, podendo ser por valor fixo, quantidade, porcentagem ou frete grátis. Esse último pode ser limitado por regiões ou valor mínimo.

Uma outra solução muito importante é o Redirecionamento 301. Ele ajuda você a redirecionar as URLs para evitar links quebrados e consequentemente a perda de tráfego.

7- Métricas e Reportes

Medir as ações é fundamental para conseguir entender melhor o ecommerce. Para ajudar com a sua análise, a Nuvemshop oferece estatísticas do negócio (visitas, vendas, faturamento e produtos). Além disso, a plataforma tem integração com o Google Analytics e o Facebook Pixel.

Também é possível escolher como medir as conversões da loja, quando um pedido é pago ou realizado. Assim, com a plataforma da Nuvemshop, você consegue construir uma base de dados que será importante para tomar decisões mais assertivas.

Você já usou a Nuvemshop? Ainda não? Clique aqui!

Quer saber o que é preciso para trabalhar com ecommerce? Conheça a nossa Formação de Analista de Ecommerce!

Categorias
Uncategorized

Oratória: o que é e como desenvolver

Quem nunca ficou nervoso(a) antes de uma apresentação que atire a primeira pedra. Desde novos, somos colocados para falar em público, mas quase nunca somos preparados para isso. Neste artigo, você vai aprender a arte de falar em público, oratória, e dicas de como desenvolver essa habilidade.

Ouça o nosso podcast! 

Esse episódio conta com o patrocínio da Caffeine Army e da Reserva Ink.

O que é oratória?

É o ato de simplesmente falar em público de forma estruturada com o objetivo de informar, influenciar ou entreter. Todos nós já tivemos que fazer alguma apresentação em público, seja na escola, na faculdade ou no trabalho, mas dificilmente todos nós fomos preparados para esses momentos. 

E  essa falta de preparação é a base do medo de falar em público, o maior medo da maioria das pessoas, ficando na frente do medo de morrer.

Ou seja, as pessoas preferem morrer a falar em público. Portanto, uma forma de acabar com essa barreira de falar em público é se preparando para esses momentos e você vai conferir como fazer isso nas dicas desse artigo.

Origem do medo de falar em público

Segundo as pesquisas do nosso convidado do Bate Papo Sobre E-commerce, Luis Vabo Jr, o nervosismo e o medo de falar em público vem dos nossos ancestrais, os “Homens das cavernas”, o “Homo Sapiens”. Eles para sobreviver precisavam andar em grupos, pois ao se destacarem do grupo se tornavam alvo mais fáceis e era liberado nesses momentos hormônios de estresse.

Hoje, a nossa sobrevivivência não está refém de predadores animais, mas o efeito químico segue presente. Ou seja, ao ficarmos em posição de destaque, sentimos que estamos mais vulneráveis, por conta da liberação de hormônios de estresse.

E o momento que isso ocorre nos dias de hoje é quando estamos nos apresentando. Assim sendo, os efeitos químicos seguem sendo o mesmo, o que mudou foi a situação que provoca.

Tipos de oratória

1- Conversa

A conversa é a forma mais básica de oratória. Ao conversar com alguém do seu ciclo de amizade, você já está exercendo essa habilidade, pois a oratória é a arte de transmitir uma mensagem podendo ser séria ou descontraída.  Por ser o primeiro degrau da complexidade da oratória, devemos começar pela conversa na hora de treinar nossa oratória.

Faça o seguinte exercício, escolha pessoas que se sente mais confortável e conte para elas, durante uma conversa, sobre os temas que precisará falar depois para um público maior. Assim, você treinará a fala e conseguirá dominar o assunto, o que te deixará mais confortável, quando precisar transmitir a mensagem para mais pessoas.

2- Pitch

 É um discurso rápido, uma curta apresentação, que tem como objetivo despertar o interesse da outra pessoa (ouvinte) para que ela compre a ideia. Um dos mais conhecidos é o de elevador, que é o estilo mais curto de pitch com duração de 30 segundos a 1 minuto e é bastante usado por empreendedores para apresentar startups.

3- Discurso Preparado

É quando uma pessoa é convidada a transmitir uma mensagem em público e ela estrutura toda a sua mensagem em um material de apoio (papel) para não esquecer nada do que precisa falar. Portanto, o discurso requer muito domínio da oratória, pois o(a) orador(a) não tem apoio visual, o que faz que esteja 100% no centro das atenções.

4- Apresentação preparada

A diferença entre esse tipo de oratória para o discurso é que em uma apresentação temos o uso de um recurso audiovisual para dar um suporte. Mas em ambas a pessoa que está transmitindo a mensagem deve atrair todos os olhares para si, pois é ela que deve dominar o assunto e fazer com que os ouvintes retenham a informação.

5- Improviso

É quando você precisa falar sobre algum assunto sem ter tido uma preparação prévia. Em muitos casos, você até conhece o assunto que precisa falar, mas não esperava precisar falar no momento que te indagam.

Por exemplo: Perguntas durante uma roda de conversa em um evento da sua área. Você até conhece o assunto, mas não tem como adivinhar o que as pessoas irão perguntar.

6- Debate

É um tipo de oratória em que duas ou mais pessoas colocam suas opiniões sobre um determinado assunto e usam dados/argumentos para defender o que eles acreditam. Um bom exemplo é durante as eleições, quando os candidatos vão defender suas ideias de campanha em diferentes mídias.  

Durante esses debates, os oradores usam de todo seu poder de argumentação para convencer ao público que suas ideias são as melhores e assim eles são as melhores pessoas para ocupar os cargos.

Dicas de como fazer uma boa apresentação

1- Treine o discurso

O ideal é que você treine para toda apresentação que for fazer, porque quando treina você aperfeiçoa a forma do discurso, o tom da sua voz, o gestual e o tempo da fala.

É importante que neste treino você faça o levantamento de quem vai estar na platéia da sua apresentação para saber a melhor forma de se comunicar. Assim, como toda habilidade, a oratória precisa de treino, pois a repetição vai levar o desenvolvimento e o aperfeiçoamento.

2- Chegue cedo no local da apresentação

É fundamental chegar cedo no local da apresentação para você já ir se ambientando e conseguir ver como estão posicionados os elementos externos (ar condicionado, janela, plateia, computador).

Tente ficar o mais próximo possível de onde você irá se apresentar para já ir sentindo o clima, pois isso ajuda a abaixar a ansiedade e o nervosismo. 

3- Tenha um momento de relaxamento

Ter controle sobre a respiração é fundamental para realizar uma boa apresentação, pois a respiração afeta diretamente na fala. Para você ficar com uma respiração mais tranquila, você deve ter um momento de relaxamento, que pode ser uma meditação, uma oração, tudo que for em prol de te acalmar.

