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Quais são as tendências para o ecommerce em 2022?

Chegamos no último mês do ano e já podemos enxergar 2022 no fim do túnel. Para te preparar para o próximo ano, trouxemos as maiores tendências do ecommerce para 2022.

Luzes, PC e ação! Prepare-se para brilhar como um dos maiores profissionais de ecommerce do Brasil. Você só precisará ler esse artigo e ficar por dentro das novidades.

Tendências do Ecommerce 2022

1-  Aumento da frequência de compras

Segundo a pesquisa da Bornlogic com a Opinion Box, a frequência de compras online aumentou 71% no último ano, dado que deve crescer ainda mais em 2022, pois 49% dos entrevistados disseram que devem comprar ainda mais pela internet no ano que vem.

Se você quer entrar para o mundo do ecommerce, recomendamos que diversifique o seu conhecimento em diferentes canais de venda. Isso porque a pesquisa mostra que há uma boa divisão na preferência das pessoas, quando o assunto é lugar onde geralmente compram online. 

74% Compram em sites e lojas virtuais

72% Compram em marketplaces

62% Compram em aplicativos da loja 

54% Compram em aplicativos terceiros (iFood, Rappi, Uber Eats, etc.)

Esses dados mostram que as pessoas têm o costume de diversificar os canais de compra, elas estão no controle e você só conseguirá conquistá-las se estiver presente onde ela estiver de forma agradável.

2- Vendedor digital

O processo de compra online é mais independente, mas às vezes é bom ter uma ajuda. Isso fica claro na pesquisa da Bornlogic com a Opinion Box, pois ela mostra que 62% das pessoas realizaram consultas com vendedores via mídia digital para tirar dúvidas.

Além disso, 78% dos entrevistados acreditam que o vendedor ajuda na hora de escolher o produto online. Assim, fica claro a importância de ter uma pessoa dando suporte na venda é fundamental para trazer uma boa experiência, seja offline ou online.

P.S. Para ser um bom vendedor digital é preciso ter um bom conhecimento de ferramentas de comunicação, como o WhatsApp Business, para conseguir atender as pessoas de forma agradável.

3- Diversificação das categorias

Categorias, como eletrônicos, telefonia, eletrodomésticos, vão seguir liderando no ecommerce, mas outros produtos vão ganhar força, como é o caso de Alimentos/Bebidas.

Essa categoria que tinha pouca representatividade, antes da pandemia, já representa 38% das intenções de compra dos consumidores brasileiros, segundo a pesquisa da Bornlogic com a Opinion Box. 

Hoje, alimentos/bebidas está no top 10 categorias, que as pessoas costumam comprar online. Ela fica atrás de eletrônicos, celulares, eletrodomésticos, moda, beleza, informática, casa/decoração e livros. 

Para entender melhor essa expansão desse segmento, recomendamos o episódio Americanas Mercado do nosso podcast.

4- Realidade Virtual e Aumentada

A tecnologia é uma das principais aliadas do ecommerce na hora de quebrar objeções. Isso porque por meio dela a marca consegue ter recursos que deem ao público a sensação de estarem em contato direto com o produto/serviço.

Muito em breve, fotos estáticas e vídeos de pessoas usando o produto/serviço não vão bastar, pois não trará a experiência necessária para as pessoas se sentirem convencidas a comprar.

Hoje, apenas 9% das pessoas entrevistadas usam os recursos de experimentar digitalmente o produto e dentro desse grupo 82% disseram que gostaram bastante.

O número de pessoas ainda é baixo, pois há um desconhecimento sobre os recursos e isso pode ser resolvido com uma boa comunicação por parte da empresa.

Da mesma forma que dois anos atrás as pessoas não se imaginavam fazendo compras de mercado online e hoje aceitam super bem a ideia, no futuro próximo, recursos como realidade virtual e aumentada vão fazer parte da rotina das pessoas e não conseguiram mais comprar sem isso.

5-  Meios de pagamentos digitais

Quem nunca ouviu um, “Faz um Pix”, que atire a primeira pedra. Na pesquisa da Bornlogic com a Opinion Box, 86% dos entrevistados disseram que já usaram o Pix e têm o costume de utilizá-lo no dia a dia, o que mostra a relevância desse meio de pagamento para quem deseja vender seja no físico ou no digital.

Ainda segundo a pesquisa, 71% dos entrevistados utilizam o smartphone para fazer compras online e ter esses meios de pagamento, como o Pix, facilita o processo de compra.

Além do Pix, há também as carteiras digitais (63% dos entrevistados já utilizaram) e QR Code (54%), ambos são meios que tem o match perfeito com o smartphone, que tem sido cada vez mais usado pelas pessoas na hora de comprar produtos ou serviços.

Além disso, outros meios de pagamento digitais que aparecem na pesquisa são: reconhecimento facial (14% já utilizam) e WhatsApp Pay (12% já utilizam). Há grandes chances do meio do WhatsApp crescer, pois tudo que vai até onde as pessoas já estão tem a tendência de ser bem aceito, já que facilita a vida.

6-  Redes Sociais

Sim! As redes sociais seguem sendo uma das tendências do mercado de ecommerce. Isso porque elas seguem crescendo, inovando e oferecendo recursos para as empresas evoluírem. A pesquisa da Bornlogic com a Opinion Box mostra que 26% das pessoas usam redes sociais, como o Instagram e Facebook para fazer compras.

Além disso, 65% têm o hábito de pesquisar por produtos nas redes sociais, quando estão pensando em compras. Para aproveitar esse público, as empresas devem criar anúncios dentro dessas mídias.

Outro dado da pesquisa diz que 69% dos entrevistados já compraram produtos depois de ver as propagandas. Portanto, as redes sociais são excelentes ferramentas para as estratégias de marketing/vendas. Elas podem ser exploradas de forma paga, mas também de forma orgânica.

Os dados desse artigo foram retirados da pesquisa “Market Review” da Bornlogic com a Opinion Box, confira o estudo completo.

Você já conhecia todas essas tendências do ecommerce para 2022?Coloca nos comentários!

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Toca obra: como fazer a diferença com marketplace

É possível se diferenciar na área de marketplace? CLARO! E é sobre isso que vamos falar neste artigo. Invadimos os bastidores da marca Toca Obra, o maior marketplace de construção do Brasil, para ver como funciona a operação do ecommerce. 

Quem nos contou tudo foi a Paula Cogo, responsável pela área de marketplace e de marketing Digital na Saint-Gobain Brasil, que é o grupo da Toca Obra. Bora colocar a mão na massa!

Ouça o nosso podcast! Não esqueça de nos seguir na sua plataforma favorita!

