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Como a Nuvemshop ajuda o profissional de ecommerce

Se deseja trabalhar ou já trabalha com ecommerce, você já deve saber que precisa ter uma visão 360º sobre toda a operação. Dentro disso, destacamos a necessidade de entender bem sobre plataformas de ecommerce. Hoje, vamos falar da plataforma de ecommerce da Nuvemshop, que é líder no segmento na América Latina com mais de 90 mil lojas ativas .

O que é uma plataforma de ecommerce?

É um sistema responsável pela criação de loja virtual e por meio dele você vai conseguir administrar todo o negócio, desde cadastro de produtos até a gestão da entrega. Portanto, a plataforma de ecommerce é um facilitador na vida de quem trabalha com ecommerce, pois centraliza as informações.

Cada plataforma cobra de uma forma pelos serviços prestados. No caso da Nuvemshop, ela cobra um preço fixo mensal mais uma comissão por venda de acordo com o plano de assinatura. Há 4 tipos de planos (Impulso, Influência, Escala e Empresarial), os preços vão de R$ 49,90 a R$ 999,00, por mês. 

Cada um oferece a melhor solução de acordo com o nível de complexidade do negócio e tem a possibilidade de realizar teste grátis por um período de 30 dias. Assim, se deseja aprender na prática como operar a plataforma tem a possibilidade de fazer isso durante um mês sem pagar nada.

Quer saber mais sobre plataforma de ecommerce? Confira o artigo!

Recursos da Nuvemshop

 1-  Comunicação mais eficiente

Estabelecer uma boa comunicação é fundamental para toda empresa que deseja crescer e você, como profissional de ecommerce, deve estar sempre pensando em formas de melhorar o relacionamento entre marca e clientes. 

A Nuvemshop oferece algumas soluções para trazer as pessoas para cada vez mais perto das empresas. Um bom exemplo disso é a possibilidade de adicionar o ícone do WhatsApp na loja virtual para que as mensagens cheguem direto no dispositivo desejado.

Além disso, há a ferramenta formulário de inscrição para a newsletter. Isso ajudará você a transformar as visitas em audiência, por meio da captura de emails.

Um outro recurso é o de “Emails transacionais automáticos”. Com essa função você poderá criar um email personalizado, para cada uma das etapas do processo de compra.

A plataforma da Nuvemshop também é fundamental para o pós-compra, pois te ajuda a criar listas de clientes que compraram ou entraram em contato. Essas informações poderão ser importadas e exportadas para outras ferramentas de comunicação, como Facebook Ads, contribuindo para uma melhor segmentação das campanhas.

2-  Gestão do ecommerce

A plataforma Nuvemshop tem soluções que ajudam a administrar todo o estoque (loja virtual e marketplace), interrompendo sempre que há necessidade. Por exemplo, quando acaba uma determinada peça, te ajudando a não vender algo que não tem. 

Ainda dentro do estoque, mas no quesito de cadastro de produtos, com essa plataforma você conseguirá colocar os produtos e as variações cada um com seu próprio SKU de uma forma mais tranquila.

Além disso, você poderá ter um catálogo com produtos ilimitados e administrar tudo usando o Administrador Nuvem ou poderá conectar um ERP por meio de uma API.

Não para por aí os benefícios de gestão da Nuvemshop, pois é possível também usar a ferramenta para produtos que não precisam de estoque. Sim, estamos falando dos produtos digitais, como cursos, vídeos, livros ou jogos digitais, tudo isso pode ser vendido dentro da ferramenta.

3- Omnichannel

Quer ter sucesso como profissional de ecommerce? Então, você vai precisar conseguir fazer com que as pessoas sintam seguros e à vontade para comprar onde quiserem, seja site, redes sociais, marketplace ou loja física.

A Nuvemshop te possibilita a integração dos seus canais de venda para conseguir atender as pessoas da melhor forma possível. Por meio desta plataforma, você consegue criar uma loja virtual própria completa com a cara da marca, conectar o catálogo online com o  físico. Além disso, consegue plugar a loja nos principais marketplaces (Mercado Livre, Americanas) e gerenciar tudo em um único lugar.

Uma outra funcionalidade é a possibilidade de sincronizar os produtos da loja virtual com o Facebook Shop e do Instagram Shop, para aumentar ainda mais as vendas. Também é possível usar o WhatsApp como um canal de venda do negócio, onde trabalha.

4- Logística e pagamento

A plataforma de ecommerce da Nuvemshop vai ajudar no cálculo de envios do valor do frete e a criar pontos de retirada para os produtos. Além disso, facilitará a impressão das etiquetas, pois coloca as informações dos pedidos de forma automática, agilizando o processo de envio e consequentemente o seu trabalho.

Já no setor do pagamento, a loja virtual vai estar preparada para mostrar todas as opções de pagamento, você deverá escolher as melhores para o negócio e o tipo de parcelamento que deseja oferecer. Portanto, a Nuvemshop está pronta para te ajudar com essas duas etapas do ecossistema do ecommerce que são fundamentais para o sucesso da operação.

5- Vendas

Dentro da plataforma de ecommerce, você vai conseguir acompanhar os pedidos de compras, consultar o histórico de pedidos e filtrar os pedidos. Tudo isso vai te ajudar a administrar o ecommerce para que as vendas sejam boas experiências. 

Além disso, é possível ter acesso às notas que os clientes deixam, após finalizar a compra. Esse tipo de dado pode te ajudar a ver o que está sendo bom ou ruim para os clientes. Após analisar isso, deverá criar ações para melhorar como a empresa está sendo vista pelos clientes.

6-  Marketing e Seo

A plataforma da Nuvemshop disponibiliza layouts com mais de 90 pontos em SEO e acessibilidade. Tudo pensado para que seus parceiros consigam impactar cada vez mais pessoas sem precisar gastar dinheiro com campanhas de anúncios. Assim, a Nuvemshop facilita o seu trabalho de se posicionar bem no Google, pois já é um site programado para ter um bom desempenho orgânico.

Além disso, ainda dentro desse trabalho orgânico, há ferramentas que ajudam a conectar o ecommerce com as redes sociais. Isso possibilita ao ecommerce compartilhar os produtos no Facebook, Instagram, Twitter, Pinterest, entre outros.

