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Growth: o que é e por onde começar a estratégia?

Ecommerce e Marketing Digital são áreas bem novas e por conta disso possui muitas informações, inovações e toda hora temos uma nova área surgindo. A área de Growth não é tão nova assim, mas vem ganhando cada vez mais força e essa habilidade pode fazer com que Ecommerces conquistem seus resultados de forma mais expressiva.

Neste artigo, vamos falar sobre o que é, o porquê os profissionais de ecommerce devem se aproveitar dessa habilidade para acelerar os seus resultados, como começar uma estratégia de growth e cultura de experimentação x campanha.

Ouça o nosso podcast

Esse episódio conta com o patrocínio da Caffeine Army e da Reserva Ink.

O que é Growth?

Se formos parar para analisar o Growth como conhecemos hoje é a junção de termos que já existem há muito tempo. Primeiro, podemos fazer uma comparação do processo de experiência contínua, que faz parte do Growth, com o método científico.

Basicamente, o método científico é você ter uma ideia (hipótese) e rodar um experimento para ver se os resultados corroboram ou não com a sua hipótese inicial. E isso é a base do que chamamos hoje de Growth.

Além disso, o Growth é composto por metodologias ágeis, como o Scrum, que tem como inspiração uma jogada de rugby. Ele ajuda a estruturar as equipes para que elas trabalhem de forma estratégica para resolver problemas de forma mais eficiente. 

Ou seja, o Scrum ajuda a conectar as pessoas de uma empresa para que juntas como um time consigam trocar experiências e tendo mais de um perspectiva solucione problemas mais rapidamente.

Growth é orientar-se com dados

O terceiro elemento dessa habilidade é métricas e dados. Se você acompanha a gente, já deve estar cansado de ouvir a seguinte frase, “Menos achismos, mais dados”. Aqui, nós acreditamos que um profissional do digital precisa tomar suas decisões em cima de dados, pois só assim terá mais sucesso em suas escolhas.

Já ouviu falar do funil pirata?

Por fim, o quarto elemento é o funil pirata (AARRR), que nos ajuda a monitorar a jornada do consumidor desde a aquisição dele até a recomendação feita por ele. O primeiro A é de aquisição, ou seja, como os usuários conheceram o seu produto ou serviço. Já o segundo A é de ativação, onde você deve verificar como foi a primeira experiência das pessoas com a marca.

O primeiro R é de retenção, onde deve se verificar se o usuário está ainda com você. Já o segundo R é de receita, como tem gerado receita para o negócio. Por fim, o último R e a última etapa do funil é de recomendação, onde devemos verificar se os usuários recomendariam seu produto/serviço para outras pessoas.

Cultura de campanha x Cultura de experimentação

O mercado brasileiro tem uma cultura de campanha, ou seja, a maioria das empresas tem o seu planejamento de marketing e vendas com um orçamento fixo para montar campanhas que tragam vendas sem qualquer espaço para a realização de testes. Isso pode fazer com que a empresa gaste muito mais dinheiro para conseguir alcançar as pessoas certas.

Adotando a cultura de experimentação, a empresa consegue fazer campanhas mais assertivas, pois os testes darão uma base de dados que mostrará qual o melhor caminho a seguir. 

O que acontece é que a maioria das empresas acabam fazendo grandes investimentos em campanhas que são baseadas em achismos, o que as torna com maiores chances de dar errado. Ou seja, as principais campanhas das empresas são na verdade grandes testes em que não dá para dar errado, mas inevitavelmente vai dar.

Além disso, você pode conferir o vídeo do nosso podcast!

Por onde começar a estratégia de Growth?

Antes de qualquer coisa, é preciso verificar se a casa está arrumada. Ou seja, se o site está com o Google Analytics instalado corretamente, se o site está performando bem (60-70% no Google), se os links estão todos tagueados, para ter uma base de dados bem estruturada.

Afinal, o que é medido não pode ser melhorado e por conta disso é fundamental verificar se tudo está sendo metrificado corretamente para não basear as decisões em informações erradas.

Além disso, é importante fazer no mínimo duas campanhas de email marketing por semana, ter automações de pesquisa de opinião e de aniversário. Também é preciso ser mobile first. Portanto, se quer ter sucesso com Growth é preciso ter tudo bem organizado e otimizado para coletar os dados da maneira correta, que dará a base para atingir os objetivos.

“Growth não traz certezas, mas ajuda a reduzir riscos”. -Raphael Lassance.

Além disso o podcast falou sobre:

– Cases de uso do método de Growth

– Ferramentas de Growth

– Alavancas de crescimento do ecommerce

– Email Marketing e rede sociais

– MVP

Já conhecia a metodologia Growth? Qual insight você tirou desse episódio? Coloque nos comentários!

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Dress To: experiência da loja física no digital

Você tem medo de comprar roupas online, pois não sabe se conseguirá pedir o tamanho certo? Acha as tabelas de medidas das marcas superficiais e pouco úteis? Hoje, vamos conhecer os bastidores da Dress To, uma marca que está sempre buscando novas formas de melhorar a experiência do cliente. 

Ouça o nosso podcast! Não esqueça de nos seguir na sua plataforma favorita!

Esse episódio conta com o patrocínio da Caffeine Army e da Reserva Ink.

Conhecendo a Dress To

A Dress To é uma marca carioca que atua no segmento de moda feminina e hoje está com mais de 16 anos. Além disso, está presente de forma física e digital em todo o Brasil com o ecommerce e as mais de 50 lojas físicas.