Esse episódio conta com o patrocínio da Caffeine Army e da Reserva Ink.

Você também pode ouvir no play abaixo!

Conhecendo o Toca Obra

O Toca Obra é um marketplace de construção civil que reúne lojistas do ramo de todo Brasil. Ele tem como objetivo facilitar a comunicação entre quem está fazendo a obra e o lojista de construção.

Além disso, o Toca Obra faz parte do Grupo Saint-Gobain, uma multinacional francesa, que é uma das maiores companhias no ramo da construção e hoje tem mais de 250 lojistas ativos.

A plataforma funciona da seguinte forma: a pessoa escolhe os produtos, compara os preços dos lojistas parceiros, escolhe a forma de pagamento, finaliza o pedido e aí pode escolher se quer receber em casa ou retirar na loja.

Uma das dores do mercado que a plataforma Toca Obra sana é o cadastro de produtos, o lojista só precisa informar o que ele quer vender, o estoque e o preço. Toda a parte de usabilidade fica por conta do marketplace. Assim, o lojista mais tradicional consegue ir aos poucos se digitalizando e começa a perder o medo da tecnologia.

Além disso, o Toca Obra sana a questão do conhecimento. Ele  fornece treinamentos, que ajudam a diminuir as dúvidas dos seus parceiros e faz com eles consigam evoluir seus negócios no digital de forma mais independente.

Uma outra possibilidade dentro do marketplace, Toca Obra, é a criação de uma loja própria por parte dos lojistas. A convidada conta que cada um usa de uma maneira, há quem use a loja como um catálogo virtual ou quem usa como uma opção para o cliente ter melhores condições de pagamento.

Você sabia? 

70% das vendas de material de construção acontecem em pequenos e médios varejos do Brasil, número referente a lojas físicas. Mas no digital se trata de digital, a atuação deles representa apenas 10%.

Com base nesses números que o Toca Obra foi criado com a missão de trazer pequenos e médios lojistas para o digital. Assim, o Toca Obra, bem como outras marcas, surgiram de uma oportunidade do mercado.

O que aprendemos no podcast

1- Importância das métricas

A Paula Cogo, nossa convidada, falou sobre a importância de estar sempre cuidando dos dados, por meio do acompanhamento das métricas. Ela cita como exemplo a relação do tempo de carregamento do site com a taxa de conversão.

No caso, ela falou que se o tempo de carregamento reduzir 0,1 segundos, isso pode representar um aumento de 8% na taxa de conversão para o marketplace Toca Obra. Portanto, é fundamental estar sempre de olho nas métricas, relacioná-las e pensar em formas de melhorá-las para ter melhores resultados.

2- Desafios logísticos

No caso do Toca Obra, os produtos vão desde parafusos até telhas de 6M. Essa variação de tamanho/peso dificulta a logística. Para resolver esse problema e fazer com que isso não prejudique a experiência do cliente, a solução que eles encontraram foi ter mais modos de entrega.

Hoje, eles possuem parcerias com os Correios, para levar produtos mais pequenos, e também com transportadoras regionais, para itens mais robustos.

Além disso, há a possibilidade do lojista cadastrar frotas próprias. Nesse modo é possível que os lojistas parceiros limitem a área de atuação para a entrega. Também dá para eles colocarem os preços do frete da maneira que acharem melhor.

Por fim, há a possibilidade de retirar em loja. Mas para que isso funcione foi preciso que o Toca Obra criasse treinamentos para os lojistas parceiros para que eles estivessem preparados para receber as pessoas da melhor forma possível.

3- Desafios para implementar o retirar em loja

Comprar no ecommerce e pegar na loja física é algo que cada vez mais as pessoas estão fazendo. Mas essa opção não é nada comum quando se trata de um marketplace. O Toca Obra não tem nenhum produto, os estoques são dos lojistas parceiros. 

Para que esse modo de retirada em loja funcione é preciso preparar os lojistas. O Toca Obra dá essa orientação, tanto de conhecimento, quanto de material personalizado, para cada um dos parceiros. Assim, para que o modo funcione, o Toca Obra está sempre ali ao lado do lojista dando todo suporte necessário.

Além disso, o podcast falou sobre:

– Importância de ter vários canais de venda integrados

– Como pensar uma estratégia de mídia

– Uso da tecnologia para melhorar o processo de compra

Já conhecia o Toca Obra? O que você mais curtiu? Coloque nos comentários!

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Como anunciar no Google Ads?

Se você tem o costume de pesquisar no Google, com certeza, já deve ter reparado que alguns resultados ficam destacados dos demais. Eles são criados no Google Ads por pessoas que desejam promover seus produtos e serviços.

Mas nem todo mundo consegue ter bons resultados, ou seja, consegue vender por meio desses resultados. Isso porque a minoria faz os anúncios de forma curiosa sem ter o mínimo de noção sobre isso.

Para facilitar a vida de todos que desejam começar a anunciar no Google Ads de forma eficiente, criamos esse artigo, onde você aprenderá sobre os formatos de anúncio e o passo a passo para criar campanhas de sucesso.

Mas antes, o que é o Google Ads?

É uma ferramenta dentro do complexo Google Marketing, que serve para anunciar produtos e serviços no site de pesquisa do Google (Rede de Pesquisa). Além disso, nessa ferramenta é possível usar a rede de parceiros (aplicativos e sites de terceiros), formato conhecido como Rede de Display.

Também é possível fazer anúncios de vídeo, por meio do Youtube, e usando fotos via Google Shopping. Portanto, no Google Ads você tem como explorar três recursos diferentes de comunicação, são eles: fotos, vídeos e textos, vai depender de qual tipo de anúncio desejem construir ( Rede de Pesquisa, Rede de Display, Vídeo, Shopping, Discovery, App).

Passo a passo: Como anunciar no Google Ads

1- Crie uma conta no Google Ads

Para ter uma conta no Google Ads, você só precisará ter uma conta no Gmail, abrir o site ads.google.com, ir no botão “Inscreva-se no Google Ads” e por fim clicar no botão “Nova Conta Google Ads”. Pronto, agora, antes de avançar, irá precisar de estruturar suas ideias.

É possível criar campanhas no Google Ads via celular?

Sim, é possível criar campanhas via desktop ou celular, mas o segundo dispositivo te limita um pouco no quesito tipos de campanha e visualização.

Isso porque ao criar uma campanha via aplicativo do Google Ads, ele só te permite escolher dois tipos de campanha, que são a de Rede de Pesquisa (Pesquisar) e a Smart.

Mas há um segundo caminho, para quem deseja criar uma campanha usando o celular, que é o de acessar o Google Ads pelo navegador do aparelho.