Também é possível criar ofertas bem interessantes usando ferramentas dentro da plataforma Nuvemshop. Um bom exemplo é a possibilidade de criar diferentes tipos decupons de desconto, podendo ser por valor fixo, quantidade, porcentagem ou frete grátis. Esse último pode ser limitado por regiões ou valor mínimo.

Uma outra solução muito importante é o Redirecionamento 301. Ele ajuda você a redirecionar as URLs para evitar links quebrados e consequentemente a perda de tráfego.

7- Métricas e Reportes

Medir as ações é fundamental para conseguir entender melhor o ecommerce. Para ajudar com a sua análise, a Nuvemshop oferece estatísticas do negócio (visitas, vendas, faturamento e produtos). Além disso, a plataforma tem integração com o Google Analytics e o Facebook Pixel.

Também é possível escolher como medir as conversões da loja, quando um pedido é pago ou realizado. Assim, com a plataforma da Nuvemshop, você consegue construir uma base de dados que será importante para tomar decisões mais assertivas.

Você já usou a Nuvemshop? Ainda não? Clique aqui!

Quer saber o que é preciso para trabalhar com ecommerce? Conheça a nossa Formação de Analista de Ecommerce!

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Oratória: o que é e como desenvolver

Quem nunca ficou nervoso(a) antes de uma apresentação que atire a primeira pedra. Desde novos, somos colocados para falar em público, mas quase nunca somos preparados para isso. Neste artigo, você vai aprender a arte de falar em público, oratória, e dicas de como desenvolver essa habilidade.

Ouça o nosso podcast! 

Esse episódio conta com o patrocínio da Caffeine Army e da Reserva Ink.

O que é oratória?

É o ato de simplesmente falar em público de forma estruturada com o objetivo de informar, influenciar ou entreter. Todos nós já tivemos que fazer alguma apresentação em público, seja na escola, na faculdade ou no trabalho, mas dificilmente todos nós fomos preparados para esses momentos. 

E  essa falta de preparação é a base do medo de falar em público, o maior medo da maioria das pessoas, ficando na frente do medo de morrer.

Ou seja, as pessoas preferem morrer a falar em público. Portanto, uma forma de acabar com essa barreira de falar em público é se preparando para esses momentos e você vai conferir como fazer isso nas dicas desse artigo.

Origem do medo de falar em público

Segundo as pesquisas do nosso convidado do Bate Papo Sobre E-commerce, Luis Vabo Jr, o nervosismo e o medo de falar em público vem dos nossos ancestrais, os “Homens das cavernas”, o “Homo Sapiens”. Eles para sobreviver precisavam andar em grupos, pois ao se destacarem do grupo se tornavam alvo mais fáceis e era liberado nesses momentos hormônios de estresse.

Hoje, a nossa sobrevivivência não está refém de predadores animais, mas o efeito químico segue presente. Ou seja, ao ficarmos em posição de destaque, sentimos que estamos mais vulneráveis, por conta da liberação de hormônios de estresse.

E o momento que isso ocorre nos dias de hoje é quando estamos nos apresentando. Assim sendo, os efeitos químicos seguem sendo o mesmo, o que mudou foi a situação que provoca.

Tipos de oratória

1- Conversa

A conversa é a forma mais básica de oratória. Ao conversar com alguém do seu ciclo de amizade, você já está exercendo essa habilidade, pois a oratória é a arte de transmitir uma mensagem podendo ser séria ou descontraída.  Por ser o primeiro degrau da complexidade da oratória, devemos começar pela conversa na hora de treinar nossa oratória.

Faça o seguinte exercício, escolha pessoas que se sente mais confortável e conte para elas, durante uma conversa, sobre os temas que precisará falar depois para um público maior. Assim, você treinará a fala e conseguirá dominar o assunto, o que te deixará mais confortável, quando precisar transmitir a mensagem para mais pessoas.

2- Pitch

 É um discurso rápido, uma curta apresentação, que tem como objetivo despertar o interesse da outra pessoa (ouvinte) para que ela compre a ideia. Um dos mais conhecidos é o de elevador, que é o estilo mais curto de pitch com duração de 30 segundos a 1 minuto e é bastante usado por empreendedores para apresentar startups.

3- Discurso Preparado

É quando uma pessoa é convidada a transmitir uma mensagem em público e ela estrutura toda a sua mensagem em um material de apoio (papel) para não esquecer nada do que precisa falar. Portanto, o discurso requer muito domínio da oratória, pois o(a) orador(a) não tem apoio visual, o que faz que esteja 100% no centro das atenções.

4- Apresentação preparada

A diferença entre esse tipo de oratória para o discurso é que em uma apresentação temos o uso de um recurso audiovisual para dar um suporte. Mas em ambas a pessoa que está transmitindo a mensagem deve atrair todos os olhares para si, pois é ela que deve dominar o assunto e fazer com que os ouvintes retenham a informação.

5- Improviso

É quando você precisa falar sobre algum assunto sem ter tido uma preparação prévia. Em muitos casos, você até conhece o assunto que precisa falar, mas não esperava precisar falar no momento que te indagam.

Por exemplo: Perguntas durante uma roda de conversa em um evento da sua área. Você até conhece o assunto, mas não tem como adivinhar o que as pessoas irão perguntar.

6- Debate

É um tipo de oratória em que duas ou mais pessoas colocam suas opiniões sobre um determinado assunto e usam dados/argumentos para defender o que eles acreditam. Um bom exemplo é durante as eleições, quando os candidatos vão defender suas ideias de campanha em diferentes mídias.  

Durante esses debates, os oradores usam de todo seu poder de argumentação para convencer ao público que suas ideias são as melhores e assim eles são as melhores pessoas para ocupar os cargos.

Dicas de como fazer uma boa apresentação

1- Treine o discurso

O ideal é que você treine para toda apresentação que for fazer, porque quando treina você aperfeiçoa a forma do discurso, o tom da sua voz, o gestual e o tempo da fala.

