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Pensamento analítico: o que é e como desenvolver

Você com certeza já ouviu falar da habilidade de ter um pensamento analítico e possivelmente já deu de cara com vagas na área de marketing que pedia essa skill. 

Mas será que você sabe o que é na prática o pensamento analítico, como desenvolver essa skill e a importância dela para o seu dia a dia? É sobre isso que vamos falar neste artigo, que tem como base o episódio do nosso Bate Papo Sobre E-commerce com o Rodrigo Nascimento, autor do livro Marketing na era de dados: o fim do achismo.

Ouça o nosso podcast

Esse episódio conta com o patrocínio da Caffeine Army e da Reserva Ink.

O que é pensamento analítico?

É você trazer uma mínima análise para dentro de um processo de tomada de decisão. Por exemplo: você decide colocar na sua estratégia de marketing o uso de uma mídia paga, como o Google Ads.

Antes de tomar essa decisão, precisa ter em mente os motivos pelos quais isso é importante, para não fazer só porque todo mundo está fazendo. Portanto, ter um pensamento analítico te proporcionará uma base argumentativa para suas decisões.

Além disso, o pensamento analítico não está ligado somente a métricas e KPIs, mas sim a tudo que tem como base a lógica, ou seja, você ter em mente que a ação x, vai te levar ao resultado x. Então, para ter essa habilidade você precisa ser minimamente crítico em determinados cenários, que iremos vivenciar no marketing e no ecommerce.

Ter pensamento analítico é também você não ter preconceitos, ou seja, não ter ideias preconcebidas sobre os mais variados temas que tenham como base a sua vivência.

Para desenvolver essa skill é fundamental não tomar uma decisão, antes de ter dados qualitativos e verificados. Portanto, ter um pensamento analítico consiste em se abrir para as mais variadas opiniões, levá-las em consideração e buscar formar a sua opinião com base em dados que podem ou não fortalecer o que ouviu dos outros.

Como desenvolver essa habilidade

1- Treinamento

É fundamental que você treine todos os dias o pensamento analítico para que essa habilidade cada vez mais se integre a sua personalidade. Para desenvolver essa habilidade, você precisará começar a racionalizar todas as suas ações diárias e entender o que tem como melhorar, além de pensar o que deve desenvolver. 

Por exemplo: você está incomodado(a) por não ter tempo para começar um curso novo e sente que precisaria de um dia de 48hrs.

Para conseguir encaixar essa nova atividade na sua vida, vai precisar pensar em formas de otimizar o dia. Isso vem com a análise do que é realmente importante.

Tendo um pensamento analítico, você consegue enxergar a sua rotina de forma racional, consegue descartar o que não é tão relevante para o momento e conseguirá encaixar a nova atividade.

O nosso convidado da semana, Rodrigo Nascimento, foca seus treinamentos diários em gaps, ou seja, elementos que faltam a ele para ser um profissional melhor. Quer entender melhor o processo dele? Confira o episódio!

2- Busque entender os momentos

Nossa vida é como um passeio de Montanha-russa, um dia estamos lá em cima e no outro estamos embaixo. Para desenvolver o pensamento analítico é fundamental que você busque entender sempre cada um dos momentos que estiver vivendo, pois essa habilidade precisa entender do todo (360º). 

Boa parte das pessoas só revisam suas ações, quando estão dando errado, mas entender o porquê está dando certo é essencial para encarar melhor os momentos ruins. Portanto, ter o pensamento analítico é focar no todo a todo instante, pois só assim é possível crescer o lado pessoal e profissional.

3- Saia da sua bolha

Antes de tomar qualquer decisão, ouça a opinião de outras pessoas, ter essa escuta ativa é fundamental para desenvolver a visão 360º. Somente assim, você conseguirá expandir seus horizontes, o que te dará a base para ter o pensamento analítico.

Além disso, esse hábito de ouvir os outros vai te dar uma base de dados que vai trazer a racionalidade, peça chave para o pensamento analítico.

Você também pode conferir o vídeo do nosso podcast!

Importância do pensamento analítico no dia a dia

Ter um pensamento analítico faz com que você traga a cultura de testes para a sua rotina. Isso vai te trazer formas do que fazer e o que não fazer. Assim, essa habilidade vai te ajudar a ter uma base de dados para tomar decisões mais assertivas.

Além disso o podcast falou sobre:

– Cultura de dados e criatividade

– Características do Pensamento Analítico

Qual insight você tirou desse episódio? Coloque nos comentários!

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Toca obra: como fazer a diferença com marketplace

É possível se diferenciar na área de marketplace? CLARO! E é sobre isso que vamos falar neste artigo. Invadimos os bastidores da marca Toca Obra, o maior marketplace de construção do Brasil, para ver como funciona a operação do ecommerce. 

Quem nos contou tudo foi a Paula Cogo, responsável pela área de marketplace e de marketing Digital na Saint-Gobain Brasil, que é o grupo da Toca Obra. Bora colocar a mão na massa!

Ouça o nosso podcast! Não esqueça de nos seguir na sua plataforma favorita!

Esse episódio conta com o patrocínio da Caffeine Army e da Reserva Ink.

Você também pode ouvir no play abaixo!

Conhecendo o Toca Obra

O Toca Obra é um marketplace de construção civil que reúne lojistas do ramo de todo Brasil. Ele tem como objetivo facilitar a comunicação entre quem está fazendo a obra e o lojista de construção.

Além disso, o Toca Obra faz parte do Grupo Saint-Gobain, uma multinacional francesa, que é uma das maiores companhias no ramo da construção e hoje tem mais de 250 lojistas ativos.

A plataforma funciona da seguinte forma: a pessoa escolhe os produtos, compara os preços dos lojistas parceiros, escolhe a forma de pagamento, finaliza o pedido e aí pode escolher se quer receber em casa ou retirar na loja.

Uma das dores do mercado que a plataforma Toca Obra sana é o cadastro de produtos, o lojista só precisa informar o que ele quer vender, o estoque e o preço. Toda a parte de usabilidade fica por conta do marketplace. Assim, o lojista mais tradicional consegue ir aos poucos se digitalizando e começa a perder o medo da tecnologia.