Ao fazer isso, conseguirá ter acesso a todos os 6 tipos de campanhas, porém, a ferramenta não é Mobile Friendly, e por conta disso é complicado visualizar as funcionalidades do Google Ads via site pelo celular.

2- Pré campanha: Organize as palavras-chave

Dentro do Google Ads, há uma ferramenta chamada Planejador de palavras-chave. Nela você deve ir na opção ” Descobrir novas palavras-chave”, depois ir em “Começar com palavras-chave” e na primeira linha colocar seu produto/serviço.

Ao fazer isso, a ferramenta te dará várias opções de palavras-chave que poderá usar na sua campanha, para escolher você deverá levar em conta seu orçamento, se não for grande, prefira palavras-chave que não tenham concorrência muito alta. Assim, você conseguirá mapear todas as boas possibilidades para ter resultados mais certeiros com seu anúncio, evitando desperdício de dinheiro.

Você deve ir pegando as palavras-chaves que são importantes para o negócio e colocar tudo em uma planilha. Por fim, deverá, separá-las em grupos por semelhança, fazer variações de ordem e plural com cada uma delas.

Além disso, precisará colocar uma média do custo das palavras-chave. Essa informação deve pegar no próprio Planejador de palavras-chave na coluna de lance.

3- Criando a campanha

Volte para a sua conta Google Ads, vá no botão “Nova Campanha”, escolha a opção “Criar uma campanha sem meta”, para ter mais liberdade de criar do jeito que for melhor para o seu negócio.

Depois virá a escolha do tipo de campanha e qual resultado deseja alcancar com a campanha. Há três opções: visitas ao site, ligações telefônicas e downloads de aplicativos. Por fim, deve colocar o nome da campanha.

Depois disso, você irá para a página de orçamento. Lá você deve colocar orçamento diário médio da sua campanha e definir o lance. Se está iniciando, recomendamos colocar no CPC manual, para isso deve ir no link azul e desmarcar a caixinha que aparece embaixo.

O próximo passo é selecionar apenas a Rede que deseja e desmarcar qualquer outra opção que a ferramenta tenha colocado. Depois defina o local, onde deseja que apareça o anúncio e o idioma, recomendamos o idioma nativo do local e o inglês. Assim, você conseguirá restringir os seus anúncios.

A seguir verá a opção de segmentação de público-alvo. Caso tenha escolhido o tipo Rede de Pesquisa, não deverá colocar nada neste tópico e além disso deve deixar marcado a opção observação. Portanto, para você criar uma campanha é preciso muita organização, só assim não esquecerá de nenhuma informação.

4- Criando Grupo de Anúncios

É nessa etapa que você usará as palavras-chave que colocou na sua planilha. Cada grupo de anúncio é uma coluna que criou lá no seu documento. Nele você deve colocar as palavras-chave com suas correspondências (exata, frase, ampla), nomeá-lo e colocar o lance padrão.

Além disso, vai precisar escrever opções de títulos e descrições explorando os benefícios do produto/serviço.

P.S. Você deve criar vários grupos de anúncios para a sua campanha usando a separação que criou na planilha. Para isso, é só depois de criar o primeiro grupo, ir no nome da campanha no topo, criar grupo de anúncio e pronto. Assim, você conseguirá cobrir o máximo de palavras relevantes para o seu segmento.

Quer saber mais sobre esse assunto? Confira abaixo os outros artigos que produzimos!

Você sabia que é possível anunciar no Google Ads usando o celular para criar as campanhas? Tem dúvidas sobre Google Ads? Só falar com a gente que damos um jeito de ajudar.

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Marketing de conteúdo: o que é e principais erros

Você com certeza já ouviu falar sobre marketing de conteúdo, mas você sabe qual é a sua relevância para ter bons resultados no digital? Neste artigo, você vai aprender como construir conteúdos relevantes para o seu segmento, a diferença entre marketing de conteúdo e inbound marketing.

Além disso, vai ver quais são as etapas do marketing de conteúdo e os erros mais comuns cometidos na hora de aplicar essa estratégia.

Ouça o nosso podcast

Esse episódio conta com o patrocínio da Caffeine Army e da Reserva Ink.

O que é marketing de conteúdo?

Para explicar esse conceito, vamos separar em duas partes. A primeira é marketing, que consiste em atividades com um objetivo bem traçado. E isso pode ser conquistar leads, fãs, gerar vendas, etc.

Já a segunda é o conteúdo, que consiste em elementos verbais ou não verbais apresentados em um determinado formato ( blog, site, vídeo, podcast, etc). Assim, marketing de conteúdo é todo conteúdo pensado para orientar, educar, convencer, ajudar a alguém a realizar uma determinada ação.

Marketing de conteúdo x Inbound Marketing

Em 90% dos casos, esses dois conceitos são a mesma coisa, mas há uma pequena diferença entre ambos e o nosso convidado, Rafael Rez, explicou para a gente.

Existem duas escolas, a primeira é a de Cleveland, que a Content Marketing Institute, fundada por Joe Pulizzi, responsável pela criação do termo Content Marketing. Essa escola tem o seu foco no branding e nas grandes marcas ( Coca-Cola, BMW, etc).

Por exemplo: o evento “Tour da Taça da Copa do Mundo com a Coca-Cola” é um evento focado em promover a marca Coca-Cola como uma parceira de momentos felizes, uma marca que gera entretenimento para seus fãs.

A segunda é a Escola de Boston, porque a sua principal representante é a HubSpot, que tem a sede nessa cidade dos EUA. Desse lado, temos o conceito de inbound marketing, ações mais focadas no lado comercial (geração de leads). 

Por exemplo: construir um ebook, oferecer ele de graça, para gerar um banco de emails de pessoas interessadas no seu produto e depois ofertar um produto mais aprofundado. Isso é uma estratégia de inbound marketing.

Etapas/ Técnicas do marketing de conteúdo

A primeira coisa é ter muito claro mente o posicionamento que a marca quer ter, ou seja, como ela quer ser lembrada pelas pessoas. A partir daí, você conseguirá traçar os valores da marca, o tom e a voz da marca. Tudo isso é mais focado no campo estratégico e teórico.

Quando pensamos de forma mais prática, mais operacional, a primeira coisa que precisamos ter em mente é a persona, ou seja, a pessoa com quem você está se comunicando. 

Para entender de maneira aprofundada a sua persona, vai precisar construir o mapa da empatia, que é uma ferramenta, onde deverá colocar informações como o que essa pessoa vê, ouve, fala,sente, suas dores e seus sonhos. Portanto, antes de começar a ver quais conteúdos irá criar, você precisa ter bem claro em mente com quem vai falar.