É importante que neste treino você faça o levantamento de quem vai estar na platéia da sua apresentação para saber a melhor forma de se comunicar. Assim, como toda habilidade, a oratória precisa de treino, pois a repetição vai levar o desenvolvimento e o aperfeiçoamento.

2- Chegue cedo no local da apresentação

É fundamental chegar cedo no local da apresentação para você já ir se ambientando e conseguir ver como estão posicionados os elementos externos (ar condicionado, janela, plateia, computador).

Tente ficar o mais próximo possível de onde você irá se apresentar para já ir sentindo o clima, pois isso ajuda a abaixar a ansiedade e o nervosismo. 

3- Tenha um momento de relaxamento

Ter controle sobre a respiração é fundamental para realizar uma boa apresentação, pois a respiração afeta diretamente na fala. Para você ficar com uma respiração mais tranquila, você deve ter um momento de relaxamento, que pode ser uma meditação, uma oração, tudo que for em prol de te acalmar.

4- Preste atenção na sua respiração

A respiração dita o ritmo da fala. Para que seja bem compreendido(a), você deve treinar pausas durante a sua apresentação entre uma frase e outra. Uma dica extra é pontuar no seu discurso, quando vai ser essas pausas, para treinar antes de apresentar.

5- Explore a comunicação não verbal

Oratória é muito mais do que fala, pois envolve elementos não verbais, como postura e gestuais. Com relação a postura, ela deve ficar sempre ereta e com os dois pés fixos no chão. Uma vez ou outra, você poderá caminhar no espaço, mas tome cuidado para não distrair as pessoas.

Com relação aos gestos, você poderá usar as suas mãos de acordo com a sua fala, sempre com movimentos suaves para não distrair o público. Portanto, para dominar a oratória, você precisará saber alinhar o verbal e o não verbal durante toda a sua apresentação.

Além disso o podcast falou sobre:

– Conceito de Escutatória e a importância disso para ser um bom líder

– Como transmitir autoridade na fala e captar a atenção das pessoas

– Técnicas de oratória

Você se sente confortável ou não ao falar em público? Qual insight você tirou desse episódio? Coloque nos comentários!

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Quais são as tendências para o ecommerce em 2022?

Chegamos no último mês do ano e já podemos enxergar 2022 no fim do túnel. Para te preparar para o próximo ano, trouxemos as maiores tendências do ecommerce para 2022.

Luzes, PC e ação! Prepare-se para brilhar como um dos maiores profissionais de ecommerce do Brasil. Você só precisará ler esse artigo e ficar por dentro das novidades.

Tendências do Ecommerce 2022

1-  Aumento da frequência de compras

Segundo a pesquisa da Bornlogic com a Opinion Box, a frequência de compras online aumentou 71% no último ano, dado que deve crescer ainda mais em 2022, pois 49% dos entrevistados disseram que devem comprar ainda mais pela internet no ano que vem.

Se você quer entrar para o mundo do ecommerce, recomendamos que diversifique o seu conhecimento em diferentes canais de venda. Isso porque a pesquisa mostra que há uma boa divisão na preferência das pessoas, quando o assunto é lugar onde geralmente compram online. 

74% Compram em sites e lojas virtuais

72% Compram em marketplaces

62% Compram em aplicativos da loja 

54% Compram em aplicativos terceiros (iFood, Rappi, Uber Eats, etc.)

Esses dados mostram que as pessoas têm o costume de diversificar os canais de compra, elas estão no controle e você só conseguirá conquistá-las se estiver presente onde ela estiver de forma agradável.

2- Vendedor digital

O processo de compra online é mais independente, mas às vezes é bom ter uma ajuda. Isso fica claro na pesquisa da Bornlogic com a Opinion Box, pois ela mostra que 62% das pessoas realizaram consultas com vendedores via mídia digital para tirar dúvidas.

Além disso, 78% dos entrevistados acreditam que o vendedor ajuda na hora de escolher o produto online. Assim, fica claro a importância de ter uma pessoa dando suporte na venda é fundamental para trazer uma boa experiência, seja offline ou online.

P.S. Para ser um bom vendedor digital é preciso ter um bom conhecimento de ferramentas de comunicação, como o WhatsApp Business, para conseguir atender as pessoas de forma agradável.

3- Diversificação das categorias

Categorias, como eletrônicos, telefonia, eletrodomésticos, vão seguir liderando no ecommerce, mas outros produtos vão ganhar força, como é o caso de Alimentos/Bebidas.

Essa categoria que tinha pouca representatividade, antes da pandemia, já representa 38% das intenções de compra dos consumidores brasileiros, segundo a pesquisa da Bornlogic com a Opinion Box. 

Hoje, alimentos/bebidas está no top 10 categorias, que as pessoas costumam comprar online. Ela fica atrás de eletrônicos, celulares, eletrodomésticos, moda, beleza, informática, casa/decoração e livros. 

Para entender melhor essa expansão desse segmento, recomendamos o episódio Americanas Mercado do nosso podcast.

4- Realidade Virtual e Aumentada

A tecnologia é uma das principais aliadas do ecommerce na hora de quebrar objeções. Isso porque por meio dela a marca consegue ter recursos que deem ao público a sensação de estarem em contato direto com o produto/serviço.

Muito em breve, fotos estáticas e vídeos de pessoas usando o produto/serviço não vão bastar, pois não trará a experiência necessária para as pessoas se sentirem convencidas a comprar.

Hoje, apenas 9% das pessoas entrevistadas usam os recursos de experimentar digitalmente o produto e dentro desse grupo 82% disseram que gostaram bastante.

O número de pessoas ainda é baixo, pois há um desconhecimento sobre os recursos e isso pode ser resolvido com uma boa comunicação por parte da empresa.

Da mesma forma que dois anos atrás as pessoas não se imaginavam fazendo compras de mercado online e hoje aceitam super bem a ideia, no futuro próximo, recursos como realidade virtual e aumentada vão fazer parte da rotina das pessoas e não conseguiram mais comprar sem isso.

5-  Meios de pagamentos digitais

Quem nunca ouviu um, “Faz um Pix”, que atire a primeira pedra. Na pesquisa da Bornlogic com a Opinion Box, 86% dos entrevistados disseram que já usaram o Pix e têm o costume de utilizá-lo no dia a dia, o que mostra a relevância desse meio de pagamento para quem deseja vender seja no físico ou no digital.