Além disso, o Toca Obra sana a questão do conhecimento. Ele  fornece treinamentos, que ajudam a diminuir as dúvidas dos seus parceiros e faz com eles consigam evoluir seus negócios no digital de forma mais independente.

Uma outra possibilidade dentro do marketplace, Toca Obra, é a criação de uma loja própria por parte dos lojistas. A convidada conta que cada um usa de uma maneira, há quem use a loja como um catálogo virtual ou quem usa como uma opção para o cliente ter melhores condições de pagamento.

Você sabia? 

70% das vendas de material de construção acontecem em pequenos e médios varejos do Brasil, número referente a lojas físicas. Mas no digital se trata de digital, a atuação deles representa apenas 10%.

Com base nesses números que o Toca Obra foi criado com a missão de trazer pequenos e médios lojistas para o digital. Assim, o Toca Obra, bem como outras marcas, surgiram de uma oportunidade do mercado.

O que aprendemos no podcast

1- Importância das métricas

A Paula Cogo, nossa convidada, falou sobre a importância de estar sempre cuidando dos dados, por meio do acompanhamento das métricas. Ela cita como exemplo a relação do tempo de carregamento do site com a taxa de conversão.

No caso, ela falou que se o tempo de carregamento reduzir 0,1 segundos, isso pode representar um aumento de 8% na taxa de conversão para o marketplace Toca Obra. Portanto, é fundamental estar sempre de olho nas métricas, relacioná-las e pensar em formas de melhorá-las para ter melhores resultados.

2- Desafios logísticos

No caso do Toca Obra, os produtos vão desde parafusos até telhas de 6M. Essa variação de tamanho/peso dificulta a logística. Para resolver esse problema e fazer com que isso não prejudique a experiência do cliente, a solução que eles encontraram foi ter mais modos de entrega.

Hoje, eles possuem parcerias com os Correios, para levar produtos mais pequenos, e também com transportadoras regionais, para itens mais robustos.

Além disso, há a possibilidade do lojista cadastrar frotas próprias. Nesse modo é possível que os lojistas parceiros limitem a área de atuação para a entrega. Também dá para eles colocarem os preços do frete da maneira que acharem melhor.

Por fim, há a possibilidade de retirar em loja. Mas para que isso funcione foi preciso que o Toca Obra criasse treinamentos para os lojistas parceiros para que eles estivessem preparados para receber as pessoas da melhor forma possível.

3- Desafios para implementar o retirar em loja

Comprar no ecommerce e pegar na loja física é algo que cada vez mais as pessoas estão fazendo. Mas essa opção não é nada comum quando se trata de um marketplace. O Toca Obra não tem nenhum produto, os estoques são dos lojistas parceiros. 

Para que esse modo de retirada em loja funcione é preciso preparar os lojistas. O Toca Obra dá essa orientação, tanto de conhecimento, quanto de material personalizado, para cada um dos parceiros. Assim, para que o modo funcione, o Toca Obra está sempre ali ao lado do lojista dando todo suporte necessário.

Além disso, o podcast falou sobre:

– Importância de ter vários canais de venda integrados

– Como pensar uma estratégia de mídia

– Uso da tecnologia para melhorar o processo de compra

Já conhecia o Toca Obra? O que você mais curtiu? Coloque nos comentários!

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5 Passos para construir um bom planejamento

Mudanças, novidades, em um ritmo nunca visto. Esse é o século XXI, a era do digital. Já que tudo muda o tempo todo, será que é possível construir um bom planejamento? Será que essa habilidade é importante? É sobre isso que vamos falar nesse artigo! Vamos te mostrar os 5 passos para ter um planejamento de sucesso.

Apesar de existir pessoas que acreditam que o planejamento não faz sentido, pois tudo muda o tempo todo no digital. Podemos te dizer que essas pessoas nunca estiveram tão enganadas. Se você confunde planejamento com estratégia, estratégia com plano de ação, estamos aqui para te ajudar a ter tudo isso muito claro na sua cabeça.

Ouça o nosso podcast

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O que é Planejamento?

Para o nosso convidado da semana, Rafael Kiso, Fundador e CMO da Mlabs, planejamento é uma disciplina fundamental para que todo mundo seja organizado e tenha total capacidade de orquestrar e colocar todas as estratégias, táticas e ações em um único lugar de maneira que faça sentido para o negócio.

Apesar de ser algo básico, muitas pessoas acabam pulando essa etapa tão importante e já partem direto para a tática, ou seja, para a criação de ações de médio e curto prazo responsáveis por tornar concreto as ideias do nível estratégico. 

O que acontece é que quando não temos um planejamento bem definido, não sabemos ao certo, quais são os objetivos da empresa (estratégico) e aí todas as nossas ações ficam prejudicadas.

É como um barco à deriva, vai chegar em algum momento em algum lugar, mas não se sabe exatamente onde. Assim, o planejamento é a bússola do negócio, que vai levar a empresa aonde ela quer chegar.

5 Passos do Planejamento

1- Diagnóstico

É fundamental que você esteja bem informado sobre o macro ambiente ou seja o local onde está inserido o negócio sobre o qual vai desenvolver o seu planejamento.

Além disso, você precisa estar por dentro do micro ambiente, que é o espaço ocupado pelo negócio no segmento dele. Assim, o macro seriam aspectos mais gerais (notícias sobre cultura, economia, meio ambiente, política) e o micro seriam aspectos mais específicos (notícias sobre o segmento em que o negócio atua).

Também entra no diagnóstico a análise do ambiente interno da empresa. Aqui, você vai levantar os pontos fracos e fortes que o negócio tem com relação ao mercado.

Isso é fundamental para o crescimento da empresa, pois só conhecendo ela a fundo para saber podemos fazer, explorando o seu melhor nas ações, enquanto busca melhorar o que é fraco. Portanto, o primeiro passo do planejamento consiste em aplicar uma Matriz S.W.O.T (FOFA), levantando informações sobre o ambiente interno e externo do negócio.

2- Revalidação dos objetivos

Agora, que já fizemos a Análise S.W.O.T, ou seja, levantamos os pontos fortes e fracos do negócio, podemos cruzar essas informações com os objetivos iniciais da empresa. Nesse momento, devemos ver o que faz ou não sentido para o momento da empresa e partir para o step da revalidação.