Depois disso, podemos partir para a etapa de planejamento. É nesse momento que vai ver quais temas são relevantes para sua persona, separar as palavras-chave, estruturar o conteúdo e ver qual é o melhor formato para apresentar. Por fim, depois de produzir textos e imagens deixando tudo organizado, poderá ver o melhor dia e horário para o conteúdo ir ao ar.

Principais erros no marketing de conteúdo

1- Cultura focada só em mídia paga

Muitas empresas querem tudo para ontem e para ter resultados mais imediatos focam em construir estratégias de mídia paga. Ou seja, pagam ferramentas como Facebook e Google para rodar campanhas que promovam seus produtos/serviços com o objetivo de gerar vendas. 

Por não dar resultado de forma instantânea, o marketing de conteúdo é deixado de lado por muitas empresas. Isso é um erro gravíssimo, pois a médio e longo prazo essa estratégia é a mais rentável para o negócio, pois ao construir um conteúdo bem otimizado, ele renderá um fluxo de pessoas (possíveis clientes) para seu site sem que precise pagar por isso. Assim, o conteúdo bem construído vai te gerar vendas com menor custo de aquisição do que campanhas de mídia paga.

2- Atribuir a conversão ao último clique

É fundamental que ao analisar a conversão no Google Analytics, você observe todo o caminho percorrido pela pessoa até ela comprar, pois isso vai evitar que só valorize o último canal de contato antes da venda.

3- Troca de plataforma sem planejamento

É fundamental se planejar antes de trocar a plataforma do negócio, para que não seja perdido todo o seu tráfego e também o tagueamento das suas ações.

Além disso o podcast falou sobre:

– Jornada de compra e conteúdo

– Conceito de LTV

– Habilidades para construir um bom conteúdo

– Construção de autoridade e liderança

Tem dificuldades em criar conteúdos que engajam? Qual insight você tirou desse episódio? Coloque nos comentários!

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Certificados do Google: Valem a pena?

Você sabia que o Google disponibiliza cursos das ferramentas dele? Sabia que é possível tirar certificado? Neste artigo, você vai conhecer alguns Certificados Google e se vale a pena ou não fazer.

Esse conteúdo também está disponível no nosso canal do Youtube, “Certificados Google: Valem a pena?”, você pode assistir apertando o play abaixo. 

Certificados Google: é preciso pagar?

Há muitos treinamentos gratuitos disponíveis na plataforma do Google e, ao fazer eles, você conseguirá ter um bom panorama sobre ferramentas, como o Google Analytics, Google Tag Manager, Google Ads, entre outras. O processo consiste em ler e assistir vídeos disponíveis dos módulos de cada uma das ferramentas e depois realizar provas para comprovar seu conhecimento. 

Ao ter uma boa nota na prova, você conseguirá conquistar um certificado válido de 6 meses a 1 ano e meio, dependendo do curso. Assim, é possível aprender sobre ferramentas Google e, consequentemente, melhorar seu currículo, sem precisar gastar dinheiro, basta você separar um tempo para se dedicar frequentemente ao conteúdo.

Certificados Google: valem a pena?

Claro! Afinal, eles te ajudam a desenvolver hard skills super importantes para trabalhar com marketing digital. Isso porque ao fazer os cursos Google, aprenderá sobre ferramentas, como o Google Analytics e Google Ads, que são fundamentais para o profissional ter uma boa performance no digital. Portanto, quem deseja ter uma boa performance ou se inserir no mercado digital, precisa tirar Certificações Google.

Certificados Google Ads

Na plataforma do Google, há 6 certificações na parte de Google Ads, são eles: Rede de Pesquisa, Rede de Display, Anúncios em Vídeo, Anúncios em Google Shopping, Apps Google Ads e o de Medição de Anúncios. 

Dentro de cada um desses, há exercícios para que você pratique os conteúdos dados no curso, antes de fazer a prova da certificação. Depois de exercitar, você deve partir para a prova, enquanto os conteúdos ainda estão frescos na sua cabeça.

Caso não consiga ter o acerto mínimo de 70%, deverá esperar o prazo estipulado pelo Google (24hrs até 7 dias) para fazer novamente a prova. Portanto, indicamos que estude bem antes de fazer a prova, para ter um bom desempenho já de primeira e não precisar esperar.

Certificados Google Analytics

Os certificados do Google Analytics são separados em níveis de conhecimento: básico, intermediário e avançado. Você deve seguir a ordem para que entenda mais facilmente o que está sendo passado. Com relação ao GA, os vídeos são em inglês, mas possui legendas em inglês e após assisti-los pode partir para os exercícios, acertando um %, conseguirá ter os certificados.

Além disso, temos o G.A.I.Q ( Google Analytics Individual Qualification), que é o certificado principal de proficiência do Google Analytics. Ele consiste em 90 questões que devem ser respondidas em no máximo 90 minutos. Para ter sucesso no GAIQ, é preciso ter um % de acertos de no mínimo 70% e ele é válido por 1 ano e meio.

Certificados Google garantem vaga?

NÃO! Eles ajudam muito, mas não são garantia de nada. Na hora de contratar, as empresas possuem seus próprios métodos para ver se os candidatos estão aptos. Assim sendo, os certificados são ótimos para qualificar currículos. Mas a vaga só será conquistada, se você conseguir provar que consegue aplicar os conhecimentos adquiridos nos cursos.

Não se esqueça de se inscrever no nosso canal “Ecommerce Pro”.

Já fez alguma Certificação Google? Qual? Coloca nos comentários!

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5 Passos para construir um bom planejamento

Mudanças, novidades, em um ritmo nunca visto. Esse é o século XXI, a era do digital. Já que tudo muda o tempo todo, será que é possível construir um bom planejamento? Será que essa habilidade é importante? É sobre isso que vamos falar nesse artigo! Vamos te mostrar os 5 passos para ter um planejamento de sucesso.

Apesar de existir pessoas que acreditam que o planejamento não faz sentido, pois tudo muda o tempo todo no digital. Podemos te dizer que essas pessoas nunca estiveram tão enganadas. Se você confunde planejamento com estratégia, estratégia com plano de ação, estamos aqui para te ajudar a ter tudo isso muito claro na sua cabeça.

Ouça o nosso podcast

Esse episódio conta com o patrocínio da Caffeine Army e da Reserva Ink.

O que é Planejamento?

Para o nosso convidado da semana, Rafael Kiso, Fundador e CMO da Mlabs, planejamento é uma disciplina fundamental para que todo mundo seja organizado e tenha total capacidade de orquestrar e colocar todas as estratégias, táticas e ações em um único lugar de maneira que faça sentido para o negócio.

