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Como a Nuvemshop ajuda o profissional de ecommerce

Se deseja trabalhar ou já trabalha com ecommerce, você já deve saber que precisa ter uma visão 360º sobre toda a operação. Dentro disso, destacamos a necessidade de entender bem sobre plataformas de ecommerce. Hoje, vamos falar da plataforma de ecommerce da Nuvemshop, que é líder no segmento na América Latina com mais de 90 mil lojas ativas .

O que é uma plataforma de ecommerce?

É um sistema responsável pela criação de loja virtual e por meio dele você vai conseguir administrar todo o negócio, desde cadastro de produtos até a gestão da entrega. Portanto, a plataforma de ecommerce é um facilitador na vida de quem trabalha com ecommerce, pois centraliza as informações.

Cada plataforma cobra de uma forma pelos serviços prestados. No caso da Nuvemshop, ela cobra um preço fixo mensal mais uma comissão por venda de acordo com o plano de assinatura. Há 4 tipos de planos (Impulso, Influência, Escala e Empresarial), os preços vão de R$ 49,90 a R$ 999,00, por mês. 

Cada um oferece a melhor solução de acordo com o nível de complexidade do negócio e tem a possibilidade de realizar teste grátis por um período de 30 dias. Assim, se deseja aprender na prática como operar a plataforma tem a possibilidade de fazer isso durante um mês sem pagar nada.

Quer saber mais sobre plataforma de ecommerce? Confira o artigo!

Recursos da Nuvemshop

 1-  Comunicação mais eficiente

Estabelecer uma boa comunicação é fundamental para toda empresa que deseja crescer e você, como profissional de ecommerce, deve estar sempre pensando em formas de melhorar o relacionamento entre marca e clientes. 

A Nuvemshop oferece algumas soluções para trazer as pessoas para cada vez mais perto das empresas. Um bom exemplo disso é a possibilidade de adicionar o ícone do WhatsApp na loja virtual para que as mensagens cheguem direto no dispositivo desejado.

Além disso, há a ferramenta formulário de inscrição para a newsletter. Isso ajudará você a transformar as visitas em audiência, por meio da captura de emails.

Um outro recurso é o de “Emails transacionais automáticos”. Com essa função você poderá criar um email personalizado, para cada uma das etapas do processo de compra.

A plataforma da Nuvemshop também é fundamental para o pós-compra, pois te ajuda a criar listas de clientes que compraram ou entraram em contato. Essas informações poderão ser importadas e exportadas para outras ferramentas de comunicação, como Facebook Ads, contribuindo para uma melhor segmentação das campanhas.

2-  Gestão do ecommerce

A plataforma Nuvemshop tem soluções que ajudam a administrar todo o estoque (loja virtual e marketplace), interrompendo sempre que há necessidade. Por exemplo, quando acaba uma determinada peça, te ajudando a não vender algo que não tem. 

Ainda dentro do estoque, mas no quesito de cadastro de produtos, com essa plataforma você conseguirá colocar os produtos e as variações cada um com seu próprio SKU de uma forma mais tranquila.

Além disso, você poderá ter um catálogo com produtos ilimitados e administrar tudo usando o Administrador Nuvem ou poderá conectar um ERP por meio de uma API.

Não para por aí os benefícios de gestão da Nuvemshop, pois é possível também usar a ferramenta para produtos que não precisam de estoque. Sim, estamos falando dos produtos digitais, como cursos, vídeos, livros ou jogos digitais, tudo isso pode ser vendido dentro da ferramenta.

3- Omnichannel

Quer ter sucesso como profissional de ecommerce? Então, você vai precisar conseguir fazer com que as pessoas sintam seguros e à vontade para comprar onde quiserem, seja site, redes sociais, marketplace ou loja física.