4- Preste atenção na sua respiração

A respiração dita o ritmo da fala. Para que seja bem compreendido(a), você deve treinar pausas durante a sua apresentação entre uma frase e outra. Uma dica extra é pontuar no seu discurso, quando vai ser essas pausas, para treinar antes de apresentar.

5- Explore a comunicação não verbal

Oratória é muito mais do que fala, pois envolve elementos não verbais, como postura e gestuais. Com relação a postura, ela deve ficar sempre ereta e com os dois pés fixos no chão. Uma vez ou outra, você poderá caminhar no espaço, mas tome cuidado para não distrair as pessoas.

Com relação aos gestos, você poderá usar as suas mãos de acordo com a sua fala, sempre com movimentos suaves para não distrair o público. Portanto, para dominar a oratória, você precisará saber alinhar o verbal e o não verbal durante toda a sua apresentação.

Além disso o podcast falou sobre:

– Conceito de Escutatória e a importância disso para ser um bom líder

– Como transmitir autoridade na fala e captar a atenção das pessoas

– Técnicas de oratória

Você se sente confortável ou não ao falar em público? Qual insight você tirou desse episódio? Coloque nos comentários!

Categorias
Uncategorized

Pensamento analítico: o que é e como desenvolver

Você com certeza já ouviu falar da habilidade de ter um pensamento analítico e possivelmente já deu de cara com vagas na área de marketing que pedia essa skill. 

Mas será que você sabe o que é na prática o pensamento analítico, como desenvolver essa skill e a importância dela para o seu dia a dia? É sobre isso que vamos falar neste artigo, que tem como base o episódio do nosso Bate Papo Sobre E-commerce com o Rodrigo Nascimento, autor do livro Marketing na era de dados: o fim do achismo.

Ouça o nosso podcast

Esse episódio conta com o patrocínio da Caffeine Army e da Reserva Ink.

O que é pensamento analítico?

É você trazer uma mínima análise para dentro de um processo de tomada de decisão. Por exemplo: você decide colocar na sua estratégia de marketing o uso de uma mídia paga, como o Google Ads.

Antes de tomar essa decisão, precisa ter em mente os motivos pelos quais isso é importante, para não fazer só porque todo mundo está fazendo. Portanto, ter um pensamento analítico te proporcionará uma base argumentativa para suas decisões.

Além disso, o pensamento analítico não está ligado somente a métricas e KPIs, mas sim a tudo que tem como base a lógica, ou seja, você ter em mente que a ação x, vai te levar ao resultado x. Então, para ter essa habilidade você precisa ser minimamente crítico em determinados cenários, que iremos vivenciar no marketing e no ecommerce.

Ter pensamento analítico é também você não ter preconceitos, ou seja, não ter ideias preconcebidas sobre os mais variados temas que tenham como base a sua vivência.

Para desenvolver essa skill é fundamental não tomar uma decisão, antes de ter dados qualitativos e verificados. Portanto, ter um pensamento analítico consiste em se abrir para as mais variadas opiniões, levá-las em consideração e buscar formar a sua opinião com base em dados que podem ou não fortalecer o que ouviu dos outros.

Como desenvolver essa habilidade

1- Treinamento

É fundamental que você treine todos os dias o pensamento analítico para que essa habilidade cada vez mais se integre a sua personalidade. Para desenvolver essa habilidade, você precisará começar a racionalizar todas as suas ações diárias e entender o que tem como melhorar, além de pensar o que deve desenvolver. 

Por exemplo: você está incomodado(a) por não ter tempo para começar um curso novo e sente que precisaria de um dia de 48hrs.

Para conseguir encaixar essa nova atividade na sua vida, vai precisar pensar em formas de otimizar o dia. Isso vem com a análise do que é realmente importante.

Tendo um pensamento analítico, você consegue enxergar a sua rotina de forma racional, consegue descartar o que não é tão relevante para o momento e conseguirá encaixar a nova atividade.

O nosso convidado da semana, Rodrigo Nascimento, foca seus treinamentos diários em gaps, ou seja, elementos que faltam a ele para ser um profissional melhor. Quer entender melhor o processo dele? Confira o episódio!

2- Busque entender os momentos

Nossa vida é como um passeio de Montanha-russa, um dia estamos lá em cima e no outro estamos embaixo. Para desenvolver o pensamento analítico é fundamental que você busque entender sempre cada um dos momentos que estiver vivendo, pois essa habilidade precisa entender do todo (360º). 

Boa parte das pessoas só revisam suas ações, quando estão dando errado, mas entender o porquê está dando certo é essencial para encarar melhor os momentos ruins. Portanto, ter o pensamento analítico é focar no todo a todo instante, pois só assim é possível crescer o lado pessoal e profissional.

3- Saia da sua bolha

Antes de tomar qualquer decisão, ouça a opinião de outras pessoas, ter essa escuta ativa é fundamental para desenvolver a visão 360º. Somente assim, você conseguirá expandir seus horizontes, o que te dará a base para ter o pensamento analítico.

Além disso, esse hábito de ouvir os outros vai te dar uma base de dados que vai trazer a racionalidade, peça chave para o pensamento analítico.

Você também pode conferir o vídeo do nosso podcast!

Importância do pensamento analítico no dia a dia

Ter um pensamento analítico faz com que você traga a cultura de testes para a sua rotina. Isso vai te trazer formas do que fazer e o que não fazer. Assim, essa habilidade vai te ajudar a ter uma base de dados para tomar decisões mais assertivas.

Além disso o podcast falou sobre:

– Cultura de dados e criatividade

– Características do Pensamento Analítico

Qual insight você tirou desse episódio? Coloque nos comentários!

Categorias
Uncategorized

Quais são as tendências para o ecommerce em 2022?

Chegamos no último mês do ano e já podemos enxergar 2022 no fim do túnel. Para te preparar para o próximo ano, trouxemos as maiores tendências do ecommerce para 2022.

Luzes, PC e ação! Prepare-se para brilhar como um dos maiores profissionais de ecommerce do Brasil. Você só precisará ler esse artigo e ficar por dentro das novidades.

Tendências do Ecommerce 2022

1-  Aumento da frequência de compras

Segundo a pesquisa da Bornlogic com a Opinion Box, a frequência de compras online aumentou 71% no último ano, dado que deve crescer ainda mais em 2022, pois 49% dos entrevistados disseram que devem comprar ainda mais pela internet no ano que vem.

Se você quer entrar para o mundo do ecommerce, recomendamos que diversifique o seu conhecimento em diferentes canais de venda. Isso porque a pesquisa mostra que há uma boa divisão na preferência das pessoas, quando o assunto é lugar onde geralmente compram online. 

