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Pensamento analítico: o que é e como desenvolver

Você com certeza já ouviu falar da habilidade de ter um pensamento analítico e possivelmente já deu de cara com vagas na área de marketing que pedia essa skill. 

Mas será que você sabe o que é na prática o pensamento analítico, como desenvolver essa skill e a importância dela para o seu dia a dia? É sobre isso que vamos falar neste artigo, que tem como base o episódio do nosso Bate Papo Sobre E-commerce com o Rodrigo Nascimento, autor do livro Marketing na era de dados: o fim do achismo.

Ouça o nosso podcast

Esse episódio conta com o patrocínio da Caffeine Army e da Reserva Ink.

O que é pensamento analítico?

É você trazer uma mínima análise para dentro de um processo de tomada de decisão. Por exemplo: você decide colocar na sua estratégia de marketing o uso de uma mídia paga, como o Google Ads.

Antes de tomar essa decisão, precisa ter em mente os motivos pelos quais isso é importante, para não fazer só porque todo mundo está fazendo. Portanto, ter um pensamento analítico te proporcionará uma base argumentativa para suas decisões.

Além disso, o pensamento analítico não está ligado somente a métricas e KPIs, mas sim a tudo que tem como base a lógica, ou seja, você ter em mente que a ação x, vai te levar ao resultado x. Então, para ter essa habilidade você precisa ser minimamente crítico em determinados cenários, que iremos vivenciar no marketing e no ecommerce.

Ter pensamento analítico é também você não ter preconceitos, ou seja, não ter ideias preconcebidas sobre os mais variados temas que tenham como base a sua vivência.

Para desenvolver essa skill é fundamental não tomar uma decisão, antes de ter dados qualitativos e verificados. Portanto, ter um pensamento analítico consiste em se abrir para as mais variadas opiniões, levá-las em consideração e buscar formar a sua opinião com base em dados que podem ou não fortalecer o que ouviu dos outros.

Como desenvolver essa habilidade

1- Treinamento

É fundamental que você treine todos os dias o pensamento analítico para que essa habilidade cada vez mais se integre a sua personalidade. Para desenvolver essa habilidade, você precisará começar a racionalizar todas as suas ações diárias e entender o que tem como melhorar, além de pensar o que deve desenvolver. 

Por exemplo: você está incomodado(a) por não ter tempo para começar um curso novo e sente que precisaria de um dia de 48hrs.

Para conseguir encaixar essa nova atividade na sua vida, vai precisar pensar em formas de otimizar o dia. Isso vem com a análise do que é realmente importante.

Tendo um pensamento analítico, você consegue enxergar a sua rotina de forma racional, consegue descartar o que não é tão relevante para o momento e conseguirá encaixar a nova atividade.

O nosso convidado da semana, Rodrigo Nascimento, foca seus treinamentos diários em gaps, ou seja, elementos que faltam a ele para ser um profissional melhor. Quer entender melhor o processo dele? Confira o episódio!

2- Busque entender os momentos

Nossa vida é como um passeio de Montanha-russa, um dia estamos lá em cima e no outro estamos embaixo. Para desenvolver o pensamento analítico é fundamental que você busque entender sempre cada um dos momentos que estiver vivendo, pois essa habilidade precisa entender do todo (360º). 

Boa parte das pessoas só revisam suas ações, quando estão dando errado, mas entender o porquê está dando certo é essencial para encarar melhor os momentos ruins. Portanto, ter o pensamento analítico é focar no todo a todo instante, pois só assim é possível crescer o lado pessoal e profissional.

3- Saia da sua bolha

Antes de tomar qualquer decisão, ouça a opinião de outras pessoas, ter essa escuta ativa é fundamental para desenvolver a visão 360º. Somente assim, você conseguirá expandir seus horizontes, o que te dará a base para ter o pensamento analítico.

Além disso, esse hábito de ouvir os outros vai te dar uma base de dados que vai trazer a racionalidade, peça chave para o pensamento analítico.

Você também pode conferir o vídeo do nosso podcast!

Importância do pensamento analítico no dia a dia

Ter um pensamento analítico faz com que você traga a cultura de testes para a sua rotina. Isso vai te trazer formas do que fazer e o que não fazer. Assim, essa habilidade vai te ajudar a ter uma base de dados para tomar decisões mais assertivas.

Além disso o podcast falou sobre:

– Cultura de dados e criatividade

– Características do Pensamento Analítico

Qual insight você tirou desse episódio? Coloque nos comentários!

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Proatividade: o que é e sua importância para o mercado digital

Uma das Soft Skills mais desejadas em todas as carreiras é a tal da Proatividade. Muito cobrada, mas pouco ensinada e no final das contas o que é a tal da Proatividade? Como desenvolver isso?

Neste artigo, vamos falar sobre proatividade e trazer os principais pontos que foram abordados no episódio do nosso Bate Papo Sobre Ecommerce com o Diego Cidade da Academia do Universitário.

Ouça o nosso podcast

Esse episódio conta com o patrocínio da Caffeine Army e da Reserva Ink.

O que é Proatividade?

O nosso convidado, Diego Cidade, desenhou uma tríade para explicar o conceito de proatividade. O primeiro pilar é ter um modelo mental focado em ser um resolvedor de problemas. Ou seja, ter um mindset que veja os problemas como uma oportunidade de evoluir seja na vida profissional ou pessoal. Portanto, para ser proativo, você não pode ser uma pessoa que paralisa com problemas ou foge deles, porque vão ser essas situações que vão te ajudar a ser visto pelos outros.

