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Dress To: experiência da loja física no digital

Você tem medo de comprar roupas online, pois não sabe se conseguirá pedir o tamanho certo? Acha as tabelas de medidas das marcas superficiais e pouco úteis? Hoje, vamos conhecer os bastidores da Dress To, uma marca que está sempre buscando novas formas de melhorar a experiência do cliente. 

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Esse episódio conta com o patrocínio da Caffeine Army e da Reserva Ink.

Conhecendo a Dress To

A Dress To é uma marca carioca que atua no segmento de moda feminina e hoje está com mais de 16 anos. Além disso, está presente de forma física e digital em todo o Brasil com o ecommerce e as mais de 50 lojas físicas.

Ela não é uma marca apenas para mulheres, mas sim feita por mulheres, pois possui 80% da equipe feminina e é liderada por mulheres. Portanto, é uma empresa que respira e exala empoderamento, uma pauta que a cada dia tem ganhado mais força.

O que aprendemos no podcast

1- Boom dos aplicativos: surfar ou não?

Estamos vivendo um boom de aplicativos de ecommerces, mas será que isso é uma moda passageira ou veio para ficar? A nossa convidada falou da importância de ter um planejamento, antes de soltar um aplicativo, para que o canal seja lançado no momento certo para a marca.

Nenhum canal vai conseguir trazer resultados por si só, se você não pensar muito bem nas ações que fará nele. Ou seja, o aplicativo, o site, o blog, o marketplace e as redes sociais são apenas ferramentas.

Somos nós, profissionais de ecommerce/marketing, que temos a capacidade analítica para entender as movimentações e com ajuda dos dados conseguimos tomar decisões mais assertivas. Portanto, é preciso ter soft (pensamento analítico) e hard skills (ferramentas) para termos sucesso em qualquer mídia.

No episódio, você saberá como a Dress To se preparou para ter o aplicativo e como o planejamento foi importante para que hoje a marca tenha um engajamento bem legal nessa mídia.

” Ter um app por ter é um tiro na água” – Fernanda Caetano (Head de Performance Digital na Dress To)

2- Ecommerce: site ou aplicativo

A nossa convidada, Fernanda Caetano (Head de Performance Digital) da Dress To, contou que por mais que um site seja mobile first, ou seja, tenha otimização para ter um bom desempenho nos dispositivos móveis, há perda de vendas. Isso porque no site, a pessoa não está totalmente engajada com a sua marca e você pode perder mais facilmente a atenção dela.

Enquanto no aplicativo, a pessoa está muito mais conectada com a marca, pois dentre milhares de empresas, ela escolheu a sua para ocupar o espaço da memória do celular dela.  

Além disso, no aplicativo, conseguimos ter uma comunicação mais direta e personalizada do que no site. Portanto, o aplicativo é quem mora com você, as pessoas que estão sempre por perto, já o site é um parente que você gosta, mas nem sempre fala todo dia.

3- Como fidelizar o cliente para comprar na loja oficial

Os produtos da Dress To estão disponíveis em canais de terceiros, como o Shop2gether, e isso é bom para a marca, pois a ajuda a atingir públicos que ela não conseguiria sozinha. Mas isso torna desafiador o trabalho de fidelizar o cliente na loja virtual.

Para conseguir captar o cliente para a loja oficial, a Fernanda destacou que é super importante criar estratégias de branding sensorial, pois só a Dress To tem a alma Dress To.

Ou seja, só a Dress To é capaz de tratar o cliente de forma mais humanizada com conteúdos personalizados. Portanto, cada canal tem seus prós e contras, basta entendermos muito bem isso e ver os principais pontos fortes de cada mídia para explorar de forma complementar dentro da nossa estratégia.

Você pode conferir no episódio o que eles fazem para o cliente ir até a loja oficial sem precisar brigar com os outros canais de venda.

4- Como trazer uma experiência diferente no site

É comum nos sites de ecommerces de moda ter apenas fotos, uma só do produto e outra com a modelo. Mas isso nem sempre é suficiente para quebrar as objeções de venda, pois só com esse formato de conteúdo não é possível captar o caimento que o produto terá no corpo.

Pensando em quebrar essa possível objeção e também diminuir as devoluções da marca, a Dress To passou a colocar vídeos com pessoas usando as roupas da marca. Além disso, passou a colocar descrições mais narrativas, como se fossem vendedoras da loja física falando ali com a cliente.

Também colocam em todas as fotos as medidas da modelo e das peças para que as pessoas consigam visualizar melhor o tamanho.  Além de terem a opção da Vitrine Virtual, onde a cliente pode colocar as suas medidas e ver como ficaria na roupa que deseja comprar.

