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Como o Google Analytics ajuda no ecommerce

Você já ouviu falar do Google Analytics? Sabe como ele funciona e sua importância para o ecommerce? Neste artigo, vamos nos aprofundar nessa ferramenta tão relevante para os profissionais de marketing e ao final você saberá responder essas perguntas iniciais.

Esse conteúdo também está disponível no nosso canal do Youtube “Como o Google Analytics ajuda o ecommerce?”, você pode assistir apertando o play abaixo. 

Google Analytics e Business Intelligence

O Google Analytics não é uma ferramenta de B.I (Business Intelligence), pois essa ferramenta está ligada somente a medição de sites/apps. Ou seja, é uma ferramenta que capta dados das pessoas quando estão dentro do seu domínio. Portanto, tudo que acontece fora do seu site/app é necessário ter uma outra ferramenta para coletar os dados.

Para ser uma ferramenta de B.I é necessário permitir a coleta de dados de diversas fontes, o que não é o caso do Google Analytics, que só possibilita ao profissional tirar insights com os dados dos usuários, enquanto estão no site, onde tem domínio. Assim, a maior diferença entre o Google Analytics e uma ferramenta de Business Intelligence é a extensão e a diversidade das fontes de onde os dados são captados.

Tipos de dados do Google Analytics

O Google Analytics ajuda a responder 4 tipos de perguntas, quem são os usuários do site/app, como chegaram até o site, o que fizeram e quanto converteram. Essa é a divisão dos relatórios do GA, temos o de público-alvo (quem), aquisição (como), comportamento (o que) e conversão (quanto).

O que faz o GA?

Ele ajuda a entender o comportamento e as conversões do consumidor dentro do seu site. Com essa ferramenta, conseguimos saber qual o produto mais comprado e qual é a quantidade de pessoas que acessaram o site e de fato fizeram pedido. 

Além disso, conseguimos saber a quantidade de produtos que as pessoas compram por pedido e qual página a pessoa foi embora antes de converter.

Todos esses dados são fundamentais para entender melhor a operação do ecommerce e saber onde é preciso investir mais ou menos. Portanto, o Google Analytics ajuda ao ecommerce ter uma gestão mais otimizada e eficiente, pois traz dados que serviram como base para tomada de decisões mais assertivas.

Como usar o GA de forma eficiente

Primeiramente, antes de abrir a ferramenta, é fundamental que você crie as perguntas, ou seja, sabe exatamente o que deseja saber. Depois com os seus questionamentos em mãos, você deve abrir a ferramenta e se direcionar ao relatório que vai te ajudar a ter a resposta. Por fim, você deve pegar o dado da ferramenta e transformá-lo em ações, pois só assim o negócio conseguirá evoluir.

Rotina no Google Analytics

Quando devo analisar meu GA? Depende! Se a empresa, onde você trabalha, é embrionária ainda, você pode fazer análises semanais, para conseguir reunir uma boa quantidade de dados.Agora, se a empresa for de pequeno porte com um fluxo de dados pequeno, pode abrir a ferramenta e analisar os dados uma vez por dia.

Mas caso seja um negócio com alto volume de dados, que tem mudanças o tempo todo, o ideal é que analise várias vezes ao dia e para te ajudar com isso deverá criar uma automatização. Isso vai te ajudar a ter as informações já organizadas e otimizar a sua rotina. Portanto, saber com qual frequência o GA vai aparecer na sua rotina, vai depender muito do estágio que a empresa se encontra.

O GA pode te ajudar a entender…

  • Comportamento do seu consumidor.
  • Performance das suas mídias.
  • Vendas do seu site.
  • Os momentos que o usuário vai embora antes de converter.
  • Como funciona o comportamento do consumidor dentro do seu site.

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O2O: O que é e por que é importante?

Talvez, você nunca tenha ouvido falar da estratégia O2O, pois está iniciando seus estudos na área de ecommerce. Mas, com certeza, você como consumidor(a) já foi impactado por essa estratégia sem saber. Neste artigo, vamos falar sobre o que é a estratégia O2O, como funciona e por que é importante para o ecommerce.

O que é O2O?

O2O é uma sigla para Online to Offline. Na prática, O2O são estratégias de oferta de produtos e serviços no ambiente virtual (online) para uso no mundo físico (offline). Um bom exemplo disso é o Retirar em loja, que é a retirada do produto, comprado online, na loja física. Isso é oferecido como um benefício para que as pessoas tenham o produto em mãos de forma mais rápida e sem pagar frete por isso.