O segundo pilar é ter escuta ativa, ou seja, estar sempre atento no que está acontecendo ao seu redor e sendo falado pelas outras pessoas da empresa, onde atua. Essa habilidade vai te ajudar a entender mais sobre a empresa, quais são as prioridades, os objetivos e as metas a curto, médio e longo prazo.

Por fim, o terceiro pilar é ter uma mentalidade de métricas.Isso vai ajudar a ter uma base para ver se o que está fazendo, onde está colocando suas forças, está realmente trazendo resultados para você e sua empresa. Assim, as métricas vão te ajudar a ter uma base argumentativa para justificar tudo aquilo que você faz dentro da empresa.

Proatividade e o dinamismo do mercado

O Diego falou da importância de se canibalizar ou seja se questionar sobre o que está sendo feito o tempo todo para poder encontrar novas soluções, novos caminhos, que vão nos ajudar a alcançar os nossos objetivos. Além disso, vai nos ajudar a conseguir acompanhar o dinamismo do mercado.

A canibalização deve ser feita levantando perguntas, questionamentos, do que está sendo realizado até então. No cenário do ecommerce, são perguntas como:  Será que esse produto aqui é realmente bom?, Será que a gente tem que criar outro por cima?, etc. Portanto, se canibalizar é estar o tempo todo criando cenários hipotéticos, executar as ideias, validá-las com os clientes e analisar os resultados.

Para acompanhar o mercado, devemos estar sempre aperfeiçoando e mudando o nosso jeito de fazer as nossas tarefas, porque se ficarmos apegado a um jeito só, estamos fadados a ficarmos obsoletos e teremos as portas do mercado sendo fechadas para nós.

Assim, é fundamental buscar sempre sair da zona de conforto e ter um mindset learnability, que é a vontade e a capacidade de estar sempre aprendendo coisas novas, adaptando os seus conhecimentos ao momento que se vive.

Cuidado com o F.O.M.O!

No digital, o tempo todo temos novidades e isso pode acabar desenvolvendo em nós o F.O.M.O, que nada mais é do que o medo de estar perdendo oportunidades. Primeiramente, calma, respira. Segundo, você é uma pessoa só, por mais que queira sair aprendendo e testando tudo que aparece, o seu dia só tem 24 horas, sendo assim, precisará saber priorizar. 

Saber priorizar é fundamental para ser um profissional proativo, pois isso vai te impedir que saia pegando o momento de demanda ao mesmo tempo e não consiga entregar nada direito, o que faria as outras pessoas perderem a confiança em você. Isso traria para você um olhar de profissional “que quer aparecer” ao invés de  um profissional realmente proativo.

Além disso, quando você não prioriza e fica cheio de demandas, acaba não conseguindo fazer análises e seus resultados ficam bastante prejudicados.

Você também pode conferir o vídeo do nosso podcast!

Características do profissional proativo

  • Não ter medo de errar, pois os erros são oportunidades para evoluir.
  • Ter escuta ativa, ou seja, estar sempre ouvindo as outras pessoas para ter outras perspectivas e ter um conhecimento mais amplo.
  • É boa em relacionamento ou seja sabe lidar bem com as pessoas.
  • Não ser muito apegado às suas ideias, porque nem sempre é o melhor caminho para alcançar os objetivos.
  • Não aceitar “porque sim”, o proativo precisa ser uma pessoa questionadora, porque é dessa atitude que vão aparecer oportunidades para se mostrar aos outros.
  • Busca sempre otimizar os processos, vai buscar formas mais fáceis de fazer as tarefas e melhorar a rotina.

Além disso o podcast falou sobre:

– Zona de conforto x Proatividade

– Efeito Uau!

– Como desenvolver a proatividade

– Liderança

Você se considera proativo(a)? Qual insight você tirou desse episódio? Coloque nos comentários!

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Liv Up: personalidade em um ecommerce de alimentação

Você costuma comprar comida online? E fazer compras de supermercado online? Conhece a Liv Up? A compra de comida via ecommerce teve um boom de 2020 para cá, por conta das restrições da pandemia, e está ganhando espaço na rotina das pessoas.

Para explorar esse mercado, o Henrique Castellani criou a Liv Up, lá em 2016, quando as pessoas ainda nem estavam tão preparadas para comprar online comida congelada, mas o crescimento da demanda por esse produto veio rapidamente, em 2020, para a marca. 

Você já ouviu falar da Liv Up? O que acha desse tipo de produto? Confira os bastidores da marca!

Ouça o nosso podcast! Não esqueça de nos seguir na sua plataforma favorita!

Esse episódio conta com o patrocínio da Caffeine Army e da Reserva Ink.

Conhecendo a Liv Up

A Liv Up foi criada em 2016 por Henrique Castellani e Victor Santos. Há 5 anos, eles já enxergavam a oportunidade de usar a tecnologia para oferecer uma alternativa de alimentação saudável que se encaixasse perfeitamente na correria do dia a dia.

E baseado na dor deles, resolveram construir a Liv Up. Uma marca que ofereceria para o mercado uma alimentação saudável e prática, que encaixaria perfeitamente na correria do dia a dia.

Mas antes de criar a marca, precisaram investigar para ver se aquela dor deles era comum a outras pessoas, para ver se o produto tinha demanda. E, depois de uma pesquisa, viram que havia essa necessidade no mercado.

Aí em cima disso, aliado a cada vez mais as pessoas estarem conectadas, criaram uma marca que fornecia uma alimentação saudável de forma online. Assim, quando a pandemia veio, a marca já estava preparada para atender as demandas do segmento de comida, que cresceu absurdamente de 2020 para cá.