Ela não é uma marca apenas para mulheres, mas sim feita por mulheres, pois possui 80% da equipe feminina e é liderada por mulheres. Portanto, é uma empresa que respira e exala empoderamento, uma pauta que a cada dia tem ganhado mais força.

O que aprendemos no podcast

1- Boom dos aplicativos: surfar ou não?

Estamos vivendo um boom de aplicativos de ecommerces, mas será que isso é uma moda passageira ou veio para ficar? A nossa convidada falou da importância de ter um planejamento, antes de soltar um aplicativo, para que o canal seja lançado no momento certo para a marca.

Nenhum canal vai conseguir trazer resultados por si só, se você não pensar muito bem nas ações que fará nele. Ou seja, o aplicativo, o site, o blog, o marketplace e as redes sociais são apenas ferramentas.

Somos nós, profissionais de ecommerce/marketing, que temos a capacidade analítica para entender as movimentações e com ajuda dos dados conseguimos tomar decisões mais assertivas. Portanto, é preciso ter soft (pensamento analítico) e hard skills (ferramentas) para termos sucesso em qualquer mídia.

No episódio, você saberá como a Dress To se preparou para ter o aplicativo e como o planejamento foi importante para que hoje a marca tenha um engajamento bem legal nessa mídia.

” Ter um app por ter é um tiro na água” – Fernanda Caetano (Head de Performance Digital na Dress To)

2- Ecommerce: site ou aplicativo

A nossa convidada, Fernanda Caetano (Head de Performance Digital) da Dress To, contou que por mais que um site seja mobile first, ou seja, tenha otimização para ter um bom desempenho nos dispositivos móveis, há perda de vendas. Isso porque no site, a pessoa não está totalmente engajada com a sua marca e você pode perder mais facilmente a atenção dela.

Enquanto no aplicativo, a pessoa está muito mais conectada com a marca, pois dentre milhares de empresas, ela escolheu a sua para ocupar o espaço da memória do celular dela.  

Além disso, no aplicativo, conseguimos ter uma comunicação mais direta e personalizada do que no site. Portanto, o aplicativo é quem mora com você, as pessoas que estão sempre por perto, já o site é um parente que você gosta, mas nem sempre fala todo dia.

3- Como fidelizar o cliente para comprar na loja oficial

Os produtos da Dress To estão disponíveis em canais de terceiros, como o Shop2gether, e isso é bom para a marca, pois a ajuda a atingir públicos que ela não conseguiria sozinha. Mas isso torna desafiador o trabalho de fidelizar o cliente na loja virtual.

Para conseguir captar o cliente para a loja oficial, a Fernanda destacou que é super importante criar estratégias de branding sensorial, pois só a Dress To tem a alma Dress To.

Ou seja, só a Dress To é capaz de tratar o cliente de forma mais humanizada com conteúdos personalizados. Portanto, cada canal tem seus prós e contras, basta entendermos muito bem isso e ver os principais pontos fortes de cada mídia para explorar de forma complementar dentro da nossa estratégia.

Você pode conferir no episódio o que eles fazem para o cliente ir até a loja oficial sem precisar brigar com os outros canais de venda.

4- Como trazer uma experiência diferente no site

É comum nos sites de ecommerces de moda ter apenas fotos, uma só do produto e outra com a modelo. Mas isso nem sempre é suficiente para quebrar as objeções de venda, pois só com esse formato de conteúdo não é possível captar o caimento que o produto terá no corpo.

Pensando em quebrar essa possível objeção e também diminuir as devoluções da marca, a Dress To passou a colocar vídeos com pessoas usando as roupas da marca. Além disso, passou a colocar descrições mais narrativas, como se fossem vendedoras da loja física falando ali com a cliente.

Também colocam em todas as fotos as medidas da modelo e das peças para que as pessoas consigam visualizar melhor o tamanho.  Além de terem a opção da Vitrine Virtual, onde a cliente pode colocar as suas medidas e ver como ficaria na roupa que deseja comprar.

Além disso, o podcast falou sobre:

–  CRM e régua de relacionamento

– Carteiras digitais

Já conhecia a Dress To? Qual insight você tirou desse episódio? Coloque nos comentários!

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O que é tráfego? Como fazer um bom?

Um bom profissional de marketing precisa ser muito versátil para dar conta das demandas do mercado. Uma habilidade muito importante que precisa ter é o conhecimento sobre tráfego e performance, para que os seus conteúdos tenham público. 

Mas afinal, o que é preciso para fazer um bom trabalho de tráfego? É só saber sobre ferramentas como Facebook e Google Ads? É isso que vamos ver neste artigo baseado no nosso episódio da semana do nosso Bate Papo Sobre E-commerce!

Ouça o nosso podcast! 

Esse episódio conta com o patrocínio da Caffeine Army e da Reserva Ink.

O que é tráfego?

Se você ainda é novo(a) no marketing, vamos te ajudar a entender o conceito de tráfego dentro do mundo virtual. Tráfego é  a circulação de pessoas por um ambiente, no caso da internet, é a circulação de usuários dentro de um site.

Para ter sucesso no seu trabalho como profissional de marketing, vai ser preciso entender quais são as formas de trazer essa movimentação (tráfego) para o seu conteúdo. Portanto, não basta criar é preciso saber como gerar audiência.

Aqui, no nosso blog, nós já falamos sobre a divisão dos tipos de tráfego: orgânico e pago. Além de darmos dicas de como montar estratégias de marketing tendo como base cada um deles. 