Além disso, o podcast falou sobre:

–  CRM e régua de relacionamento

– Carteiras digitais

Já conhecia a Dress To? Qual insight você tirou desse episódio? Coloque nos comentários!

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Reserva Ink: uma marca que cria marcas

Você conhece a marca Reserva? E a Oficina Reserva? Se você já acompanha o nosso conteúdo há algum tempo, com certeza terá lido ou ouvido falar sobre essas duas marcas. Mas caso tenha chegado agora por aqui, você pode conferir o nosso artigo ” Conhecendo os bastidores da Oficina Reserva”. Hoje, vamos falar de mais uma vertente da Reserva, a Reserva Ink, a marca que ajuda a criar marcas. Depois desse artigo, você vai ver que nunca foi tão fácil ter um ecommerce de moda.

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Esse episódio conta com o patrocínio da Conta Simples e da Caffeine Army.

Conhecendo a Reserva Ink

Uma marca criada em 2020 com o objetivo de ajudar empreendedores a realizarem seus sonhos de ter uma ecommerce no segmento de moda. Para isso a Reserva Ink oferecia toda a base estrutural, da produção à entrega para todo o Brasil, e em troca o empreendedor só precisava se preocupar com a divulgação do produto. 

No início, os fundadores dessa empresa acreditavam que isso seria o suficiente para as pessoas brilharem e realizarem os seus sonhos de ter um negócio. Mas não foi bem assim, pois faltava aos parceiros da marca a aptidão para vendas.

Para solucionar essa dor da sua persona, a Reserva Ink criou a Ink Academy, que é uma base de conhecimento, onde podemos encontrar toda sabedoria e dicas práticas que já funcionaram para outros empreendedores parceiros. Assim, todas as marcas que usam esse sistema conseguiram ter resultados expressivos, pois o conteúdo disponível ajudaria a desenvolver as habilidades necessárias para evoluir no mercado.

O que aprendemos no podcast

1- Reserva Ink: Vendas ou Branding?

Dentro dessa marca há três tipos de público, sendo dois deles focados em usá-la como fortalecimento de branding e um com mentalidade totalmente comercial, focado em vendas.

De um lado a persona que usa a Reserva Ink para branding. Como exemplos podemos citar os  influenciadores que querem criar uma loja para criar um senso de comunidade com os seus seguidores e as  empresas que desejam criar camisas personalizadas para os seus funcionários.

Do outro lado temos a persona comercial, que são as pessoas que desejam empreender, querem montar seu próprio negócio e buscam na Reserva Ink um parceiro para fazer seu sonho virar realidade.

2- Praticidade e rapidez

Quem chegou hoje no mercado de ecommerce, tem uma vida muito mais tranquila, pois consegue colocar uma loja no ar em um dia. Mas nem sempre foi assim. Para começar uma loja, já foi bem mais complexo, era preciso ter uma equipe de desenvolvedores para conseguir criar e botar no ar a loja virtual e esse processo durava meses.

Hoje, em questão de poucos minutos, você consegue criar a sua loja e por no ar usando o sistema da Reserva Ink. É tão simples quanto criar um perfil no Instagram. A Reserva Ink oferece toda a sua infraestrutura para que o empreendedor comece a atuar no mundo da moda sem precisar ter um estoque ou um sistema logístico, pois ela dá toda a base.

Além disso, o empreendedor que opta pela Reserva Ink, consegue se aproveitar do nome da marca para trazer credibilidade ao seu negócio. Assim, a Reserva Ink dá toda a base para quem quer ingressar no mercado de ecommerce, mas tem um orçamento bem curto e não tem condições de correr grandes riscos.

3- Conhecimento é a chave 

Como toda grande empresa do século XXI, a Reserva Ink sabe que para ser grande no mercado é preciso não só vender produtos e serviços, mas também ser uma agente da educação.

E pensando nisso eles desenvolveram a Ink Academy. Um portal onde são colocados conteúdos e cursos com dicas do que eles viram que deu certo e deu errado com as empresas parceiras. Assim, podemos ver a importância da educação para evoluir no mercado e ter bons resultados sendo parceiro da Reserva Ink.

Além disso, o podcast falou sobre:

– A importância de analisar métricas

–  Como usamos a nossa parceria com a Reserva Ink na nossa estratégia de vendas de cursos 

– Inovações da marca

– Estratégias de mídia

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Farm global:ecommerce de moda além do Brasil

Você já ouviu falar da marca Farm? Já comprou algum produto da marca? Sabia que ela opera no mercado dos EUA? Neste artigo, você vai conhecer os bastidores da operação de um ecommerce de moda feminina que foi além do território brasileiro.