Além disso, podemos citar a estratégia do Ship From Store. Ela consiste em usar o estoque das lojas físicas para atender pedidos do ecommerce com o objetivo de diminuir o tempo de entrega e deixar o cliente mais satisfeito. Assim, adotando o Ship From Store a marca consegue melhorar a experiência dos clientes.

Dentro desse modelo de omnichannel temos o conceito de prateleira infinita, que é a possibilidade do cliente comprar produtos em um canal, geralmente, a loja física da marca, ainda que os produtos não existam no estoque deste canal.

Você também pode consumir esse conteúdo em formato de vídeo no nosso canal do Youtube, “Estratégia O2O: O que é e por que é importante?”, para assistir é só apertar o play abaixo. 

Case Magalu e O2O

A Magalu não tinha nenhuma loja no Rio de Janeiro e “do nada” passou a ter 50 lojas no estado. Com certeza, ela viu a necessidade de abrir essa quantidade de lojas para ter  vários pontos de distribuição e diminuir seu tempo de entrega. Assim, com essas novas lojas, ela começou um trabalho de O2O no Rio de Janeiro.

As lojas físicas possibilitaram a Magalu a adotar a estratégia de Ship From Store e Retirada em Loja, o que com certeza facilitou o processo logístico e aumentou a satisfação das pessoas com a marca. Portanto, a Magalu resolveu vir para o Rio de Janeiro não só para com atingir um novo público com a loja física, mas sim para melhorar a logística da marca.

Efeito UAU e o O2O

Sempre que realizamos uma compra, seja em uma loja física ou em um ecommerce, colocamos uma expectativa muito alta na marca. Para não termos frustrações, as empresas precisam pensar em ações que nos satisfaçam, pois quanto melhor for a nossa experiência, mais a marca será registrada positivamente na nossa mente. Isso vai nos levar a indicá-la para outras pessoas e acabaremos sendo promotores da empresa.

Quem nunca recebeu um brinde de uma empresa, uma cartinha e ficou todo feliz. Essa tática é muito explorada pelas marcas para criar uma experiência única no cliente e gerar o que o efeito UAU de Kotler. Isso faz com o cliente fique mega satisfeito e sem palavras. Assim, o O2O é uma excelente saída para conseguir dar a melhor experiência para o cliente.

Integração online com offline

Quando bem feita a estratégia de O2O ajuda tanto o online quanto o físico. Isso porque muitas vezes o cliente pode comprar um produto no ecommerce, ir retirar na loja física e acabar comprando um produto complementar por conta do vendedor. Portanto, aplicando o O2O, os vendedores deixam de encarar o ecommerce como rival e passam a ver ele como aliado.

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Já conhecia a estratégia O2O? Tem alguma experiência nesse assunto que deseja compartilhar? Coloca nos comentários!

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Mobile ou Desktop: O que as pessoas preferem?

Você já ouviu falar que as pessoas acessam mais ecommerces via celular, mas na hora de comprar preferem o desktop? Mobile ou desktop o que as pessoas preferem para comprar online? Neste artigo, você vai ver qual é a real preferência das pessoas ao comprar online.

Esse conteúdo também está disponível no nosso canal do Youtube na série Digital Mythbusters, “Pessoas preferem comprar no desktop ou no mobile?”, você pode assistir apertando o play abaixo. 

Pessoas preferem comprar no desktop?

MITO!

Separamos três dados que mostram que não há essa preferência por comprar no desktop e que se um ecommerce não investe no mobile pode estar perdendo muitas vendas. Para desmistificar a afirmação de hoje, trouxemos dois estudos, um da EBANX  e outro da Ecommerce Brasil.

O primeiro deles é que 68% dos brasileiros utilizam dispositivos móveis para fazer compras internacionais em empresas como AliExpress e Shopee. Esse dado no estudo da EBANX Beyond Borders 2020/2021. Ou seja, 6 a cada 10 pessoas preferem fazer compras de produtos internacionais via celular e boa parte disso é via aplicativo.

Portanto, se você quer trabalhar com ecommerce vai precisar estar sempre monitorando os números mobile ou site, para ver como está o desempenho de cada um e também sempre buscar alternativas para tornar os conteúdos otimizados para o mobile.

Caso os números do ecommerce, onde está, não mostrem o mobile como um canal relevante, é preciso fazer uma análise minuciosa, pois provavelmente tem algo de errado. Isso porque as pessoas estão cada vez mais comprando via celular e é natural que a representatividade desse canal seja alta em todos os segmentos do ecommerce.