74% Compram em sites e lojas virtuais

72% Compram em marketplaces

62% Compram em aplicativos da loja 

54% Compram em aplicativos terceiros (iFood, Rappi, Uber Eats, etc.)

Esses dados mostram que as pessoas têm o costume de diversificar os canais de compra, elas estão no controle e você só conseguirá conquistá-las se estiver presente onde ela estiver de forma agradável.

2- Vendedor digital

O processo de compra online é mais independente, mas às vezes é bom ter uma ajuda. Isso fica claro na pesquisa da Bornlogic com a Opinion Box, pois ela mostra que 62% das pessoas realizaram consultas com vendedores via mídia digital para tirar dúvidas.

Além disso, 78% dos entrevistados acreditam que o vendedor ajuda na hora de escolher o produto online. Assim, fica claro a importância de ter uma pessoa dando suporte na venda é fundamental para trazer uma boa experiência, seja offline ou online.

P.S. Para ser um bom vendedor digital é preciso ter um bom conhecimento de ferramentas de comunicação, como o WhatsApp Business, para conseguir atender as pessoas de forma agradável.

3- Diversificação das categorias

Categorias, como eletrônicos, telefonia, eletrodomésticos, vão seguir liderando no ecommerce, mas outros produtos vão ganhar força, como é o caso de Alimentos/Bebidas.

Essa categoria que tinha pouca representatividade, antes da pandemia, já representa 38% das intenções de compra dos consumidores brasileiros, segundo a pesquisa da Bornlogic com a Opinion Box. 

Hoje, alimentos/bebidas está no top 10 categorias, que as pessoas costumam comprar online. Ela fica atrás de eletrônicos, celulares, eletrodomésticos, moda, beleza, informática, casa/decoração e livros. 

Para entender melhor essa expansão desse segmento, recomendamos o episódio Americanas Mercado do nosso podcast.

4- Realidade Virtual e Aumentada

A tecnologia é uma das principais aliadas do ecommerce na hora de quebrar objeções. Isso porque por meio dela a marca consegue ter recursos que deem ao público a sensação de estarem em contato direto com o produto/serviço.

Muito em breve, fotos estáticas e vídeos de pessoas usando o produto/serviço não vão bastar, pois não trará a experiência necessária para as pessoas se sentirem convencidas a comprar.

Hoje, apenas 9% das pessoas entrevistadas usam os recursos de experimentar digitalmente o produto e dentro desse grupo 82% disseram que gostaram bastante.

O número de pessoas ainda é baixo, pois há um desconhecimento sobre os recursos e isso pode ser resolvido com uma boa comunicação por parte da empresa.

Da mesma forma que dois anos atrás as pessoas não se imaginavam fazendo compras de mercado online e hoje aceitam super bem a ideia, no futuro próximo, recursos como realidade virtual e aumentada vão fazer parte da rotina das pessoas e não conseguiram mais comprar sem isso.

5-  Meios de pagamentos digitais

Quem nunca ouviu um, “Faz um Pix”, que atire a primeira pedra. Na pesquisa da Bornlogic com a Opinion Box, 86% dos entrevistados disseram que já usaram o Pix e têm o costume de utilizá-lo no dia a dia, o que mostra a relevância desse meio de pagamento para quem deseja vender seja no físico ou no digital.

Ainda segundo a pesquisa, 71% dos entrevistados utilizam o smartphone para fazer compras online e ter esses meios de pagamento, como o Pix, facilita o processo de compra.

Além do Pix, há também as carteiras digitais (63% dos entrevistados já utilizaram) e QR Code (54%), ambos são meios que tem o match perfeito com o smartphone, que tem sido cada vez mais usado pelas pessoas na hora de comprar produtos ou serviços.

Além disso, outros meios de pagamento digitais que aparecem na pesquisa são: reconhecimento facial (14% já utilizam) e WhatsApp Pay (12% já utilizam). Há grandes chances do meio do WhatsApp crescer, pois tudo que vai até onde as pessoas já estão tem a tendência de ser bem aceito, já que facilita a vida.

6-  Redes Sociais

Sim! As redes sociais seguem sendo uma das tendências do mercado de ecommerce. Isso porque elas seguem crescendo, inovando e oferecendo recursos para as empresas evoluírem. A pesquisa da Bornlogic com a Opinion Box mostra que 26% das pessoas usam redes sociais, como o Instagram e Facebook para fazer compras.

Além disso, 65% têm o hábito de pesquisar por produtos nas redes sociais, quando estão pensando em compras. Para aproveitar esse público, as empresas devem criar anúncios dentro dessas mídias.

Outro dado da pesquisa diz que 69% dos entrevistados já compraram produtos depois de ver as propagandas. Portanto, as redes sociais são excelentes ferramentas para as estratégias de marketing/vendas. Elas podem ser exploradas de forma paga, mas também de forma orgânica.

Os dados desse artigo foram retirados da pesquisa “Market Review” da Bornlogic com a Opinion Box, confira o estudo completo.

Você já conhecia todas essas tendências do ecommerce para 2022?Coloca nos comentários!

Categorias
Uncategorized

Toca obra: como fazer a diferença com marketplace

É possível se diferenciar na área de marketplace? CLARO! E é sobre isso que vamos falar neste artigo. Invadimos os bastidores da marca Toca Obra, o maior marketplace de construção do Brasil, para ver como funciona a operação do ecommerce. 

Quem nos contou tudo foi a Paula Cogo, responsável pela área de marketplace e de marketing Digital na Saint-Gobain Brasil, que é o grupo da Toca Obra. Bora colocar a mão na massa!

Ouça o nosso podcast! Não esqueça de nos seguir na sua plataforma favorita!

Esse episódio conta com o patrocínio da Caffeine Army e da Reserva Ink.

Você também pode ouvir no play abaixo!

Conhecendo o Toca Obra

O Toca Obra é um marketplace de construção civil que reúne lojistas do ramo de todo Brasil. Ele tem como objetivo facilitar a comunicação entre quem está fazendo a obra e o lojista de construção.

Além disso, o Toca Obra faz parte do Grupo Saint-Gobain, uma multinacional francesa, que é uma das maiores companhias no ramo da construção e hoje tem mais de 250 lojistas ativos.

A plataforma funciona da seguinte forma: a pessoa escolhe os produtos, compara os preços dos lojistas parceiros, escolhe a forma de pagamento, finaliza o pedido e aí pode escolher se quer receber em casa ou retirar na loja.

