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Oratória: o que é e como desenvolver

Quem nunca ficou nervoso(a) antes de uma apresentação que atire a primeira pedra. Desde novos, somos colocados para falar em público, mas quase nunca somos preparados para isso. Neste artigo, você vai aprender a arte de falar em público, oratória, e dicas de como desenvolver essa habilidade.

Ouça o nosso podcast! 

Esse episódio conta com o patrocínio da Caffeine Army e da Reserva Ink.

O que é oratória?

É o ato de simplesmente falar em público de forma estruturada com o objetivo de informar, influenciar ou entreter. Todos nós já tivemos que fazer alguma apresentação em público, seja na escola, na faculdade ou no trabalho, mas dificilmente todos nós fomos preparados para esses momentos. 

E  essa falta de preparação é a base do medo de falar em público, o maior medo da maioria das pessoas, ficando na frente do medo de morrer.

Ou seja, as pessoas preferem morrer a falar em público. Portanto, uma forma de acabar com essa barreira de falar em público é se preparando para esses momentos e você vai conferir como fazer isso nas dicas desse artigo.

Origem do medo de falar em público

Segundo as pesquisas do nosso convidado do Bate Papo Sobre E-commerce, Luis Vabo Jr, o nervosismo e o medo de falar em público vem dos nossos ancestrais, os “Homens das cavernas”, o “Homo Sapiens”. Eles para sobreviver precisavam andar em grupos, pois ao se destacarem do grupo se tornavam alvo mais fáceis e era liberado nesses momentos hormônios de estresse.

Hoje, a nossa sobrevivivência não está refém de predadores animais, mas o efeito químico segue presente. Ou seja, ao ficarmos em posição de destaque, sentimos que estamos mais vulneráveis, por conta da liberação de hormônios de estresse.

E o momento que isso ocorre nos dias de hoje é quando estamos nos apresentando. Assim sendo, os efeitos químicos seguem sendo o mesmo, o que mudou foi a situação que provoca.

Tipos de oratória

1- Conversa

A conversa é a forma mais básica de oratória. Ao conversar com alguém do seu ciclo de amizade, você já está exercendo essa habilidade, pois a oratória é a arte de transmitir uma mensagem podendo ser séria ou descontraída.  Por ser o primeiro degrau da complexidade da oratória, devemos começar pela conversa na hora de treinar nossa oratória.

Faça o seguinte exercício, escolha pessoas que se sente mais confortável e conte para elas, durante uma conversa, sobre os temas que precisará falar depois para um público maior. Assim, você treinará a fala e conseguirá dominar o assunto, o que te deixará mais confortável, quando precisar transmitir a mensagem para mais pessoas.

2- Pitch

 É um discurso rápido, uma curta apresentação, que tem como objetivo despertar o interesse da outra pessoa (ouvinte) para que ela compre a ideia. Um dos mais conhecidos é o de elevador, que é o estilo mais curto de pitch com duração de 30 segundos a 1 minuto e é bastante usado por empreendedores para apresentar startups.

3- Discurso Preparado

É quando uma pessoa é convidada a transmitir uma mensagem em público e ela estrutura toda a sua mensagem em um material de apoio (papel) para não esquecer nada do que precisa falar. Portanto, o discurso requer muito domínio da oratória, pois o(a) orador(a) não tem apoio visual, o que faz que esteja 100% no centro das atenções.

4- Apresentação preparada

A diferença entre esse tipo de oratória para o discurso é que em uma apresentação temos o uso de um recurso audiovisual para dar um suporte. Mas em ambas a pessoa que está transmitindo a mensagem deve atrair todos os olhares para si, pois é ela que deve dominar o assunto e fazer com que os ouvintes retenham a informação.

5- Improviso

É quando você precisa falar sobre algum assunto sem ter tido uma preparação prévia. Em muitos casos, você até conhece o assunto que precisa falar, mas não esperava precisar falar no momento que te indagam.

Por exemplo: Perguntas durante uma roda de conversa em um evento da sua área. Você até conhece o assunto, mas não tem como adivinhar o que as pessoas irão perguntar.

6- Debate

É um tipo de oratória em que duas ou mais pessoas colocam suas opiniões sobre um determinado assunto e usam dados/argumentos para defender o que eles acreditam. Um bom exemplo é durante as eleições, quando os candidatos vão defender suas ideias de campanha em diferentes mídias.  