Compras online no Dia das Mães

O segundo dado é de uma pesquisa da Ecommerce Brasil . Ela mostrou que 62% das compras online do Dia das Mães deste ano foram feitas via celular. Ou seja, mais da metade das pessoas que compraram em ecommerce no Dia das Mães, uma das datas mais relevantes para o varejo, optaram por comprar pelo celular.

Isso acontece muito porque as pessoas estão com uma rotina bem movimentada e é mais fácil pegar o celular para comprar, do que parar tudo e ir até o computador.

Aplicativos em alta

Por fim, o terceiro dado que trouxemos é dos 5 aplicativos mais baixados da Apple e do Android no Brasil, 2 são ecommerces. Isso representa 40%. Os aplicativos eram da Shopee e da Farm

Essa informação só ressalta a importância do mobile, pois o que roda muitas vezes no aplicativo é uma Webview, um componente do sistema que permite que as aplicações do Android exibam conteúdo de web diretamente dentro de um aplicativo. Ou seja, a versão mobile do site dentro do aplicativo. 

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Você tem o costume de comprar via desktop ou mobile?

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Selos de segurança são relevantes para o consumidor?

Você sabe como deixar seu conteúdo seguro para as pessoas? Sabe como funciona o comportamento do consumidor no site? Neste artigo, você vai ver se selos de segurança são relevantes para os usuários na hora de realizar uma compra e quais são os mais notados pelos usuários.

Esse conteúdo também está disponível no nosso canal do Youtube na série Digital Mythbusters, “Selos de segurança passam segurança?”, você pode assistir apertando o play abaixo. 

Selos de segurança trazem segurança?

VERDADE! 

Separamos três fatos que explicam porque selos de segurança trazem segurança para o consumidor na hora de realizar uma compra online. Todos eles têm como base o Estudo da Conversion XL que consiste na análise do comportamento dos usuários ao entrarem em sites, se olhavam ou não os selos.

O primeiro deles foi que as pessoas se sentem mais seguras, quando veem que alguém de renome deu feedback positivo. Isso serve tanto para o produto ofertado, quanto para o site onde se pretende comprar. Assim, é preciso escolher muito bem os selos, dando preferência para empresas de prestígio da mente do seu consumidor. Essas marcas vão transferir autoridade a você.

Nesse estudo, vimos que os selos mais relevantes para as pessoas são Norton Secured e Site Seguro do Google, pois são duas grandes empresas do ramo de tecnologia e segurança. Portanto, quando veem esses selos de empresas renomadas do mercado, as pessoas têm em suas mentes o gatilho da autoridade ativado e se sentem mais seguras em suas navegações.

Eye tracking e selos mais notados

O segundo é o Estudo de  Eye Tracking, que é analisar qual é a área do site para onde as pessoas mais olham. A Conversion XL verificou que as pessoas, antes de comprar, direcionaram seus olhares para os selos do site.

Por conta disso, para facilitar o processo de compra, colocaram os selos ao lado do botão de comprar. Assim, é fundamental ter selos de segurança em lugares estratégicos do site, para quebrar a objeção do medo e vender de forma rápida.

O terceiro é o tempo que as pessoas demoram para notar os selos e quais elas notam primeiro. No estudo da Conversion XL, vimos que além do Norton Secured e do Site Seguro do Google, temos na lista o da McAfee e do Paypal. Portanto, se você deseja trazer segurança para seu público no ecommerce, vai precisar investir em pelo menos um deles.

Para fechar o ranking, temos Accredited Business e Sitelock. Uma média de 2,5 a 3,0 segundos para notar a presença desses selos na página do site. Além das pessoas passarem em média de 0.7 segundos olhando fixamente para eles. Assim sendo, é fundamental ter selos de segurança, pois eles quebram qualquer insegurança dos usuários.

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Você tem o costume de olhar selos de segurança? Sabia da importância deles para o mercado de ecommerce?

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Banner em carrossel funciona no ecommerce?

Se você tem o costume de visitar sites de lojas virtuais deve estar super acostumado a ver em destaque banners em carrossel com diferentes fotos dos produtos. Mas será que isso realmente fez a diferença na hora de comprar ou só serviu para você ir pulando de um para o outro. Neste artigo, você vai ver se esse tipo de estratégia de usar banner em carrossel em ecommerce funciona ou não. 

Esse conteúdo também está disponível no nosso canal do Youtube na série Digital Mythbusters, “Banner em carrossel funciona no ecommerce?”, você pode assistir apertando o play abaixo. 

Banner em carrossel funciona no ecommerce?

MITO! Separamos três motivos que explicam porque banner em carrossel não traz resultados de venda.