Ainda segundo a pesquisa, 71% dos entrevistados utilizam o smartphone para fazer compras online e ter esses meios de pagamento, como o Pix, facilita o processo de compra.

Além do Pix, há também as carteiras digitais (63% dos entrevistados já utilizaram) e QR Code (54%), ambos são meios que tem o match perfeito com o smartphone, que tem sido cada vez mais usado pelas pessoas na hora de comprar produtos ou serviços.

Além disso, outros meios de pagamento digitais que aparecem na pesquisa são: reconhecimento facial (14% já utilizam) e WhatsApp Pay (12% já utilizam). Há grandes chances do meio do WhatsApp crescer, pois tudo que vai até onde as pessoas já estão tem a tendência de ser bem aceito, já que facilita a vida.

6-  Redes Sociais

Sim! As redes sociais seguem sendo uma das tendências do mercado de ecommerce. Isso porque elas seguem crescendo, inovando e oferecendo recursos para as empresas evoluírem. A pesquisa da Bornlogic com a Opinion Box mostra que 26% das pessoas usam redes sociais, como o Instagram e Facebook para fazer compras.

Além disso, 65% têm o hábito de pesquisar por produtos nas redes sociais, quando estão pensando em compras. Para aproveitar esse público, as empresas devem criar anúncios dentro dessas mídias.

Outro dado da pesquisa diz que 69% dos entrevistados já compraram produtos depois de ver as propagandas. Portanto, as redes sociais são excelentes ferramentas para as estratégias de marketing/vendas. Elas podem ser exploradas de forma paga, mas também de forma orgânica.

Os dados desse artigo foram retirados da pesquisa “Market Review” da Bornlogic com a Opinion Box, confira o estudo completo.

Você já conhecia todas essas tendências do ecommerce para 2022?Coloca nos comentários!

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Fontes de tráfego para melhorar os seus resultados

Se você já acompanha a gente aqui há algum tempo ou já estuda marketing faz um tempo, com certeza, está por dentro do que é tráfego no digital e como ele é dividido entre pago e orgânico. Mas será que você conhece fontes de tráfego que vão além do Google e Facebook Ads? É sobre isso que vamos falar neste artigo!

Além disso, o conteúdo está disponível no nosso canal do Youtube, “Três fontes de tráfego para ajudar a melhorar os resultados do seu site”, você pode assistir apertando o play abaixo. 

Google Ads: Como funciona?

Quando falamos de Google, principalmente do Google Search (pesquisa), temos uma mídia receptiva/reativa. Ou seja, é um canal que recebe as informações do usuário e como reação mostra respostas para aquilo que ele manifestou interesse.

Por exemplo: Uma pessoa vai lá e digita na busca do Google, “Quero fazer um curso de Analista de Ecommerce”, aí aparece os resultados pagos e orgânicos. Depois disso, a pessoa vai lá e clica no primeiro resultado, que é o anúncio feito por nós, da Ecommerce Pro , e lá encontra as informações sobre o curso.

Facebook Ads: Como funciona?

Enquanto o Google Ads é uma mídia reativa, o Facebook Ads é uma mídia proativa. Ou seja, ele procura as pessoas certas para o seu anúncio, mas para que isso aconteça você precisa segmentar muito bem se baseando nas informações fornecidas pela mídia.

Assim, ao contrário do Google Ads em que as pessoas vão até a gente com perguntas e nós fornecemos as respostas. Já no Facebook Ads, nós criamos as perguntas nas cabeças das pessoas com base nas informações da ferramenta e esperamos que elas nos enxerguem como respostas eficientes.

1- CRM: O básico que você não faz!

A parte mais difícil, para um negócio, é conseguir pessoas que confiem nele e comprem seus produtos ou serviços. E boa parte das empresas, quando conseguem, acabam esquecendo de reter as pessoas com elas, para ajudar com esse trabalho existe o CRM. 

Ele consiste em criar estratégias de marketing e vendas que antecipem as necessidades dos clientes e pode ser feito por email, ligação, mensagens no WhatsApp, entre outros canais. Você pode ver mais sobre esse tema no artigo: “O que é CRM? Por que é importante para a conversão?”.

A nossa experiência com o nosso podcast o Bate Papo Sobre Ecommerce nos mostrou que a maioria das empresas, quando perguntadas sobre CRM, disseram que estavam em processo de implementação. Além disso, vimos que muitas se limitam a falar com as pessoas somente em seus aniversários ou para vender algo.

Portanto, pode parecer algo básico fazer uma estratégia de email marketing usando o CRM para mandar um artigo sobre cuidados para ter com o produto X, que a pessoa acabou de usar, mas pouquíssimas pessoas fazem isso e estão perdendo oportunidades de melhorar seus resultados no site.

2- Marketing de indicação

As pessoas, naturalmente, indicam o que elas curtem e isso deve ser aproveitado pelos profissionais de marketing em suas estratégias de venda. O marketing de indicação é quando você usa seus próprios clientes para vender seus produtos/serviços por você.

Ele funciona da seguinte forma, seus clientes atuais vão incentivar outras pessoas a comprarem de você usando o link deles e quanto mais eles converterem, melhores recompensas vão conseguir. Assim, você criará uma rede de promotores para a sua marca, que podem funcionar também como provas sociais para as outras pessoas, pois já compraram de você.

Há no mercado uma ferramenta chamada UpViral, que te permite criar uma automação para te ajudar com sua estratégia de indicação. À medida que as pessoas forem comprando pelo link x, a pessoa x vai desbloqueando suas recompensas. Tudo isso é feito de forma automática e assim você fica livre para focar na estratégia.

Exemplo: Indicando 10 pessoas, você ganha o acesso a um ebook, 50 pessoas você ganha acesso a um outro curso nosso. Agora, se conseguir 1.000 ganha uma mentoria. Assim, quanto mais eles promoverem seu produto/serviço, mais indicações vão conseguir, maiores e melhores prêmios vão conquistar.