Uma das dores do mercado que a plataforma Toca Obra sana é o cadastro de produtos, o lojista só precisa informar o que ele quer vender, o estoque e o preço. Toda a parte de usabilidade fica por conta do marketplace. Assim, o lojista mais tradicional consegue ir aos poucos se digitalizando e começa a perder o medo da tecnologia.

Além disso, o Toca Obra sana a questão do conhecimento. Ele  fornece treinamentos, que ajudam a diminuir as dúvidas dos seus parceiros e faz com eles consigam evoluir seus negócios no digital de forma mais independente.

Uma outra possibilidade dentro do marketplace, Toca Obra, é a criação de uma loja própria por parte dos lojistas. A convidada conta que cada um usa de uma maneira, há quem use a loja como um catálogo virtual ou quem usa como uma opção para o cliente ter melhores condições de pagamento.

Você sabia? 

70% das vendas de material de construção acontecem em pequenos e médios varejos do Brasil, número referente a lojas físicas. Mas no digital se trata de digital, a atuação deles representa apenas 10%.

Com base nesses números que o Toca Obra foi criado com a missão de trazer pequenos e médios lojistas para o digital. Assim, o Toca Obra, bem como outras marcas, surgiram de uma oportunidade do mercado.

O que aprendemos no podcast

1- Importância das métricas

A Paula Cogo, nossa convidada, falou sobre a importância de estar sempre cuidando dos dados, por meio do acompanhamento das métricas. Ela cita como exemplo a relação do tempo de carregamento do site com a taxa de conversão.

No caso, ela falou que se o tempo de carregamento reduzir 0,1 segundos, isso pode representar um aumento de 8% na taxa de conversão para o marketplace Toca Obra. Portanto, é fundamental estar sempre de olho nas métricas, relacioná-las e pensar em formas de melhorá-las para ter melhores resultados.

2- Desafios logísticos

No caso do Toca Obra, os produtos vão desde parafusos até telhas de 6M. Essa variação de tamanho/peso dificulta a logística. Para resolver esse problema e fazer com que isso não prejudique a experiência do cliente, a solução que eles encontraram foi ter mais modos de entrega.

Hoje, eles possuem parcerias com os Correios, para levar produtos mais pequenos, e também com transportadoras regionais, para itens mais robustos.

Além disso, há a possibilidade do lojista cadastrar frotas próprias. Nesse modo é possível que os lojistas parceiros limitem a área de atuação para a entrega. Também dá para eles colocarem os preços do frete da maneira que acharem melhor.

Por fim, há a possibilidade de retirar em loja. Mas para que isso funcione foi preciso que o Toca Obra criasse treinamentos para os lojistas parceiros para que eles estivessem preparados para receber as pessoas da melhor forma possível.

3- Desafios para implementar o retirar em loja

Comprar no ecommerce e pegar na loja física é algo que cada vez mais as pessoas estão fazendo. Mas essa opção não é nada comum quando se trata de um marketplace. O Toca Obra não tem nenhum produto, os estoques são dos lojistas parceiros. 

Para que esse modo de retirada em loja funcione é preciso preparar os lojistas. O Toca Obra dá essa orientação, tanto de conhecimento, quanto de material personalizado, para cada um dos parceiros. Assim, para que o modo funcione, o Toca Obra está sempre ali ao lado do lojista dando todo suporte necessário.

Além disso, o podcast falou sobre:

– Importância de ter vários canais de venda integrados

– Como pensar uma estratégia de mídia

– Uso da tecnologia para melhorar o processo de compra

Já conhecia o Toca Obra? O que você mais curtiu? Coloque nos comentários!

Categorias
Uncategorized

Como anunciar no Google Ads?

Se você tem o costume de pesquisar no Google, com certeza, já deve ter reparado que alguns resultados ficam destacados dos demais. Eles são criados no Google Ads por pessoas que desejam promover seus produtos e serviços.

Mas nem todo mundo consegue ter bons resultados, ou seja, consegue vender por meio desses resultados. Isso porque a minoria faz os anúncios de forma curiosa sem ter o mínimo de noção sobre isso.

Para facilitar a vida de todos que desejam começar a anunciar no Google Ads de forma eficiente, criamos esse artigo, onde você aprenderá sobre os formatos de anúncio e o passo a passo para criar campanhas de sucesso.

Mas antes, o que é o Google Ads?

É uma ferramenta dentro do complexo Google Marketing, que serve para anunciar produtos e serviços no site de pesquisa do Google (Rede de Pesquisa). Além disso, nessa ferramenta é possível usar a rede de parceiros (aplicativos e sites de terceiros), formato conhecido como Rede de Display.

Também é possível fazer anúncios de vídeo, por meio do Youtube, e usando fotos via Google Shopping. Portanto, no Google Ads você tem como explorar três recursos diferentes de comunicação, são eles: fotos, vídeos e textos, vai depender de qual tipo de anúncio desejem construir ( Rede de Pesquisa, Rede de Display, Vídeo, Shopping, Discovery, App).

Passo a passo: Como anunciar no Google Ads

1- Crie uma conta no Google Ads

Para ter uma conta no Google Ads, você só precisará ter uma conta no Gmail, abrir o site ads.google.com, ir no botão “Inscreva-se no Google Ads” e por fim clicar no botão “Nova Conta Google Ads”. Pronto, agora, antes de avançar, irá precisar de estruturar suas ideias.

É possível criar campanhas no Google Ads via celular?

Sim, é possível criar campanhas via desktop ou celular, mas o segundo dispositivo te limita um pouco no quesito tipos de campanha e visualização.

Isso porque ao criar uma campanha via aplicativo do Google Ads, ele só te permite escolher dois tipos de campanha, que são a de Rede de Pesquisa (Pesquisar) e a Smart.

Mas há um segundo caminho, para quem deseja criar uma campanha usando o celular, que é o de acessar o Google Ads pelo navegador do aparelho.

Ao fazer isso, conseguirá ter acesso a todos os 6 tipos de campanhas, porém, a ferramenta não é Mobile Friendly, e por conta disso é complicado visualizar as funcionalidades do Google Ads via site pelo celular.

2- Pré campanha: Organize as palavras-chave

Dentro do Google Ads, há uma ferramenta chamada Planejador de palavras-chave. Nela você deve ir na opção ” Descobrir novas palavras-chave”, depois ir em “Começar com palavras-chave” e na primeira linha colocar seu produto/serviço.

Ao fazer isso, a ferramenta te dará várias opções de palavras-chave que poderá usar na sua campanha, para escolher você deverá levar em conta seu orçamento, se não for grande, prefira palavras-chave que não tenham concorrência muito alta. Assim, você conseguirá mapear todas as boas possibilidades para ter resultados mais certeiros com seu anúncio, evitando desperdício de dinheiro.