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Conheça a Farm

Os amigos Kátia Barros e Marcello Bastos criaram a Farm em 1997. Ela teve sua primeira aparição na Babilônia Feira Hype e dois anos depois ganhava seu próprio espaço, com a primeira loja física na cidade do Rio de Janeiro.

A marca, hoje, está presente em todo território nacional e nos Eua, levando todo o estilo de ser da garota carioca com coleções super coloridas e estampadas. O lema da marca, menos salto e mais pé na areia, representa muito bem isso.

O que aprendemos no podcast

Como foi o processo para vender nos Eua

Para começar a atender o mercado estadunidense foi preciso fazer uma revisão de produto. Isso inclui qualidade do produto, preço e qual é o público alvo. Durante esse processo, derrubaram vários mitos, entre eles, o que dizia que os produtos da Farm não funcionariam fora do Brasil, pois eram muito chamativos.

Mas a pesquisa provou que o mercado dos EUA, assim como o brasileiro, gosta bastante de estampas mais ousadas. Assim, podemos concluir que não é porque uma marca já está consolidada em um mercado que nunca mais precisará fazer testes e reformulação no produto, se quiser escalar.

A equação é simples de entender e bem complicada de aplicar. A Farm precisava ter produtos com materiais de excelente qualidade sem que para isso precisasse aumentar o preço, pois era necessário manter a competitividade no mercado desejado. Portanto, era necessário muito estudo e planejamento para que a marca não ficasse para trás dos concorrentes e conseguisse escalar da melhor forma possível, que é alcançar mais pessoas sem elevar o custo e mantendo a qualidade.

Importância do Produto

O nosso convidado divide o negócio de varejo entre gestão e produto, sendo o segundo o meio campista/atacante da operação. Isso significa que o produto é o centro das atenções, ele que faz os olhos das pessoas brilharem.

Por estar ligado ao desejo das pessoas que é algo tão subjetivo, Marcel Martins ressaltou a dificuldade de mensurar o motivo de uma coleção dar mais certo que a outra, o que torna o mercado de varejo de moda algo muito complicado para profissionais com perfis mais analíticos. Mas essa coleta de dados não é impossível, só é preciso focar no que as pessoas têm para falar e não ficar só nos números.

Diferenças entre o ecommerce Br e o Eua

O convidado ressaltou duas diferenças, a primeira na escolha da plataforma, nos EUA, a Farm optou por usar a Shopify, que já está super integrada no mercado estadunidense.

Enquanto a segunda, foi o fato de conseguirem implementar uma operação omnichannel nos EUA de forma bem rápida, em um espaço de menos de um mês, um processo que demorou anos para funcionar bem no Brasil. Assim sendo, podemos concluir que é fundamental entender muito bem o local onde estamos e conseguirmos tomar as melhores decisões para aquele mercado.

Além disso, o podcast falou sobre:

–  Logística Eua x Brasil

–  Dark Store e Omnichannel

–  Live Commerce

– Estratégias de mídia e CRM

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Bunker: Os bastidores de um ecommerce de moda masculina

Você já ouviu falar da marca Bunker? Já comprou algum produto da marca? Neste artigo, você vai conhecer os bastidores da operação de um ecommerce totalmente focado em moda íntima masculina.

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Conheça a Bunker

É uma startup carioca de moda e serviços online, criada por três irmãos e focada em entregar a melhor cueca para os homens de todo o Brasil. Ela surgiu de uma dor dos fundadores da marca, que era a dificuldade em encontrar cuecas de boa qualidade no mercado nacional, tendo que, acabar se contentando com cuecas de loja de departamento com tecidos de baixa qualidade ou precisar buscar marcas estrangeiras focadas em cuecas para ter um conforto. Assim, nasceu a ideia da Bunker.

Os irmãos, Felipe e Fábio Braga, aproveitaram a brecha no mercado brasileiro e decidiram criar uma marca e produto que representasse a língua deles, além de ter a qualidade certa para proporcionar conforto e segurança aos homens. Assim, eles deram um basta em fotos P&B com homens sarados sensualizando e olá para homens com corpos fora do padrão, para que mais homens se sentissem representados pelos produtos da marca.

Antes dos irmãos darem vida a Bunker, eles realizaram uma pesquisa de mercado para ver se essa “dor” que eles tinham era algo comum a outros homens e eles constataram que sim. Além disso, viram que o modelo boxer e a cor preta é a composição perfeita para um grande número de pessoas. Assim, tendo como base essa pesquisa, resolveram criar a Bunker com uma marca de um produto só, ou seja, só era possível comprar cueca boxer preta na loja.