O que aprendemos no podcast

1- A sua dor pode virar um negócio

Tudo começou em 2015, em uma conversa entre os fundadores na seguinte frase, “Como você está se alimentando?”, uma pergunta feita pelo Victor ao Henrique. Apoiados nisso, eles começaram a pontuar as dificuldades que passavam no dia a dia para conseguir comer de forma saudável com o pouco tempo que tinham.

Foi aí que eles começaram a pensar em soluções para sanar essa dor, que não era só deles, pois tinham mais pessoas na mesma situação. Ele comprovaram isso com pesquisas de mercado.

Na análise de mercado, viram que o mercado era muito tradicional e deixava muito a desejar no quesito ter um produto que aliasse qualidade, sabor e preço acessível. Assim, eles viram que o segmento tinha uma brecha gigante para inovar e resolveram se apoiar nisso.

Henrique e Victor estavam dispostos a criar produtos que unisse qualidade, praticidade, sabor e ser saudável para se estabelecerem na lacuna do sistema. Assim, a Liv Up, bem como outras marcas, nasceu de uma fraqueza do mercado que virou uma oportunidade de negócio nas mãos de Henrique Castellani e Victor Santos.

2- Melhor plataforma é que atende a sua necessidade

No primeiro ano de vida da marca, eles usavam uma plataforma de ecommerce tercerizida, como uma forma de MVP (mínimo produto viável). Ou seja, pegaram uma plataforma já existente para validar algumas etapas da operação e entender melhor onde valia a pena investir mais ou menos.

Com essa experiência, eles viram que era importante, para o tipo de negócio que eles queriam se estabelecer, controlar o canal, o código. Isso daria a eles mais  flexibilidade e conseguiram proporcionar uma experiência de compra diferente das que existiam no mercado. Assim, antes de tomarem a decisão de investir em uma plataforma própria, eles testaram as ferramentas existentes no mercado para ver se podiam atender suas necessidades.

A compra da Liv Up é longa, ou seja, em uma só tacada a pessoa compra 20, 30, produtos, o que é bem raro na maioria dos ecommerce. Por ser algo incomum, a maioria das plataformas não estavam preparadas, na época (2016-2017), para atender as necessidades da Liv Up. Assim, o melhor jeito, para atender as necessidades dos potenciais clientes, era desenvolver uma plataforma própria com todas as especificidades que os produtos precisavam.

3- Estratégia para conseguir os primeiros clientes

Primeiramente, no mundo offline,  eles buscaram autoridades no mercado de saúde para transmitir credibilidade aos alimentos da marca.

Os fundadores foram atrás de nutricionistas (São Paulo e Rio de Janeiro) para entender se os seus produtos faziam ou não sentido para o mercado. Em um primeiro momento, foi mais para saber a opinião dos profissionais e depois resolveram explorar isso na comunicação da marca. Assim, eles conseguiram ter o aval técnico dos produtos.

Além disso, no digital, o time da Liv Up teve a missão de desbravar o mundo das redes sociais em busca de influenciadores que combinassem com a marca. Assim, a Liv Up criou uma estratégia que unia o offline com o online para promover os produtos em todas as frentes possíveis.

Com essa estratégia, o negócio começou a ganhar tração. Ou seja, as pessoas estavam não só realizando suas primeiras compras, mas também voltavam para comprar novamente.

Além disso, o podcast falou sobre:

–  Como é estruturado o CRM e o Programa de Fidelidade

– Importância do App para a marca

Já conhecia a Liv Up? Qual insight você tirou desse episódio? Coloque nos comentários!

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Growth: o que é e por onde começar a estratégia?

Ecommerce e Marketing Digital são áreas bem novas e por conta disso possui muitas informações, inovações e toda hora temos uma nova área surgindo. A área de Growth não é tão nova assim, mas vem ganhando cada vez mais força e essa habilidade pode fazer com que Ecommerces conquistem seus resultados de forma mais expressiva.

Neste artigo, vamos falar sobre o que é, o porquê os profissionais de ecommerce devem se aproveitar dessa habilidade para acelerar os seus resultados, como começar uma estratégia de growth e cultura de experimentação x campanha.

Ouça o nosso podcast

Esse episódio conta com o patrocínio da Caffeine Army e da Reserva Ink.

O que é Growth?

Se formos parar para analisar o Growth como conhecemos hoje é a junção de termos que já existem há muito tempo. Primeiro, podemos fazer uma comparação do processo de experiência contínua, que faz parte do Growth, com o método científico.

Basicamente, o método científico é você ter uma ideia (hipótese) e rodar um experimento para ver se os resultados corroboram ou não com a sua hipótese inicial. E isso é a base do que chamamos hoje de Growth.

Além disso, o Growth é composto por metodologias ágeis, como o Scrum, que tem como inspiração uma jogada de rugby. Ele ajuda a estruturar as equipes para que elas trabalhem de forma estratégica para resolver problemas de forma mais eficiente. 

Ou seja, o Scrum ajuda a conectar as pessoas de uma empresa para que juntas como um time consigam trocar experiências e tendo mais de um perspectiva solucione problemas mais rapidamente.

Growth é orientar-se com dados

O terceiro elemento dessa habilidade é métricas e dados. Se você acompanha a gente, já deve estar cansado de ouvir a seguinte frase, “Menos achismos, mais dados”. Aqui, nós acreditamos que um profissional do digital precisa tomar suas decisões em cima de dados, pois só assim terá mais sucesso em suas escolhas.

Já ouviu falar do funil pirata?

Por fim, o quarto elemento é o funil pirata (AARRR), que nos ajuda a monitorar a jornada do consumidor desde a aquisição dele até a recomendação feita por ele. O primeiro A é de aquisição, ou seja, como os usuários conheceram o seu produto ou serviço. Já o segundo A é de ativação, onde você deve verificar como foi a primeira experiência das pessoas com a marca.