A Nuvemshop te possibilita a integração dos seus canais de venda para conseguir atender as pessoas da melhor forma possível. Por meio desta plataforma, você consegue criar uma loja virtual própria completa com a cara da marca, conectar o catálogo online com o  físico. Além disso, consegue plugar a loja nos principais marketplaces (Mercado Livre, Americanas) e gerenciar tudo em um único lugar.

Uma outra funcionalidade é a possibilidade de sincronizar os produtos da loja virtual com o Facebook Shop e do Instagram Shop, para aumentar ainda mais as vendas. Também é possível usar o WhatsApp como um canal de venda do negócio, onde trabalha.

4- Logística e pagamento

A plataforma de ecommerce da Nuvemshop vai ajudar no cálculo de envios do valor do frete e a criar pontos de retirada para os produtos. Além disso, facilitará a impressão das etiquetas, pois coloca as informações dos pedidos de forma automática, agilizando o processo de envio e consequentemente o seu trabalho.

Já no setor do pagamento, a loja virtual vai estar preparada para mostrar todas as opções de pagamento, você deverá escolher as melhores para o negócio e o tipo de parcelamento que deseja oferecer. Portanto, a Nuvemshop está pronta para te ajudar com essas duas etapas do ecossistema do ecommerce que são fundamentais para o sucesso da operação.

5- Vendas

Dentro da plataforma de ecommerce, você vai conseguir acompanhar os pedidos de compras, consultar o histórico de pedidos e filtrar os pedidos. Tudo isso vai te ajudar a administrar o ecommerce para que as vendas sejam boas experiências. 

Além disso, é possível ter acesso às notas que os clientes deixam, após finalizar a compra. Esse tipo de dado pode te ajudar a ver o que está sendo bom ou ruim para os clientes. Após analisar isso, deverá criar ações para melhorar como a empresa está sendo vista pelos clientes.

6-  Marketing e Seo

A plataforma da Nuvemshop disponibiliza layouts com mais de 90 pontos em SEO e acessibilidade. Tudo pensado para que seus parceiros consigam impactar cada vez mais pessoas sem precisar gastar dinheiro com campanhas de anúncios. Assim, a Nuvemshop facilita o seu trabalho de se posicionar bem no Google, pois já é um site programado para ter um bom desempenho orgânico.

Além disso, ainda dentro desse trabalho orgânico, há ferramentas que ajudam a conectar o ecommerce com as redes sociais. Isso possibilita ao ecommerce compartilhar os produtos no Facebook, Instagram, Twitter, Pinterest, entre outros.

Também é possível criar ofertas bem interessantes usando ferramentas dentro da plataforma Nuvemshop. Um bom exemplo é a possibilidade de criar diferentes tipos decupons de desconto, podendo ser por valor fixo, quantidade, porcentagem ou frete grátis. Esse último pode ser limitado por regiões ou valor mínimo.

Uma outra solução muito importante é o Redirecionamento 301. Ele ajuda você a redirecionar as URLs para evitar links quebrados e consequentemente a perda de tráfego.

7- Métricas e Reportes

Medir as ações é fundamental para conseguir entender melhor o ecommerce. Para ajudar com a sua análise, a Nuvemshop oferece estatísticas do negócio (visitas, vendas, faturamento e produtos). Além disso, a plataforma tem integração com o Google Analytics e o Facebook Pixel.

Também é possível escolher como medir as conversões da loja, quando um pedido é pago ou realizado. Assim, com a plataforma da Nuvemshop, você consegue construir uma base de dados que será importante para tomar decisões mais assertivas.

Você já usou a Nuvemshop? Ainda não? Clique aqui!

Quer saber o que é preciso para trabalhar com ecommerce? Conheça a nossa Formação de Analista de Ecommerce!

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Oratória: o que é e como desenvolver

Quem nunca ficou nervoso(a) antes de uma apresentação que atire a primeira pedra. Desde novos, somos colocados para falar em público, mas quase nunca somos preparados para isso. Neste artigo, você vai aprender a arte de falar em público, oratória, e dicas de como desenvolver essa habilidade.