3- Programa de Afiliados 

Essa mídia funciona da seguinte forma: você acorda uma comissão com a plataforma que dará para quem vender seus produtos por meio dela. Com o programa de afiliados, você consegue ter uma rede de vendedores para o seu produto pagando apenas quando eles venderem. Assim, usando essa fonte, você consegue ampliar o negócio, trazendo pessoas de outras frentes, só gastaremos com elas, caso comprem.

O Programa de afiliados é uma excelente fonte de tráfego para qualquer negócio. Especialmente, para pequenas empresas, que possuem orçamentos apertados, pois não é preciso fazer nenhum investimento inicial, só gastará com essa fonte, quando ela render algo.

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Já conhecia essas fontes de tráfego? Tem alguma outra para acrescentar? Coloca nos comentários!

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5 Ferramentas para aumentar sua produtividade

Como é a sua rotina de trabalho? Bem planejada ou cheia de imprevistos? Quando acaba o dia de trabalho, você sente que foi bastante produtivo(a) ou deixou a desejar? Neste artigo, vamos trazer ferramentas que vão te ajudar a aumentar a sua produtividade.

Esse conteúdo também está disponível no nosso canal do Youtube, “5 Ferramentas para aumentar a sua produtividade”, você pode assistir apertando o play abaixo. 

Mas antes das ferramentas, temos uma dica de ouro para que você consiga manter a sua rotina de trabalho com o quesito produtividade lá em cima. Essa dica é a regra 90/20.

Regra 90/20

Essa regra consiste em 90 minutos 100% focado(a) em uma tarefa e depois desse tempo fazer alguma outra atividade mais tranquila por 20 minutos.

Por exemplo, no caso de uma pessoa que trabalha com produção de conteúdo, 90 minutos focando em escrever um artigo e 20 minutos respondendo comentários nas redes sociais. Assim, a regra 90/20 vai ajudar a você ter uma rotina não só mais produtiva, como também mais equilibrada, pois combina tarefas mais pesadas com outras mais leves.

Uma ferramenta que pode te ajudar a aplicar essa regra 90/20 na sua rotina é o não perturbe.

1- Não Perturbe

É uma função do celular que permite bloquear as notificações dos aplicativos para não te distrair na hora que estiver realizando suas tarefas. O ideal é que você desative todos os tipos de notificações e ative o não perturbe várias vezes ao dia. Assim, você conseguirá melhorar a sua atenção no que realmente importa e fazer suas tarefas com mais eficiência.

2- Google Agenda

Todo profissional de sucesso tem os seus dias muito bem planejados para conseguir dar conta de todas as tarefas sem esquecer de nada. Você pode sim usar uma agenda ou planner de papel, mas a versão digital desses recursos vai te ajudar a ser constantemente lembrada(o), enquanto você realiza outras demandas.

E dentro desse conceito de agenda virtual, nós temos a Google Agenda, que é um aplicativo disponível para Android e Iphone, onde você pode colocar todos os seus eventos/tarefas e por as datas neles. Portanto, usar a Google Agenda vai te ajudar a ser bem mais planejado e vai te ajudar a ter sua cabeça mais livres de datas, mais aberta a inovações.

Além disso, essa ferramenta é integrada com outros aplicativos Google, o que possibilita que a sua reunião criada no Google Meet fique salva no Google Agenda e te envie lembretes do compromisso para não esquecer.

3- Trello, Asana e Monday

O Trello, a Asana e o Monday são ferramentas que podem te ajudar com o gerenciamento das suas tarefas e a do seu time da empresa, onde você trabalha. Nessas ferramentas, é possível separar as demandas entre os colaboradores do time, conferir os prazos e ainda ver se está sendo feita ou não uma tarefa específica.

Assim, ao usar essas ferramentas, não precisamos ficar fazendo microgerenciamentos, ou seja, ficar cobrando as pessoas a respeito da demanda x, y,z, pois conseguiremos acompanhar a evolução só olhando para os quadros do sistema.

Além disso, essas ferramentas te ajudam a metrificar as tarefas do seu dia a dia, ou seja, mostra quanto tempo você ou seu time levam para executar cada uma das demandas. Isso vai te ajudar a entender melhor o fluxo das tarefas para conseguir criar formas de otimizar cada vez mais os processos.

4- Todoist

É um aplicativo que possui uma versão gratuita, onde você pode criar listas de tarefas, colocar colaboradores e subir arquivos em nuvem. Para usar essa ferramenta, você precisa ser uma pessoa organizada e subir todas as suas tarefas semanais nele.

Depois disso, o sistema inicia o processo de priorização das demandas, criando o planejamento diário para a  sua rotina. Assim, o todoist é uma ferramenta que te ajuda a organizar o seu dia a dia e com isso ficará mais produtivo(a).

A grande diferença entre ele e o Google Agenda, além de não ter integração com os aplicativos Google, é que o Todoist tem um esquema de gamificação que estimula a você realizar suas tarefas para conseguir uma premiação. Além disso, ele te envia um email diário com todas as tarefas que precisam ser feitas.

5- Slack e Discord

São ferramentas de comunicação interna, elas vão te ajudar a trocar informações com os outros colaboradores do seu time. Essa troca é fundamental para que o trabalho flua de maneira mais integrada e enriquecedora.

Tanto o Slack, quanto o Discord são ferramentas muito boas, mas evite usar mais de uma em um único projeto. É essencial centralizar toda a comunicação em uma única ferramenta, para não precisar perder seu tempo tendo que checar diferentes meios de comunicação. Portanto, a comunicação precisa ser centralizada e deve ter uma ferramenta focada no meio empresarial.

Dica: Evite o uso do WhatsApp como ferramenta de comunicação para o ambiente de trabalho. Porque ele é muito pessoal e pode acabar fazendo você misturar seus momentos de lazer com o seu trabalho. Para que isso não aconteça, você deve usar o WhatsApp no máximo em horário comercial para não acostumar mal as outras pessoas.

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Qual dessas ferramentas é nova para você? Coloca nos comentários!

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Soft skills: como desenvolver as mais desejadas do mercado?

Você sabe o que são soft skills? E como desenvolver? Neste artigo, você vai saber exatamente como desenvolver soft skills e quais são desejáveis pelos recrutadores.