O primeiro R é de retenção, onde deve se verificar se o usuário está ainda com você. Já o segundo R é de receita, como tem gerado receita para o negócio. Por fim, o último R e a última etapa do funil é de recomendação, onde devemos verificar se os usuários recomendariam seu produto/serviço para outras pessoas.

Cultura de campanha x Cultura de experimentação

O mercado brasileiro tem uma cultura de campanha, ou seja, a maioria das empresas tem o seu planejamento de marketing e vendas com um orçamento fixo para montar campanhas que tragam vendas sem qualquer espaço para a realização de testes. Isso pode fazer com que a empresa gaste muito mais dinheiro para conseguir alcançar as pessoas certas.

Adotando a cultura de experimentação, a empresa consegue fazer campanhas mais assertivas, pois os testes darão uma base de dados que mostrará qual o melhor caminho a seguir. 

O que acontece é que a maioria das empresas acabam fazendo grandes investimentos em campanhas que são baseadas em achismos, o que as torna com maiores chances de dar errado. Ou seja, as principais campanhas das empresas são na verdade grandes testes em que não dá para dar errado, mas inevitavelmente vai dar.

Além disso, você pode conferir o vídeo do nosso podcast!

Por onde começar a estratégia de Growth?

Antes de qualquer coisa, é preciso verificar se a casa está arrumada. Ou seja, se o site está com o Google Analytics instalado corretamente, se o site está performando bem (60-70% no Google), se os links estão todos tagueados, para ter uma base de dados bem estruturada.

Afinal, o que é medido não pode ser melhorado e por conta disso é fundamental verificar se tudo está sendo metrificado corretamente para não basear as decisões em informações erradas.

Além disso, é importante fazer no mínimo duas campanhas de email marketing por semana, ter automações de pesquisa de opinião e de aniversário. Também é preciso ser mobile first. Portanto, se quer ter sucesso com Growth é preciso ter tudo bem organizado e otimizado para coletar os dados da maneira correta, que dará a base para atingir os objetivos.

“Growth não traz certezas, mas ajuda a reduzir riscos”. -Raphael Lassance.

Além disso o podcast falou sobre:

– Cases de uso do método de Growth

– Ferramentas de Growth

– Alavancas de crescimento do ecommerce

– Email Marketing e rede sociais

– MVP

Já conhecia a metodologia Growth? Qual insight você tirou desse episódio? Coloque nos comentários!

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Dress To: experiência da loja física no digital

Você tem medo de comprar roupas online, pois não sabe se conseguirá pedir o tamanho certo? Acha as tabelas de medidas das marcas superficiais e pouco úteis? Hoje, vamos conhecer os bastidores da Dress To, uma marca que está sempre buscando novas formas de melhorar a experiência do cliente. 

Ouça o nosso podcast! Não esqueça de nos seguir na sua plataforma favorita!

Esse episódio conta com o patrocínio da Caffeine Army e da Reserva Ink.

Conhecendo a Dress To

A Dress To é uma marca carioca que atua no segmento de moda feminina e hoje está com mais de 16 anos. Além disso, está presente de forma física e digital em todo o Brasil com o ecommerce e as mais de 50 lojas físicas.

Ela não é uma marca apenas para mulheres, mas sim feita por mulheres, pois possui 80% da equipe feminina e é liderada por mulheres. Portanto, é uma empresa que respira e exala empoderamento, uma pauta que a cada dia tem ganhado mais força.

O que aprendemos no podcast

1- Boom dos aplicativos: surfar ou não?

Estamos vivendo um boom de aplicativos de ecommerces, mas será que isso é uma moda passageira ou veio para ficar? A nossa convidada falou da importância de ter um planejamento, antes de soltar um aplicativo, para que o canal seja lançado no momento certo para a marca.

Nenhum canal vai conseguir trazer resultados por si só, se você não pensar muito bem nas ações que fará nele. Ou seja, o aplicativo, o site, o blog, o marketplace e as redes sociais são apenas ferramentas.

Somos nós, profissionais de ecommerce/marketing, que temos a capacidade analítica para entender as movimentações e com ajuda dos dados conseguimos tomar decisões mais assertivas. Portanto, é preciso ter soft (pensamento analítico) e hard skills (ferramentas) para termos sucesso em qualquer mídia.

No episódio, você saberá como a Dress To se preparou para ter o aplicativo e como o planejamento foi importante para que hoje a marca tenha um engajamento bem legal nessa mídia.

” Ter um app por ter é um tiro na água” – Fernanda Caetano (Head de Performance Digital na Dress To)

2- Ecommerce: site ou aplicativo

A nossa convidada, Fernanda Caetano (Head de Performance Digital) da Dress To, contou que por mais que um site seja mobile first, ou seja, tenha otimização para ter um bom desempenho nos dispositivos móveis, há perda de vendas. Isso porque no site, a pessoa não está totalmente engajada com a sua marca e você pode perder mais facilmente a atenção dela.

Enquanto no aplicativo, a pessoa está muito mais conectada com a marca, pois dentre milhares de empresas, ela escolheu a sua para ocupar o espaço da memória do celular dela.  

Além disso, no aplicativo, conseguimos ter uma comunicação mais direta e personalizada do que no site. Portanto, o aplicativo é quem mora com você, as pessoas que estão sempre por perto, já o site é um parente que você gosta, mas nem sempre fala todo dia.

3- Como fidelizar o cliente para comprar na loja oficial

Os produtos da Dress To estão disponíveis em canais de terceiros, como o Shop2gether, e isso é bom para a marca, pois a ajuda a atingir públicos que ela não conseguiria sozinha. Mas isso torna desafiador o trabalho de fidelizar o cliente na loja virtual.