O primeiro é que em muitos casos as empresas não medem as ações no banner da maneira correta, para saber se trouxe resultados positivos você vai precisar medir o clique do banner x que gerou a venda do produto ofertado nele. Portanto, para saber se o banner está se convertendo em vendas é necessário um entendimento mais avançado na parte de métricas relacionadas ao ecommerce.

O segundo motivo é que apenas 1% das pessoas que veem o carrossel clicam nele, ou seja, se chegarem 100 pessoas na home do seu site, somente uma pessoa vai clicar nele. Sendo assim, o banner é irrelevante para a maioria das pessoas do seu tráfego, o que faz do banner uma loteria, quando se trata de trazer resultados de vendas para a empresa.

Paradoxo da escolha: o que é e como atrapalha

Por fim, o terceiro motivo tem como base um estudo da Nielsen Norman Group comprovou que, quando as pessoas se deparam com muitas opções, elas não conseguem se decidir e é exatamente aí que entra o banner em carrossel. Ou seja, ele coloca tanta opção que as pessoas acabam tendo a tendência de ir passando até acabar, perdendo tempo em uma ação não rentável para a empresa.

Seguindo essa linha de raciocínio, dentro da psicologia, isso é chamado de Paradoxo da escolha. É quando temos muitas opções disponíveis e não conseguimos nos decidir, acabando ficando frustrado. Sendo assim, devemos tomar muito cuidado na hora de fazer nossas ofertas, pois devemos ser a solução para o cliente e não mais um problema.

Por que as empresas usam banner em carrossel?

Há dois motivos, o primeiro é o mídia kit. Ou seja, a empresa vende aquele espaço (banner) ali na home para os parceiros colocarem os produtos em exposição e darem destaque para as marcas. Tudo isso com o objetivo de fortalecer o branding.

E o segundo motivo é que não medem, só colocam o banner para seguir o que todo mundo. Isso é feito com base em muitos achismos e zero dados. Portanto, ele é visto como uma oportunidade de ganhar dinheiro com outras empresas ou apenas como um efeito manada de seguir o mercado.

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Saiba mais sobre ecommerce!

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Shoptime: à frente da tendência

Você conhece o Shoptime? Já passou horas e horas sonhando em ter os produtos da Fun Kitchen? É fã ou conhece alguém que ama demais os produtos da marca?

Neste artigo, você vai conhecer os bastidores do Shoptime e verá como são montadas as estratégias que fazem da marca um grande player do mercado de ecommerce.

Ouça o nosso podcast! Não esqueça de nos seguir na sua plataforma favorita!

Esse episódio conta com o patrocínio da Caffeine Army e da Reserva Ink.

Conhecendo a Shoptime

A Shoptime é uma das empresas que fazem parte do grupo Americanas.SA ao lado de Submarino, Submarino Finance, Americanas.com e Sou Barato. Ela foi criada em 1995, como o primeiro canal de tv home shopping da América Latina e hoje tem forte presença no digital.

Além disso, conta com produtos de marca própria, são eles: Casa & Conforto, Fun Kitchen, La Cuisine e Life Zone. Também funciona como marketplace dando espaço no seu site para lojistas de diferentes categorias do varejo. E essa troca não fica só no digital, pois varejistas que possuem ofertas competitivas podem ser colocados no Canal Shoptime e serem anunciados pelos apresentadores.

O que aprendemos no podcast

1-Live commerce é uma novidade?

Não para a Shoptime, que está há 26 anos vendendo ao vivo no seu canal de tv. Esse background de venda ajudou a ela sair na frente da concorrência, pois a mentalidade é a mesma do Live Commerce, que está sendo vista pelo mercado como tendência hoje.

O que muda do Live Commerce de hoje para o que já era feito pela Shoptime é o tipo de mídia. Tudo que a marca fez no seu canal de tv precisaria de uma nova roupagem para atender as especificidades das redes sociais.

Essa mudança proporciona muito mais interatividade, dinamismo e proximidade entre cliente e marca. Portanto, este case mostra que a nossa experiência na área sempre nos colocará na frente, desde que estejamos atentos a novidades e sejamos receptivos a mudanças.

No episódio, a nossa convidada contou algumas iniciativas com cantores, como o Wesley Safadão, que serviram para não só vender, mas também para fortalecer o branding.

2- Como é pensada a integração canal de tv e ecommerce

Dados, dados e mais dados. 

A nossa convidada contou que as escolhas feitas na Shoptime tem como base as pesquisas realizadas com os clientes e também são feitos muitos testes em cada mídia para entender o que melhor performa. Assim sendo, o processo consiste em ouvir o cliente, documentar o que eles falam, realizar testes em cada mídia, analisar a performance de cada produto nos canais e investir no que for melhor.