Hoje, vamos falar sobre o que é preciso para ser um bom gestor de tráfego e o passo a passo que deve ser feito antes de abrir as ferramentas. Assim, você saberá como começar a montar uma estratégia de tráfego e verá que é preciso saber mais do que ferramentas.

O que é preciso para ser um bom Gestor de Tráfego?

É preciso ir além das ferramentas, ou seja, esse profissional precisa ir além das hard skills. Ele precisa desenvolver a capacidade de se colocar no lugar do cliente para atender a fundo suas necessidades e isso nenhuma ferramenta é capaz de fornecer. Portanto, ser um bom profissional de tráfego é saber o melhor jeito de colocar as ferramentas a serviço das necessidades do cliente.

Passo a passo para ter sucesso no tráfego

Antes de qualquer coisa,  é ser organizado, pois uma campanha tem muitos detalhes. Para que nada fique para cima da hora, atrasando o início de rodar a campanha, o profissional precisa listar tudo que é preciso e reunir todas as informações em um único lugar. 

Isso vai ajudar na hora de criar os anúncios, pois vai ser mais um trabalho de copiar e colar, já que tudo (texto e imagem) já foi produzido com antecedência. Assim, a organização otimiza o processo e garante que tudo saia no prazo certo.

O primeiro passo é ouvir o cliente, pois é ele que vai fornecer as informações sobre a empresa que irão nortear todo o trabalho de tráfego. Perguntas que devem ser feitas: qual é a história da empresa? Por que ela existe? Qual é a missão? E os valores?

O segundo passo é conhecer o cliente do cliente. Aqui vão entrar as perguntas para conhecer melhor a persona, o que vê, o que pensa/sente, o que ouve, o que fala/faz, quais são as dores e os sonhos.  

É fundamental ter essas informações para fazer uma segmentação correta dos anúncios e ter uma comunicação mais assertiva. Portanto, quanto mais informações sobre quem se deseja impactar, mais certeiro vai ser o trabalho do profissional de tráfego.

Além disso, você pode conferir o vídeo do nosso podcast!

Conhecendo os produtos da empresa

O terceiro passo é entender os produtos da empresa. É preciso perguntar se a empresa tem uma esteira de produtos. Ou seja, se tem o produto isca, que vai trazer a pessoa (Curva A) e produtos de esteira/coleção para fazer upsell. 

Além disso, é importante perguntar sobre a frequência que a empresa faz lançamentos e traz novidades para o catálogo. Porque tendo essa informação, o profissional de tráfego consegue saber quando vai precisar ativar a base de clientes e conseguirá montar estratégias de forma antecipada para impactar da melhor forma possível os compradores.

O quarto passo é saber quais são os diferenciais da empresa para saber quais pontos destacar na comunicação dos anúncios. É tudo que faz as pessoas lembrarem somente de você e mais ninguém. Assim sendo, preço baixo e prazo de entrega curto estão longe de ser um diferencial, pois partimos do princípio que todo mundo está fazendo ou deveria estar.

Além disso o podcast falou sobre:

–  Checklist do que precisa ser feito no dia a dia de quem faz tráfego

–  Quais métricas são mega importantes para o ecommerce

– Como escolher as mídias que vai investir

–   Os principais erros do mercado e como evitá-los. 

Tem dificuldades com tráfego? Qual insight você tirou desse episódio? Coloque nos comentários!

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Aplicativo para ecommerce dá certo?

Ecommerce é muito mais do que ter um site próprio e vender nele produtos/serviços. Isso porque essa modalidade de negócio engloba todos os canais onde há a possibilidade de vender de forma online. Um desses canais é o aplicativo e neste artigo você entenderá o motivo pelo qual muitas empresas estão investindo nisso. Será que é moda ou realmente vale a pena? Confira!

Site x Aplicativo

Após realizada uma compra no site, nós, profissionais de ecommerce, conseguimos seguir interagindo com o cliente, caso ele nos dê a autorização, com ações de email marketing. Se ele não der a autorização, você só conseguirá impactá-lo usando mídia paga ( Google Ads e Facebook Ads).

Para ter bons resultados nas ações de marketing no pós venda via site, é preciso criar réguas de relacionamento, que nada mais é que uma estratégia de envio de email marketing de acordo com a etapa que a pessoa se encontra no funil de vendas. Mas mesmo com uma boa régua de relacionamento, é possível que você perca a atenção da maioria das pessoas, apenas por ter mudado de canal (site para email).

Com o aplicativo, claro que com a autorização do usuário, você consegue ter um canal de comunicação mais direto e mais personalizado. Nele há a possibilidade de usar o recurso Push Notification de forma bem menos invasiva que no site.

Você também pode consumir esse conteúdo em formato de vídeo no nosso canal do Youtube, “Aplicativo para ecommerce dá certo?”, para assistir é só apertar o play abaixo. 

COLOCAR LINK

Mas o que é o Push Notification?

São alertas que aparecem na tela do dispositivo (celular, tablet e desktop) com informações que as empresas acham relevantes para o consumidor. Uma forma bem interessante de usar esse recurso é mostrando ofertas de produtos que a pessoa pesquisou recentemente, para que ela volte até o canal e realize finalmente a conversão. 

Além disso, o Push Notification pode ser usado para mandar o status da compra para o cliente. Por exemplo, mandando um alerta falando se o produto comprado já saiu para entrega.