Por exemplo: Muitas empresas, quando perguntadas sobre seus objetivos, respondem vender. E depois do diagnóstico conseguem enxergar o que é preciso ser feito, os objetivos secundários para que consigam alcançar o objetivo principal que é vender.

Isso pode ser, para um ecommerce, o desenvolvimento de um aplicativo, por exemplo, para estarem mais próximos dos seus consumidores e ter um canal mais direto de vendas.

Além de verificar se o nosso objetivo faz sentido, é nesse passo que usamos as informações do diagnóstico para criar outros objetivos que façam mais sentido para o momento do negócio e do mercado. Portanto, a revalidação de objetivos consiste em ações que ajudam a corrigir a rota do negócio.

Uma ação possível para esse passo é um Workshop de Cocriação com os consumidores e os stakeholders. Nela as pessoas vão fornecer ideias que podem potencializar os pontos fortes ou ajudar a melhorar os fracos. Assim, devemos usar esse step também como um brainstorming que forneça vários caminhos para o negócio chegar onde ele quer.

3- Estratégia

A estratégia tem como base três pilares: conteúdo, projetos web e mídia. O conteúdo é o primeiro, porque ele está presente em tudo, site, blog, redes sociais, página de vendas, descrição de produto, vídeos, entre outros canais.

Ele precisa passar por filtros para que só restem ideias que tenham a ver com os objetivos do negócio. Portanto, na hora de criar um conteúdo é fundamental ter em mente se ele está encaixado com o objetivo da empresa, para não perder o tempo com uma ação que não vai levar a lugar nenhum.

O segundo pilar, que é o de  projetos web, inclui aplicativos, games, sites, blog, tudo que envolve intranet e extranet. Aqui entra não só conteúdo, mas também a parte mais estrutural e técnica.

Por fim, o terceiro pilar é o de mídia e quando falamos de mídia devemos levar em consideração os três tipos: paga, própria e ganha. O primeiro tipo é voltado para a criação de campanhas de anúncios para aparecermos em destaque (Google Ads, Facebook Ads).

Já o segundo consiste nos canais próprios da empresa, onde ela construiu sua audiência, por meio de oferta de conteúdo de valor (Blog, Telegram, Podcast).

Por fim, a mídia ganha que é quando as outras pessoas falam de você nos canais delas. Isso pode ocorrer de forma orgânica (fãs da marca) ou paga (influenciadores digitais). Com todos esses pilares bem pontuados e alinhados com os objetivos do negócio é possível passar para o próximo passo que é o da tática.

4- Tática

É nesse passo que você levantará informações para entender que é de fato o seu público alvo, para isso deverá criar suas personas e traçar o mapa da empatia de cada uma delas.

Com isso, ficará mais fácil criar segmentações na hora de criar os anúncios nas mídias pagas (Facebook e Google Ads) e também conseguirá entender qual é o potencial de fato do negócio, pois as ferramentas vão te mostrar o tamanho do público que poderá alcançar.

Depois de saber quem são as pessoas do seu público, criar as segmentações, saber o tamanho do público em potencial, aí sim, pode pensar no orçamento.

Primeiramente, devemos ver quanto vai custar para alcançar 100%, se não for possível, vai precisar ajustar até chegar em um valor que caiba no orçamento da empresa. Assim, você não terá as finanças prejudicadas e ainda alcançará uma boa parte do seu público potencial.

Além de conhecer melhor o público e definir o orçamento, é aqui que entra também o levantamento de quais influenciadores relevantes para o produto/serviço do negócio e dos recursos disponíveis para executar os projetos. 

Também é no nível tático que definimos em quais mídias vamos estar presentes, o que colocaremos em cada uma delas e em qual frequência. Portanto, o passo tático é onde definimos o que podemos fazer, enquanto no estratégico colocamos o que desejamos fazer.

5- Controle

O nosso convidado usa nesse passo a metodologia Balanced Scorecard, que possui quatro dimensões. São elas Processos Internos; Aprendizado e Crescimento; Clientes; Financeiro. Esses quatro pilares devem estar se relacionando de maneira equilibrada e dentro deles estão os objetivos, indicadores/metas e iniciativas. 

A primeira dimensão é o de processo, que consiste em verificar se o ambiente interno está bem estruturado e isso significa ver se já tem os recursos necessários para desempenhar os projetos, seja humano ou material. Além disso, é preciso verificar se esses recursos estão bem alinhados entre si. 

Por exemplo: É preciso ter uma ferramenta de agendamento de posts, você coloca no planejamento a contratação da Mlabs e a empresa adquire. Agora, com a ferramenta disponível é preciso ver se os colaboradores sabem mexer, caso não, precisará pensar em um treinamento, para que recursos humanos e materiais sejam em perfeita sintonia.

A segunda dimensão é o Aprendizado/Crescimento. Aqui é o momento de realizar testes e experiências. Não devemos colocar todo nosso esforço para fazer uma ideia acontecer, primeiramente, devemos criar MVP (Mínimo Produto Viável) dos projetos e testá-los.

Se der certo, aí sim escalamos, caso contrário, descartamos. Portanto, nessa dimensão conseguimos ver se as nossas ideias são viáveis ou não para o momento do negócio. Por meio dos testes e com esse aprendizado(conhecimento) veremos o que podemos usar para crescer o negócio.

Com o conhecimento adquirido na segunda dimensão, você conseguirá escalar o negócio, alcançando os clientes da melhor forma possível sem perder o controle financeiro.

“O planejamento geralmente falha pela falta de controle, pela falta de reeorganizar, re-validar as hipóteses, testar, reaprender, corrigir rotas.” – Rafael Kiso.

Métricas no planejamento

Devemos definir as métricas e os indicadores-chave na parte da tática do planejamento e analisar mais a fundo na etapa de controle. Esses dados ajudam o profissional a ver se as suas ações estão dando certo ou não, para que ele possa corrigir a rota sempre que preciso.

Já os indicadores-chave são combinações das principais métricas que são importantes para alcançar o objetivo desejado. Portanto, o acompanhamento desses dados vai ajudar a atingir o sucesso no mercado.

Ps. Cada etapa da Jornada de Compra tem suas métricas e Kpis próprios.

Você também pode conferir o vídeo do nosso podcast!