3- Marca própria x marketplace: concorrentes?

É possível uma marca própria e um marketplace fortes dividindo o mesmo espaço?

A Shoptime mostra que sim e a nossa convidada contou para gente que o principal fator, que levam em consideração na hora de decidir onde investir o dinheiro da empresa, é a necessidade do cliente. Sendo assim, quando vão escolher o produto ou a marca que vão investir fazem uma análise do que tem melhor custo benefício para o cliente.

Além disso, ao ouvir o episódio, você vai descobrir quais são as vantagens de atuar nessas duas frentes.

Confira no episódio!

4- Lançamento de produtos próprios

O Shoptime tem um time que fica totalmente voltado para os produtos próprios da marca. Dentro dele há o setor de pesquisa de mercado que olha para que tipo de produto o cliente precisa e se temos ou não no nosso catálogo. Portanto, antes de realizar qualquer ação de compra e venda, a Shoptime investe tempo e dinheiro no cliente para ouvi-lo e dar um tiro mais certeiro quando tiver que lançar algum produto.

Além disso, o podcast falou sobre:

– Omnichannel: processo de integração e resultado

– O2O

–  Importância do aplicativo para ecommerce da marca

–  Dicas para iniciar na carreira de ecommerce

Já conhecia a Shoptime? Qual insight você tirou desse episódio? Coloque nos comentários!

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5 Soft Skills essenciais para Analista de Ecommerce

Gosta de marketing e quer trabalhar nessa área, mas está tendo dificuldade em conseguir uma vaga, pois acredita que o mercado está com muitos profissionais para poucas vagas? Então, você precisa conhecer o mercado de ecommerce. Quer saber quais são as 5 soft skills necessárias para ingressar nessa área? Confira o artigo!

Mas antes, você sabe o que são soft e hard skills? Vamos começar a nossa conversa por aí!

Hard skills x Soft skills

Hard skills são habilidades técnicas que podem ser validadas por meio de testes objetivos. Por exemplo, para quem quer trabalhar ou já atua com marketing digital, é fundamental conhecer ferramentas, como Google Ads, Google Analytics, Facebook Ads. Esse conhecimento são hard skills. Assim, hard skills são as habilidades que podem ser aprendidas e ensinadas por meio de cursos, treinamentos, workshops, de forma mais fácil.

Enquanto as soft skills são habilidades e competências ligadas ao comportamento humano, que ajudam em resoluções de problemas do dia a dia.

Assim como há cursos de hard skills, há soft skills, mas as soft skills são muito mais difíceis de ensinar de forma acadêmica, pois estão muito relacionadas a características próprias de cada pessoa, sendo difícil ter uma unidade nas turmas. Além disso, as soft skills não são mensuráveis, o que dificulta o sistema de avaliação predominante na nossa educação.

Você também pode consumir esse conteúdo em formato de vídeo no nosso canal do Youtube, “5 Soft Skills essenciais para ser um profissional de ecommerce”, para assistir é só apertar o play abaixo. 

Agora, que já diferenciamos o que são hard e soft skills, vamos falar das 5 soft skills essenciais para ser um profissional de ecommerce.

1- Curiosidade

Sabe aquele ditado “A curiosidade matou o gato”? Então, aqui na Ecommerce Pro, temos a nossa própria versão, a curiosidade fez o gato mestre, pois é essa qualidade que faz as pessoas saírem da inércia e buscarem conhecimento.

Se você quer trabalhar com ecommerce, vai precisar exercitar a sua curiosidade para conseguir entender todas as etapas da operação, ou seja, ter a tal visão 360º que tanto falamos. Portanto, para trabalhar com ecommerce, mais especificamente como Analista, você precisa ser um questionador nato, pois vai ser isso que vai te levar a evoluir seu conhecimento e ampliar sua área de atuação.

2- Proatividade

Essa soft skill é essencial em um mercado tão dinâmico que é o ecommerce. Isso porque as pessoas, que fazem parte da empresa, não vão ter tempo de estar o tempo todo te passando as demandas. Se quer sobreviver e evoluir nessa área, vai precisar se mover e ser capaz de fazer mudanças por conta própria, ou seja, precisará ser amigo número 1º da proatividade.

A proatividade vai te colocar na mesma página dos outros, sem gastar o tempo das outras pessoas. Assim, você vai se apresentar para o mercado como alguém que soma e não como um peso, pois será capaz de se virar sozinho e também trazer mudanças, melhorias, para os processos.