Você deve ir pegando as palavras-chaves que são importantes para o negócio e colocar tudo em uma planilha. Por fim, deverá, separá-las em grupos por semelhança, fazer variações de ordem e plural com cada uma delas.

Além disso, precisará colocar uma média do custo das palavras-chave. Essa informação deve pegar no próprio Planejador de palavras-chave na coluna de lance.

3- Criando a campanha

Volte para a sua conta Google Ads, vá no botão “Nova Campanha”, escolha a opção “Criar uma campanha sem meta”, para ter mais liberdade de criar do jeito que for melhor para o seu negócio.

Depois virá a escolha do tipo de campanha e qual resultado deseja alcancar com a campanha. Há três opções: visitas ao site, ligações telefônicas e downloads de aplicativos. Por fim, deve colocar o nome da campanha.

Depois disso, você irá para a página de orçamento. Lá você deve colocar orçamento diário médio da sua campanha e definir o lance. Se está iniciando, recomendamos colocar no CPC manual, para isso deve ir no link azul e desmarcar a caixinha que aparece embaixo.

O próximo passo é selecionar apenas a Rede que deseja e desmarcar qualquer outra opção que a ferramenta tenha colocado. Depois defina o local, onde deseja que apareça o anúncio e o idioma, recomendamos o idioma nativo do local e o inglês. Assim, você conseguirá restringir os seus anúncios.

A seguir verá a opção de segmentação de público-alvo. Caso tenha escolhido o tipo Rede de Pesquisa, não deverá colocar nada neste tópico e além disso deve deixar marcado a opção observação. Portanto, para você criar uma campanha é preciso muita organização, só assim não esquecerá de nenhuma informação.

4- Criando Grupo de Anúncios

É nessa etapa que você usará as palavras-chave que colocou na sua planilha. Cada grupo de anúncio é uma coluna que criou lá no seu documento. Nele você deve colocar as palavras-chave com suas correspondências (exata, frase, ampla), nomeá-lo e colocar o lance padrão.

Além disso, vai precisar escrever opções de títulos e descrições explorando os benefícios do produto/serviço.

P.S. Você deve criar vários grupos de anúncios para a sua campanha usando a separação que criou na planilha. Para isso, é só depois de criar o primeiro grupo, ir no nome da campanha no topo, criar grupo de anúncio e pronto. Assim, você conseguirá cobrir o máximo de palavras relevantes para o seu segmento.

Quer saber mais sobre esse assunto? Confira abaixo os outros artigos que produzimos!

Você sabia que é possível anunciar no Google Ads usando o celular para criar as campanhas? Tem dúvidas sobre Google Ads? Só falar com a gente que damos um jeito de ajudar.

Categorias
Uncategorized

Marketing de conteúdo: o que é e principais erros

Você com certeza já ouviu falar sobre marketing de conteúdo, mas você sabe qual é a sua relevância para ter bons resultados no digital? Neste artigo, você vai aprender como construir conteúdos relevantes para o seu segmento, a diferença entre marketing de conteúdo e inbound marketing.

Além disso, vai ver quais são as etapas do marketing de conteúdo e os erros mais comuns cometidos na hora de aplicar essa estratégia.

Ouça o nosso podcast

Esse episódio conta com o patrocínio da Caffeine Army e da Reserva Ink.

O que é marketing de conteúdo?

Para explicar esse conceito, vamos separar em duas partes. A primeira é marketing, que consiste em atividades com um objetivo bem traçado. E isso pode ser conquistar leads, fãs, gerar vendas, etc.

Já a segunda é o conteúdo, que consiste em elementos verbais ou não verbais apresentados em um determinado formato ( blog, site, vídeo, podcast, etc). Assim, marketing de conteúdo é todo conteúdo pensado para orientar, educar, convencer, ajudar a alguém a realizar uma determinada ação.

Marketing de conteúdo x Inbound Marketing

Em 90% dos casos, esses dois conceitos são a mesma coisa, mas há uma pequena diferença entre ambos e o nosso convidado, Rafael Rez, explicou para a gente.

Existem duas escolas, a primeira é a de Cleveland, que a Content Marketing Institute, fundada por Joe Pulizzi, responsável pela criação do termo Content Marketing. Essa escola tem o seu foco no branding e nas grandes marcas ( Coca-Cola, BMW, etc).

Por exemplo: o evento “Tour da Taça da Copa do Mundo com a Coca-Cola” é um evento focado em promover a marca Coca-Cola como uma parceira de momentos felizes, uma marca que gera entretenimento para seus fãs.

A segunda é a Escola de Boston, porque a sua principal representante é a HubSpot, que tem a sede nessa cidade dos EUA. Desse lado, temos o conceito de inbound marketing, ações mais focadas no lado comercial (geração de leads). 

Por exemplo: construir um ebook, oferecer ele de graça, para gerar um banco de emails de pessoas interessadas no seu produto e depois ofertar um produto mais aprofundado. Isso é uma estratégia de inbound marketing.

Etapas/ Técnicas do marketing de conteúdo

A primeira coisa é ter muito claro mente o posicionamento que a marca quer ter, ou seja, como ela quer ser lembrada pelas pessoas. A partir daí, você conseguirá traçar os valores da marca, o tom e a voz da marca. Tudo isso é mais focado no campo estratégico e teórico.

Quando pensamos de forma mais prática, mais operacional, a primeira coisa que precisamos ter em mente é a persona, ou seja, a pessoa com quem você está se comunicando. 

Para entender de maneira aprofundada a sua persona, vai precisar construir o mapa da empatia, que é uma ferramenta, onde deverá colocar informações como o que essa pessoa vê, ouve, fala,sente, suas dores e seus sonhos. Portanto, antes de começar a ver quais conteúdos irá criar, você precisa ter bem claro em mente com quem vai falar.

Depois disso, podemos partir para a etapa de planejamento. É nesse momento que vai ver quais temas são relevantes para sua persona, separar as palavras-chave, estruturar o conteúdo e ver qual é o melhor formato para apresentar. Por fim, depois de produzir textos e imagens deixando tudo organizado, poderá ver o melhor dia e horário para o conteúdo ir ao ar.

Você também pode conferir o vídeo do nosso podcast!

Principais erros no marketing de conteúdo

1- Cultura focada só em mídia paga

Muitas empresas querem tudo para ontem e para ter resultados mais imediatos focam em construir estratégias de mídia paga. Ou seja, pagam ferramentas como Facebook e Google para rodar campanhas que promovam seus produtos/serviços com o objetivo de gerar vendas. 