Para conseguir captar o cliente para a loja oficial, a Fernanda destacou que é super importante criar estratégias de branding sensorial, pois só a Dress To tem a alma Dress To.

Ou seja, só a Dress To é capaz de tratar o cliente de forma mais humanizada com conteúdos personalizados. Portanto, cada canal tem seus prós e contras, basta entendermos muito bem isso e ver os principais pontos fortes de cada mídia para explorar de forma complementar dentro da nossa estratégia.

Você pode conferir no episódio o que eles fazem para o cliente ir até a loja oficial sem precisar brigar com os outros canais de venda.

4- Como trazer uma experiência diferente no site

É comum nos sites de ecommerces de moda ter apenas fotos, uma só do produto e outra com a modelo. Mas isso nem sempre é suficiente para quebrar as objeções de venda, pois só com esse formato de conteúdo não é possível captar o caimento que o produto terá no corpo.

Pensando em quebrar essa possível objeção e também diminuir as devoluções da marca, a Dress To passou a colocar vídeos com pessoas usando as roupas da marca. Além disso, passou a colocar descrições mais narrativas, como se fossem vendedoras da loja física falando ali com a cliente.

Também colocam em todas as fotos as medidas da modelo e das peças para que as pessoas consigam visualizar melhor o tamanho.  Além de terem a opção da Vitrine Virtual, onde a cliente pode colocar as suas medidas e ver como ficaria na roupa que deseja comprar.

Além disso, o podcast falou sobre:

–  CRM e régua de relacionamento

– Carteiras digitais

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O que é tráfego? Como fazer um bom?

Um bom profissional de marketing precisa ser muito versátil para dar conta das demandas do mercado. Uma habilidade muito importante que precisa ter é o conhecimento sobre tráfego e performance, para que os seus conteúdos tenham público. 

Mas afinal, o que é preciso para fazer um bom trabalho de tráfego? É só saber sobre ferramentas como Facebook e Google Ads? É isso que vamos ver neste artigo baseado no nosso episódio da semana do nosso Bate Papo Sobre E-commerce!

Ouça o nosso podcast! 

Esse episódio conta com o patrocínio da Caffeine Army e da Reserva Ink.

O que é tráfego?

Se você ainda é novo(a) no marketing, vamos te ajudar a entender o conceito de tráfego dentro do mundo virtual. Tráfego é  a circulação de pessoas por um ambiente, no caso da internet, é a circulação de usuários dentro de um site.

Para ter sucesso no seu trabalho como profissional de marketing, vai ser preciso entender quais são as formas de trazer essa movimentação (tráfego) para o seu conteúdo. Portanto, não basta criar é preciso saber como gerar audiência.

Aqui, no nosso blog, nós já falamos sobre a divisão dos tipos de tráfego: orgânico e pago. Além de darmos dicas de como montar estratégias de marketing tendo como base cada um deles. 

Hoje, vamos falar sobre o que é preciso para ser um bom gestor de tráfego e o passo a passo que deve ser feito antes de abrir as ferramentas. Assim, você saberá como começar a montar uma estratégia de tráfego e verá que é preciso saber mais do que ferramentas.

O que é preciso para ser um bom Gestor de Tráfego?

É preciso ir além das ferramentas, ou seja, esse profissional precisa ir além das hard skills. Ele precisa desenvolver a capacidade de se colocar no lugar do cliente para atender a fundo suas necessidades e isso nenhuma ferramenta é capaz de fornecer. Portanto, ser um bom profissional de tráfego é saber o melhor jeito de colocar as ferramentas a serviço das necessidades do cliente.

Passo a passo para ter sucesso no tráfego

Antes de qualquer coisa,  é ser organizado, pois uma campanha tem muitos detalhes. Para que nada fique para cima da hora, atrasando o início de rodar a campanha, o profissional precisa listar tudo que é preciso e reunir todas as informações em um único lugar. 

Isso vai ajudar na hora de criar os anúncios, pois vai ser mais um trabalho de copiar e colar, já que tudo (texto e imagem) já foi produzido com antecedência. Assim, a organização otimiza o processo e garante que tudo saia no prazo certo.

O primeiro passo é ouvir o cliente, pois é ele que vai fornecer as informações sobre a empresa que irão nortear todo o trabalho de tráfego. Perguntas que devem ser feitas: qual é a história da empresa? Por que ela existe? Qual é a missão? E os valores?

O segundo passo é conhecer o cliente do cliente. Aqui vão entrar as perguntas para conhecer melhor a persona, o que vê, o que pensa/sente, o que ouve, o que fala/faz, quais são as dores e os sonhos.  

É fundamental ter essas informações para fazer uma segmentação correta dos anúncios e ter uma comunicação mais assertiva. Portanto, quanto mais informações sobre quem se deseja impactar, mais certeiro vai ser o trabalho do profissional de tráfego.

Além disso, você pode conferir o vídeo do nosso podcast!

Conhecendo os produtos da empresa

O terceiro passo é entender os produtos da empresa. É preciso perguntar se a empresa tem uma esteira de produtos. Ou seja, se tem o produto isca, que vai trazer a pessoa (Curva A) e produtos de esteira/coleção para fazer upsell. 

Além disso, é importante perguntar sobre a frequência que a empresa faz lançamentos e traz novidades para o catálogo. Porque tendo essa informação, o profissional de tráfego consegue saber quando vai precisar ativar a base de clientes e conseguirá montar estratégias de forma antecipada para impactar da melhor forma possível os compradores.