Ouça o nosso podcast! 

Esse episódio conta com o patrocínio da Caffeine Army e da Reserva Ink.

O que é oratória?

É o ato de simplesmente falar em público de forma estruturada com o objetivo de informar, influenciar ou entreter. Todos nós já tivemos que fazer alguma apresentação em público, seja na escola, na faculdade ou no trabalho, mas dificilmente todos nós fomos preparados para esses momentos. 

E  essa falta de preparação é a base do medo de falar em público, o maior medo da maioria das pessoas, ficando na frente do medo de morrer.

Ou seja, as pessoas preferem morrer a falar em público. Portanto, uma forma de acabar com essa barreira de falar em público é se preparando para esses momentos e você vai conferir como fazer isso nas dicas desse artigo.

Origem do medo de falar em público

Segundo as pesquisas do nosso convidado do Bate Papo Sobre E-commerce, Luis Vabo Jr, o nervosismo e o medo de falar em público vem dos nossos ancestrais, os “Homens das cavernas”, o “Homo Sapiens”. Eles para sobreviver precisavam andar em grupos, pois ao se destacarem do grupo se tornavam alvo mais fáceis e era liberado nesses momentos hormônios de estresse.

Hoje, a nossa sobrevivivência não está refém de predadores animais, mas o efeito químico segue presente. Ou seja, ao ficarmos em posição de destaque, sentimos que estamos mais vulneráveis, por conta da liberação de hormônios de estresse.

E o momento que isso ocorre nos dias de hoje é quando estamos nos apresentando. Assim sendo, os efeitos químicos seguem sendo o mesmo, o que mudou foi a situação que provoca.

Tipos de oratória

1- Conversa

A conversa é a forma mais básica de oratória. Ao conversar com alguém do seu ciclo de amizade, você já está exercendo essa habilidade, pois a oratória é a arte de transmitir uma mensagem podendo ser séria ou descontraída.  Por ser o primeiro degrau da complexidade da oratória, devemos começar pela conversa na hora de treinar nossa oratória.

Faça o seguinte exercício, escolha pessoas que se sente mais confortável e conte para elas, durante uma conversa, sobre os temas que precisará falar depois para um público maior. Assim, você treinará a fala e conseguirá dominar o assunto, o que te deixará mais confortável, quando precisar transmitir a mensagem para mais pessoas.

2- Pitch

 É um discurso rápido, uma curta apresentação, que tem como objetivo despertar o interesse da outra pessoa (ouvinte) para que ela compre a ideia. Um dos mais conhecidos é o de elevador, que é o estilo mais curto de pitch com duração de 30 segundos a 1 minuto e é bastante usado por empreendedores para apresentar startups.

3- Discurso Preparado

É quando uma pessoa é convidada a transmitir uma mensagem em público e ela estrutura toda a sua mensagem em um material de apoio (papel) para não esquecer nada do que precisa falar. Portanto, o discurso requer muito domínio da oratória, pois o(a) orador(a) não tem apoio visual, o que faz que esteja 100% no centro das atenções.

4- Apresentação preparada

A diferença entre esse tipo de oratória para o discurso é que em uma apresentação temos o uso de um recurso audiovisual para dar um suporte. Mas em ambas a pessoa que está transmitindo a mensagem deve atrair todos os olhares para si, pois é ela que deve dominar o assunto e fazer com que os ouvintes retenham a informação.

5- Improviso

É quando você precisa falar sobre algum assunto sem ter tido uma preparação prévia. Em muitos casos, você até conhece o assunto que precisa falar, mas não esperava precisar falar no momento que te indagam.

Por exemplo: Perguntas durante uma roda de conversa em um evento da sua área. Você até conhece o assunto, mas não tem como adivinhar o que as pessoas irão perguntar.