3- Pensamento analítico

É essencial que um Analista de Ecommerce se questione sobre tudo, pois vai ser isso que vai ajudar a entender melhor os processos dentro da empresa. Esse profissional tem acesso a dados e é por meio deles que toma todas as decisões.

Com essas informações em mãos, é dever do analista entender o porquê uma ação deu certo ou errado e apresentar melhorias para o processo. Portanto, ter pensamento analítico é ser capaz de entender os dados e transformá-los em ações. 

4- Comunicação

Comunicar não é ser falador, mas sim ser capaz de interagir com as pessoas. Dentro da empresa, você deve se comunicar com todas as áreas para entender ruídos que podem estar acontecendo e estejam atrapalhando os processos. É a comunicação que vai te ajudar a chegar longe profissionalmente.

Ela vai fazer você entender as ações e demandas da melhor forma possível, além de te ajudar a resolver problemas complexos. Assim, se você quer ser um bom profissional e se destacar vai ser preciso interagir, falar com as outras pessoas, pois não há como evoluir sem esse convívio social.

5- Organização

No digital, nós podemos errar rápido e aprender com isso, pois tudo é mensurável. Mas se você não for organizado, os dados do seu erro podem se perder. Consequentemente, você poderá acabar esquecendo, o que pode te levar a cometer o mesmo erro em um outro momento. 

Um profissional organizado documenta tudo que é feito. Assim, ele poderá ter acesso àqueles dados facilmente e poderá usar isso para fazer melhorias dentro da empresa. Isso faz com que o profissional não cometa os mesmos erros e assim consiga evoluir.  Portanto, a organização é essencial para que o trabalho flua da melhor forma possível e os erros possam servir de ensinamentos.

Essas 5 soft skills são essenciais para um Analista de Ecommerce, mas também funcionam para qualquer profissional que quer evoluir no mercado de trabalho.

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Qual foi o maior insight que teve depois desse artigo? Coloca nos comentários!

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Seo e Google Ads são concorrentes?

Você sabe como montar uma estratégia de tráfego orgânico? E de tráfego Pago? Já falamos sobre isso aqui no nosso blog e você pode conferir nos nossos artigos anteriores.

Mas hoje vamos falar se há ou não concorrência entre ambos. É possível crescer sem fazer campanhas em ferramentas de mídia paga como o Google Ads? Tem como crescer só aplicando técnicas de SEO no conteúdo do seu site? 

Neste artigo, você vai entender um pouco mais sobre essas duas estratégias e se são ou não concorrentes.

Esse conteúdo também está disponível no nosso canal do Youtube na série Digital Mythbusters, “Seo e Google Ads são concorrentes?“, você pode assistir apertando o play abaixo. 

     Relatório Semrush

Para começar a desvendar se são ou não concorrentes, trouxemos um estudo da Semrush sobre os prós e contras de Seo e PPC, além de falar como usá-los na sua estratégia de marketing para impulsionar o crescimento da empresa. Confira o artigo completo!

Seo e Google Ads são concorrentes?

MITO!

Separamos três motivos para fixar na sua mente que eles não são concorentes.  O primeiro deles é o fator índice de qualidade do anúncio do Google Ads. Ele é medido em uma escala de 1 a 10 e fica disponível na parte de palavras-chaves. Quanto mais alto for, maior a relevância do seu anúncio e da página de destino. Assim, um bom trabalho de Seo, melhora o desempenho do anúncio.

Para ajudar a deixar a página de destino bem ajustada, é preciso aplicar as técnicas de SEO, o que faz dele um aliado para melhorar o índice de qualidade do anúncio do Google Ads. Tempo de carregamento, título e descrição, elementos de Seo que interferem diretamente no bom desempenho do anúncio do Google Ads. Portanto, o esforço que você faz em um ou outro vai refletir em ambos.

O segundo motivo é que o Google Ads vai muito além do search, enquanto as técnicas de Seo tem o foco nessa área. No Google Ads, há outros formatos para serem explorados, como o Youtube, Rede de Display e Shopping, que têm mecanismos de funcionamento diferentes do Seo. Sendo assim, o Google Ads ataca outras frentes que não são possíveis com o Seo e isso faz deles complementares.

Remarketing: um ligado ao outro

Por fim, o terceiro motivo é a possibilidade de fazer campanhas de remarketing no Google Ads para quem entra no site por meio do tráfego orgânico (Seo). Por exemplo, você pode pegar pessoas que encontraram o seu site por meio de palavras-chaves na busca do Google de forma orgânica usando o Google Ads.