O quarto passo é saber quais são os diferenciais da empresa para saber quais pontos destacar na comunicação dos anúncios. É tudo que faz as pessoas lembrarem somente de você e mais ninguém. Assim sendo, preço baixo e prazo de entrega curto estão longe de ser um diferencial, pois partimos do princípio que todo mundo está fazendo ou deveria estar.

Além disso o podcast falou sobre:

–  Checklist do que precisa ser feito no dia a dia de quem faz tráfego

–  Quais métricas são mega importantes para o ecommerce

– Como escolher as mídias que vai investir

–   Os principais erros do mercado e como evitá-los. 

Tem dificuldades com tráfego? Qual insight você tirou desse episódio? Coloque nos comentários!

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Aplicativo para ecommerce dá certo?

Ecommerce é muito mais do que ter um site próprio e vender nele produtos/serviços. Isso porque essa modalidade de negócio engloba todos os canais onde há a possibilidade de vender de forma online. Um desses canais é o aplicativo e neste artigo você entenderá o motivo pelo qual muitas empresas estão investindo nisso. Será que é moda ou realmente vale a pena? Confira!

Site x Aplicativo

Após realizada uma compra no site, nós, profissionais de ecommerce, conseguimos seguir interagindo com o cliente, caso ele nos dê a autorização, com ações de email marketing. Se ele não der a autorização, você só conseguirá impactá-lo usando mídia paga ( Google Ads e Facebook Ads).

Para ter bons resultados nas ações de marketing no pós venda via site, é preciso criar réguas de relacionamento, que nada mais é que uma estratégia de envio de email marketing de acordo com a etapa que a pessoa se encontra no funil de vendas. Mas mesmo com uma boa régua de relacionamento, é possível que você perca a atenção da maioria das pessoas, apenas por ter mudado de canal (site para email).

Com o aplicativo, claro que com a autorização do usuário, você consegue ter um canal de comunicação mais direto e mais personalizado. Nele há a possibilidade de usar o recurso Push Notification de forma bem menos invasiva que no site.

Você também pode consumir esse conteúdo em formato de vídeo no nosso canal do Youtube, “Aplicativo para ecommerce dá certo?”, para assistir é só apertar o play abaixo. 

COLOCAR LINK

Mas o que é o Push Notification?

São alertas que aparecem na tela do dispositivo (celular, tablet e desktop) com informações que as empresas acham relevantes para o consumidor. Uma forma bem interessante de usar esse recurso é mostrando ofertas de produtos que a pessoa pesquisou recentemente, para que ela volte até o canal e realize finalmente a conversão. 

Além disso, o Push Notification pode ser usado para mandar o status da compra para o cliente. Por exemplo, mandando um alerta falando se o produto comprado já saiu para entrega.

Dynamic Link no aplicativo

Assim como no site, que podemos jogar o link para o usuário acessar nosso site no produto que ele quer, também é possível fazer isso no aplicativo, por meio do Dynamic Link.

Quando um usuário abre um Dynamic Link no IOS ou no Android, ele é levado diretamente para o conteúdo do link no aplicativo nativo. Assim, usando esse recurso, conseguimos mandar as pessoas nas nossas ações de marketing diretamente para o canal de venda, que no caso é o aplicativo, onde as pessoas estão logadas o tempo todo, o que facilita o processo de conversão.

CAC e LTV: métricas super importantes para o app

O CAC é o custo de aquisição do consumidor, ou seja, quanto gastamos com ações de marketing para conseguir conquistar cada cliente.

Por exemplo, a empresa investe R$ 1.000,00 em anúncios e consegue que 500 pessoas comprem seus produtos, por meio dessa ação. Nesse caso, o custo de aquisição foi de R$ 2,00 ou seja a cada R$ 2,00 que foram gastos, a empresa conseguiu trazer um novo consumidor para ela.

Agora, que você já sabe olhar o CAC e entende o quanto é gasto para trazer um novo cliente para a base, vai precisar traçar estratégias para mantê-lo.

E aí entra mais uma métrica que é o Lifetime Value ou Ciclo de Vida. Ela mostra o quanto em média os clientes investem nos produtos ou serviços da empresa durante o tempo que estão se relacionando com ela.

Ambas as métricas podem ser analisadas nas ações do site. Mas no aplicativo conseguimos ter informações mais detalhadas e também é possível trabalhar melhor a interação com o cliente.

DAU X MAU X WAU

Essas métricas mostram a quantidade de usuários ativos. O Dau ou Daily active users corresponde a quantidade de usuários ativos por dia, enquanto o Mau (monthly active users) mostra o número mensal. Por fim, o WAU ou Weekly active users mostra usuários ativos na semana.

Com esses dados, você consegue entender o quão engajado as pessoas estão com o aplicativo. Isso é fundamental para a venda, pois quanto mais ativo estiverem, maiores as chances de engajarem nas ações que fizer e converter.

Aplicativo dá realmente certo?

Temos um episódio do nosso podcast Bate Papo Sobre Ecommerce que mostra o quão relevante o aplicativo pode ser para um ecommerce. Ouça agora o episódio Shoptime!

Não se esqueça de se inscrever no nosso canal “Ecommerce Pro”.

Tem alguma dúvida? Coloca nos comentários!

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Via: três grandes marcas em uma só

Você já ouviu falar da Via? Pode até ser que você ainda não tenha se deparado com esse nome, mas tenho certeza que as marcas dessa empresa já fizeram parte da sua vida de alguma forma. Neste artigo, vamos te apresentar a Via, mostraremos os bastidores dessa empresa e revelaremos o segredo do sucesso dela.

Ouça o nosso podcast! Não esqueça de nos seguir na sua plataforma favorita!

Esse episódio conta com o patrocínio da Caffeine Army e da Reserva Ink.