6- Debate

É um tipo de oratória em que duas ou mais pessoas colocam suas opiniões sobre um determinado assunto e usam dados/argumentos para defender o que eles acreditam. Um bom exemplo é durante as eleições, quando os candidatos vão defender suas ideias de campanha em diferentes mídias.  

Durante esses debates, os oradores usam de todo seu poder de argumentação para convencer ao público que suas ideias são as melhores e assim eles são as melhores pessoas para ocupar os cargos.

Dicas de como fazer uma boa apresentação

1- Treine o discurso

O ideal é que você treine para toda apresentação que for fazer, porque quando treina você aperfeiçoa a forma do discurso, o tom da sua voz, o gestual e o tempo da fala.

É importante que neste treino você faça o levantamento de quem vai estar na platéia da sua apresentação para saber a melhor forma de se comunicar. Assim, como toda habilidade, a oratória precisa de treino, pois a repetição vai levar o desenvolvimento e o aperfeiçoamento.

2- Chegue cedo no local da apresentação

É fundamental chegar cedo no local da apresentação para você já ir se ambientando e conseguir ver como estão posicionados os elementos externos (ar condicionado, janela, plateia, computador).

Tente ficar o mais próximo possível de onde você irá se apresentar para já ir sentindo o clima, pois isso ajuda a abaixar a ansiedade e o nervosismo. 

3- Tenha um momento de relaxamento

Ter controle sobre a respiração é fundamental para realizar uma boa apresentação, pois a respiração afeta diretamente na fala. Para você ficar com uma respiração mais tranquila, você deve ter um momento de relaxamento, que pode ser uma meditação, uma oração, tudo que for em prol de te acalmar.

4- Preste atenção na sua respiração

A respiração dita o ritmo da fala. Para que seja bem compreendido(a), você deve treinar pausas durante a sua apresentação entre uma frase e outra. Uma dica extra é pontuar no seu discurso, quando vai ser essas pausas, para treinar antes de apresentar.

5- Explore a comunicação não verbal

Oratória é muito mais do que fala, pois envolve elementos não verbais, como postura e gestuais. Com relação a postura, ela deve ficar sempre ereta e com os dois pés fixos no chão. Uma vez ou outra, você poderá caminhar no espaço, mas tome cuidado para não distrair as pessoas.

Com relação aos gestos, você poderá usar as suas mãos de acordo com a sua fala, sempre com movimentos suaves para não distrair o público. Portanto, para dominar a oratória, você precisará saber alinhar o verbal e o não verbal durante toda a sua apresentação.

Além disso o podcast falou sobre:

– Conceito de Escutatória e a importância disso para ser um bom líder

– Como transmitir autoridade na fala e captar a atenção das pessoas

– Técnicas de oratória

Você se sente confortável ou não ao falar em público? Qual insight você tirou desse episódio? Coloque nos comentários!

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Quais são as tendências para o ecommerce em 2022?

Chegamos no último mês do ano e já podemos enxergar 2022 no fim do túnel. Para te preparar para o próximo ano, trouxemos as maiores tendências do ecommerce para 2022.

Luzes, PC e ação! Prepare-se para brilhar como um dos maiores profissionais de ecommerce do Brasil. Você só precisará ler esse artigo e ficar por dentro das novidades.

Tendências do Ecommerce 2022

1-  Aumento da frequência de compras

Segundo a pesquisa da Bornlogic com a Opinion Box, a frequência de compras online aumentou 71% no último ano, dado que deve crescer ainda mais em 2022, pois 49% dos entrevistados disseram que devem comprar ainda mais pela internet no ano que vem.

Se você quer entrar para o mundo do ecommerce, recomendamos que diversifique o seu conhecimento em diferentes canais de venda. Isso porque a pesquisa mostra que há uma boa divisão na preferência das pessoas, quando o assunto é lugar onde geralmente compram online. 

74% Compram em sites e lojas virtuais

72% Compram em marketplaces

62% Compram em aplicativos da loja 

54% Compram em aplicativos terceiros (iFood, Rappi, Uber Eats, etc.)