Dicas de Ferramentas

Agora, que você sabe como construir um bom planejamento, pode partir para as ferramentas, nosso convidado deixou como dica a Airtable, que é um banco de dados, onde há vários templates prontos para você construir suas planilhas de maneira inteligente.

Além dessa, você pode buscar no Google por “Ferramentas de Ideação”, que servem para auxiliar a escolher a ideia com maior viabilidade de implementação.

Com essas ferramentas, você conseguirá atribuir notas para cada uma das ideias, seguindo os quesitos de Prazo de Implantação, Investimento e Potencial de Retorno. Assim, você conseguirá ver qual é a ideia que tem maior potencial para o momento da empresa.

Além disso o podcast falou sobre:

–  Conceito de Stage Gate e inovação

– 4 P’s do marketing

– Principais erros cometidos na hora de planejar

– Cultura de Growth

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Grão de Gente: influenciando o mundo dos famosos

A fama vem de berço ou vende berço? Neste artigo, vamos falar da marca Grão de Gente, a maior marca de bebê da América Latina e como ela se tornou um sucesso no mundo dos famosos.

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Conhecendo a Grão de Gente 

A marca foi criada em 2012 com o objetivo de trazer um novo conceito de enxoval e decoração para o universo baby e infantil. Hoje, ela tem parcerias com famosos, como a Bianca Andrade (Boca Rosa) e Sabrina Sato, que experimentaram seus produtos e estabeleceram um relacionamento fiel com a marca.

Além disso, são líderes de mercado, pioneiros no desenvolvimento de coleções exclusivas, estão sempre criando tendências para o segmento e pensando em oferecer a melhor experiência possível no site, desenvolveram o Tour 360º, que vamos falar mais ao longo do artigo.

O que aprendemos no podcast

1- Estratégia de marketing com famosos

Tudo começou com uma percepção de mercado. Os famosos entraram para o mundo da Grão de Gente como clientes, bem antes de existir o marketing de influenciadores. Como um processo natural, o nosso convidado, Gustavo Ferro (fundador da Grão de Gente), começou a mandar os produtos para as celebridades e foi iniciando um relacionamento.

Hoje, a marca tem uma seção no seu site com quarto de famosos, os mais recentes do filho da Bianca Andrade ( Boca Rosa) e do Fred (Desimpedidos). Também tem o quarto da filha do Péricles, a Maria Helena.

Além disso, a marca tem uma coleção exclusiva com a Sabrina Sato e por conta de tantos famosos no seu plantel de clientes podemos chamar a Grão de Gente de “Queridinha dos Famosos”.

A estratégia usada pela Grão de Gente de usar famosos para promover seus produtos por meio dos famosos “mimos” ou “recebidos ” é chamada de marketing de influência. Ela consiste em usar uma pessoa com influência sobre o seu público-alvo na comunicação da marca para fazer os seguidores da pessoa comprarem seus produtos ou serviços. 

Para ter bons resultados, é preciso estudar muito bem o perfil de cada influenciador e ver se realmente se comunica da maneira que você deseja para a sua marca.

No artigo, “O que é marketing de influência e como funciona?”, você pode se aprofundar ainda mais no tema e ver dicas da nossa professora de marketing de influência Natasha Rattacasso.

2- Experiência do cliente: Tour 360º

O convidado contou um pouco sobre como foi criar a Tour 360º, que possibilita as pessoas a imergir nos quartos criados pela marca e também a sentirem a qualidade dos produtos.

Para criar essa experiência no site, é preciso subir muitas fotos (300/400) de uma única vez e renderizar. Depois, em pouco tempo já está disponível o quarto em 3D, para que as pessoas possam olhar e sentir cada detalhezinho dos móveis, dos acessórios e das roupas. Assim, a marca traz a sensação de estar na loja física, mesmo sem sair de casa.

Além disso, o Gustavo Ferro falou sobre o que ele considera usabilidade. “O 3D, a parte do blog, as redes sociais, os produtos, o site, tudo isso é UX. Porque para mim Ux nada mais é que a comunicação que você vai ter com a pessoa”.

Ou seja, para ele a usabilidade vai muito além de proporcionar uma boa experiência no site. Ele precisa ser aplicado em todos os pontos de contato da marca com as pessoas. Portanto, ter uma boa usabilidade é conseguir oferecer a melhor experiência possível para as pessoas em qualquer lugar que estejam.

No artigo, “O que é UX (user experience)”, você pode se aprofundar ainda mais nesse tema. Nele você aprenderá, não só o que é UX, mas também quem criou o conceito e sua aplicação dentro/fora do site.

O podcast também falou sobre:

– Estratégia no Marketplace

– Planejamento de mídia

– Diferenciais da marca

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Proatividade: o que é e sua importância para o mercado digital

Uma das Soft Skills mais desejadas em todas as carreiras é a tal da Proatividade. Muito cobrada, mas pouco ensinada e no final das contas o que é a tal da Proatividade? Como desenvolver isso?

Neste artigo, vamos falar sobre proatividade e trazer os principais pontos que foram abordados no episódio do nosso Bate Papo Sobre Ecommerce com o Diego Cidade da Academia do Universitário.

Ouça o nosso podcast

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O que é Proatividade?

O nosso convidado, Diego Cidade, desenhou uma tríade para explicar o conceito de proatividade. O primeiro pilar é ter um modelo mental focado em ser um resolvedor de problemas. Ou seja, ter um mindset que veja os problemas como uma oportunidade de evoluir seja na vida profissional ou pessoal. Portanto, para ser proativo, você não pode ser uma pessoa que paralisa com problemas ou foge deles, porque vão ser essas situações que vão te ajudar a ser visto pelos outros.

O segundo pilar é ter escuta ativa, ou seja, estar sempre atento no que está acontecendo ao seu redor e sendo falado pelas outras pessoas da empresa, onde atua. Essa habilidade vai te ajudar a entender mais sobre a empresa, quais são as prioridades, os objetivos e as metas a curto, médio e longo prazo.

Por fim, o terceiro pilar é ter uma mentalidade de métricas.Isso vai ajudar a ter uma base para ver se o que está fazendo, onde está colocando suas forças, está realmente trazendo resultados para você e sua empresa. Assim, as métricas vão te ajudar a ter uma base argumentativa para justificar tudo aquilo que você faz dentro da empresa.