Por não dar resultado de forma instantânea, o marketing de conteúdo é deixado de lado por muitas empresas. Isso é um erro gravíssimo, pois a médio e longo prazo essa estratégia é a mais rentável para o negócio, pois ao construir um conteúdo bem otimizado, ele renderá um fluxo de pessoas (possíveis clientes) para seu site sem que precise pagar por isso. Assim, o conteúdo bem construído vai te gerar vendas com menor custo de aquisição do que campanhas de mídia paga.

2- Atribuir a conversão ao último clique

É fundamental que ao analisar a conversão no Google Analytics, você observe todo o caminho percorrido pela pessoa até ela comprar, pois isso vai evitar que só valorize o último canal de contato antes da venda.

3- Troca de plataforma sem planejamento

É fundamental se planejar antes de trocar a plataforma do negócio, para que não seja perdido todo o seu tráfego e também o tagueamento das suas ações.

Além disso o podcast falou sobre:

– Jornada de compra e conteúdo

– Conceito de LTV

– Habilidades para construir um bom conteúdo

– Construção de autoridade e liderança

Tem dificuldades em criar conteúdos que engajam? Qual insight você tirou desse episódio? Coloque nos comentários!

Categorias
Uncategorized

Certificados do Google: Valem a pena?

Você sabia que o Google disponibiliza cursos das ferramentas dele? Sabia que é possível tirar certificado? Neste artigo, você vai conhecer alguns Certificados Google e se vale a pena ou não fazer.

Esse conteúdo também está disponível no nosso canal do Youtube, “Certificados Google: Valem a pena?”, você pode assistir apertando o play abaixo. 

Certificados Google: é preciso pagar?

Há muitos treinamentos gratuitos disponíveis na plataforma do Google e, ao fazer eles, você conseguirá ter um bom panorama sobre ferramentas, como o Google Analytics, Google Tag Manager, Google Ads, entre outras. O processo consiste em ler e assistir vídeos disponíveis dos módulos de cada uma das ferramentas e depois realizar provas para comprovar seu conhecimento. 

Ao ter uma boa nota na prova, você conseguirá conquistar um certificado válido de 6 meses a 1 ano e meio, dependendo do curso. Assim, é possível aprender sobre ferramentas Google e, consequentemente, melhorar seu currículo, sem precisar gastar dinheiro, basta você separar um tempo para se dedicar frequentemente ao conteúdo.

Certificados Google: valem a pena?

Claro! Afinal, eles te ajudam a desenvolver hard skills super importantes para trabalhar com marketing digital. Isso porque ao fazer os cursos Google, aprenderá sobre ferramentas, como o Google Analytics e Google Ads, que são fundamentais para o profissional ter uma boa performance no digital. Portanto, quem deseja ter uma boa performance ou se inserir no mercado digital, precisa tirar Certificações Google.

Certificados Google Ads

Na plataforma do Google, há 6 certificações na parte de Google Ads, são eles: Rede de Pesquisa, Rede de Display, Anúncios em Vídeo, Anúncios em Google Shopping, Apps Google Ads e o de Medição de Anúncios. 

Dentro de cada um desses, há exercícios para que você pratique os conteúdos dados no curso, antes de fazer a prova da certificação. Depois de exercitar, você deve partir para a prova, enquanto os conteúdos ainda estão frescos na sua cabeça.

Caso não consiga ter o acerto mínimo de 70%, deverá esperar o prazo estipulado pelo Google (24hrs até 7 dias) para fazer novamente a prova. Portanto, indicamos que estude bem antes de fazer a prova, para ter um bom desempenho já de primeira e não precisar esperar.

Certificados Google Analytics

Os certificados do Google Analytics são separados em níveis de conhecimento: básico, intermediário e avançado. Você deve seguir a ordem para que entenda mais facilmente o que está sendo passado. Com relação ao GA, os vídeos são em inglês, mas possui legendas em inglês e após assisti-los pode partir para os exercícios, acertando um %, conseguirá ter os certificados.

Além disso, temos o G.A.I.Q ( Google Analytics Individual Qualification), que é o certificado principal de proficiência do Google Analytics. Ele consiste em 90 questões que devem ser respondidas em no máximo 90 minutos. Para ter sucesso no GAIQ, é preciso ter um % de acertos de no mínimo 70% e ele é válido por 1 ano e meio.

Certificados Google garantem vaga?

NÃO! Eles ajudam muito, mas não são garantia de nada. Na hora de contratar, as empresas possuem seus próprios métodos para ver se os candidatos estão aptos. Assim sendo, os certificados são ótimos para qualificar currículos. Mas a vaga só será conquistada, se você conseguir provar que consegue aplicar os conhecimentos adquiridos nos cursos.

Não se esqueça de se inscrever no nosso canal “Ecommerce Pro”.

Já fez alguma Certificação Google? Qual? Coloca nos comentários!

Categorias
Uncategorized

5 Passos para construir um bom planejamento

Mudanças, novidades, em um ritmo nunca visto. Esse é o século XXI, a era do digital. Já que tudo muda o tempo todo, será que é possível construir um bom planejamento? Será que essa habilidade é importante? É sobre isso que vamos falar nesse artigo! Vamos te mostrar os 5 passos para ter um planejamento de sucesso.

Apesar de existir pessoas que acreditam que o planejamento não faz sentido, pois tudo muda o tempo todo no digital. Podemos te dizer que essas pessoas nunca estiveram tão enganadas. Se você confunde planejamento com estratégia, estratégia com plano de ação, estamos aqui para te ajudar a ter tudo isso muito claro na sua cabeça.

Ouça o nosso podcast

Esse episódio conta com o patrocínio da Caffeine Army e da Reserva Ink.

O que é Planejamento?

Para o nosso convidado da semana, Rafael Kiso, Fundador e CMO da Mlabs, planejamento é uma disciplina fundamental para que todo mundo seja organizado e tenha total capacidade de orquestrar e colocar todas as estratégias, táticas e ações em um único lugar de maneira que faça sentido para o negócio.

Apesar de ser algo básico, muitas pessoas acabam pulando essa etapa tão importante e já partem direto para a tática, ou seja, para a criação de ações de médio e curto prazo responsáveis por tornar concreto as ideias do nível estratégico. 

O que acontece é que quando não temos um planejamento bem definido, não sabemos ao certo, quais são os objetivos da empresa (estratégico) e aí todas as nossas ações ficam prejudicadas.

É como um barco à deriva, vai chegar em algum momento em algum lugar, mas não se sabe exatamente onde. Assim, o planejamento é a bússola do negócio, que vai levar a empresa aonde ela quer chegar.