Esses dados mostram que as pessoas têm o costume de diversificar os canais de compra, elas estão no controle e você só conseguirá conquistá-las se estiver presente onde ela estiver de forma agradável.

2- Vendedor digital

O processo de compra online é mais independente, mas às vezes é bom ter uma ajuda. Isso fica claro na pesquisa da Bornlogic com a Opinion Box, pois ela mostra que 62% das pessoas realizaram consultas com vendedores via mídia digital para tirar dúvidas.

Além disso, 78% dos entrevistados acreditam que o vendedor ajuda na hora de escolher o produto online. Assim, fica claro a importância de ter uma pessoa dando suporte na venda é fundamental para trazer uma boa experiência, seja offline ou online.

P.S. Para ser um bom vendedor digital é preciso ter um bom conhecimento de ferramentas de comunicação, como o WhatsApp Business, para conseguir atender as pessoas de forma agradável.

3- Diversificação das categorias

Categorias, como eletrônicos, telefonia, eletrodomésticos, vão seguir liderando no ecommerce, mas outros produtos vão ganhar força, como é o caso de Alimentos/Bebidas.

Essa categoria que tinha pouca representatividade, antes da pandemia, já representa 38% das intenções de compra dos consumidores brasileiros, segundo a pesquisa da Bornlogic com a Opinion Box. 

Hoje, alimentos/bebidas está no top 10 categorias, que as pessoas costumam comprar online. Ela fica atrás de eletrônicos, celulares, eletrodomésticos, moda, beleza, informática, casa/decoração e livros. 

Para entender melhor essa expansão desse segmento, recomendamos o episódio Americanas Mercado do nosso podcast.

4- Realidade Virtual e Aumentada

A tecnologia é uma das principais aliadas do ecommerce na hora de quebrar objeções. Isso porque por meio dela a marca consegue ter recursos que deem ao público a sensação de estarem em contato direto com o produto/serviço.

Muito em breve, fotos estáticas e vídeos de pessoas usando o produto/serviço não vão bastar, pois não trará a experiência necessária para as pessoas se sentirem convencidas a comprar.

Hoje, apenas 9% das pessoas entrevistadas usam os recursos de experimentar digitalmente o produto e dentro desse grupo 82% disseram que gostaram bastante.

O número de pessoas ainda é baixo, pois há um desconhecimento sobre os recursos e isso pode ser resolvido com uma boa comunicação por parte da empresa.

Da mesma forma que dois anos atrás as pessoas não se imaginavam fazendo compras de mercado online e hoje aceitam super bem a ideia, no futuro próximo, recursos como realidade virtual e aumentada vão fazer parte da rotina das pessoas e não conseguiram mais comprar sem isso.

5-  Meios de pagamentos digitais

Quem nunca ouviu um, “Faz um Pix”, que atire a primeira pedra. Na pesquisa da Bornlogic com a Opinion Box, 86% dos entrevistados disseram que já usaram o Pix e têm o costume de utilizá-lo no dia a dia, o que mostra a relevância desse meio de pagamento para quem deseja vender seja no físico ou no digital.

Ainda segundo a pesquisa, 71% dos entrevistados utilizam o smartphone para fazer compras online e ter esses meios de pagamento, como o Pix, facilita o processo de compra.

Além do Pix, há também as carteiras digitais (63% dos entrevistados já utilizaram) e QR Code (54%), ambos são meios que tem o match perfeito com o smartphone, que tem sido cada vez mais usado pelas pessoas na hora de comprar produtos ou serviços.

Além disso, outros meios de pagamento digitais que aparecem na pesquisa são: reconhecimento facial (14% já utilizam) e WhatsApp Pay (12% já utilizam). Há grandes chances do meio do WhatsApp crescer, pois tudo que vai até onde as pessoas já estão tem a tendência de ser bem aceito, já que facilita a vida.