Proatividade e o dinamismo do mercado

O Diego falou da importância de se canibalizar ou seja se questionar sobre o que está sendo feito o tempo todo para poder encontrar novas soluções, novos caminhos, que vão nos ajudar a alcançar os nossos objetivos. Além disso, vai nos ajudar a conseguir acompanhar o dinamismo do mercado.

A canibalização deve ser feita levantando perguntas, questionamentos, do que está sendo realizado até então. No cenário do ecommerce, são perguntas como:  Será que esse produto aqui é realmente bom?, Será que a gente tem que criar outro por cima?, etc. Portanto, se canibalizar é estar o tempo todo criando cenários hipotéticos, executar as ideias, validá-las com os clientes e analisar os resultados.

Para acompanhar o mercado, devemos estar sempre aperfeiçoando e mudando o nosso jeito de fazer as nossas tarefas, porque se ficarmos apegado a um jeito só, estamos fadados a ficarmos obsoletos e teremos as portas do mercado sendo fechadas para nós.

Assim, é fundamental buscar sempre sair da zona de conforto e ter um mindset learnability, que é a vontade e a capacidade de estar sempre aprendendo coisas novas, adaptando os seus conhecimentos ao momento que se vive.

Cuidado com o F.O.M.O!

No digital, o tempo todo temos novidades e isso pode acabar desenvolvendo em nós o F.O.M.O, que nada mais é do que o medo de estar perdendo oportunidades. Primeiramente, calma, respira. Segundo, você é uma pessoa só, por mais que queira sair aprendendo e testando tudo que aparece, o seu dia só tem 24 horas, sendo assim, precisará saber priorizar. 

Saber priorizar é fundamental para ser um profissional proativo, pois isso vai te impedir que saia pegando o momento de demanda ao mesmo tempo e não consiga entregar nada direito, o que faria as outras pessoas perderem a confiança em você. Isso traria para você um olhar de profissional “que quer aparecer” ao invés de  um profissional realmente proativo.

Além disso, quando você não prioriza e fica cheio de demandas, acaba não conseguindo fazer análises e seus resultados ficam bastante prejudicados.

Você também pode conferir o vídeo do nosso podcast!

Características do profissional proativo

  • Não ter medo de errar, pois os erros são oportunidades para evoluir.
  • Ter escuta ativa, ou seja, estar sempre ouvindo as outras pessoas para ter outras perspectivas e ter um conhecimento mais amplo.
  • É boa em relacionamento ou seja sabe lidar bem com as pessoas.
  • Não ser muito apegado às suas ideias, porque nem sempre é o melhor caminho para alcançar os objetivos.
  • Não aceitar “porque sim”, o proativo precisa ser uma pessoa questionadora, porque é dessa atitude que vão aparecer oportunidades para se mostrar aos outros.
  • Busca sempre otimizar os processos, vai buscar formas mais fáceis de fazer as tarefas e melhorar a rotina.

Além disso o podcast falou sobre:

– Zona de conforto x Proatividade

– Efeito Uau!

– Como desenvolver a proatividade

– Liderança

Você se considera proativo(a)? Qual insight você tirou desse episódio? Coloque nos comentários!

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Liv Up: personalidade em um ecommerce de alimentação

Você costuma comprar comida online? E fazer compras de supermercado online? Conhece a Liv Up? A compra de comida via ecommerce teve um boom de 2020 para cá, por conta das restrições da pandemia, e está ganhando espaço na rotina das pessoas.

Para explorar esse mercado, o Henrique Castellani criou a Liv Up, lá em 2016, quando as pessoas ainda nem estavam tão preparadas para comprar online comida congelada, mas o crescimento da demanda por esse produto veio rapidamente, em 2020, para a marca. 

Você já ouviu falar da Liv Up? O que acha desse tipo de produto? Confira os bastidores da marca!

Ouça o nosso podcast! Não esqueça de nos seguir na sua plataforma favorita!

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Conhecendo a Liv Up

A Liv Up foi criada em 2016 por Henrique Castellani e Victor Santos. Há 5 anos, eles já enxergavam a oportunidade de usar a tecnologia para oferecer uma alternativa de alimentação saudável que se encaixasse perfeitamente na correria do dia a dia.

E baseado na dor deles, resolveram construir a Liv Up. Uma marca que ofereceria para o mercado uma alimentação saudável e prática, que encaixaria perfeitamente na correria do dia a dia.

Mas antes de criar a marca, precisaram investigar para ver se aquela dor deles era comum a outras pessoas, para ver se o produto tinha demanda. E, depois de uma pesquisa, viram que havia essa necessidade no mercado.

Aí em cima disso, aliado a cada vez mais as pessoas estarem conectadas, criaram uma marca que fornecia uma alimentação saudável de forma online. Assim, quando a pandemia veio, a marca já estava preparada para atender as demandas do segmento de comida, que cresceu absurdamente de 2020 para cá.

O que aprendemos no podcast

1- A sua dor pode virar um negócio

Tudo começou em 2015, em uma conversa entre os fundadores na seguinte frase, “Como você está se alimentando?”, uma pergunta feita pelo Victor ao Henrique. Apoiados nisso, eles começaram a pontuar as dificuldades que passavam no dia a dia para conseguir comer de forma saudável com o pouco tempo que tinham.

Foi aí que eles começaram a pensar em soluções para sanar essa dor, que não era só deles, pois tinham mais pessoas na mesma situação. Ele comprovaram isso com pesquisas de mercado.

Na análise de mercado, viram que o mercado era muito tradicional e deixava muito a desejar no quesito ter um produto que aliasse qualidade, sabor e preço acessível. Assim, eles viram que o segmento tinha uma brecha gigante para inovar e resolveram se apoiar nisso.

Henrique e Victor estavam dispostos a criar produtos que unisse qualidade, praticidade, sabor e ser saudável para se estabelecerem na lacuna do sistema. Assim, a Liv Up, bem como outras marcas, nasceu de uma fraqueza do mercado que virou uma oportunidade de negócio nas mãos de Henrique Castellani e Victor Santos.

2- Melhor plataforma é que atende a sua necessidade

No primeiro ano de vida da marca, eles usavam uma plataforma de ecommerce tercerizida, como uma forma de MVP (mínimo produto viável). Ou seja, pegaram uma plataforma já existente para validar algumas etapas da operação e entender melhor onde valia a pena investir mais ou menos.