Durante esses debates, os oradores usam de todo seu poder de argumentação para convencer ao público que suas ideias são as melhores e assim eles são as melhores pessoas para ocupar os cargos.

Dicas de como fazer uma boa apresentação

1- Treine o discurso

O ideal é que você treine para toda apresentação que for fazer, porque quando treina você aperfeiçoa a forma do discurso, o tom da sua voz, o gestual e o tempo da fala.

É importante que neste treino você faça o levantamento de quem vai estar na platéia da sua apresentação para saber a melhor forma de se comunicar. Assim, como toda habilidade, a oratória precisa de treino, pois a repetição vai levar o desenvolvimento e o aperfeiçoamento.

2- Chegue cedo no local da apresentação

É fundamental chegar cedo no local da apresentação para você já ir se ambientando e conseguir ver como estão posicionados os elementos externos (ar condicionado, janela, plateia, computador).

Tente ficar o mais próximo possível de onde você irá se apresentar para já ir sentindo o clima, pois isso ajuda a abaixar a ansiedade e o nervosismo. 

3- Tenha um momento de relaxamento

Ter controle sobre a respiração é fundamental para realizar uma boa apresentação, pois a respiração afeta diretamente na fala. Para você ficar com uma respiração mais tranquila, você deve ter um momento de relaxamento, que pode ser uma meditação, uma oração, tudo que for em prol de te acalmar.

4- Preste atenção na sua respiração

A respiração dita o ritmo da fala. Para que seja bem compreendido(a), você deve treinar pausas durante a sua apresentação entre uma frase e outra. Uma dica extra é pontuar no seu discurso, quando vai ser essas pausas, para treinar antes de apresentar.

5- Explore a comunicação não verbal

Oratória é muito mais do que fala, pois envolve elementos não verbais, como postura e gestuais. Com relação a postura, ela deve ficar sempre ereta e com os dois pés fixos no chão. Uma vez ou outra, você poderá caminhar no espaço, mas tome cuidado para não distrair as pessoas.

Com relação aos gestos, você poderá usar as suas mãos de acordo com a sua fala, sempre com movimentos suaves para não distrair o público. Portanto, para dominar a oratória, você precisará saber alinhar o verbal e o não verbal durante toda a sua apresentação.

Além disso o podcast falou sobre:

– Conceito de Escutatória e a importância disso para ser um bom líder

– Como transmitir autoridade na fala e captar a atenção das pessoas

– Técnicas de oratória

Você se sente confortável ou não ao falar em público? Qual insight você tirou desse episódio? Coloque nos comentários!

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Toca obra: como fazer a diferença com marketplace

É possível se diferenciar na área de marketplace? CLARO! E é sobre isso que vamos falar neste artigo. Invadimos os bastidores da marca Toca Obra, o maior marketplace de construção do Brasil, para ver como funciona a operação do ecommerce. 

Quem nos contou tudo foi a Paula Cogo, responsável pela área de marketplace e de marketing Digital na Saint-Gobain Brasil, que é o grupo da Toca Obra. Bora colocar a mão na massa!

Ouça o nosso podcast! Não esqueça de nos seguir na sua plataforma favorita!

Esse episódio conta com o patrocínio da Caffeine Army e da Reserva Ink.

Você também pode ouvir no play abaixo!

Conhecendo o Toca Obra

O Toca Obra é um marketplace de construção civil que reúne lojistas do ramo de todo Brasil. Ele tem como objetivo facilitar a comunicação entre quem está fazendo a obra e o lojista de construção.

Além disso, o Toca Obra faz parte do Grupo Saint-Gobain, uma multinacional francesa, que é uma das maiores companhias no ramo da construção e hoje tem mais de 250 lojistas ativos.

A plataforma funciona da seguinte forma: a pessoa escolhe os produtos, compara os preços dos lojistas parceiros, escolhe a forma de pagamento, finaliza o pedido e aí pode escolher se quer receber em casa ou retirar na loja.

Uma das dores do mercado que a plataforma Toca Obra sana é o cadastro de produtos, o lojista só precisa informar o que ele quer vender, o estoque e o preço. Toda a parte de usabilidade fica por conta do marketplace. Assim, o lojista mais tradicional consegue ir aos poucos se digitalizando e começa a perder o medo da tecnologia.