Hoje, para atender a demanda dos seus clientes, a Bunker possui outros modelos e cores. Isso ajudou a melhorar a taxa de recorrência da marca, pois passou a ter o fator novidade sendo promovido na mente dos consumidores. 

O que aprendemos no podcast

1- Comunicação da marca

A Bunker saiu do padrão do mercado de fotos em preto e branco com modelos com corpos sarados e apostou em usar seus próprios clientes para promover os seus produtos, seja em anúncios ou posts das redes sociais. Assim, os irmãos Braga conseguiram criar uma marca mais informal e com representatividade.

2- Recorrência e kits de produtos

Os convidados contaram que a ideia dos kits surgiu para facilitar o processo de compra, as pessoas entram no site e em dois, três cliques, conseguem finalizar a compra. Desde o início, a ideia dos fundadores era ter uma marca de moda com um produto só, que era a cueca boxer preta, mas isso a longo prazo foi trazendo dificuldades para o crescimento da marca.

Com o passar do tempo, o número de pedidos dos clientes para ter outros modelos e cores  de cueca foram ganhando cada vez mais força, para que eles pudessem se manter comprando com frequência na Bunker. Hoje, no site, há kits que atendem um público mais diversificado, pois a marca não está mais restrita a um único produto. Assim, ela consegue ter uma melhor taxa de recorrência, pois a Bunker começou a explorar o gatilho da novidade.

Além disso, a marca está trabalhando com kits limitados, o que é excelente para ativar o gatilho da escassez na mente dos consumidores. Também gera um volume de vendas grande em um curto espaço de tempo.

3- Como a Bunker pensa na experiência do usuário

Cada detalhe do site teve como base dados qualitativos. Eles foram coletados por meio das avaliações do site, do atendimento no sac e das dúvidas do chat do site. Assim sendo, a marca está sempre atenta ao que os clientes ou potenciais consumidores estão falando, pois precisam desses feedbacks para construir o melhor ambiente possível.

Além disso, de tempos em tempos, a Bunker manda emails para a sua base de clientes pedindo sugestões e feedbacks para melhorar a comunicação da marca. Isso mostra que a Bunker está bem adaptada aos novos hábitos dos consumidores, pois as pessoas amam serem ouvidas e acabam dando preferência para as marcas que se mostram dispostas a isso.

Além disso, o podcast falou sobre:

– Estratégia de mídias

– Estratégia de CRM

– Cross-Sell e Upsell

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Veja o episódio anterior!

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Key Design: Ecommerce de moda masculina

Você já ouviu falar da marca Key Design? Já comprou algum acessório ou roupa do ecommerce? Neste artigo, você vai conhecer os bastidores da operação de um ecommerce de moda masculina.

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Conheça a Key Design

A Key Design é uma DNVB, ou seja, Digitally Native Vertical Brands, em bom português significa Marcas Verticais Digitalmente Nativas. Isso significa ser uma marca, que nasceu no meio digital, se relaciona diretamente com o consumidor final e controla o produto do chão de fábrica até chegar no cliente, por isso verticalizadas.

Sua principal atuação é no ecommerce, mas tem outros canais de vendas ligados ao varejo físico. Além disso, opera no mercado de moda masculina com acessórios (pulseiras e colares), desde 2013, e roupas, a partir de 2019.

O que aprendemos no podcast

1- A importância para o negócio da extensão de produtos

Quando a  Key Design foi criada, em 2013, ela nasceu como uma marca de pulseiras e colares masculinos. Mas, desde sempre, Andre Yui, fundador e CEO, tinha em mente que o caminho natural seria gradativamente a Key Design se tornar uma marca de moda masculina completa.

Inicialmente, com pulseiras e colares, depois estendendo para outros tipos de acessórios, como mochilas e carteiras. Por fim, chegando no terceiro movimento,  no final de 2019, rodaram um teste colocando para jogo peças de vestuário, como camisetas e camisas. 

Hoje, a ideia é fazer uma separação da Key Design Marca e Key Design Canal. Como um canal que tem um bom volume de tráfego, a ideia é abrigar outras marcas complementares para ofertar outras categorias que são de interesse da Key Design. Essa separação tem como objetivo ir aos poucos construir um portal com conteúdos e produtos de qualidade que promovam a moda masculina.

2- Como foi a estratégia da Key Design para criar o clube de assinatura

 A Key Design resolveu subir um MVP ( mínimo produto viável) de assinatura que tinha duas opções, uma só com acessórios e outra com acessórios e vestuário. Quando realizaram esse teste, tinham a certeza que a maioria que iria assinar seria clientes antigos. Mas foram surpreendidos com 70% de novos clientes. 