Esse conteúdo também está disponível no nosso canal do Youtube, “Como desenvolver as soft skills mais desejadas do mercado?”, você pode assistir apertando o play abaixo. 

Soft skills x Hard skills

De um lado as soft skills, que são todas as habilidades comportamentais que o indivíduo tem e usa para realizar suas atividades do dia a dia. Do outro lado, temos as hard skills que são habilidades técnicas que são adquiridas no ambiente acadêmico. 

Hoje, não basta sermos profissionais que saibam operar as ferramentas, cada vez mais as empresas estão se ligando que isso pode ser treinado e é preciso valorizar mais características comportamentais. Portanto, se você quer ser um bom profissional, super desejado pelo mercado, vai precisar ir além de aprender ferramentas e passar a treinar seu modo de agir.

Como desenvolver as habilidades

O primeiro passo é fazer uma autoavaliação e pontuar quais são as suas soft skills fortes/fracas. Depois disso, vai precisar criar situações para exercitar o que tiver mais dificuldade.

Por exemplo: Se você acha que sua oratória não é muito boa, ou seja, que não fala muito bem em público, vai precisar criar situações onde seja possível treinar isso.

Mas essa exposição ao público não deve ser feita de qualquer forma, é aí que entra o segundo passo, o roteiro. É preciso montar um roteiro e repassá-lo sem a presença de outras pessoas ou mostrar para pessoas que te tragam conforto.

Quando estiver repassando o roteiro, é fundamental gravar para se ouvir e ver o que pode melhorar. Essa gravação vai também trazer uma noção de como as pessoas te ouvem, pois temos uma percepção da nossa voz bem diferente do que os outros têm de nós e a voz da gravação é bem similar de como as pessoas nos escutam.

Treino é treino, jogo é jogo

Crie situações onde você pode expor para as outras pessoas a habilidade que você precisa desenvolver, pois só se mostrando que você conseguirá evoluir. É importante que sejam situações que te deixem mais confortáveis.

Por exemplo, para treinar a oratória, que tal fazer discursos em confraternizações de família? É um momento de pouquíssima pressão e isso vai te ajudar a se sentir mais acostumado com o ato de falar em público e sentirá bem menos, quando for em um ambiente de trabalho.

Soft skills desejadas pelo mercado

1- Pensamento analítico

Não se contente com ” porque sempre foi assim” ou “porque sim, porque não”. Se você quer estar sempre sendo cobiçado pelas empresas vai precisar ser curioso para ir atrás das justificativas de cada uma das ações. 

E para saber como justificar vai precisar ter um pensamento analítico. Ou seja, ser capaz  de traduzir os dados, transformá-los em informações que vão ajudar o negócio a crescer.

2- Organização

O profissional digital sem organização, vira um bombeiro digital. Ou seja, tem uma rotina toda voltada para apagar incêndios (problemas) e não consegue ter tempo para inovar.

Um profissional organizado, conhece muito bem a sua rotina e sabe como priorizar as atividades para que tudo tenha o seu próprio tempo. Esse gerenciamento ajuda a resolver os problemas que surgirem de forma mais clara.

Isso porque  terá tempo necessário para que não seja preciso pegar a primeira ideia que vier. Assim, a organização é essencial para ter uma melhor gestão do tempo e ter maior clareza nas tarefas do dia a dia.

No vídeo do nosso canal, você pode ver mais duas soft skills desejadas pelo mercado. 

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Tem alguma dúvida sobre esse tema ? Coloca nos comentários!

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Via: três grandes marcas em uma só

Você já ouviu falar da Via? Pode até ser que você ainda não tenha se deparado com esse nome, mas tenho certeza que as marcas dessa empresa já fizeram parte da sua vida de alguma forma. Neste artigo, vamos te apresentar a Via, mostraremos os bastidores dessa empresa e revelaremos o segredo do sucesso dela.

Ouça o nosso podcast! Não esqueça de nos seguir na sua plataforma favorita!

Esse episódio conta com o patrocínio da Caffeine Army e da Reserva Ink.

Conhecendo a Via

Antes Via Varejo S.A, hoje, só Via, é uma empresa de comércio varejista do Brasil criada em 2010 e que tem no seu guarda-chuva as marcas Casas Bahia, Ponto ( antiga Pontofrio) e site de ecommerce do Supermercado Extra.

O que aprendemos no podcast

1- Três marcas em uma só: como funciona a integração

O lojista que opta por fechar parceria para vender seus produtos na Via, consegue ter acesso às três marcas da empresa. Ou seja, quando o seller escolhe colocar seus produtos no catálogo da Via, ele de quebra consegue estar presente no ecommerce da Casas Bahia, Ponto e Extra, tanto no site dessas marcas, quanto nos aplicativos.

Caso não queira ter alguma das marcas como ponto de venda, o lojista precisará informar a Via para que ela remova a presença no canal indesejado. Assim, quem cadastra seus produtos na Via consegue com uma única tacada atacar três marcas distintas, tendo cada uma dois canais de venda (site e aplicativo).

2- Como funciona a operação do Extra

A operação do Extra é dividida entre dois grupos distintos.  A Via cuida de toda parte ligada ao online e que ainda não tem em seu catálogo a parte de mercado, mas tem eletrônicos, móveis e itens automotivos.

Enquanto, o Grupo Pão de Açúcar cuida das lojas físicas do Extra. Portanto, a Via é responsável por gerenciar o que acontece no canal digital, conduzindo as pessoas até o site e fazendo de tudo para converter nele.

3- Como funciona o Buy Box

Se você ainda não ouviu falar sobre, o Buy Box é o espaço dos marketplaces onde aparecem as principais ofertas do produto buscado pelo usuário. Com certeza, quando você foi comprar em algum marketplace, já se deparou com uma lista de 3 preços diferentes para um mesmo produto e optou por aquele que era mais vantajoso para você.

Essa vantagem pode ser não só um preço mais baixo, mas também um frete grátis. Portanto, o Buy Box é como se fosse um “leilão” onde quem ganha é quem oferece os melhores benefícios e ao mesmo tempo é bem visto pelo marketplace.