Apesar de ser algo básico, muitas pessoas acabam pulando essa etapa tão importante e já partem direto para a tática, ou seja, para a criação de ações de médio e curto prazo responsáveis por tornar concreto as ideias do nível estratégico. 

O que acontece é que quando não temos um planejamento bem definido, não sabemos ao certo, quais são os objetivos da empresa (estratégico) e aí todas as nossas ações ficam prejudicadas.

É como um barco à deriva, vai chegar em algum momento em algum lugar, mas não se sabe exatamente onde. Assim, o planejamento é a bússola do negócio, que vai levar a empresa aonde ela quer chegar.

5 Passos do Planejamento

1- Diagnóstico

É fundamental que você esteja bem informado sobre o macro ambiente ou seja o local onde está inserido o negócio sobre o qual vai desenvolver o seu planejamento.

Além disso, você precisa estar por dentro do micro ambiente, que é o espaço ocupado pelo negócio no segmento dele. Assim, o macro seriam aspectos mais gerais (notícias sobre cultura, economia, meio ambiente, política) e o micro seriam aspectos mais específicos (notícias sobre o segmento em que o negócio atua).

Também entra no diagnóstico a análise do ambiente interno da empresa. Aqui, você vai levantar os pontos fracos e fortes que o negócio tem com relação ao mercado.

Isso é fundamental para o crescimento da empresa, pois só conhecendo ela a fundo para saber podemos fazer, explorando o seu melhor nas ações, enquanto busca melhorar o que é fraco. Portanto, o primeiro passo do planejamento consiste em aplicar uma Matriz S.W.O.T (FOFA), levantando informações sobre o ambiente interno e externo do negócio.

2- Revalidação dos objetivos

Agora, que já fizemos a Análise S.W.O.T, ou seja, levantamos os pontos fortes e fracos do negócio, podemos cruzar essas informações com os objetivos iniciais da empresa. Nesse momento, devemos ver o que faz ou não sentido para o momento da empresa e partir para o step da revalidação.

Por exemplo: Muitas empresas, quando perguntadas sobre seus objetivos, respondem vender. E depois do diagnóstico conseguem enxergar o que é preciso ser feito, os objetivos secundários para que consigam alcançar o objetivo principal que é vender.

Isso pode ser, para um ecommerce, o desenvolvimento de um aplicativo, por exemplo, para estarem mais próximos dos seus consumidores e ter um canal mais direto de vendas.

Além de verificar se o nosso objetivo faz sentido, é nesse passo que usamos as informações do diagnóstico para criar outros objetivos que façam mais sentido para o momento do negócio e do mercado. Portanto, a revalidação de objetivos consiste em ações que ajudam a corrigir a rota do negócio.

Uma ação possível para esse passo é um Workshop de Cocriação com os consumidores e os stakeholders. Nela as pessoas vão fornecer ideias que podem potencializar os pontos fortes ou ajudar a melhorar os fracos. Assim, devemos usar esse step também como um brainstorming que forneça vários caminhos para o negócio chegar onde ele quer.

3- Estratégia

A estratégia tem como base três pilares: conteúdo, projetos web e mídia. O conteúdo é o primeiro, porque ele está presente em tudo, site, blog, redes sociais, página de vendas, descrição de produto, vídeos, entre outros canais.

Ele precisa passar por filtros para que só restem ideias que tenham a ver com os objetivos do negócio. Portanto, na hora de criar um conteúdo é fundamental ter em mente se ele está encaixado com o objetivo da empresa, para não perder o tempo com uma ação que não vai levar a lugar nenhum.

O segundo pilar, que é o de  projetos web, inclui aplicativos, games, sites, blog, tudo que envolve intranet e extranet. Aqui entra não só conteúdo, mas também a parte mais estrutural e técnica.

Por fim, o terceiro pilar é o de mídia e quando falamos de mídia devemos levar em consideração os três tipos: paga, própria e ganha. O primeiro tipo é voltado para a criação de campanhas de anúncios para aparecermos em destaque (Google Ads, Facebook Ads).

Já o segundo consiste nos canais próprios da empresa, onde ela construiu sua audiência, por meio de oferta de conteúdo de valor (Blog, Telegram, Podcast).

Por fim, a mídia ganha que é quando as outras pessoas falam de você nos canais delas. Isso pode ocorrer de forma orgânica (fãs da marca) ou paga (influenciadores digitais). Com todos esses pilares bem pontuados e alinhados com os objetivos do negócio é possível passar para o próximo passo que é o da tática.

4- Tática

É nesse passo que você levantará informações para entender que é de fato o seu público alvo, para isso deverá criar suas personas e traçar o mapa da empatia de cada uma delas.

Com isso, ficará mais fácil criar segmentações na hora de criar os anúncios nas mídias pagas (Facebook e Google Ads) e também conseguirá entender qual é o potencial de fato do negócio, pois as ferramentas vão te mostrar o tamanho do público que poderá alcançar.

Depois de saber quem são as pessoas do seu público, criar as segmentações, saber o tamanho do público em potencial, aí sim, pode pensar no orçamento.

Primeiramente, devemos ver quanto vai custar para alcançar 100%, se não for possível, vai precisar ajustar até chegar em um valor que caiba no orçamento da empresa. Assim, você não terá as finanças prejudicadas e ainda alcançará uma boa parte do seu público potencial.

Além de conhecer melhor o público e definir o orçamento, é aqui que entra também o levantamento de quais influenciadores relevantes para o produto/serviço do negócio e dos recursos disponíveis para executar os projetos. 

Também é no nível tático que definimos em quais mídias vamos estar presentes, o que colocaremos em cada uma delas e em qual frequência. Portanto, o passo tático é onde definimos o que podemos fazer, enquanto no estratégico colocamos o que desejamos fazer.

5- Controle

O nosso convidado usa nesse passo a metodologia Balanced Scorecard, que possui quatro dimensões. São elas Processos Internos; Aprendizado e Crescimento; Clientes; Financeiro. Esses quatro pilares devem estar se relacionando de maneira equilibrada e dentro deles estão os objetivos, indicadores/metas e iniciativas. 

A primeira dimensão é o de processo, que consiste em verificar se o ambiente interno está bem estruturado e isso significa ver se já tem os recursos necessários para desempenhar os projetos, seja humano ou material. Além disso, é preciso verificar se esses recursos estão bem alinhados entre si. 

Por exemplo: É preciso ter uma ferramenta de agendamento de posts, você coloca no planejamento a contratação da Mlabs e a empresa adquire. Agora, com a ferramenta disponível é preciso ver se os colaboradores sabem mexer, caso não, precisará pensar em um treinamento, para que recursos humanos e materiais sejam em perfeita sintonia.