Dynamic Link no aplicativo

Assim como no site, que podemos jogar o link para o usuário acessar nosso site no produto que ele quer, também é possível fazer isso no aplicativo, por meio do Dynamic Link.

Quando um usuário abre um Dynamic Link no IOS ou no Android, ele é levado diretamente para o conteúdo do link no aplicativo nativo. Assim, usando esse recurso, conseguimos mandar as pessoas nas nossas ações de marketing diretamente para o canal de venda, que no caso é o aplicativo, onde as pessoas estão logadas o tempo todo, o que facilita o processo de conversão.

CAC e LTV: métricas super importantes para o app

O CAC é o custo de aquisição do consumidor, ou seja, quanto gastamos com ações de marketing para conseguir conquistar cada cliente.

Por exemplo, a empresa investe R$ 1.000,00 em anúncios e consegue que 500 pessoas comprem seus produtos, por meio dessa ação. Nesse caso, o custo de aquisição foi de R$ 2,00 ou seja a cada R$ 2,00 que foram gastos, a empresa conseguiu trazer um novo consumidor para ela.

Agora, que você já sabe olhar o CAC e entende o quanto é gasto para trazer um novo cliente para a base, vai precisar traçar estratégias para mantê-lo.

E aí entra mais uma métrica que é o Lifetime Value ou Ciclo de Vida. Ela mostra o quanto em média os clientes investem nos produtos ou serviços da empresa durante o tempo que estão se relacionando com ela.

Ambas as métricas podem ser analisadas nas ações do site. Mas no aplicativo conseguimos ter informações mais detalhadas e também é possível trabalhar melhor a interação com o cliente.

DAU X MAU X WAU

Essas métricas mostram a quantidade de usuários ativos. O Dau ou Daily active users corresponde a quantidade de usuários ativos por dia, enquanto o Mau (monthly active users) mostra o número mensal. Por fim, o WAU ou Weekly active users mostra usuários ativos na semana.

Com esses dados, você consegue entender o quão engajado as pessoas estão com o aplicativo. Isso é fundamental para a venda, pois quanto mais ativo estiverem, maiores as chances de engajarem nas ações que fizer e converter.

Aplicativo dá realmente certo?

Temos um episódio do nosso podcast Bate Papo Sobre Ecommerce que mostra o quão relevante o aplicativo pode ser para um ecommerce. Ouça agora o episódio Shoptime!

Não se esqueça de se inscrever no nosso canal “Ecommerce Pro”.

Tem alguma dúvida? Coloca nos comentários!

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Via: três grandes marcas em uma só

Você já ouviu falar da Via? Pode até ser que você ainda não tenha se deparado com esse nome, mas tenho certeza que as marcas dessa empresa já fizeram parte da sua vida de alguma forma. Neste artigo, vamos te apresentar a Via, mostraremos os bastidores dessa empresa e revelaremos o segredo do sucesso dela.

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Esse episódio conta com o patrocínio da Caffeine Army e da Reserva Ink.

Conhecendo a Via

Antes Via Varejo S.A, hoje, só Via, é uma empresa de comércio varejista do Brasil criada em 2010 e que tem no seu guarda-chuva as marcas Casas Bahia, Ponto ( antiga Pontofrio) e site de ecommerce do Supermercado Extra.

O que aprendemos no podcast

1- Três marcas em uma só: como funciona a integração

O lojista que opta por fechar parceria para vender seus produtos na Via, consegue ter acesso às três marcas da empresa. Ou seja, quando o seller escolhe colocar seus produtos no catálogo da Via, ele de quebra consegue estar presente no ecommerce da Casas Bahia, Ponto e Extra, tanto no site dessas marcas, quanto nos aplicativos.

Caso não queira ter alguma das marcas como ponto de venda, o lojista precisará informar a Via para que ela remova a presença no canal indesejado. Assim, quem cadastra seus produtos na Via consegue com uma única tacada atacar três marcas distintas, tendo cada uma dois canais de venda (site e aplicativo).

2- Como funciona a operação do Extra

A operação do Extra é dividida entre dois grupos distintos.  A Via cuida de toda parte ligada ao online e que ainda não tem em seu catálogo a parte de mercado, mas tem eletrônicos, móveis e itens automotivos.

Enquanto, o Grupo Pão de Açúcar cuida das lojas físicas do Extra. Portanto, a Via é responsável por gerenciar o que acontece no canal digital, conduzindo as pessoas até o site e fazendo de tudo para converter nele.

3- Como funciona o Buy Box

Se você ainda não ouviu falar sobre, o Buy Box é o espaço dos marketplaces onde aparecem as principais ofertas do produto buscado pelo usuário. Com certeza, quando você foi comprar em algum marketplace, já se deparou com uma lista de 3 preços diferentes para um mesmo produto e optou por aquele que era mais vantajoso para você.

Essa vantagem pode ser não só um preço mais baixo, mas também um frete grátis. Portanto, o Buy Box é como se fosse um “leilão” onde quem ganha é quem oferece os melhores benefícios e ao mesmo tempo é bem visto pelo marketplace.

O nosso convidado contou que para conquistar o Buy Box dentro dos marketplaces da Via, é preciso estar atento a três critérios: relevância, atratividade e review. A relevância está ligada a estar oferecendo exatamente o que o cliente está buscando, para isso é preciso usar as palavras-chaves de maneira correta.

Já a atratividade está ligada aos benefícios ofertados pelo lojista ao cliente e o review é como as pessoas que já compraram com o lojista estão avaliando. 