Além disso, o Toca Obra sana a questão do conhecimento. Ele  fornece treinamentos, que ajudam a diminuir as dúvidas dos seus parceiros e faz com eles consigam evoluir seus negócios no digital de forma mais independente.

Uma outra possibilidade dentro do marketplace, Toca Obra, é a criação de uma loja própria por parte dos lojistas. A convidada conta que cada um usa de uma maneira, há quem use a loja como um catálogo virtual ou quem usa como uma opção para o cliente ter melhores condições de pagamento.

Você sabia? 

70% das vendas de material de construção acontecem em pequenos e médios varejos do Brasil, número referente a lojas físicas. Mas no digital se trata de digital, a atuação deles representa apenas 10%.

Com base nesses números que o Toca Obra foi criado com a missão de trazer pequenos e médios lojistas para o digital. Assim, o Toca Obra, bem como outras marcas, surgiram de uma oportunidade do mercado.

O que aprendemos no podcast

1- Importância das métricas

A Paula Cogo, nossa convidada, falou sobre a importância de estar sempre cuidando dos dados, por meio do acompanhamento das métricas. Ela cita como exemplo a relação do tempo de carregamento do site com a taxa de conversão.

No caso, ela falou que se o tempo de carregamento reduzir 0,1 segundos, isso pode representar um aumento de 8% na taxa de conversão para o marketplace Toca Obra. Portanto, é fundamental estar sempre de olho nas métricas, relacioná-las e pensar em formas de melhorá-las para ter melhores resultados.

2- Desafios logísticos

No caso do Toca Obra, os produtos vão desde parafusos até telhas de 6M. Essa variação de tamanho/peso dificulta a logística. Para resolver esse problema e fazer com que isso não prejudique a experiência do cliente, a solução que eles encontraram foi ter mais modos de entrega.

Hoje, eles possuem parcerias com os Correios, para levar produtos mais pequenos, e também com transportadoras regionais, para itens mais robustos.

Além disso, há a possibilidade do lojista cadastrar frotas próprias. Nesse modo é possível que os lojistas parceiros limitem a área de atuação para a entrega. Também dá para eles colocarem os preços do frete da maneira que acharem melhor.

Por fim, há a possibilidade de retirar em loja. Mas para que isso funcione foi preciso que o Toca Obra criasse treinamentos para os lojistas parceiros para que eles estivessem preparados para receber as pessoas da melhor forma possível.

3- Desafios para implementar o retirar em loja

Comprar no ecommerce e pegar na loja física é algo que cada vez mais as pessoas estão fazendo. Mas essa opção não é nada comum quando se trata de um marketplace. O Toca Obra não tem nenhum produto, os estoques são dos lojistas parceiros. 

Para que esse modo de retirada em loja funcione é preciso preparar os lojistas. O Toca Obra dá essa orientação, tanto de conhecimento, quanto de material personalizado, para cada um dos parceiros. Assim, para que o modo funcione, o Toca Obra está sempre ali ao lado do lojista dando todo suporte necessário.

Além disso, o podcast falou sobre:

– Importância de ter vários canais de venda integrados

– Como pensar uma estratégia de mídia

– Uso da tecnologia para melhorar o processo de compra

Já conhecia o Toca Obra? O que você mais curtiu? Coloque nos comentários!

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5 Passos para construir um bom planejamento

Mudanças, novidades, em um ritmo nunca visto. Esse é o século XXI, a era do digital. Já que tudo muda o tempo todo, será que é possível construir um bom planejamento? Será que essa habilidade é importante? É sobre isso que vamos falar nesse artigo! Vamos te mostrar os 5 passos para ter um planejamento de sucesso.

Apesar de existir pessoas que acreditam que o planejamento não faz sentido, pois tudo muda o tempo todo no digital. Podemos te dizer que essas pessoas nunca estiveram tão enganadas. Se você confunde planejamento com estratégia, estratégia com plano de ação, estamos aqui para te ajudar a ter tudo isso muito claro na sua cabeça.

Ouça o nosso podcast

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O que é Planejamento?

Para o nosso convidado da semana, Rafael Kiso, Fundador e CMO da Mlabs, planejamento é uma disciplina fundamental para que todo mundo seja organizado e tenha total capacidade de orquestrar e colocar todas as estratégias, táticas e ações em um único lugar de maneira que faça sentido para o negócio.