6-  Redes Sociais

Sim! As redes sociais seguem sendo uma das tendências do mercado de ecommerce. Isso porque elas seguem crescendo, inovando e oferecendo recursos para as empresas evoluírem. A pesquisa da Bornlogic com a Opinion Box mostra que 26% das pessoas usam redes sociais, como o Instagram e Facebook para fazer compras.

Além disso, 65% têm o hábito de pesquisar por produtos nas redes sociais, quando estão pensando em compras. Para aproveitar esse público, as empresas devem criar anúncios dentro dessas mídias.

Outro dado da pesquisa diz que 69% dos entrevistados já compraram produtos depois de ver as propagandas. Portanto, as redes sociais são excelentes ferramentas para as estratégias de marketing/vendas. Elas podem ser exploradas de forma paga, mas também de forma orgânica.

Os dados desse artigo foram retirados da pesquisa “Market Review” da Bornlogic com a Opinion Box, confira o estudo completo.

Você já conhecia todas essas tendências do ecommerce para 2022?Coloca nos comentários!

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Marketing de conteúdo: o que é e principais erros

Você com certeza já ouviu falar sobre marketing de conteúdo, mas você sabe qual é a sua relevância para ter bons resultados no digital? Neste artigo, você vai aprender como construir conteúdos relevantes para o seu segmento, a diferença entre marketing de conteúdo e inbound marketing.

Além disso, vai ver quais são as etapas do marketing de conteúdo e os erros mais comuns cometidos na hora de aplicar essa estratégia.

Ouça o nosso podcast

Esse episódio conta com o patrocínio da Caffeine Army e da Reserva Ink.

O que é marketing de conteúdo?

Para explicar esse conceito, vamos separar em duas partes. A primeira é marketing, que consiste em atividades com um objetivo bem traçado. E isso pode ser conquistar leads, fãs, gerar vendas, etc.

Já a segunda é o conteúdo, que consiste em elementos verbais ou não verbais apresentados em um determinado formato ( blog, site, vídeo, podcast, etc). Assim, marketing de conteúdo é todo conteúdo pensado para orientar, educar, convencer, ajudar a alguém a realizar uma determinada ação.

Marketing de conteúdo x Inbound Marketing

Em 90% dos casos, esses dois conceitos são a mesma coisa, mas há uma pequena diferença entre ambos e o nosso convidado, Rafael Rez, explicou para a gente.

Existem duas escolas, a primeira é a de Cleveland, que a Content Marketing Institute, fundada por Joe Pulizzi, responsável pela criação do termo Content Marketing. Essa escola tem o seu foco no branding e nas grandes marcas ( Coca-Cola, BMW, etc).

Por exemplo: o evento “Tour da Taça da Copa do Mundo com a Coca-Cola” é um evento focado em promover a marca Coca-Cola como uma parceira de momentos felizes, uma marca que gera entretenimento para seus fãs.

A segunda é a Escola de Boston, porque a sua principal representante é a HubSpot, que tem a sede nessa cidade dos EUA. Desse lado, temos o conceito de inbound marketing, ações mais focadas no lado comercial (geração de leads). 

Por exemplo: construir um ebook, oferecer ele de graça, para gerar um banco de emails de pessoas interessadas no seu produto e depois ofertar um produto mais aprofundado. Isso é uma estratégia de inbound marketing.

Etapas/ Técnicas do marketing de conteúdo

A primeira coisa é ter muito claro mente o posicionamento que a marca quer ter, ou seja, como ela quer ser lembrada pelas pessoas. A partir daí, você conseguirá traçar os valores da marca, o tom e a voz da marca. Tudo isso é mais focado no campo estratégico e teórico.

Quando pensamos de forma mais prática, mais operacional, a primeira coisa que precisamos ter em mente é a persona, ou seja, a pessoa com quem você está se comunicando. 