Por exemplo, se dois lojistas oferecerem o mesmo produto e tiverem os mesmos atrativos, o que irá desempatar é o Review. Ou seja, o que colocará um lojista na frente do outro, nesse caso, são a média das avaliações dos clientes para o seu ecommerce.

Quem tiver uma média melhor, ganhará a disputa. Assim, engana-se quem pensa que Buy Box é sair baixando preço quem nem louco e dar frete grátis. O Buy Box leva muito mais coisas em consideração e tem como maior foco a experiência do cliente.

3- Como a Via ajuda na Logística

A Via tem diferentes soluções logísticas para ajudar da melhor forma possível seus lojistas de acordo com o investimento que eles podem fazer.

Por exemplo, há lojistas que ainda não possuem um volume muito alto de vendas e para eles é impossível disponibilizar o caminhão da Via para atender as entregas.

Para esses lojistas com volumes menores de venda, a Via disponibiliza uma tabela diferenciada com os Correios, que sai muito mais em conta do que se o lojista fizesse por conta própria.

Já para os lojistas com maiores volumes, tem a opção logística própria da Via que é o Envias. A Via coloca toda sua frota de caminhões à disposição do lojista para que ele possa ofertar um frete mais barato e uma entrega mais rápida. Assim, podemos ver que a Via está sempre pensando em soluções que melhorem a experiência do cliente dos seus lojistas.

Além disso, o podcast falou sobre:

– Importância do aplicativo para o ecommerce

–  Omnicanalidade

–  Black Friday

Já conhecia a Via ? Qual insight você tirou desse episódio? Coloque nos comentários!

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Dufry: uma marca além de fronteiras

Você conhece a Dufry? Sabia que ela é a maior varejista do segmento viagem no mundo? Neste artigo, você vai conhecer os bastidores dessa empresa e verá os desafios que a marca enfrenta para vender seus produtos no mundo do ecommerce.

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Esse episódio conta com o patrocínio da Caffeine Army e da Reserva Ink.

Conhecendo a Dufry

É uma empresa global fundada em 1865, tem sede na cidade de Basiléia na Suíça e está presente em mais de 60 países. Ela é líder em varejo no segmento de viagem e possui aproximadamente 2.200 lojas em aeroportos, navios de cruzeiros, portos e pontos turísticos.

No Brasil, o escritório principal da marca fica no Rio de Janeiro e há dois tipos de negócio, a Duty Free e a Duty Paid. O primeiro é composto por lojas no embarque e desembarque na parte internacional dos aeroportos, onde é possível comprar produtos com a isenção de alguns impostos. Geralmente, se paga em dólar e só pode comprar nela as pessoas que estão em trânsito internacional.

Já o segundo, é composto por duas marcas: Dufry Shopping e Hudson. A Dufry Shopping é uma emulação da experiência do Duty Free para o passageiro do voo doméstico, onde é possível encontrar um sortimento de produtos e marcas muito parecidos no Duty Free, mas sem a isenção de impostos. Tem tanto no Air side, espaço após passar pelo raio-x do aeroporto, quanto no Land side, lojas que ficam no saguão do aeroporto.

O Hudson é um negócio de conveniência com lojas menores, pequenos quiosques, onde podemos encontrar itens de primeira necessidade, como água, salgadinho, revistas, entre outros. Assim, a marca expandiu as suas fronteiras saindo do internacional indo para o nacional.

O que aprendemos no podcast

1- Peculiares do ecommerce da Dufry

Por conta de questões fiscais, não é possível que o cliente compre diretamente online, mas ele consegue adiantar o processo de compra reservando o produto no ecommerce. 

Além disso, há limites ligados às leis locais para onde a pessoa está indo. Por exemplo, tem países onde é proibido entrar com bebidas alcóolicas e para não passar por nenhum tipo de constrangimento é feito uma comunicação, pelos vendedores da loja física ou no próprio ecommerce da marca. 

Há outras limitações também, como um valor máximo que pode ser gasto pelas pessoas. São tantos detalhes que é preciso pensar muito bem na hora de escolher a plataforma do ecommerce, pois esse tipo de varejo tem um alto nível de complexidade. 

No episódio o nosso convidado conta qual plataforma a Dufry usa e como fazem a integração da loja física com o ecommerce.

2- Planejamento de mídia

Quando se trata desse assunto, o convidado destaca a SEGMENTAÇÃO como o ponto chave para conseguir ter sucesso na comunicação. Cada ação de marketing é feita com o objetivo de melhor forma de atender as pessoas de acordo com o nível de consciência que ela está a respeito da marca e de suas necessidades. Assim, a marca cria estratégias orgânicas e pagas exclusivas para cada etapa (topo, meio e fundo).

Dá o play e veja qual tipo de conteúdo a marca oferece em cada uma das etapas dos níveis de consciência!

3- WhatsApp como canal de venda

Por conta de questões fiscais, não é possível fazer todo o processo de venda dos produtos da marca de forma online. Sendo assim, o WhatsApp funciona como mais um canal, onde as pessoas podem fazer a reserva dos produtos para receberem em casa e pagarem com um esquema bem parecido com os deliverys de restaurantes.

Além disso, o podcast falou sobre:

–  Chatbots

– CRM 

– Dicas para trabalhar com ecommerce

Já conhecia a Dufry ? Qual insight você tirou desse episódio? Coloque nos comentários!

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Giuliana Flores: um marketplace além de flores

Você conhece a Giuliana Flores? Sabia que ela é uma das pioneiras no mercado de flores no ecommerce? Neste artigo, você vai conhecer os bastidores dessa empresa e verá os desafios logísticos de vender um produto tão imediatista como flores.