A segunda dimensão é o Aprendizado/Crescimento. Aqui é o momento de realizar testes e experiências. Não devemos colocar todo nosso esforço para fazer uma ideia acontecer, primeiramente, devemos criar MVP (Mínimo Produto Viável) dos projetos e testá-los.

Se der certo, aí sim escalamos, caso contrário, descartamos. Portanto, nessa dimensão conseguimos ver se as nossas ideias são viáveis ou não para o momento do negócio. Por meio dos testes e com esse aprendizado(conhecimento) veremos o que podemos usar para crescer o negócio.

Com o conhecimento adquirido na segunda dimensão, você conseguirá escalar o negócio, alcançando os clientes da melhor forma possível sem perder o controle financeiro.

“O planejamento geralmente falha pela falta de controle, pela falta de reeorganizar, re-validar as hipóteses, testar, reaprender, corrigir rotas.” – Rafael Kiso.

Métricas no planejamento

Devemos definir as métricas e os indicadores-chave na parte da tática do planejamento e analisar mais a fundo na etapa de controle. Esses dados ajudam o profissional a ver se as suas ações estão dando certo ou não, para que ele possa corrigir a rota sempre que preciso.

Já os indicadores-chave são combinações das principais métricas que são importantes para alcançar o objetivo desejado. Portanto, o acompanhamento desses dados vai ajudar a atingir o sucesso no mercado.

Ps. Cada etapa da Jornada de Compra tem suas métricas e Kpis próprios.

Você também pode conferir o vídeo do nosso podcast!

Dicas de Ferramentas

Agora, que você sabe como construir um bom planejamento, pode partir para as ferramentas, nosso convidado deixou como dica a Airtable, que é um banco de dados, onde há vários templates prontos para você construir suas planilhas de maneira inteligente.

Além dessa, você pode buscar no Google por “Ferramentas de Ideação”, que servem para auxiliar a escolher a ideia com maior viabilidade de implementação.

Com essas ferramentas, você conseguirá atribuir notas para cada uma das ideias, seguindo os quesitos de Prazo de Implantação, Investimento e Potencial de Retorno. Assim, você conseguirá ver qual é a ideia que tem maior potencial para o momento da empresa.

Além disso o podcast falou sobre:

–  Conceito de Stage Gate e inovação

– 4 P’s do marketing

– Principais erros cometidos na hora de planejar

– Cultura de Growth

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Qual é o futuro do profissional de marketing?

O mundo do digital é super dinâmico e para acompanhar essa evolução o profissional de marketing precisa estar o tempo todo se reinventando. Tecnologias, redes sociais, aparecem do nada e ficam velhas em pouco tempo. 

No meio de tantas mudanças, você deve estar se perguntando, E qual será o futuro do profissional de marketing?”.

Ser profissional de marketing nos anos 90 é totalmente diferente de hoje. Estamos em uma era, onde a tecnologia aproxima muito mais as empresas das pessoas. Além disso, ela fornece dados bem mais precisos fundamentais para criarmos uma comunicação mais assertiva.

Neste artigo, vamos falar sobre o futuro do profissional de marketing no digital, mais especificamente, na área de ecommerce. Essa é uma área, hoje, com mais vagas abertas do que profissionais qualificados. Se tiver interesse em entrar para essa área, conheça a nossa Formação de Analista de Ecommerce.

Esse conteúdo está disponível também no nosso canal do Youtube “Qual é o futuro do profissional de marketing?” ou no play abaixo.

1- Relacionamento com tecnologia

No marketing, mais especificamente, no digital, não há espaço para quem não curte tecnologia. Mais do que isso, não há espaço para quem não entende sobre tecnologia. Aí, você pode estar se perguntando, “Preciso entender de programação?”, sim, mas só o básico.

Por exemplo: você precisa saber o que é HTML, URL, header, body, footer, redirect, certificado de segurança e servidor. Mas tudo isso de forma bem básica, pois isso vai te ajudar na parte mais técnica do seu trabalho.

Isso porque ao saber esses conceitos, você conseguirá, por exemplo, dar orientações para o programador instalar tags de ferramentas, como o Google Analytics e o Google Tag Manager, para conseguir monitorar suas ações.

2- Relacionamento com a matemática

Também não existe espaço para o discurso, ” Sou de humanas”. Isso porque para trabalhar com marketing vai ser cada vez mais necessário saber interpretar os números e transformar eles em decisões.

Há inclusive um profissional de marketing chamado matemarketing ou martech, que é a fusão do marketing com a matemática, e ele está presente em várias empresas. Portanto, se você quer ou já trabalha com marketing, tenha em mente que é uma área que une humanas com exatas o tempo todo, especialmente, no digital.

O desconhecimento da matemática básica te deixará nas mãos das ferramentas e das outras pessoas, pois você não saberá como conferir taxas como a de conversão. Isso vai fazer de você um profissional dependente e terá seu trabalho 100% comprometido.

Assim, se quer trabalhar com marketing digital, vai precisar entender como calcular as métricas para saber se as ferramentas ou as outras pessoas estão entregando o dado correto. Porque tão ruim quanto se basear em achismos é se basear em dados errados.

Habilidades do profissional de marketing

1- Análise de dados

Não basta usar a criatividade para criar as ações, é preciso usar essa habilidade para criar boas soluções. Isso só é possível sabendo como fazer uma boa análise de dados. Portanto, o profissional de marketing vai precisar passear entre o estratégico e o tático sempre tendo ao seu lado os dados e analisando-os a cada passo para ser certeiro em suas ações.

Um bom profissional de marketing é aquele que não só analisa os dados, mas os transforma em execução. Sem nós, os dados são só um amontoado de números. Para nada serve essa avalanche de informações se não as usamos para evoluir o negócio.

Assim se quer ter uma bom desempenho como profissional de marketing vai precisar saber contextualizar os dados e usá-los para tomar decisões que farão a empresa crescer.

2- Automação

A tecnologia aplicada ao marketing nos permite automatizar processos que pegariam um bom tempo do nosso dia. Há diversas ferramentas que podem nos ajudar com automações, por exemplo, a Zapier (estrangeira) e a Pluga (brasileira). Elas te ajudam a conectar ferramentas distintas e conseguimos otimizar processos. Assim, usando essas ferramentas, você conseguirá ter mais tempo para focar nas estratégias.

Por exemplo, no nosso caso, podemos criar formulários, que depois de preenchidos gerem de forma automática os certificados para os nossos alunos. Assim não precisamos mais nos preocupar de ficar verificando o tempo todo se tem ou não solicitações de certificados.

Isso porque uma vez criada a automação, estamos livres para outras demandas mais estratégicas.