Ao investigar o porquê de isso ter acontecido, descobriram que o que agregou valor na assinatura para as pessoas, foi a possibilidade de ter uma consultoria de look e não só os produtos em si. Era um valor mais relacional e menos comercial. Sendo assim, com esse MVP, eles perceberam a importância de oferecer conteúdo de valor para as pessoas, que vão além de falar do produto em si.

3- Como usam os influenciadores 

A ideia de usar influenciadores surgiu da necessidade de diminuir a dependência do Facebook Ads e do Google Ads. A marca Key Design começou a enxergar os influenciadores como uma excelente alternativa. Isso porque eles representam um menor custo de aquisição de clientes a médio e longo prazo, quando comparado as outras mídias.

Esse trabalho de parceria, muitas vezes, vai além do post na rede social. Isso porque a marca sempre está em busca de parcerias que façam parte do processo criativo de produção, chamando os influenciadores a serem co-criadores de uma linha exclusiva da Key Design.

Além disso, o podcast falou sobre:

–  Logística

– Omnichannel

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Mr.Cat: Conheça a operação da marca

Você já ouviu falar da marca Mr.Cat? Já comprou algum produto dessa marca? Neste artigo, você vai conhecer os bastidores da operação de uma marca que coloca o cliente como centro de todas as suas ações. Além disso, está buscando cada vez mais formas de deixar seus canais de venda mais conectados.

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Conheça a Mr.Cat

A Mr.Cat foi criada pelos empresários Ari Svartsnaider e Alberto Zyngier em 1981. Ela começou produzindo apenas sapatos, hoje, ela já tem a parte de roupa feminina e também masculina que é mais recente. Além disso, é uma marca considerada uma instituição carioca e está o tempo todo se atualizando. Para isso, a equipe de criação viaja frequentemente pelo mundo, pesquisando estilos, tendências de moda, arquitetura de lojas e músicas.

A linha masculina tem a assinatura de um time liderado pelo estilista Maxime Perelmuter, que aposta em sapatos sociais mais leves e modernos. Já na parte feminina, temos a estilista Vanessa Rothier, que também segue os valores dos produtos da marca, estilo, conforto e modernidade.

O que aprendemos no podcast

1- Como é o processo de integração físico e digital

É um processo que deve ser ampliado de forma gradativa, ter sempre o cliente como centro de todas as iniciativas e estar muito bem internalizado na mente de todos os colaboradores, principalmente, dos vendedores, pois eles têm a tendência de enxergar o digital como inimigo e não como aliado.

A Mr.Cat tem em mente que o cliente é omnichannel e assim sendo precisa ser atendido de forma integrada. Uma das iniciativas para melhorar esse processo de integração on e off foi o desenvolvimento do aplicativo, em 2018, que tinha como objetivo facilitar a vida do vendedor e do cliente.

O colaborador ia poder consultar outros estoques da marca, como o online, para ver se tem o produto desejado pelo cliente, mas que está faltando na loja física onde atua. Isso é o que chamamos de prateleira infinita, integrar os estoques de todos os canais de venda da empresa, para não perder a venda por não ter o produto em uma determinada loja.

2- Entrega Expressa e Ux

Para melhorar a experiência dos seus clientes, a marca desenvolveu um sistema de entrega super rápido. No início, o produto era entregue em 48 horas. Hoje, tem lojas que conseguem entregar com 40 minutos. Isso trouxe o tal  “efeito Uau”, ou seja, as pessoas ficam encantadas com o atendimento da marca. 

A entrega expressa foi fundamental para melhorar a Ux (experiência do usuário) da Mr.Cat, pois a marca resolveu uma dor do cliente, que é esperar sua compra chegar. Se for feita uma análise do site, iremos notar que boa parte das pessoas gastam um bom tempo clicando na área que mostra o status da compra. Essa modalidade de entrega da Mr.Cat ajuda a diminuir essa ansiedade do mercado.

3- Carteiras Digitais como mídia

Muitas empresas enxergam carteiras digitais, como Ame, Picpay, ainda como forma de pagamento, a Mr.Cat vai muito além disso. Para ela, a carteira digital funciona como uma mídia. Ou seja, é uma forma da marca conseguir expandir seu alcance e captar novos clientes. Sendo assim, a carteira digital não só facilita a vida de quem já está no site, mas também atrai novas pessoas para ele.

Além disso, o podcast falou sobre:

–  Como levar quem está no digital para o físico.

– O que levou a marca a fazer uma extensão de linha.

–  A diferença no comportamento de compra entre homens e mulheres.

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Confira o episódio anterior!