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Esse episódio conta com o patrocínio da Caffeine Army e da Reserva Ink.

Conhecendo a Giuliana Flores

Ela está a mais de três décadas no mercado de flores e presentes e há 21 anos vendendo via ecommerce. Por ter sido uma pioneira no segmento, é o maior ecommerce do segmento no nosso país. Hoje, tem mais de 600 lojas parceiras em sua rede e esse esquema de distribuição faz com que ela consiga fazer entregas em até 1H.

Além disso, a empresa é a maior floricultura da América Latina e possui uma loja física de mais de 160m2 em São Paulo. Nesse espaço, há seis câmaras de resfriamento para manter os produtos em bom estado até ir para transporte.

O que aprendemos no podcast

1-  SAC: peça chave do negócio

Você tem ouvido o que seu público tem falado? O nosso convidado enfatizou a importância de estar sempre atento a essa fonte riquíssima de informações que é o SAC, pois é nesse setor que temos acesso ao que de fato os clientes querem de nós.

É como dizem por aí, a voz do povo é a voz de Deus. Ou seja, ela deve ter um papel de destaque na engrenagem do negócio, se quiser ser um player gigante no mercado. Sendo assim, é fundamental estar sempre fazendo pesquisas com o público consumidor e monitorando o que ele está fazendo e falando.

Veja os insights que a Giuliana Flores teve ao dar atenção ao SAC!

2- Desafios logísticos: entrega rápida e produto intacto

Por ter um produto muito frágil e um presente de última hora, ter uma entrega rápida é fundamental para ter um ecommerce de sucesso nesse segmento. Para isso, a empresa selecionou 200 produtos da marca e fez conexões com floriculturas em cada canto do Brasil.  Assim, ela conseguiu ampliar o seu alcance sem precisar ter uma infraestutura própria.

Hoje, essa rede tem mais de 600 lojas parceiras, que possuem contratos com a Giuliana Flores para representar a marca.

Por conta dessa presença em várias regiões, fez a marca ter vários locais de distribuição e conseguir entregar os produtos em até 1H. Assim, podemos notar que é possível ampliar o atendimento sem fazer um investimento gigante em logística.

3- Como ir além de datas clichês

Claro que como uma floricultura, a marca tem como datas mais importantes Dia das Mães, Dia dos Namorados e Dia da Mulher, mas o nosso convidado contou a importância de explorar datas menores, como o Dia do Médico, Dia da Secretária, entre outras.

Em outubro, temos várias microdatas (Halloween, Dia do Médico, Professor), e elas conseguem vender exatamente o que vende no mês do Dia das Mães. Portanto, se você quer crescer trabalhando em ecommerce, saiba que é fundamental abusar da criatividade para criar suas próprias datas e sair do convencional explorado pelo mercado.

Dê o play e confira o calendário estratégico da marca!

Além disso, o podcast falou sobre:

–  Lançamento da nova marca 

– Estruturação do conteúdo

– Marketplace

– Black Friday

Já conhecia a Giuliana Flores? Qual insight você tirou desse episódio? Coloque nos comentários!

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Reserva Ink: uma marca que cria marcas

Você conhece a marca Reserva? E a Oficina Reserva? Se você já acompanha o nosso conteúdo há algum tempo, com certeza terá lido ou ouvido falar sobre essas duas marcas. Mas caso tenha chegado agora por aqui, você pode conferir o nosso artigo ” Conhecendo os bastidores da Oficina Reserva”. Hoje, vamos falar de mais uma vertente da Reserva, a Reserva Ink, a marca que ajuda a criar marcas. Depois desse artigo, você vai ver que nunca foi tão fácil ter um ecommerce de moda.

Ouça o nosso podcast! Não esqueça de nos seguir na sua plataforma favorita!

Esse episódio conta com o patrocínio da Conta Simples e da Caffeine Army.

Conhecendo a Reserva Ink

Uma marca criada em 2020 com o objetivo de ajudar empreendedores a realizarem seus sonhos de ter uma ecommerce no segmento de moda. Para isso a Reserva Ink oferecia toda a base estrutural, da produção à entrega para todo o Brasil, e em troca o empreendedor só precisava se preocupar com a divulgação do produto. 

No início, os fundadores dessa empresa acreditavam que isso seria o suficiente para as pessoas brilharem e realizarem os seus sonhos de ter um negócio. Mas não foi bem assim, pois faltava aos parceiros da marca a aptidão para vendas.

Para solucionar essa dor da sua persona, a Reserva Ink criou a Ink Academy, que é uma base de conhecimento, onde podemos encontrar toda sabedoria e dicas práticas que já funcionaram para outros empreendedores parceiros. Assim, todas as marcas que usam esse sistema conseguiram ter resultados expressivos, pois o conteúdo disponível ajudaria a desenvolver as habilidades necessárias para evoluir no mercado.

O que aprendemos no podcast

1- Reserva Ink: Vendas ou Branding?

Dentro dessa marca há três tipos de público, sendo dois deles focados em usá-la como fortalecimento de branding e um com mentalidade totalmente comercial, focado em vendas.

De um lado a persona que usa a Reserva Ink para branding. Como exemplos podemos citar os  influenciadores que querem criar uma loja para criar um senso de comunidade com os seus seguidores e as  empresas que desejam criar camisas personalizadas para os seus funcionários.