5 Passos do Planejamento

1- Diagnóstico

É fundamental que você esteja bem informado sobre o macro ambiente ou seja o local onde está inserido o negócio sobre o qual vai desenvolver o seu planejamento.

Além disso, você precisa estar por dentro do micro ambiente, que é o espaço ocupado pelo negócio no segmento dele. Assim, o macro seriam aspectos mais gerais (notícias sobre cultura, economia, meio ambiente, política) e o micro seriam aspectos mais específicos (notícias sobre o segmento em que o negócio atua).

Também entra no diagnóstico a análise do ambiente interno da empresa. Aqui, você vai levantar os pontos fracos e fortes que o negócio tem com relação ao mercado.

Isso é fundamental para o crescimento da empresa, pois só conhecendo ela a fundo para saber podemos fazer, explorando o seu melhor nas ações, enquanto busca melhorar o que é fraco. Portanto, o primeiro passo do planejamento consiste em aplicar uma Matriz S.W.O.T (FOFA), levantando informações sobre o ambiente interno e externo do negócio.

2- Revalidação dos objetivos

Agora, que já fizemos a Análise S.W.O.T, ou seja, levantamos os pontos fortes e fracos do negócio, podemos cruzar essas informações com os objetivos iniciais da empresa. Nesse momento, devemos ver o que faz ou não sentido para o momento da empresa e partir para o step da revalidação.

Por exemplo: Muitas empresas, quando perguntadas sobre seus objetivos, respondem vender. E depois do diagnóstico conseguem enxergar o que é preciso ser feito, os objetivos secundários para que consigam alcançar o objetivo principal que é vender.

Isso pode ser, para um ecommerce, o desenvolvimento de um aplicativo, por exemplo, para estarem mais próximos dos seus consumidores e ter um canal mais direto de vendas.

Além de verificar se o nosso objetivo faz sentido, é nesse passo que usamos as informações do diagnóstico para criar outros objetivos que façam mais sentido para o momento do negócio e do mercado. Portanto, a revalidação de objetivos consiste em ações que ajudam a corrigir a rota do negócio.

Uma ação possível para esse passo é um Workshop de Cocriação com os consumidores e os stakeholders. Nela as pessoas vão fornecer ideias que podem potencializar os pontos fortes ou ajudar a melhorar os fracos. Assim, devemos usar esse step também como um brainstorming que forneça vários caminhos para o negócio chegar onde ele quer.

3- Estratégia

A estratégia tem como base três pilares: conteúdo, projetos web e mídia. O conteúdo é o primeiro, porque ele está presente em tudo, site, blog, redes sociais, página de vendas, descrição de produto, vídeos, entre outros canais.

Ele precisa passar por filtros para que só restem ideias que tenham a ver com os objetivos do negócio. Portanto, na hora de criar um conteúdo é fundamental ter em mente se ele está encaixado com o objetivo da empresa, para não perder o tempo com uma ação que não vai levar a lugar nenhum.

O segundo pilar, que é o de  projetos web, inclui aplicativos, games, sites, blog, tudo que envolve intranet e extranet. Aqui entra não só conteúdo, mas também a parte mais estrutural e técnica.

Por fim, o terceiro pilar é o de mídia e quando falamos de mídia devemos levar em consideração os três tipos: paga, própria e ganha. O primeiro tipo é voltado para a criação de campanhas de anúncios para aparecermos em destaque (Google Ads, Facebook Ads).

Já o segundo consiste nos canais próprios da empresa, onde ela construiu sua audiência, por meio de oferta de conteúdo de valor (Blog, Telegram, Podcast).

Por fim, a mídia ganha que é quando as outras pessoas falam de você nos canais delas. Isso pode ocorrer de forma orgânica (fãs da marca) ou paga (influenciadores digitais). Com todos esses pilares bem pontuados e alinhados com os objetivos do negócio é possível passar para o próximo passo que é o da tática.

4- Tática

É nesse passo que você levantará informações para entender que é de fato o seu público alvo, para isso deverá criar suas personas e traçar o mapa da empatia de cada uma delas.

Com isso, ficará mais fácil criar segmentações na hora de criar os anúncios nas mídias pagas (Facebook e Google Ads) e também conseguirá entender qual é o potencial de fato do negócio, pois as ferramentas vão te mostrar o tamanho do público que poderá alcançar.

Depois de saber quem são as pessoas do seu público, criar as segmentações, saber o tamanho do público em potencial, aí sim, pode pensar no orçamento.

Primeiramente, devemos ver quanto vai custar para alcançar 100%, se não for possível, vai precisar ajustar até chegar em um valor que caiba no orçamento da empresa. Assim, você não terá as finanças prejudicadas e ainda alcançará uma boa parte do seu público potencial.

Além de conhecer melhor o público e definir o orçamento, é aqui que entra também o levantamento de quais influenciadores relevantes para o produto/serviço do negócio e dos recursos disponíveis para executar os projetos. 

Também é no nível tático que definimos em quais mídias vamos estar presentes, o que colocaremos em cada uma delas e em qual frequência. Portanto, o passo tático é onde definimos o que podemos fazer, enquanto no estratégico colocamos o que desejamos fazer.

5- Controle

O nosso convidado usa nesse passo a metodologia Balanced Scorecard, que possui quatro dimensões. São elas Processos Internos; Aprendizado e Crescimento; Clientes; Financeiro. Esses quatro pilares devem estar se relacionando de maneira equilibrada e dentro deles estão os objetivos, indicadores/metas e iniciativas. 

A primeira dimensão é o de processo, que consiste em verificar se o ambiente interno está bem estruturado e isso significa ver se já tem os recursos necessários para desempenhar os projetos, seja humano ou material. Além disso, é preciso verificar se esses recursos estão bem alinhados entre si. 

Por exemplo: É preciso ter uma ferramenta de agendamento de posts, você coloca no planejamento a contratação da Mlabs e a empresa adquire. Agora, com a ferramenta disponível é preciso ver se os colaboradores sabem mexer, caso não, precisará pensar em um treinamento, para que recursos humanos e materiais sejam em perfeita sintonia.

A segunda dimensão é o Aprendizado/Crescimento. Aqui é o momento de realizar testes e experiências. Não devemos colocar todo nosso esforço para fazer uma ideia acontecer, primeiramente, devemos criar MVP (Mínimo Produto Viável) dos projetos e testá-los.

Se der certo, aí sim escalamos, caso contrário, descartamos. Portanto, nessa dimensão conseguimos ver se as nossas ideias são viáveis ou não para o momento do negócio. Por meio dos testes e com esse aprendizado(conhecimento) veremos o que podemos usar para crescer o negócio.