Apesar de ser algo básico, muitas pessoas acabam pulando essa etapa tão importante e já partem direto para a tática, ou seja, para a criação de ações de médio e curto prazo responsáveis por tornar concreto as ideias do nível estratégico. 

O que acontece é que quando não temos um planejamento bem definido, não sabemos ao certo, quais são os objetivos da empresa (estratégico) e aí todas as nossas ações ficam prejudicadas.

É como um barco à deriva, vai chegar em algum momento em algum lugar, mas não se sabe exatamente onde. Assim, o planejamento é a bússola do negócio, que vai levar a empresa aonde ela quer chegar.

5 Passos do Planejamento

1- Diagnóstico

É fundamental que você esteja bem informado sobre o macro ambiente ou seja o local onde está inserido o negócio sobre o qual vai desenvolver o seu planejamento.

Além disso, você precisa estar por dentro do micro ambiente, que é o espaço ocupado pelo negócio no segmento dele. Assim, o macro seriam aspectos mais gerais (notícias sobre cultura, economia, meio ambiente, política) e o micro seriam aspectos mais específicos (notícias sobre o segmento em que o negócio atua).

Também entra no diagnóstico a análise do ambiente interno da empresa. Aqui, você vai levantar os pontos fracos e fortes que o negócio tem com relação ao mercado.

Isso é fundamental para o crescimento da empresa, pois só conhecendo ela a fundo para saber podemos fazer, explorando o seu melhor nas ações, enquanto busca melhorar o que é fraco. Portanto, o primeiro passo do planejamento consiste em aplicar uma Matriz S.W.O.T (FOFA), levantando informações sobre o ambiente interno e externo do negócio.

2- Revalidação dos objetivos

Agora, que já fizemos a Análise S.W.O.T, ou seja, levantamos os pontos fortes e fracos do negócio, podemos cruzar essas informações com os objetivos iniciais da empresa. Nesse momento, devemos ver o que faz ou não sentido para o momento da empresa e partir para o step da revalidação.

Por exemplo: Muitas empresas, quando perguntadas sobre seus objetivos, respondem vender. E depois do diagnóstico conseguem enxergar o que é preciso ser feito, os objetivos secundários para que consigam alcançar o objetivo principal que é vender.

Isso pode ser, para um ecommerce, o desenvolvimento de um aplicativo, por exemplo, para estarem mais próximos dos seus consumidores e ter um canal mais direto de vendas.

Além de verificar se o nosso objetivo faz sentido, é nesse passo que usamos as informações do diagnóstico para criar outros objetivos que façam mais sentido para o momento do negócio e do mercado. Portanto, a revalidação de objetivos consiste em ações que ajudam a corrigir a rota do negócio.

Uma ação possível para esse passo é um Workshop de Cocriação com os consumidores e os stakeholders. Nela as pessoas vão fornecer ideias que podem potencializar os pontos fortes ou ajudar a melhorar os fracos. Assim, devemos usar esse step também como um brainstorming que forneça vários caminhos para o negócio chegar onde ele quer.

3- Estratégia

A estratégia tem como base três pilares: conteúdo, projetos web e mídia. O conteúdo é o primeiro, porque ele está presente em tudo, site, blog, redes sociais, página de vendas, descrição de produto, vídeos, entre outros canais.

Ele precisa passar por filtros para que só restem ideias que tenham a ver com os objetivos do negócio. Portanto, na hora de criar um conteúdo é fundamental ter em mente se ele está encaixado com o objetivo da empresa, para não perder o tempo com uma ação que não vai levar a lugar nenhum.

O segundo pilar, que é o de  projetos web, inclui aplicativos, games, sites, blog, tudo que envolve intranet e extranet. Aqui entra não só conteúdo, mas também a parte mais estrutural e técnica.

Por fim, o terceiro pilar é o de mídia e quando falamos de mídia devemos levar em consideração os três tipos: paga, própria e ganha. O primeiro tipo é voltado para a criação de campanhas de anúncios para aparecermos em destaque (Google Ads, Facebook Ads).

Já o segundo consiste nos canais próprios da empresa, onde ela construiu sua audiência, por meio de oferta de conteúdo de valor (Blog, Telegram, Podcast).

Por fim, a mídia ganha que é quando as outras pessoas falam de você nos canais delas. Isso pode ocorrer de forma orgânica (fãs da marca) ou paga (influenciadores digitais). Com todos esses pilares bem pontuados e alinhados com os objetivos do negócio é possível passar para o próximo passo que é o da tática.