Com essa experiência, eles viram que era importante, para o tipo de negócio que eles queriam se estabelecer, controlar o canal, o código. Isso daria a eles mais  flexibilidade e conseguiram proporcionar uma experiência de compra diferente das que existiam no mercado. Assim, antes de tomarem a decisão de investir em uma plataforma própria, eles testaram as ferramentas existentes no mercado para ver se podiam atender suas necessidades.

A compra da Liv Up é longa, ou seja, em uma só tacada a pessoa compra 20, 30, produtos, o que é bem raro na maioria dos ecommerce. Por ser algo incomum, a maioria das plataformas não estavam preparadas, na época (2016-2017), para atender as necessidades da Liv Up. Assim, o melhor jeito, para atender as necessidades dos potenciais clientes, era desenvolver uma plataforma própria com todas as especificidades que os produtos precisavam.

3- Estratégia para conseguir os primeiros clientes

Primeiramente, no mundo offline,  eles buscaram autoridades no mercado de saúde para transmitir credibilidade aos alimentos da marca.

Os fundadores foram atrás de nutricionistas (São Paulo e Rio de Janeiro) para entender se os seus produtos faziam ou não sentido para o mercado. Em um primeiro momento, foi mais para saber a opinião dos profissionais e depois resolveram explorar isso na comunicação da marca. Assim, eles conseguiram ter o aval técnico dos produtos.

Além disso, no digital, o time da Liv Up teve a missão de desbravar o mundo das redes sociais em busca de influenciadores que combinassem com a marca. Assim, a Liv Up criou uma estratégia que unia o offline com o online para promover os produtos em todas as frentes possíveis.

Com essa estratégia, o negócio começou a ganhar tração. Ou seja, as pessoas estavam não só realizando suas primeiras compras, mas também voltavam para comprar novamente.

Além disso, o podcast falou sobre:

–  Como é estruturado o CRM e o Programa de Fidelidade

– Importância do App para a marca

Já conhecia a Liv Up? Qual insight você tirou desse episódio? Coloque nos comentários!

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Growth: o que é e por onde começar a estratégia?

Ecommerce e Marketing Digital são áreas bem novas e por conta disso possui muitas informações, inovações e toda hora temos uma nova área surgindo. A área de Growth não é tão nova assim, mas vem ganhando cada vez mais força e essa habilidade pode fazer com que Ecommerces conquistem seus resultados de forma mais expressiva.

Neste artigo, vamos falar sobre o que é, o porquê os profissionais de ecommerce devem se aproveitar dessa habilidade para acelerar os seus resultados, como começar uma estratégia de growth e cultura de experimentação x campanha.

Ouça o nosso podcast

Esse episódio conta com o patrocínio da Caffeine Army e da Reserva Ink.

O que é Growth?

Se formos parar para analisar o Growth como conhecemos hoje é a junção de termos que já existem há muito tempo. Primeiro, podemos fazer uma comparação do processo de experiência contínua, que faz parte do Growth, com o método científico.

Basicamente, o método científico é você ter uma ideia (hipótese) e rodar um experimento para ver se os resultados corroboram ou não com a sua hipótese inicial. E isso é a base do que chamamos hoje de Growth.

Além disso, o Growth é composto por metodologias ágeis, como o Scrum, que tem como inspiração uma jogada de rugby. Ele ajuda a estruturar as equipes para que elas trabalhem de forma estratégica para resolver problemas de forma mais eficiente. 

Ou seja, o Scrum ajuda a conectar as pessoas de uma empresa para que juntas como um time consigam trocar experiências e tendo mais de um perspectiva solucione problemas mais rapidamente.

Growth é orientar-se com dados

O terceiro elemento dessa habilidade é métricas e dados. Se você acompanha a gente, já deve estar cansado de ouvir a seguinte frase, “Menos achismos, mais dados”. Aqui, nós acreditamos que um profissional do digital precisa tomar suas decisões em cima de dados, pois só assim terá mais sucesso em suas escolhas.

Já ouviu falar do funil pirata?

Por fim, o quarto elemento é o funil pirata (AARRR), que nos ajuda a monitorar a jornada do consumidor desde a aquisição dele até a recomendação feita por ele. O primeiro A é de aquisição, ou seja, como os usuários conheceram o seu produto ou serviço. Já o segundo A é de ativação, onde você deve verificar como foi a primeira experiência das pessoas com a marca.

O primeiro R é de retenção, onde deve se verificar se o usuário está ainda com você. Já o segundo R é de receita, como tem gerado receita para o negócio. Por fim, o último R e a última etapa do funil é de recomendação, onde devemos verificar se os usuários recomendariam seu produto/serviço para outras pessoas.

Cultura de campanha x Cultura de experimentação

O mercado brasileiro tem uma cultura de campanha, ou seja, a maioria das empresas tem o seu planejamento de marketing e vendas com um orçamento fixo para montar campanhas que tragam vendas sem qualquer espaço para a realização de testes. Isso pode fazer com que a empresa gaste muito mais dinheiro para conseguir alcançar as pessoas certas.

Adotando a cultura de experimentação, a empresa consegue fazer campanhas mais assertivas, pois os testes darão uma base de dados que mostrará qual o melhor caminho a seguir. 

O que acontece é que a maioria das empresas acabam fazendo grandes investimentos em campanhas que são baseadas em achismos, o que as torna com maiores chances de dar errado. Ou seja, as principais campanhas das empresas são na verdade grandes testes em que não dá para dar errado, mas inevitavelmente vai dar.

Além disso, você pode conferir o vídeo do nosso podcast!

Por onde começar a estratégia de Growth?

Antes de qualquer coisa, é preciso verificar se a casa está arrumada. Ou seja, se o site está com o Google Analytics instalado corretamente, se o site está performando bem (60-70% no Google), se os links estão todos tagueados, para ter uma base de dados bem estruturada.

Afinal, o que é medido não pode ser melhorado e por conta disso é fundamental verificar se tudo está sendo metrificado corretamente para não basear as decisões em informações erradas.

Além disso, é importante fazer no mínimo duas campanhas de email marketing por semana, ter automações de pesquisa de opinião e de aniversário. Também é preciso ser mobile first. Portanto, se quer ter sucesso com Growth é preciso ter tudo bem organizado e otimizado para coletar os dados da maneira correta, que dará a base para atingir os objetivos.