Com essa ferramenta, você vai conseguir inserir uma tag de rastreamento e poderá voltar a impactar as pessoas que entraram no seu site inicialmente via busca orgânica. Assim, todo o esforço em estar nas primeiras páginas do Google, usando as técnicas de Seo, pode ajudar a criar um público qualificado para usar na segmentação do Google Ads.

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E aí, você já ouviu falar que eles são concorrentes? Ficou claro que eles não são concorrentes? Tem alguma dúvida sobre? Coloca nos comentários!

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Reserva Ink: uma marca que cria marcas

Você conhece a marca Reserva? E a Oficina Reserva? Se você já acompanha o nosso conteúdo há algum tempo, com certeza terá lido ou ouvido falar sobre essas duas marcas. Mas caso tenha chegado agora por aqui, você pode conferir o nosso artigo ” Conhecendo os bastidores da Oficina Reserva”. Hoje, vamos falar de mais uma vertente da Reserva, a Reserva Ink, a marca que ajuda a criar marcas. Depois desse artigo, você vai ver que nunca foi tão fácil ter um ecommerce de moda.

Ouça o nosso podcast! Não esqueça de nos seguir na sua plataforma favorita!

Esse episódio conta com o patrocínio da Conta Simples e da Caffeine Army.

Conhecendo a Reserva Ink

Uma marca criada em 2020 com o objetivo de ajudar empreendedores a realizarem seus sonhos de ter uma ecommerce no segmento de moda. Para isso a Reserva Ink oferecia toda a base estrutural, da produção à entrega para todo o Brasil, e em troca o empreendedor só precisava se preocupar com a divulgação do produto. 

No início, os fundadores dessa empresa acreditavam que isso seria o suficiente para as pessoas brilharem e realizarem os seus sonhos de ter um negócio. Mas não foi bem assim, pois faltava aos parceiros da marca a aptidão para vendas.

Para solucionar essa dor da sua persona, a Reserva Ink criou a Ink Academy, que é uma base de conhecimento, onde podemos encontrar toda sabedoria e dicas práticas que já funcionaram para outros empreendedores parceiros. Assim, todas as marcas que usam esse sistema conseguiram ter resultados expressivos, pois o conteúdo disponível ajudaria a desenvolver as habilidades necessárias para evoluir no mercado.

O que aprendemos no podcast

1- Reserva Ink: Vendas ou Branding?

Dentro dessa marca há três tipos de público, sendo dois deles focados em usá-la como fortalecimento de branding e um com mentalidade totalmente comercial, focado em vendas.

De um lado a persona que usa a Reserva Ink para branding. Como exemplos podemos citar os  influenciadores que querem criar uma loja para criar um senso de comunidade com os seus seguidores e as  empresas que desejam criar camisas personalizadas para os seus funcionários.

Do outro lado temos a persona comercial, que são as pessoas que desejam empreender, querem montar seu próprio negócio e buscam na Reserva Ink um parceiro para fazer seu sonho virar realidade.

2- Praticidade e rapidez

Quem chegou hoje no mercado de ecommerce, tem uma vida muito mais tranquila, pois consegue colocar uma loja no ar em um dia. Mas nem sempre foi assim. Para começar uma loja, já foi bem mais complexo, era preciso ter uma equipe de desenvolvedores para conseguir criar e botar no ar a loja virtual e esse processo durava meses.

Hoje, em questão de poucos minutos, você consegue criar a sua loja e por no ar usando o sistema da Reserva Ink. É tão simples quanto criar um perfil no Instagram. A Reserva Ink oferece toda a sua infraestrutura para que o empreendedor comece a atuar no mundo da moda sem precisar ter um estoque ou um sistema logístico, pois ela dá toda a base.

Além disso, o empreendedor que opta pela Reserva Ink, consegue se aproveitar do nome da marca para trazer credibilidade ao seu negócio. Assim, a Reserva Ink dá toda a base para quem quer ingressar no mercado de ecommerce, mas tem um orçamento bem curto e não tem condições de correr grandes riscos.

3- Conhecimento é a chave 

Como toda grande empresa do século XXI, a Reserva Ink sabe que para ser grande no mercado é preciso não só vender produtos e serviços, mas também ser uma agente da educação.

E pensando nisso eles desenvolveram a Ink Academy. Um portal onde são colocados conteúdos e cursos com dicas do que eles viram que deu certo e deu errado com as empresas parceiras. Assim, podemos ver a importância da educação para evoluir no mercado e ter bons resultados sendo parceiro da Reserva Ink.

Além disso, o podcast falou sobre:

– A importância de analisar métricas

–  Como usamos a nossa parceria com a Reserva Ink na nossa estratégia de vendas de cursos 

– Inovações da marca

– Estratégias de mídia

Já conhecia a Reserva Ink? Qual insight você tirou desse episódio? Coloque nos comentários!