Do outro lado temos a persona comercial, que são as pessoas que desejam empreender, querem montar seu próprio negócio e buscam na Reserva Ink um parceiro para fazer seu sonho virar realidade.

2- Praticidade e rapidez

Quem chegou hoje no mercado de ecommerce, tem uma vida muito mais tranquila, pois consegue colocar uma loja no ar em um dia. Mas nem sempre foi assim. Para começar uma loja, já foi bem mais complexo, era preciso ter uma equipe de desenvolvedores para conseguir criar e botar no ar a loja virtual e esse processo durava meses.

Hoje, em questão de poucos minutos, você consegue criar a sua loja e por no ar usando o sistema da Reserva Ink. É tão simples quanto criar um perfil no Instagram. A Reserva Ink oferece toda a sua infraestrutura para que o empreendedor comece a atuar no mundo da moda sem precisar ter um estoque ou um sistema logístico, pois ela dá toda a base.

Além disso, o empreendedor que opta pela Reserva Ink, consegue se aproveitar do nome da marca para trazer credibilidade ao seu negócio. Assim, a Reserva Ink dá toda a base para quem quer ingressar no mercado de ecommerce, mas tem um orçamento bem curto e não tem condições de correr grandes riscos.

3- Conhecimento é a chave 

Como toda grande empresa do século XXI, a Reserva Ink sabe que para ser grande no mercado é preciso não só vender produtos e serviços, mas também ser uma agente da educação.

E pensando nisso eles desenvolveram a Ink Academy. Um portal onde são colocados conteúdos e cursos com dicas do que eles viram que deu certo e deu errado com as empresas parceiras. Assim, podemos ver a importância da educação para evoluir no mercado e ter bons resultados sendo parceiro da Reserva Ink.

Além disso, o podcast falou sobre:

– A importância de analisar métricas

–  Como usamos a nossa parceria com a Reserva Ink na nossa estratégia de vendas de cursos 

– Inovações da marca

– Estratégias de mídia

Já conhecia a Reserva Ink? Qual insight você tirou desse episódio? Coloque nos comentários!

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Zee.Dog: um ecommerce de experiências

Você conhece a marca Zee.Dog? Tem o hábito de fazer compras online para o seu pet? Já teve dificuldades em encontrar artigos para o seu pet que fossem personalizados? É sobre isso que vamos falar hoje.

Vamos ir a fundo no segmento pet e apresentaremos uma marca que vende não produtos para pets, mas sim experiências e conexões do humano com seu bicho de estimação. Uma marca que é um case de sucesso e serve como exemplo para todos os segmentos de ecommerce.

Ouça o nosso podcast! Não esqueça de nos seguir na sua plataforma favorita!

Esse episódio conta com o patrocínio da Conta Simples e da Caffeine Army.

Conheça a Zee.Dog

É uma marca brasileira fundada em 2012 pelos irmãos Tadeu e Felipe que sempre tiveram como companheiro fiel um cachorro. Como boa parte das empresas que falamos aqui no nosso blog, a Zee.Dog nasceu de uma necessidade dos seus criadores, que era encontrar produtos mais personalizados para seus pets e parar de ter que escolher o que fosse menos feio.

Era preciso quebrar a monotonia do segmento pet que estava sob o domínio de algumas super empresas, que estavam focadas em produtos e não em clientes. E assim surge a Zee.Dog, em um pequeno e bagunçado em Los Angeles,  trazendo uma nova percepção para o mercado pet, produtos genéricos saiam de campo para dar lugar a  experiência e a personalização.

Hoje, a Zee.Dog, além do ecommerce, tem 15 lojas físicas no Brasil e uma nos EUA. Também está presente em vários pet shops espalhados no Brasil, tem quase 30 distribuidores e atendem mais de 40 países por atacado.

O que aprendemos no podcast

1- Estrutura

Hoje, a Zee.Dog não é tem departamentos, mas sim squads, ou seja, é divididas em equipes. Por exemplo, não há um departamento de marketing, mas sim squads de conteúdo, de ecommerce, de produtos e de now. E cada um desses squads tem um head que se alinha aos outros heads. 

Para tornar o processo mais eficiente, a empresa usa a metodologia ágil na gestão dos times, ou seja, possuem uma abordagem de negócio que alinha o desenvolvimento do projeto com as necessidades do cliente e os objetivos da empresa. Assim sendo, eles, toda semana, olham os macro objetivos e priorizam as tarefas que os deixam mais pertos de alcançá-los.

2- Inovação

Para inovar é preciso ter agilidade, pois se não perde o timing e acaba ficando para trás. Ser ágil ou não está diretamente ligado à estrutura da empresa. Portanto, quanto mais aberta, menos hierarquizada for, maiores a chances de sucesso no processo de inovação. E esse é o caso da Zee.Dog.

Além disso, para inovar é preciso ser curioso, estar sempre de olho nas novidades do mercado, para ver como adaptar a necessidades do seu público. Na Zee.Dog, os colaboradores vivenciam os produtos além do trabalho, pois boa parte tem pets em casa.

3- Marketplace

Será que todo ecommerce deve estar presente em marketplace

A convidada falou sobre prós e contras de se vender em marketplace. Como prós ela citou o aproveitamento do tráfego, da estrutura e da credibilidade da empresa do marketplace, por exemplo, é muito mais fácil as pessoas comprarem de marcas como Americanas e Magalu que qualquer outro ecommerce. Portanto, se você representa uma marca iniciante, o marketplace pode ser um caminho inevitável para alcançar o sucesso.