“Growth não traz certezas, mas ajuda a reduzir riscos”. -Raphael Lassance.

Além disso o podcast falou sobre:

– Cases de uso do método de Growth

– Ferramentas de Growth

– Alavancas de crescimento do ecommerce

– Email Marketing e rede sociais

– MVP

Já conhecia a metodologia Growth? Qual insight você tirou desse episódio? Coloque nos comentários!

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Via: três grandes marcas em uma só

Você já ouviu falar da Via? Pode até ser que você ainda não tenha se deparado com esse nome, mas tenho certeza que as marcas dessa empresa já fizeram parte da sua vida de alguma forma. Neste artigo, vamos te apresentar a Via, mostraremos os bastidores dessa empresa e revelaremos o segredo do sucesso dela.

Ouça o nosso podcast! Não esqueça de nos seguir na sua plataforma favorita!

Esse episódio conta com o patrocínio da Caffeine Army e da Reserva Ink.

Conhecendo a Via

Antes Via Varejo S.A, hoje, só Via, é uma empresa de comércio varejista do Brasil criada em 2010 e que tem no seu guarda-chuva as marcas Casas Bahia, Ponto ( antiga Pontofrio) e site de ecommerce do Supermercado Extra.

O que aprendemos no podcast

1- Três marcas em uma só: como funciona a integração

O lojista que opta por fechar parceria para vender seus produtos na Via, consegue ter acesso às três marcas da empresa. Ou seja, quando o seller escolhe colocar seus produtos no catálogo da Via, ele de quebra consegue estar presente no ecommerce da Casas Bahia, Ponto e Extra, tanto no site dessas marcas, quanto nos aplicativos.

Caso não queira ter alguma das marcas como ponto de venda, o lojista precisará informar a Via para que ela remova a presença no canal indesejado. Assim, quem cadastra seus produtos na Via consegue com uma única tacada atacar três marcas distintas, tendo cada uma dois canais de venda (site e aplicativo).

2- Como funciona a operação do Extra

A operação do Extra é dividida entre dois grupos distintos.  A Via cuida de toda parte ligada ao online e que ainda não tem em seu catálogo a parte de mercado, mas tem eletrônicos, móveis e itens automotivos.

Enquanto, o Grupo Pão de Açúcar cuida das lojas físicas do Extra. Portanto, a Via é responsável por gerenciar o que acontece no canal digital, conduzindo as pessoas até o site e fazendo de tudo para converter nele.

3- Como funciona o Buy Box

Se você ainda não ouviu falar sobre, o Buy Box é o espaço dos marketplaces onde aparecem as principais ofertas do produto buscado pelo usuário. Com certeza, quando você foi comprar em algum marketplace, já se deparou com uma lista de 3 preços diferentes para um mesmo produto e optou por aquele que era mais vantajoso para você.

Essa vantagem pode ser não só um preço mais baixo, mas também um frete grátis. Portanto, o Buy Box é como se fosse um “leilão” onde quem ganha é quem oferece os melhores benefícios e ao mesmo tempo é bem visto pelo marketplace.

O nosso convidado contou que para conquistar o Buy Box dentro dos marketplaces da Via, é preciso estar atento a três critérios: relevância, atratividade e review. A relevância está ligada a estar oferecendo exatamente o que o cliente está buscando, para isso é preciso usar as palavras-chaves de maneira correta.

Já a atratividade está ligada aos benefícios ofertados pelo lojista ao cliente e o review é como as pessoas que já compraram com o lojista estão avaliando. 

Por exemplo, se dois lojistas oferecerem o mesmo produto e tiverem os mesmos atrativos, o que irá desempatar é o Review. Ou seja, o que colocará um lojista na frente do outro, nesse caso, são a média das avaliações dos clientes para o seu ecommerce.

Quem tiver uma média melhor, ganhará a disputa. Assim, engana-se quem pensa que Buy Box é sair baixando preço quem nem louco e dar frete grátis. O Buy Box leva muito mais coisas em consideração e tem como maior foco a experiência do cliente.

3- Como a Via ajuda na Logística

A Via tem diferentes soluções logísticas para ajudar da melhor forma possível seus lojistas de acordo com o investimento que eles podem fazer.

Por exemplo, há lojistas que ainda não possuem um volume muito alto de vendas e para eles é impossível disponibilizar o caminhão da Via para atender as entregas.

Para esses lojistas com volumes menores de venda, a Via disponibiliza uma tabela diferenciada com os Correios, que sai muito mais em conta do que se o lojista fizesse por conta própria.

Já para os lojistas com maiores volumes, tem a opção logística própria da Via que é o Envias. A Via coloca toda sua frota de caminhões à disposição do lojista para que ele possa ofertar um frete mais barato e uma entrega mais rápida. Assim, podemos ver que a Via está sempre pensando em soluções que melhorem a experiência do cliente dos seus lojistas.

Além disso, o podcast falou sobre:

– Importância do aplicativo para o ecommerce

–  Omnicanalidade

–  Black Friday

Já conhecia a Via ? Qual insight você tirou desse episódio? Coloque nos comentários!

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Giuliana Flores: um marketplace além de flores

Você conhece a Giuliana Flores? Sabia que ela é uma das pioneiras no mercado de flores no ecommerce? Neste artigo, você vai conhecer os bastidores dessa empresa e verá os desafios logísticos de vender um produto tão imediatista como flores.

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Esse episódio conta com o patrocínio da Caffeine Army e da Reserva Ink.

Conhecendo a Giuliana Flores

Ela está a mais de três décadas no mercado de flores e presentes e há 21 anos vendendo via ecommerce. Por ter sido uma pioneira no segmento, é o maior ecommerce do segmento no nosso país. Hoje, tem mais de 600 lojas parceiras em sua rede e esse esquema de distribuição faz com que ela consiga fazer entregas em até 1H.

Além disso, a empresa é a maior floricultura da América Latina e possui uma loja física de mais de 160m2 em São Paulo. Nesse espaço, há seis câmaras de resfriamento para manter os produtos em bom estado até ir para transporte.