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Tráfego pago: como usar na sua estratégia

Você sabe o que é tráfego pago? Sabe como montar uma estratégia de marketing utilizando esse recurso? Quando se trata de tráfego pago você se sente seguro(a) ou perdido(a)? Neste artigo, você vai encontrar dicas do nosso especialista em Web Analytics, Gustavo Esteves, sobre como montar uma estratégia de tráfego pago eficiente. 

Tráfego Pago x Tráfego Orgânico

Tráfego pago é quando a empresa decide investir em anúncios para aumentar o fluxo de visitantes no site de forma qualificada. Quando se trata desse tipo de tráfego, as mídias que são bastante utilizadas são o Facebook Ads e o Google Ads.

Nessas ferramentas, há diferentes formatos de anúncios e segmentações, para ter sucesso na sua campanha, você vai precisar conhecer muito bem sua persona (quem deseja atingir) para saber onde ela está e como se comporta no digital.

Já o tráfego orgânico é composto pelos visitantes que chegaram até o site sem que fosse preciso investir em anúncios. Para conseguir ter um bom tráfego orgânico é preciso ter um conteúdo todo otimizado, ou seja, é preciso aplicar as técnicas de Seo para que o site seja bem visto pelos motores de busca. Mas n

Exemplos de boas práticas: tempo de carregamento de no máximo 3 segundos, arquivos de fotos nomeados e leves, uso de palavras-chaves ao longo do texto, entre outras.

Ambos devem caminhar lado a lado, se for priorizar algum, precisa estar atento(a) ao seguinte ponto: o tráfego orgânico demanda mais tempo para alcançar os objetivos e também é mais limitado em questão de alcance. Sendo assim, é muito difícil crescer fazendo só tráfego orgânico, se deseja ter um boom no seu crescimento vai precisar montar estratégia de tráfego pago.

Por conta disso, recomendamos que se tiver um dinheiro para investir, faça isso, pois o mercado é muito dinâmico e nem sempre há tempo para esperar os resultados do orgânico.

No nosso vídeo do Youtube, “Como usar tráfego pago na sua estratégia de ecommerce“, você pode assistir apertando o play abaixo. 

Ferramentas úteis para o tráfego pago

A primeira citada é a SimilarWeb, ela analisa e mede métricas de tráfego do seu site e dos sites concorrentes. Também mostra os canais que estão sendo usados para fazer o tráfego pago.

Essas informações vão te ajudar a entender o que os seus concorrentes estão fazendo e com essa base você conseguirá ver qual é o melhor caminho para atingir os seus objetivos. Afinal, nada melhor do que ter informações do mercado para conseguir fazer sua Matriz Swot e entender as forças, as fraquezas, as oportunidades e as ameaças para fazer um bom planejamento do negócio.

Além disso, falou também sobre o Google Keyword Planner. Essa ferramenta do Google Ads mostra o custo médio por clique das palavras-chaves relevantes, que você conseguiu captar pela SimilarWeb, para a empresa onde trabalha.

Divisão do investimento das mídias pagas

Quando for montar a sua estratégia de tráfego pago, separe muito bem o quanto de investimento vai ser feito em cada mídia. Jamais deixe que uma única mídia represente mais de 33% do faturamento do seu negócio.

Uma boa alternativa é usar a estratégia 20,20,20,20 e 20. Para fazer isso, você precisará dividir igualmente o orçamento em 5 canais de mídia.  Assim, ao fazer essa distribuição, você fica menos suscetível aos interesses do mercado, pois é muito improvável que todos os canais mudem de uma única vez.

Funil Avinash Kaushik

Você pode separar a sua estratégia de tráfego pago em três partes usando a metodologia See, Think, Do. No See, você vai colocar quais canais e o que será feito, para fazer as pessoas enxergarem e conhecerem a marca. Assim sendo, a etapa See está mais voltada para branding do que para venda.

Depois que as pessoas conhecerem a marca, entra em cena o think (estágio de consideração). Nessa etapa, você vai precisar criar estratégias de comunicação para que as pessoas saibam o que tem para oferecer e como pode ajudar na vida delas. É aqui que entram os anúncios de remarketing. Assim, elas vão passar a considerar a marca como uma opção de consumo.

Já o último estágio o Do é relacionado diretamente com a venda em si. É nesse momento que você vai usar todos os gatilhos mentais possíveis para fazer as pessoas comprarem com você. Além disso, é nessa etapa que você deve explorar o preço do produto e as formas de pagamento.

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