Conhecendo a Via

Antes Via Varejo S.A, hoje, só Via, é uma empresa de comércio varejista do Brasil criada em 2010 e que tem no seu guarda-chuva as marcas Casas Bahia, Ponto ( antiga Pontofrio) e site de ecommerce do Supermercado Extra.

O que aprendemos no podcast

1- Três marcas em uma só: como funciona a integração

O lojista que opta por fechar parceria para vender seus produtos na Via, consegue ter acesso às três marcas da empresa. Ou seja, quando o seller escolhe colocar seus produtos no catálogo da Via, ele de quebra consegue estar presente no ecommerce da Casas Bahia, Ponto e Extra, tanto no site dessas marcas, quanto nos aplicativos.

Caso não queira ter alguma das marcas como ponto de venda, o lojista precisará informar a Via para que ela remova a presença no canal indesejado. Assim, quem cadastra seus produtos na Via consegue com uma única tacada atacar três marcas distintas, tendo cada uma dois canais de venda (site e aplicativo).

2- Como funciona a operação do Extra

A operação do Extra é dividida entre dois grupos distintos.  A Via cuida de toda parte ligada ao online e que ainda não tem em seu catálogo a parte de mercado, mas tem eletrônicos, móveis e itens automotivos.

Enquanto, o Grupo Pão de Açúcar cuida das lojas físicas do Extra. Portanto, a Via é responsável por gerenciar o que acontece no canal digital, conduzindo as pessoas até o site e fazendo de tudo para converter nele.

3- Como funciona o Buy Box

Se você ainda não ouviu falar sobre, o Buy Box é o espaço dos marketplaces onde aparecem as principais ofertas do produto buscado pelo usuário. Com certeza, quando você foi comprar em algum marketplace, já se deparou com uma lista de 3 preços diferentes para um mesmo produto e optou por aquele que era mais vantajoso para você.

Essa vantagem pode ser não só um preço mais baixo, mas também um frete grátis. Portanto, o Buy Box é como se fosse um “leilão” onde quem ganha é quem oferece os melhores benefícios e ao mesmo tempo é bem visto pelo marketplace.

O nosso convidado contou que para conquistar o Buy Box dentro dos marketplaces da Via, é preciso estar atento a três critérios: relevância, atratividade e review. A relevância está ligada a estar oferecendo exatamente o que o cliente está buscando, para isso é preciso usar as palavras-chaves de maneira correta.

Já a atratividade está ligada aos benefícios ofertados pelo lojista ao cliente e o review é como as pessoas que já compraram com o lojista estão avaliando. 

Por exemplo, se dois lojistas oferecerem o mesmo produto e tiverem os mesmos atrativos, o que irá desempatar é o Review. Ou seja, o que colocará um lojista na frente do outro, nesse caso, são a média das avaliações dos clientes para o seu ecommerce.

Quem tiver uma média melhor, ganhará a disputa. Assim, engana-se quem pensa que Buy Box é sair baixando preço quem nem louco e dar frete grátis. O Buy Box leva muito mais coisas em consideração e tem como maior foco a experiência do cliente.

3- Como a Via ajuda na Logística

A Via tem diferentes soluções logísticas para ajudar da melhor forma possível seus lojistas de acordo com o investimento que eles podem fazer.

Por exemplo, há lojistas que ainda não possuem um volume muito alto de vendas e para eles é impossível disponibilizar o caminhão da Via para atender as entregas.

Para esses lojistas com volumes menores de venda, a Via disponibiliza uma tabela diferenciada com os Correios, que sai muito mais em conta do que se o lojista fizesse por conta própria.

Já para os lojistas com maiores volumes, tem a opção logística própria da Via que é o Envias. A Via coloca toda sua frota de caminhões à disposição do lojista para que ele possa ofertar um frete mais barato e uma entrega mais rápida. Assim, podemos ver que a Via está sempre pensando em soluções que melhorem a experiência do cliente dos seus lojistas.

Além disso, o podcast falou sobre:

– Importância do aplicativo para o ecommerce

–  Omnicanalidade

–  Black Friday

Já conhecia a Via ? Qual insight você tirou desse episódio? Coloque nos comentários!

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Dufry: uma marca além de fronteiras

Você conhece a Dufry? Sabia que ela é a maior varejista do segmento viagem no mundo? Neste artigo, você vai conhecer os bastidores dessa empresa e verá os desafios que a marca enfrenta para vender seus produtos no mundo do ecommerce.

Ouça o nosso podcast! Não esqueça de nos seguir na sua plataforma favorita!

Esse episódio conta com o patrocínio da Caffeine Army e da Reserva Ink.

Conhecendo a Dufry

É uma empresa global fundada em 1865, tem sede na cidade de Basiléia na Suíça e está presente em mais de 60 países. Ela é líder em varejo no segmento de viagem e possui aproximadamente 2.200 lojas em aeroportos, navios de cruzeiros, portos e pontos turísticos.

No Brasil, o escritório principal da marca fica no Rio de Janeiro e há dois tipos de negócio, a Duty Free e a Duty Paid. O primeiro é composto por lojas no embarque e desembarque na parte internacional dos aeroportos, onde é possível comprar produtos com a isenção de alguns impostos. Geralmente, se paga em dólar e só pode comprar nela as pessoas que estão em trânsito internacional.

Já o segundo, é composto por duas marcas: Dufry Shopping e Hudson. A Dufry Shopping é uma emulação da experiência do Duty Free para o passageiro do voo doméstico, onde é possível encontrar um sortimento de produtos e marcas muito parecidos no Duty Free, mas sem a isenção de impostos. Tem tanto no Air side, espaço após passar pelo raio-x do aeroporto, quanto no Land side, lojas que ficam no saguão do aeroporto.