4- Tática

É nesse passo que você levantará informações para entender que é de fato o seu público alvo, para isso deverá criar suas personas e traçar o mapa da empatia de cada uma delas.

Com isso, ficará mais fácil criar segmentações na hora de criar os anúncios nas mídias pagas (Facebook e Google Ads) e também conseguirá entender qual é o potencial de fato do negócio, pois as ferramentas vão te mostrar o tamanho do público que poderá alcançar.

Depois de saber quem são as pessoas do seu público, criar as segmentações, saber o tamanho do público em potencial, aí sim, pode pensar no orçamento.

Primeiramente, devemos ver quanto vai custar para alcançar 100%, se não for possível, vai precisar ajustar até chegar em um valor que caiba no orçamento da empresa. Assim, você não terá as finanças prejudicadas e ainda alcançará uma boa parte do seu público potencial.

Além de conhecer melhor o público e definir o orçamento, é aqui que entra também o levantamento de quais influenciadores relevantes para o produto/serviço do negócio e dos recursos disponíveis para executar os projetos. 

Também é no nível tático que definimos em quais mídias vamos estar presentes, o que colocaremos em cada uma delas e em qual frequência. Portanto, o passo tático é onde definimos o que podemos fazer, enquanto no estratégico colocamos o que desejamos fazer.

5- Controle

O nosso convidado usa nesse passo a metodologia Balanced Scorecard, que possui quatro dimensões. São elas Processos Internos; Aprendizado e Crescimento; Clientes; Financeiro. Esses quatro pilares devem estar se relacionando de maneira equilibrada e dentro deles estão os objetivos, indicadores/metas e iniciativas. 

A primeira dimensão é o de processo, que consiste em verificar se o ambiente interno está bem estruturado e isso significa ver se já tem os recursos necessários para desempenhar os projetos, seja humano ou material. Além disso, é preciso verificar se esses recursos estão bem alinhados entre si. 

Por exemplo: É preciso ter uma ferramenta de agendamento de posts, você coloca no planejamento a contratação da Mlabs e a empresa adquire. Agora, com a ferramenta disponível é preciso ver se os colaboradores sabem mexer, caso não, precisará pensar em um treinamento, para que recursos humanos e materiais sejam em perfeita sintonia.

A segunda dimensão é o Aprendizado/Crescimento. Aqui é o momento de realizar testes e experiências. Não devemos colocar todo nosso esforço para fazer uma ideia acontecer, primeiramente, devemos criar MVP (Mínimo Produto Viável) dos projetos e testá-los.

Se der certo, aí sim escalamos, caso contrário, descartamos. Portanto, nessa dimensão conseguimos ver se as nossas ideias são viáveis ou não para o momento do negócio. Por meio dos testes e com esse aprendizado(conhecimento) veremos o que podemos usar para crescer o negócio.

Com o conhecimento adquirido na segunda dimensão, você conseguirá escalar o negócio, alcançando os clientes da melhor forma possível sem perder o controle financeiro.

“O planejamento geralmente falha pela falta de controle, pela falta de reeorganizar, re-validar as hipóteses, testar, reaprender, corrigir rotas.” – Rafael Kiso.

Métricas no planejamento

Devemos definir as métricas e os indicadores-chave na parte da tática do planejamento e analisar mais a fundo na etapa de controle. Esses dados ajudam o profissional a ver se as suas ações estão dando certo ou não, para que ele possa corrigir a rota sempre que preciso.

Já os indicadores-chave são combinações das principais métricas que são importantes para alcançar o objetivo desejado. Portanto, o acompanhamento desses dados vai ajudar a atingir o sucesso no mercado.

Ps. Cada etapa da Jornada de Compra tem suas métricas e Kpis próprios.

Você também pode conferir o vídeo do nosso podcast!

Dicas de Ferramentas

Agora, que você sabe como construir um bom planejamento, pode partir para as ferramentas, nosso convidado deixou como dica a Airtable, que é um banco de dados, onde há vários templates prontos para você construir suas planilhas de maneira inteligente.

Além dessa, você pode buscar no Google por “Ferramentas de Ideação”, que servem para auxiliar a escolher a ideia com maior viabilidade de implementação.