Mas se você tem produtos exclusivos, estar em um marketplace pode não ser uma boa alternativa. Isso porque você não controla como o produto vai aparecer, onde vai estar, ao lado de quais marcas, ou seja, a comunicação ficará fora do seu controle e isso para uma marca nova com produtos únicos pode ser fatal.

Além disso, dependendo de quão exclusivo e personalizado for seu produto pode nem ter procura por ele nos marketplaces. E isso é o que passou a Zee.Dog, nos marketplaces a procura é por produtos pet que não fazem parte do mix da marca.

4- Experiência do usuário

Experiência do usuário vai muito além de montar um site intuitivo com fotos de boa qualidade e descrições objetivas.  Nós precisamos ver a experiência do usuário, ou melhor, do cliente, como algo educacional. Ou seja, tudo que montamos precisa agregar valor para as pessoas.

 Na Zee.Dog, eles pensam em cada detalhe para quebrar as objeções e ao mesmo tempo envolver as pessoas. Isso pode ser visto nas descrições, que contam histórias e não ficam presas em características técnicas, nos vídeos instrutivos mostrando os produtos e na construção da guia de medidas.

Além disso, usam também os recursos de review na página do produto no site, recomendações de produtos em kits e pesquisas de satisfação do cliente pós compra.

Além disso, o podcast falou sobre:

– Estratégias de retenção do cliente

– Estratégias de CRM

Já conhecia esse ecommerce? Qual insight você tirou desse episódio? Coloque nos comentários!

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AliExpress: um ecommerce multinacional

Você conhece a AliExpress? Já fez compras nesse ecommerce? Teria interesse em trabalhar nessa empresa? Neste artigo, você vai conhecer os bastidores da operação desse grande player do ecommerce mundial e verá como é fazer parte de uma empresa que tem sede em um lugar tão diferente do nosso país, que é a China.

Ouça o nosso podcast! Não esqueça de nos seguir na sua plataforma favorita!

Esse episódio conta com o patrocínio da Conta Simples e da Caffeine Army.

Conheça a AliExpress

É uma gigante do ecommerce mundial com sede em Hangzhou na China, fundada em 2010 e controlada pelo Grupo Alibaba. Além de oferecer serviços de ecommerce de empresa para empresa, atende também o varejo e pagamentos online.

Hoje, a empresa exibe produtos de vários fornecedores do mundo todo e tem um catálogo de produtos muito diversificado, entre eles, temos eletrônicos, moda, móveis e livros.

Além disso, o site da AliExpress permite ao usuário acessá-lo em diferentes idiomas, entre eles, nós temos inglês, francês, espanhol, português, italiano, polonês e alemão. Isso mostra que a empresa está focada em ser cada vez mais global.

O que aprendemos no podcast

1- Como é fazer parte de uma empresa global

Todo mundo, ao entrar na AliExpress, já precisa vir como uma mentalidade aberta a novas culturas, pois é uma empresa global. A comunicação é bem complexa, pois envolve diferentes idiomas, e, para facilitar essa troca, eles usam uma ferramenta própria que faz traduções simultâneas. Assim, se você deseja trabalhar nessa empresa, você vai precisar ir muito além do que acontece no cenário do ecommerce brasileiro e também precisará investir em idiomas.

A convidada falou também que a palavra-chave é adaptação, pois os mercados, Brasil e China, são totalmente diferentes e é preciso saber analisar se o que está funcionando no mercado matriz pode ou não funcionar aqui.

Depois dessa análise, é preciso criar processos próprios. Portanto, para trabalhar em uma marca global, é preciso não só saber o que acontece nos mercados, mas também ter uma visão analítica . Isso é fundamental para saber o que dá ou não para trazer onde você está atuando.

2- Como é a estrutura da empresa

Hoje, a estrutura de Gestão de Sellers está dividida em células que são chamadas de Hunting, Farm e de Seller Suporte. Em cada uma dessas divisões há o Analista de Negócio e esse profissional é o responsável por suprir toda a comunicação entre a Matriz da empresa e os sellers.

O Analista de Negócio precisa ter uma visão 360º da operação da empresa para conseguir atender os sellers da melhor forma possível. Esse profissional é visto como o rosto da empresa e também como a peça chave da operação/comunicação para equipe interna e para os sellers. Assim sendo, podemos notar que o cargo de Analista de Negócio da AliExpress é um sinônimo para Analista de Ecommerce

3-  Como o Grupo Alibaba pensa suas inovações

Para inovar é preciso ter criatividade e isso vem do investimento em conhecimento variado. E é nisso que o Grupo Alibaba aposta. Eles possuem um Campus enorme na China, onde há vários projetos de tecnologia, de gestão e de logística. Assim sendo, só é possível crescer, ser um player gigante, se tivermos na base a educação.

4- Como é ser um grande player de marketplace

Quando olhamos para um grande player de marketplace, como a Magalu e a B2W, há duas coisas que precisamos analisar. A primeira é a rentabilidade, que é a capacidade do negócio trazer um retorno financeiro.Enquanto segunda é o sortimento, que representa a variedade de produtos no catálogo da marca.

Do lado do seller, há a visibilidade, a comissão paga por ele é infinitamente menor que um grande player paga em anúncios no Google e Facebook. 

Além disso, o podcast falou sobre:

–  Crossboarder

– Experiência do usuário

Já conhecia esse ecommerce? Qual insight você tirou desse episódio? Coloque nos comentários!