O nosso convidado contou que para conquistar o Buy Box dentro dos marketplaces da Via, é preciso estar atento a três critérios: relevância, atratividade e review. A relevância está ligada a estar oferecendo exatamente o que o cliente está buscando, para isso é preciso usar as palavras-chaves de maneira correta.

Já a atratividade está ligada aos benefícios ofertados pelo lojista ao cliente e o review é como as pessoas que já compraram com o lojista estão avaliando. 

Por exemplo, se dois lojistas oferecerem o mesmo produto e tiverem os mesmos atrativos, o que irá desempatar é o Review. Ou seja, o que colocará um lojista na frente do outro, nesse caso, são a média das avaliações dos clientes para o seu ecommerce.

Quem tiver uma média melhor, ganhará a disputa. Assim, engana-se quem pensa que Buy Box é sair baixando preço quem nem louco e dar frete grátis. O Buy Box leva muito mais coisas em consideração e tem como maior foco a experiência do cliente.

3- Como a Via ajuda na Logística

A Via tem diferentes soluções logísticas para ajudar da melhor forma possível seus lojistas de acordo com o investimento que eles podem fazer.

Por exemplo, há lojistas que ainda não possuem um volume muito alto de vendas e para eles é impossível disponibilizar o caminhão da Via para atender as entregas.

Para esses lojistas com volumes menores de venda, a Via disponibiliza uma tabela diferenciada com os Correios, que sai muito mais em conta do que se o lojista fizesse por conta própria.

Já para os lojistas com maiores volumes, tem a opção logística própria da Via que é o Envias. A Via coloca toda sua frota de caminhões à disposição do lojista para que ele possa ofertar um frete mais barato e uma entrega mais rápida. Assim, podemos ver que a Via está sempre pensando em soluções que melhorem a experiência do cliente dos seus lojistas.

Além disso, o podcast falou sobre:

– Importância do aplicativo para o ecommerce

–  Omnicanalidade

–  Black Friday

Já conhecia a Via ? Qual insight você tirou desse episódio? Coloque nos comentários!

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O2O: O que é e por que é importante?

Talvez, você nunca tenha ouvido falar da estratégia O2O, pois está iniciando seus estudos na área de ecommerce. Mas, com certeza, você como consumidor(a) já foi impactado por essa estratégia sem saber. Neste artigo, vamos falar sobre o que é a estratégia O2O, como funciona e por que é importante para o ecommerce.

O que é O2O?

O2O é uma sigla para Online to Offline. Na prática, O2O são estratégias de oferta de produtos e serviços no ambiente virtual (online) para uso no mundo físico (offline). Um bom exemplo disso é o Retirar em loja, que é a retirada do produto, comprado online, na loja física. Isso é oferecido como um benefício para que as pessoas tenham o produto em mãos de forma mais rápida e sem pagar frete por isso.

Além disso, podemos citar a estratégia do Ship From Store. Ela consiste em usar o estoque das lojas físicas para atender pedidos do ecommerce com o objetivo de diminuir o tempo de entrega e deixar o cliente mais satisfeito. Assim, adotando o Ship From Store a marca consegue melhorar a experiência dos clientes.

Dentro desse modelo de omnichannel temos o conceito de prateleira infinita, que é a possibilidade do cliente comprar produtos em um canal, geralmente, a loja física da marca, ainda que os produtos não existam no estoque deste canal.

Você também pode consumir esse conteúdo em formato de vídeo no nosso canal do Youtube, “Estratégia O2O: O que é e por que é importante?”, para assistir é só apertar o play abaixo. 

Case Magalu e O2O

A Magalu não tinha nenhuma loja no Rio de Janeiro e “do nada” passou a ter 50 lojas no estado. Com certeza, ela viu a necessidade de abrir essa quantidade de lojas para ter  vários pontos de distribuição e diminuir seu tempo de entrega. Assim, com essas novas lojas, ela começou um trabalho de O2O no Rio de Janeiro.

As lojas físicas possibilitaram a Magalu a adotar a estratégia de Ship From Store e Retirada em Loja, o que com certeza facilitou o processo logístico e aumentou a satisfação das pessoas com a marca. Portanto, a Magalu resolveu vir para o Rio de Janeiro não só para com atingir um novo público com a loja física, mas sim para melhorar a logística da marca.

Efeito UAU e o O2O

Sempre que realizamos uma compra, seja em uma loja física ou em um ecommerce, colocamos uma expectativa muito alta na marca. Para não termos frustrações, as empresas precisam pensar em ações que nos satisfaçam, pois quanto melhor for a nossa experiência, mais a marca será registrada positivamente na nossa mente. Isso vai nos levar a indicá-la para outras pessoas e acabaremos sendo promotores da empresa.

Quem nunca recebeu um brinde de uma empresa, uma cartinha e ficou todo feliz. Essa tática é muito explorada pelas marcas para criar uma experiência única no cliente e gerar o que o efeito UAU de Kotler. Isso faz com o cliente fique mega satisfeito e sem palavras. Assim, o O2O é uma excelente saída para conseguir dar a melhor experiência para o cliente.

Integração online com offline

Quando bem feita a estratégia de O2O ajuda tanto o online quanto o físico. Isso porque muitas vezes o cliente pode comprar um produto no ecommerce, ir retirar na loja física e acabar comprando um produto complementar por conta do vendedor. Portanto, aplicando o O2O, os vendedores deixam de encarar o ecommerce como rival e passam a ver ele como aliado.

Não se esqueça de se inscrever no nosso canal “Ecommerce Pro”.

Já conhecia a estratégia O2O? Tem alguma experiência nesse assunto que deseja compartilhar? Coloca nos comentários!

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Mobile ou Desktop: O que as pessoas preferem?

Você já ouviu falar que as pessoas acessam mais ecommerces via celular, mas na hora de comprar preferem o desktop? Mobile ou desktop o que as pessoas preferem para comprar online? Neste artigo, você vai ver qual é a real preferência das pessoas ao comprar online.

Esse conteúdo também está disponível no nosso canal do Youtube na série Digital Mythbusters, “Pessoas preferem comprar no desktop ou no mobile?”, você pode assistir apertando o play abaixo. 

Pessoas preferem comprar no desktop?

MITO!