Com essas ferramentas, você conseguirá atribuir notas para cada uma das ideias, seguindo os quesitos de Prazo de Implantação, Investimento e Potencial de Retorno. Assim, você conseguirá ver qual é a ideia que tem maior potencial para o momento da empresa.

Além disso o podcast falou sobre:

–  Conceito de Stage Gate e inovação

– 4 P’s do marketing

– Principais erros cometidos na hora de planejar

– Cultura de Growth

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Grão de Gente: influenciando o mundo dos famosos

A fama vem de berço ou vende berço? Neste artigo, vamos falar da marca Grão de Gente, a maior marca de bebê da América Latina e como ela se tornou um sucesso no mundo dos famosos.

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Conhecendo a Grão de Gente 

A marca foi criada em 2012 com o objetivo de trazer um novo conceito de enxoval e decoração para o universo baby e infantil. Hoje, ela tem parcerias com famosos, como a Bianca Andrade (Boca Rosa) e Sabrina Sato, que experimentaram seus produtos e estabeleceram um relacionamento fiel com a marca.

Além disso, são líderes de mercado, pioneiros no desenvolvimento de coleções exclusivas, estão sempre criando tendências para o segmento e pensando em oferecer a melhor experiência possível no site, desenvolveram o Tour 360º, que vamos falar mais ao longo do artigo.

O que aprendemos no podcast

1- Estratégia de marketing com famosos

Tudo começou com uma percepção de mercado. Os famosos entraram para o mundo da Grão de Gente como clientes, bem antes de existir o marketing de influenciadores. Como um processo natural, o nosso convidado, Gustavo Ferro (fundador da Grão de Gente), começou a mandar os produtos para as celebridades e foi iniciando um relacionamento.

Hoje, a marca tem uma seção no seu site com quarto de famosos, os mais recentes do filho da Bianca Andrade ( Boca Rosa) e do Fred (Desimpedidos). Também tem o quarto da filha do Péricles, a Maria Helena.

Além disso, a marca tem uma coleção exclusiva com a Sabrina Sato e por conta de tantos famosos no seu plantel de clientes podemos chamar a Grão de Gente de “Queridinha dos Famosos”.

A estratégia usada pela Grão de Gente de usar famosos para promover seus produtos por meio dos famosos “mimos” ou “recebidos ” é chamada de marketing de influência. Ela consiste em usar uma pessoa com influência sobre o seu público-alvo na comunicação da marca para fazer os seguidores da pessoa comprarem seus produtos ou serviços. 

Para ter bons resultados, é preciso estudar muito bem o perfil de cada influenciador e ver se realmente se comunica da maneira que você deseja para a sua marca.

No artigo, “O que é marketing de influência e como funciona?”, você pode se aprofundar ainda mais no tema e ver dicas da nossa professora de marketing de influência Natasha Rattacasso.

2- Experiência do cliente: Tour 360º

O convidado contou um pouco sobre como foi criar a Tour 360º, que possibilita as pessoas a imergir nos quartos criados pela marca e também a sentirem a qualidade dos produtos.

Para criar essa experiência no site, é preciso subir muitas fotos (300/400) de uma única vez e renderizar. Depois, em pouco tempo já está disponível o quarto em 3D, para que as pessoas possam olhar e sentir cada detalhezinho dos móveis, dos acessórios e das roupas. Assim, a marca traz a sensação de estar na loja física, mesmo sem sair de casa.

Além disso, o Gustavo Ferro falou sobre o que ele considera usabilidade. “O 3D, a parte do blog, as redes sociais, os produtos, o site, tudo isso é UX. Porque para mim Ux nada mais é que a comunicação que você vai ter com a pessoa”.

Ou seja, para ele a usabilidade vai muito além de proporcionar uma boa experiência no site. Ele precisa ser aplicado em todos os pontos de contato da marca com as pessoas. Portanto, ter uma boa usabilidade é conseguir oferecer a melhor experiência possível para as pessoas em qualquer lugar que estejam.

No artigo, “O que é UX (user experience)”, você pode se aprofundar ainda mais nesse tema. Nele você aprenderá, não só o que é UX, mas também quem criou o conceito e sua aplicação dentro/fora do site.

O podcast também falou sobre:

– Estratégia no Marketplace

– Planejamento de mídia

– Diferenciais da marca

Já conhecia a Grão de Gente? Qual insight você tirou desse episódio? Coloque nos comentários!