O Hudson é um negócio de conveniência com lojas menores, pequenos quiosques, onde podemos encontrar itens de primeira necessidade, como água, salgadinho, revistas, entre outros. Assim, a marca expandiu as suas fronteiras saindo do internacional indo para o nacional.

O que aprendemos no podcast

1- Peculiares do ecommerce da Dufry

Por conta de questões fiscais, não é possível que o cliente compre diretamente online, mas ele consegue adiantar o processo de compra reservando o produto no ecommerce. 

Além disso, há limites ligados às leis locais para onde a pessoa está indo. Por exemplo, tem países onde é proibido entrar com bebidas alcóolicas e para não passar por nenhum tipo de constrangimento é feito uma comunicação, pelos vendedores da loja física ou no próprio ecommerce da marca. 

Há outras limitações também, como um valor máximo que pode ser gasto pelas pessoas. São tantos detalhes que é preciso pensar muito bem na hora de escolher a plataforma do ecommerce, pois esse tipo de varejo tem um alto nível de complexidade. 

No episódio o nosso convidado conta qual plataforma a Dufry usa e como fazem a integração da loja física com o ecommerce.

2- Planejamento de mídia

Quando se trata desse assunto, o convidado destaca a SEGMENTAÇÃO como o ponto chave para conseguir ter sucesso na comunicação. Cada ação de marketing é feita com o objetivo de melhor forma de atender as pessoas de acordo com o nível de consciência que ela está a respeito da marca e de suas necessidades. Assim, a marca cria estratégias orgânicas e pagas exclusivas para cada etapa (topo, meio e fundo).

Dá o play e veja qual tipo de conteúdo a marca oferece em cada uma das etapas dos níveis de consciência!

3- WhatsApp como canal de venda

Por conta de questões fiscais, não é possível fazer todo o processo de venda dos produtos da marca de forma online. Sendo assim, o WhatsApp funciona como mais um canal, onde as pessoas podem fazer a reserva dos produtos para receberem em casa e pagarem com um esquema bem parecido com os deliverys de restaurantes.

Além disso, o podcast falou sobre:

–  Chatbots

– CRM 

– Dicas para trabalhar com ecommerce

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Giuliana Flores: um marketplace além de flores

Você conhece a Giuliana Flores? Sabia que ela é uma das pioneiras no mercado de flores no ecommerce? Neste artigo, você vai conhecer os bastidores dessa empresa e verá os desafios logísticos de vender um produto tão imediatista como flores.

Ouça o nosso podcast! Não esqueça de nos seguir na sua plataforma favorita!

Esse episódio conta com o patrocínio da Caffeine Army e da Reserva Ink.

Conhecendo a Giuliana Flores

Ela está a mais de três décadas no mercado de flores e presentes e há 21 anos vendendo via ecommerce. Por ter sido uma pioneira no segmento, é o maior ecommerce do segmento no nosso país. Hoje, tem mais de 600 lojas parceiras em sua rede e esse esquema de distribuição faz com que ela consiga fazer entregas em até 1H.

Além disso, a empresa é a maior floricultura da América Latina e possui uma loja física de mais de 160m2 em São Paulo. Nesse espaço, há seis câmaras de resfriamento para manter os produtos em bom estado até ir para transporte.

O que aprendemos no podcast

1-  SAC: peça chave do negócio

Você tem ouvido o que seu público tem falado? O nosso convidado enfatizou a importância de estar sempre atento a essa fonte riquíssima de informações que é o SAC, pois é nesse setor que temos acesso ao que de fato os clientes querem de nós.

É como dizem por aí, a voz do povo é a voz de Deus. Ou seja, ela deve ter um papel de destaque na engrenagem do negócio, se quiser ser um player gigante no mercado. Sendo assim, é fundamental estar sempre fazendo pesquisas com o público consumidor e monitorando o que ele está fazendo e falando.

Veja os insights que a Giuliana Flores teve ao dar atenção ao SAC!

2- Desafios logísticos: entrega rápida e produto intacto

Por ter um produto muito frágil e um presente de última hora, ter uma entrega rápida é fundamental para ter um ecommerce de sucesso nesse segmento. Para isso, a empresa selecionou 200 produtos da marca e fez conexões com floriculturas em cada canto do Brasil.  Assim, ela conseguiu ampliar o seu alcance sem precisar ter uma infraestutura própria.

Hoje, essa rede tem mais de 600 lojas parceiras, que possuem contratos com a Giuliana Flores para representar a marca.

Por conta dessa presença em várias regiões, fez a marca ter vários locais de distribuição e conseguir entregar os produtos em até 1H. Assim, podemos notar que é possível ampliar o atendimento sem fazer um investimento gigante em logística.

3- Como ir além de datas clichês

Claro que como uma floricultura, a marca tem como datas mais importantes Dia das Mães, Dia dos Namorados e Dia da Mulher, mas o nosso convidado contou a importância de explorar datas menores, como o Dia do Médico, Dia da Secretária, entre outras.

Em outubro, temos várias microdatas (Halloween, Dia do Médico, Professor), e elas conseguem vender exatamente o que vende no mês do Dia das Mães. Portanto, se você quer crescer trabalhando em ecommerce, saiba que é fundamental abusar da criatividade para criar suas próprias datas e sair do convencional explorado pelo mercado.

Dê o play e confira o calendário estratégico da marca!

Além disso, o podcast falou sobre:

–  Lançamento da nova marca 

– Estruturação do conteúdo

– Marketplace

– Black Friday

Já conhecia a Giuliana Flores? Qual insight você tirou desse episódio? Coloque nos comentários!