Com o conhecimento adquirido na segunda dimensão, você conseguirá escalar o negócio, alcançando os clientes da melhor forma possível sem perder o controle financeiro.

“O planejamento geralmente falha pela falta de controle, pela falta de reeorganizar, re-validar as hipóteses, testar, reaprender, corrigir rotas.” – Rafael Kiso.

Métricas no planejamento

Devemos definir as métricas e os indicadores-chave na parte da tática do planejamento e analisar mais a fundo na etapa de controle. Esses dados ajudam o profissional a ver se as suas ações estão dando certo ou não, para que ele possa corrigir a rota sempre que preciso.

Já os indicadores-chave são combinações das principais métricas que são importantes para alcançar o objetivo desejado. Portanto, o acompanhamento desses dados vai ajudar a atingir o sucesso no mercado.

Ps. Cada etapa da Jornada de Compra tem suas métricas e Kpis próprios.

Você também pode conferir o vídeo do nosso podcast!

Dicas de Ferramentas

Agora, que você sabe como construir um bom planejamento, pode partir para as ferramentas, nosso convidado deixou como dica a Airtable, que é um banco de dados, onde há vários templates prontos para você construir suas planilhas de maneira inteligente.

Além dessa, você pode buscar no Google por “Ferramentas de Ideação”, que servem para auxiliar a escolher a ideia com maior viabilidade de implementação.

Com essas ferramentas, você conseguirá atribuir notas para cada uma das ideias, seguindo os quesitos de Prazo de Implantação, Investimento e Potencial de Retorno. Assim, você conseguirá ver qual é a ideia que tem maior potencial para o momento da empresa.

Além disso o podcast falou sobre:

–  Conceito de Stage Gate e inovação

– 4 P’s do marketing

– Principais erros cometidos na hora de planejar

– Cultura de Growth

Categorias
Uncategorized

Qual é o futuro do profissional de marketing?

O mundo do digital é super dinâmico e para acompanhar essa evolução o profissional de marketing precisa estar o tempo todo se reinventando. Tecnologias, redes sociais, aparecem do nada e ficam velhas em pouco tempo. 

No meio de tantas mudanças, você deve estar se perguntando, E qual será o futuro do profissional de marketing?”.

Ser profissional de marketing nos anos 90 é totalmente diferente de hoje. Estamos em uma era, onde a tecnologia aproxima muito mais as empresas das pessoas. Além disso, ela fornece dados bem mais precisos fundamentais para criarmos uma comunicação mais assertiva.

Neste artigo, vamos falar sobre o futuro do profissional de marketing no digital, mais especificamente, na área de ecommerce. Essa é uma área, hoje, com mais vagas abertas do que profissionais qualificados. Se tiver interesse em entrar para essa área, conheça a nossa Formação de Analista de Ecommerce.

Esse conteúdo está disponível também no nosso canal do Youtube “Qual é o futuro do profissional de marketing?” ou no play abaixo.

1- Relacionamento com tecnologia

No marketing, mais especificamente, no digital, não há espaço para quem não curte tecnologia. Mais do que isso, não há espaço para quem não entende sobre tecnologia. Aí, você pode estar se perguntando, “Preciso entender de programação?”, sim, mas só o básico.

Por exemplo: você precisa saber o que é HTML, URL, header, body, footer, redirect, certificado de segurança e servidor. Mas tudo isso de forma bem básica, pois isso vai te ajudar na parte mais técnica do seu trabalho.

Isso porque ao saber esses conceitos, você conseguirá, por exemplo, dar orientações para o programador instalar tags de ferramentas, como o Google Analytics e o Google Tag Manager, para conseguir monitorar suas ações.

2- Relacionamento com a matemática

Também não existe espaço para o discurso, ” Sou de humanas”. Isso porque para trabalhar com marketing vai ser cada vez mais necessário saber interpretar os números e transformar eles em decisões.

Há inclusive um profissional de marketing chamado matemarketing ou martech, que é a fusão do marketing com a matemática, e ele está presente em várias empresas. Portanto, se você quer ou já trabalha com marketing, tenha em mente que é uma área que une humanas com exatas o tempo todo, especialmente, no digital.

O desconhecimento da matemática básica te deixará nas mãos das ferramentas e das outras pessoas, pois você não saberá como conferir taxas como a de conversão. Isso vai fazer de você um profissional dependente e terá seu trabalho 100% comprometido.

Assim, se quer trabalhar com marketing digital, vai precisar entender como calcular as métricas para saber se as ferramentas ou as outras pessoas estão entregando o dado correto. Porque tão ruim quanto se basear em achismos é se basear em dados errados.

Habilidades do profissional de marketing

1- Análise de dados

Não basta usar a criatividade para criar as ações, é preciso usar essa habilidade para criar boas soluções. Isso só é possível sabendo como fazer uma boa análise de dados. Portanto, o profissional de marketing vai precisar passear entre o estratégico e o tático sempre tendo ao seu lado os dados e analisando-os a cada passo para ser certeiro em suas ações.

Um bom profissional de marketing é aquele que não só analisa os dados, mas os transforma em execução. Sem nós, os dados são só um amontoado de números. Para nada serve essa avalanche de informações se não as usamos para evoluir o negócio.

Assim se quer ter uma bom desempenho como profissional de marketing vai precisar saber contextualizar os dados e usá-los para tomar decisões que farão a empresa crescer.

2- Automação

A tecnologia aplicada ao marketing nos permite automatizar processos que pegariam um bom tempo do nosso dia. Há diversas ferramentas que podem nos ajudar com automações, por exemplo, a Zapier (estrangeira) e a Pluga (brasileira). Elas te ajudam a conectar ferramentas distintas e conseguimos otimizar processos. Assim, usando essas ferramentas, você conseguirá ter mais tempo para focar nas estratégias.

Por exemplo, no nosso caso, podemos criar formulários, que depois de preenchidos gerem de forma automática os certificados para os nossos alunos. Assim não precisamos mais nos preocupar de ficar verificando o tempo todo se tem ou não solicitações de certificados.

Isso porque uma vez criada a automação, estamos livres para outras demandas mais estratégicas.

3- Personalização

Quando falamos de personalização, falamos de criar testes a/b, e-mail marketing, site, entre outros meios de interação, que falem a língua do nosso público. Para ecommerce, temos plataformas que permitem criar vitrines diferentes para a região de onde o usuário está acessando.

Por exemplo, podemos criar uma vitrine com os casacos para aparecer só para regiões que estiver frio e excluir pessoas que estão em lugares onde está fazendo calor.

Não se esqueça de se inscrever no nosso canal “Ecommerce Pro”.

Tem alguma dúvida sobre esse tema ? Coloca nos comentários!