O que aprendemos no podcast

1-  SAC: peça chave do negócio

Você tem ouvido o que seu público tem falado? O nosso convidado enfatizou a importância de estar sempre atento a essa fonte riquíssima de informações que é o SAC, pois é nesse setor que temos acesso ao que de fato os clientes querem de nós.

É como dizem por aí, a voz do povo é a voz de Deus. Ou seja, ela deve ter um papel de destaque na engrenagem do negócio, se quiser ser um player gigante no mercado. Sendo assim, é fundamental estar sempre fazendo pesquisas com o público consumidor e monitorando o que ele está fazendo e falando.

Veja os insights que a Giuliana Flores teve ao dar atenção ao SAC!

2- Desafios logísticos: entrega rápida e produto intacto

Por ter um produto muito frágil e um presente de última hora, ter uma entrega rápida é fundamental para ter um ecommerce de sucesso nesse segmento. Para isso, a empresa selecionou 200 produtos da marca e fez conexões com floriculturas em cada canto do Brasil.  Assim, ela conseguiu ampliar o seu alcance sem precisar ter uma infraestutura própria.

Hoje, essa rede tem mais de 600 lojas parceiras, que possuem contratos com a Giuliana Flores para representar a marca.

Por conta dessa presença em várias regiões, fez a marca ter vários locais de distribuição e conseguir entregar os produtos em até 1H. Assim, podemos notar que é possível ampliar o atendimento sem fazer um investimento gigante em logística.

3- Como ir além de datas clichês

Claro que como uma floricultura, a marca tem como datas mais importantes Dia das Mães, Dia dos Namorados e Dia da Mulher, mas o nosso convidado contou a importância de explorar datas menores, como o Dia do Médico, Dia da Secretária, entre outras.

Em outubro, temos várias microdatas (Halloween, Dia do Médico, Professor), e elas conseguem vender exatamente o que vende no mês do Dia das Mães. Portanto, se você quer crescer trabalhando em ecommerce, saiba que é fundamental abusar da criatividade para criar suas próprias datas e sair do convencional explorado pelo mercado.

Dê o play e confira o calendário estratégico da marca!

Além disso, o podcast falou sobre:

–  Lançamento da nova marca 

– Estruturação do conteúdo

– Marketplace

– Black Friday

Já conhecia a Giuliana Flores? Qual insight você tirou desse episódio? Coloque nos comentários!

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Americanas Mercado: Bastidores do ecommerce

Se você assistiu o BBB 21, com certeza, ao ler o título desse artigo, já ficou ecoando na sua cabeça o grito de MERCADO. Acertei? Isso porque a Americanas foi pela segunda vez patrocinadora master do maior reality show do Brasil e investiu bastante na promoção da marca Americanas Mercado.

Agora, eu quero saber, você já fez compras de mercado online? Já usou a plataforma Americanas Mercado? O BBB 21 te ajudou a entender os benefícios de comprar na Americanas Mercado? Neste artigo, você vai conhecer os bastidores da operação desse ecommerce.

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Esse episódio conta com o patrocínio da Conta Simples.

Conheça a Americanas Mercado

A Americanas Mercado nasceu com o objetivo de permitir que o cliente fizesse a cesta completa de supermercado, inclusive de itens frescos, dentro do site da Americanas. Depois da aquisição do Supermercado Now pelo grupo Americanas SA foi possível ter uma plataforma do segmento de mercado dentro do site da Americanas.com. 

Hoje, há mais de 50 redes de supermercados parceiros que fazem parte da plataforma. Ao todo são mais de 1.500 lojas no Brasil, entre os parceiros temos, Grupo Pão de Açúcar, Carrefour e Grupo Big. Esses sellers fazem a Americanas Mercado ter uma boa distribuição e estar presente em 9 estados do Brasil.

Além disso, os produtos da Americanas Mercado já representam 52% dos produtos vendidos do grupo e teve um crescimento de quase 8x no primeiro trimestre de 2021, quando comparado com o de 2020.

O que aprendemos no podcast

1- Como proporcionar a mesma boa experiência no online

A chave está na humanização. Pessoas que trabalham na operação do ecommerce escolhem os produtos a dedo e fazem com que as pessoas sintam-se mais seguras. Portanto, é fundamental mostrar as pessoas esse processo da escolha dos produtos para que se sintam representadas na compra.

2- Fator Pandemia

A pandemia acelerou muito o processo de digitalização das empresas, especialmente, dos supermercados. Esse é o setor do varejo pois com menor representação no online. Ainda há muito pouca participação do segmento no meio digital, mas a pandemia fez com que fosse necessário estar presente no digital para conseguir atender as pessoas que estavam “presas” dentro de casa.

A Americanas Mercado registrou um crescimento de quase 8x, nas primeiras semanas da pandemia, quando comparado a mesma quantidade de semanas antes da pandemia. Assim sendo, podemos notar que o segmento de mercado teve um boom recente de crescimento, mas ainda está muito longe de alcançar seu máximo potencial.

 3- Parceria Americanas Mercado e BBB 21

Pela segunda vez, a Americanas participou do maior reality show do Brasil como um dos patrocinadores master e eles viram que a edição do BBB 21 seria uma ótima oportunidade para fomentar a lembrança da marca.

Além disso, era uma excelente vitrine para mostrar os benefícios da Americanas Mercado durante o programa e assinatura sonora ajudou a marcar na mente dos consumidores. Portanto, o BBB ajudou a promover a marca, o que deixa bem claro a força ainda existente da televisão no mercado publicitário.

Americanas, MERCADO!

4-  Integração de ERP

Marco Zolet, diretor da Americanas Mercado, comentou que é preciso ir além de realizar a integreação dos ERPs para prestar um bom serviço para os lojistas. É preciso entender sobre a dinâmica do estoque de cada seller. Isso ajuda a conseguir ter mais previsibilidade, evitando que os produtos que acabaram na loja física apareçam como disponíveis no digital. Portanto, é fundamental ter uma visão 360º sobre cada um dos sellers dentro da plataforma para dar o suporte necessário e fazer com que evoluam da melhor forma possível, consequentemente, se sintam satisfeitos com o trabalho da plataforma.

Além disso, o podcast falou sobre:

–  Relação site Americanas com a Lojas Americanas

– Estratégia de mídias 

Já conhecia esse ecommerce? O que você curtiu da operação? Coloque nos comentários!