Separamos três dados que mostram que não há essa preferência por comprar no desktop e que se um ecommerce não investe no mobile pode estar perdendo muitas vendas. Para desmistificar a afirmação de hoje, trouxemos dois estudos, um da EBANX  e outro da Ecommerce Brasil.

O primeiro deles é que 68% dos brasileiros utilizam dispositivos móveis para fazer compras internacionais em empresas como AliExpress e Shopee. Esse dado no estudo da EBANX Beyond Borders 2020/2021. Ou seja, 6 a cada 10 pessoas preferem fazer compras de produtos internacionais via celular e boa parte disso é via aplicativo.

Portanto, se você quer trabalhar com ecommerce vai precisar estar sempre monitorando os números mobile ou site, para ver como está o desempenho de cada um e também sempre buscar alternativas para tornar os conteúdos otimizados para o mobile.

Caso os números do ecommerce, onde está, não mostrem o mobile como um canal relevante, é preciso fazer uma análise minuciosa, pois provavelmente tem algo de errado. Isso porque as pessoas estão cada vez mais comprando via celular e é natural que a representatividade desse canal seja alta em todos os segmentos do ecommerce.

Compras online no Dia das Mães

O segundo dado é de uma pesquisa da Ecommerce Brasil . Ela mostrou que 62% das compras online do Dia das Mães deste ano foram feitas via celular. Ou seja, mais da metade das pessoas que compraram em ecommerce no Dia das Mães, uma das datas mais relevantes para o varejo, optaram por comprar pelo celular.

Isso acontece muito porque as pessoas estão com uma rotina bem movimentada e é mais fácil pegar o celular para comprar, do que parar tudo e ir até o computador.

Aplicativos em alta

Por fim, o terceiro dado que trouxemos é dos 5 aplicativos mais baixados da Apple e do Android no Brasil, 2 são ecommerces. Isso representa 40%. Os aplicativos eram da Shopee e da Farm

Essa informação só ressalta a importância do mobile, pois o que roda muitas vezes no aplicativo é uma Webview, um componente do sistema que permite que as aplicações do Android exibam conteúdo de web diretamente dentro de um aplicativo. Ou seja, a versão mobile do site dentro do aplicativo. 

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Você tem o costume de comprar via desktop ou mobile?

Tem alguma dúvida sobre esse tema ? Coloca nos comentários!

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Dufry: uma marca além de fronteiras

Você conhece a Dufry? Sabia que ela é a maior varejista do segmento viagem no mundo? Neste artigo, você vai conhecer os bastidores dessa empresa e verá os desafios que a marca enfrenta para vender seus produtos no mundo do ecommerce.

Ouça o nosso podcast! Não esqueça de nos seguir na sua plataforma favorita!

Esse episódio conta com o patrocínio da Caffeine Army e da Reserva Ink.

Conhecendo a Dufry

É uma empresa global fundada em 1865, tem sede na cidade de Basiléia na Suíça e está presente em mais de 60 países. Ela é líder em varejo no segmento de viagem e possui aproximadamente 2.200 lojas em aeroportos, navios de cruzeiros, portos e pontos turísticos.

No Brasil, o escritório principal da marca fica no Rio de Janeiro e há dois tipos de negócio, a Duty Free e a Duty Paid. O primeiro é composto por lojas no embarque e desembarque na parte internacional dos aeroportos, onde é possível comprar produtos com a isenção de alguns impostos. Geralmente, se paga em dólar e só pode comprar nela as pessoas que estão em trânsito internacional.

Já o segundo, é composto por duas marcas: Dufry Shopping e Hudson. A Dufry Shopping é uma emulação da experiência do Duty Free para o passageiro do voo doméstico, onde é possível encontrar um sortimento de produtos e marcas muito parecidos no Duty Free, mas sem a isenção de impostos. Tem tanto no Air side, espaço após passar pelo raio-x do aeroporto, quanto no Land side, lojas que ficam no saguão do aeroporto.

O Hudson é um negócio de conveniência com lojas menores, pequenos quiosques, onde podemos encontrar itens de primeira necessidade, como água, salgadinho, revistas, entre outros. Assim, a marca expandiu as suas fronteiras saindo do internacional indo para o nacional.

O que aprendemos no podcast

1- Peculiares do ecommerce da Dufry

Por conta de questões fiscais, não é possível que o cliente compre diretamente online, mas ele consegue adiantar o processo de compra reservando o produto no ecommerce. 

Além disso, há limites ligados às leis locais para onde a pessoa está indo. Por exemplo, tem países onde é proibido entrar com bebidas alcóolicas e para não passar por nenhum tipo de constrangimento é feito uma comunicação, pelos vendedores da loja física ou no próprio ecommerce da marca. 

Há outras limitações também, como um valor máximo que pode ser gasto pelas pessoas. São tantos detalhes que é preciso pensar muito bem na hora de escolher a plataforma do ecommerce, pois esse tipo de varejo tem um alto nível de complexidade. 

No episódio o nosso convidado conta qual plataforma a Dufry usa e como fazem a integração da loja física com o ecommerce.

2- Planejamento de mídia

Quando se trata desse assunto, o convidado destaca a SEGMENTAÇÃO como o ponto chave para conseguir ter sucesso na comunicação. Cada ação de marketing é feita com o objetivo de melhor forma de atender as pessoas de acordo com o nível de consciência que ela está a respeito da marca e de suas necessidades. Assim, a marca cria estratégias orgânicas e pagas exclusivas para cada etapa (topo, meio e fundo).

Dá o play e veja qual tipo de conteúdo a marca oferece em cada uma das etapas dos níveis de consciência!

3- WhatsApp como canal de venda

Por conta de questões fiscais, não é possível fazer todo o processo de venda dos produtos da marca de forma online. Sendo assim, o WhatsApp funciona como mais um canal, onde as pessoas podem fazer a reserva dos produtos para receberem em casa e pagarem com um esquema bem parecido com os deliverys de restaurantes.

Além disso, o podcast falou sobre:

–  Chatbots

– CRM 

– Dicas para trabalhar com ecommerce

Já conhecia a Dufry ? Qual insight você tirou desse episódio? Coloque nos comentários!