3- Personalização

Quando falamos de personalização, falamos de criar testes a/b, e-mail marketing, site, entre outros meios de interação, que falem a língua do nosso público. Para ecommerce, temos plataformas que permitem criar vitrines diferentes para a região de onde o usuário está acessando.

Por exemplo, podemos criar uma vitrine com os casacos para aparecer só para regiões que estiver frio e excluir pessoas que estão em lugares onde está fazendo calor.

Não se esqueça de se inscrever no nosso canal “Ecommerce Pro”.

Tem alguma dúvida sobre esse tema ? Coloca nos comentários!

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Fontes de tráfego para melhorar os seus resultados

Se você já acompanha a gente aqui há algum tempo ou já estuda marketing faz um tempo, com certeza, está por dentro do que é tráfego no digital e como ele é dividido entre pago e orgânico. Mas será que você conhece fontes de tráfego que vão além do Google e Facebook Ads? É sobre isso que vamos falar neste artigo!

Além disso, o conteúdo está disponível no nosso canal do Youtube, “Três fontes de tráfego para ajudar a melhorar os resultados do seu site”, você pode assistir apertando o play abaixo. 

Google Ads: Como funciona?

Quando falamos de Google, principalmente do Google Search (pesquisa), temos uma mídia receptiva/reativa. Ou seja, é um canal que recebe as informações do usuário e como reação mostra respostas para aquilo que ele manifestou interesse.

Por exemplo: Uma pessoa vai lá e digita na busca do Google, “Quero fazer um curso de Analista de Ecommerce”, aí aparece os resultados pagos e orgânicos. Depois disso, a pessoa vai lá e clica no primeiro resultado, que é o anúncio feito por nós, da Ecommerce Pro , e lá encontra as informações sobre o curso.

Facebook Ads: Como funciona?

Enquanto o Google Ads é uma mídia reativa, o Facebook Ads é uma mídia proativa. Ou seja, ele procura as pessoas certas para o seu anúncio, mas para que isso aconteça você precisa segmentar muito bem se baseando nas informações fornecidas pela mídia.

Assim, ao contrário do Google Ads em que as pessoas vão até a gente com perguntas e nós fornecemos as respostas. Já no Facebook Ads, nós criamos as perguntas nas cabeças das pessoas com base nas informações da ferramenta e esperamos que elas nos enxerguem como respostas eficientes.

1- CRM: O básico que você não faz!

A parte mais difícil, para um negócio, é conseguir pessoas que confiem nele e comprem seus produtos ou serviços. E boa parte das empresas, quando conseguem, acabam esquecendo de reter as pessoas com elas, para ajudar com esse trabalho existe o CRM. 

Ele consiste em criar estratégias de marketing e vendas que antecipem as necessidades dos clientes e pode ser feito por email, ligação, mensagens no WhatsApp, entre outros canais. Você pode ver mais sobre esse tema no artigo: “O que é CRM? Por que é importante para a conversão?”.

A nossa experiência com o nosso podcast o Bate Papo Sobre Ecommerce nos mostrou que a maioria das empresas, quando perguntadas sobre CRM, disseram que estavam em processo de implementação. Além disso, vimos que muitas se limitam a falar com as pessoas somente em seus aniversários ou para vender algo.

Portanto, pode parecer algo básico fazer uma estratégia de email marketing usando o CRM para mandar um artigo sobre cuidados para ter com o produto X, que a pessoa acabou de usar, mas pouquíssimas pessoas fazem isso e estão perdendo oportunidades de melhorar seus resultados no site.

2- Marketing de indicação

As pessoas, naturalmente, indicam o que elas curtem e isso deve ser aproveitado pelos profissionais de marketing em suas estratégias de venda. O marketing de indicação é quando você usa seus próprios clientes para vender seus produtos/serviços por você.

Ele funciona da seguinte forma, seus clientes atuais vão incentivar outras pessoas a comprarem de você usando o link deles e quanto mais eles converterem, melhores recompensas vão conseguir. Assim, você criará uma rede de promotores para a sua marca, que podem funcionar também como provas sociais para as outras pessoas, pois já compraram de você.

Há no mercado uma ferramenta chamada UpViral, que te permite criar uma automação para te ajudar com sua estratégia de indicação. À medida que as pessoas forem comprando pelo link x, a pessoa x vai desbloqueando suas recompensas. Tudo isso é feito de forma automática e assim você fica livre para focar na estratégia.

Exemplo: Indicando 10 pessoas, você ganha o acesso a um ebook, 50 pessoas você ganha acesso a um outro curso nosso. Agora, se conseguir 1.000 ganha uma mentoria. Assim, quanto mais eles promoverem seu produto/serviço, mais indicações vão conseguir, maiores e melhores prêmios vão conquistar.

3- Programa de Afiliados 

Essa mídia funciona da seguinte forma: você acorda uma comissão com a plataforma que dará para quem vender seus produtos por meio dela. Com o programa de afiliados, você consegue ter uma rede de vendedores para o seu produto pagando apenas quando eles venderem. Assim, usando essa fonte, você consegue ampliar o negócio, trazendo pessoas de outras frentes, só gastaremos com elas, caso comprem.

O Programa de afiliados é uma excelente fonte de tráfego para qualquer negócio. Especialmente, para pequenas empresas, que possuem orçamentos apertados, pois não é preciso fazer nenhum investimento inicial, só gastará com essa fonte, quando ela render algo.

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Já conhecia essas fontes de tráfego? Tem alguma outra para acrescentar? Coloca nos comentários!

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Grão de Gente: influenciando o mundo dos famosos

A fama vem de berço ou vende berço? Neste artigo, vamos falar da marca Grão de Gente, a maior marca de bebê da América Latina e como ela se tornou um sucesso no mundo dos famosos.

Ouça o nosso podcast! Não esqueça de nos seguir na sua plataforma favorita!

Esse episódio conta com o patrocínio da Caffeine Army e da Reserva Ink.

Conhecendo a Grão de Gente 

A marca foi criada em 2012 com o objetivo de trazer um novo conceito de enxoval e decoração para o universo baby e infantil. Hoje, ela tem parcerias com famosos, como a Bianca Andrade (Boca Rosa) e Sabrina Sato, que experimentaram seus produtos e estabeleceram um relacionamento fiel com a marca.

Além disso, são líderes de mercado, pioneiros no desenvolvimento de coleções exclusivas, estão sempre criando tendências para o segmento e pensando em oferecer a melhor experiência possível no site, desenvolveram o Tour 360º, que vamos falar mais ao longo do artigo.

O que aprendemos no podcast

1- Estratégia de marketing com famosos

Tudo começou com uma percepção de mercado. Os famosos entraram para o mundo da Grão de Gente como clientes, bem antes de existir o marketing de influenciadores. Como um processo natural, o nosso convidado, Gustavo Ferro (fundador da Grão de Gente), começou a mandar os produtos para as celebridades e foi iniciando um relacionamento.

Hoje, a marca tem uma seção no seu site com quarto de famosos, os mais recentes do filho da Bianca Andrade ( Boca Rosa) e do Fred (Desimpedidos). Também tem o quarto da filha do Péricles, a Maria Helena.

Além disso, a marca tem uma coleção exclusiva com a Sabrina Sato e por conta de tantos famosos no seu plantel de clientes podemos chamar a Grão de Gente de “Queridinha dos Famosos”.

A estratégia usada pela Grão de Gente de usar famosos para promover seus produtos por meio dos famosos “mimos” ou “recebidos ” é chamada de marketing de influência. Ela consiste em usar uma pessoa com influência sobre o seu público-alvo na comunicação da marca para fazer os seguidores da pessoa comprarem seus produtos ou serviços. 

Para ter bons resultados, é preciso estudar muito bem o perfil de cada influenciador e ver se realmente se comunica da maneira que você deseja para a sua marca.

No artigo, “O que é marketing de influência e como funciona?”, você pode se aprofundar ainda mais no tema e ver dicas da nossa professora de marketing de influência Natasha Rattacasso.

2- Experiência do cliente: Tour 360º

O convidado contou um pouco sobre como foi criar a Tour 360º, que possibilita as pessoas a imergir nos quartos criados pela marca e também a sentirem a qualidade dos produtos.

Para criar essa experiência no site, é preciso subir muitas fotos (300/400) de uma única vez e renderizar. Depois, em pouco tempo já está disponível o quarto em 3D, para que as pessoas possam olhar e sentir cada detalhezinho dos móveis, dos acessórios e das roupas. Assim, a marca traz a sensação de estar na loja física, mesmo sem sair de casa.

Além disso, o Gustavo Ferro falou sobre o que ele considera usabilidade. “O 3D, a parte do blog, as redes sociais, os produtos, o site, tudo isso é UX. Porque para mim Ux nada mais é que a comunicação que você vai ter com a pessoa”.

Ou seja, para ele a usabilidade vai muito além de proporcionar uma boa experiência no site. Ele precisa ser aplicado em todos os pontos de contato da marca com as pessoas. Portanto, ter uma boa usabilidade é conseguir oferecer a melhor experiência possível para as pessoas em qualquer lugar que estejam.

No artigo, “O que é UX (user experience)”, você pode se aprofundar ainda mais nesse tema. Nele você aprenderá, não só o que é UX, mas também quem criou o conceito e sua aplicação dentro/fora do site.

O podcast também falou sobre:

– Estratégia no Marketplace

– Planejamento de mídia

– Diferenciais da marca

Já conhecia a Grão de Gente? Qual insight você tirou desse episódio? Coloque nos comentários!

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5 Melhores Ferramentas de Seo no mercado

Quer deixar o seu conteúdo bem posicionado nas buscas? Então, você precisará trabalhar muito bem o SEO, para te ajudar montamos uma lista com as 5 melhores ferramentas de Seo do mercado. Neste artigo, você conseguirá encontrar caminhos para melhorar o posicionamento do seu conteúdo.

Além disso, com as ferramentas desse artigo, você conseguirá conhecer melhor os seus concorrentes e com essas informações terá uma base para montar estratégias de marketing mais eficientes.

Esse contéudo também está disponível no nosso canal do Youtube, “5  Melhores Ferramentas de Seo do Mercado”, ou você pode assistir apertando o play abaixo. 

1- Google Search Console

O Google Search Console é uma ferramenta gratuita que te ajuda a entender e melhorar o modo como o Google vê seu site. Além disso, está te ajuda a entender as atualizações do algoritmo do Google e se está pior ou melhor durante aquele momento.

É uma ferramenta que não te dá muita informação sobre análise de mercado, mas te dá muitas informações sobre o seu próprio site. Com ela, consegue saber qual é a quantidade de páginas do site está sendo exibida no Google, quais são as principais palavras-chave, a posição média e também mostra erros do site, basicamente voltados para sitemap e robots.

2- Semrush

A Semrush vai muito além do Seo. Ela pode te ajudar com o monitoramento dos seus concorrentes, palavras-chave para as suas campanhas de tráfego pago e outras coisas que estão ligadas à atuação do negócio no digital. Portanto, essa ferramenta possibilita ter uma visão que vai além do seu ambiente, pois oferece informações dos seus concorrentes.

Além disso, a ferramenta possibilita receber por email notificações e sugestões de mudança de comportamento de algumas das suas palavras-chave ou das suas páginas do site. Também, te permite listar seus concorrentes e compreender como eles estão se posicionando em relação às palavras-chave.

3- Ahrefs

É uma ferramenta que vai te ajudar a entender, principalmente, a parte de palavras-chave. Ela te mostra quais são as melhores palavras-chave para o seu negócio e a competitividade de cada uma delas. Além disso, a Ahrefs traz informações sobre as páginas do seu site, sobre o desempenho do site no mobile e mudanças do algoritmo.

Uma vantagem dessa ferramenta perante as outras é que ela já tem uma versão disponível no Português de Portugal, o que facilita o entendimento das funcionalidades existentes dentro dela.

4- Ubersuggest

O Ubersuggest é uma ferramenta que tem como principal função a análise de palavras-chave. Dentro dele, vai conseguir jogar as palavras-chave que são interessantes para você e a ferramenta te entregará quais são os 5 sites que estão melhor posicionados para a palavra-chave requisitada.

Além disso, o ubersuggest vai mostrar a média de pesquisa mensal da palavra-chave e isso vai te ajudar a ter um norte para traçar a sua estratégia de marketing, focando no que vai fazer mais sentido no momento da empresa, sem ter um gasto desnecessário de energia e dinheiro.

5- Moz

Moz é uma plataforma que tem em sua composição ferramentas de pesquisa básicas e avançadas para te ajudar a fazer o melhor trabalho de Seo possível no seu site. Ela te possibilita entender sobre as palavras-chave, concorrência, posição e algoritmos do Google.

Além disso, a ferramenta mostra quais são os sites que apontam para você e quais apontam para os seus concorrentes. Isso vai te ajudar a montar sua estratégia de backlink para que o seu site ganhe mais relevância e se torne uma referência no mercado.

Não se esqueça de se inscrever no nosso canal “Ecommerce Pro”.

Qual dessas ferramentas é nova para você? Coloca nos comentários!