Para entender de maneira aprofundada a sua persona, vai precisar construir o mapa da empatia, que é uma ferramenta, onde deverá colocar informações como o que essa pessoa vê, ouve, fala,sente, suas dores e seus sonhos. Portanto, antes de começar a ver quais conteúdos irá criar, você precisa ter bem claro em mente com quem vai falar.

Depois disso, podemos partir para a etapa de planejamento. É nesse momento que vai ver quais temas são relevantes para sua persona, separar as palavras-chave, estruturar o conteúdo e ver qual é o melhor formato para apresentar. Por fim, depois de produzir textos e imagens deixando tudo organizado, poderá ver o melhor dia e horário para o conteúdo ir ao ar.

Você também pode conferir o vídeo do nosso podcast!

Principais erros no marketing de conteúdo

1- Cultura focada só em mídia paga

Muitas empresas querem tudo para ontem e para ter resultados mais imediatos focam em construir estratégias de mídia paga. Ou seja, pagam ferramentas como Facebook e Google para rodar campanhas que promovam seus produtos/serviços com o objetivo de gerar vendas. 

Por não dar resultado de forma instantânea, o marketing de conteúdo é deixado de lado por muitas empresas. Isso é um erro gravíssimo, pois a médio e longo prazo essa estratégia é a mais rentável para o negócio, pois ao construir um conteúdo bem otimizado, ele renderá um fluxo de pessoas (possíveis clientes) para seu site sem que precise pagar por isso. Assim, o conteúdo bem construído vai te gerar vendas com menor custo de aquisição do que campanhas de mídia paga.

2- Atribuir a conversão ao último clique

É fundamental que ao analisar a conversão no Google Analytics, você observe todo o caminho percorrido pela pessoa até ela comprar, pois isso vai evitar que só valorize o último canal de contato antes da venda.

3- Troca de plataforma sem planejamento

É fundamental se planejar antes de trocar a plataforma do negócio, para que não seja perdido todo o seu tráfego e também o tagueamento das suas ações.

Além disso o podcast falou sobre:

– Jornada de compra e conteúdo

– Conceito de LTV

– Habilidades para construir um bom conteúdo

– Construção de autoridade e liderança

Tem dificuldades em criar conteúdos que engajam? Qual insight você tirou desse episódio? Coloque nos comentários!

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Qual é o futuro do profissional de marketing?

O mundo do digital é super dinâmico e para acompanhar essa evolução o profissional de marketing precisa estar o tempo todo se reinventando. Tecnologias, redes sociais, aparecem do nada e ficam velhas em pouco tempo. 

No meio de tantas mudanças, você deve estar se perguntando, E qual será o futuro do profissional de marketing?”.

Ser profissional de marketing nos anos 90 é totalmente diferente de hoje. Estamos em uma era, onde a tecnologia aproxima muito mais as empresas das pessoas. Além disso, ela fornece dados bem mais precisos fundamentais para criarmos uma comunicação mais assertiva.

Neste artigo, vamos falar sobre o futuro do profissional de marketing no digital, mais especificamente, na área de ecommerce. Essa é uma área, hoje, com mais vagas abertas do que profissionais qualificados. Se tiver interesse em entrar para essa área, conheça a nossa Formação de Analista de Ecommerce.

Esse conteúdo está disponível também no nosso canal do Youtube “Qual é o futuro do profissional de marketing?” ou no play abaixo.

1- Relacionamento com tecnologia

No marketing, mais especificamente, no digital, não há espaço para quem não curte tecnologia. Mais do que isso, não há espaço para quem não entende sobre tecnologia. Aí, você pode estar se perguntando, “Preciso entender de programação?”, sim, mas só o básico.

Por exemplo: você precisa saber o que é HTML, URL, header, body, footer, redirect, certificado de segurança e servidor. Mas tudo isso de forma bem básica, pois isso vai te ajudar na parte mais técnica do seu trabalho.

Isso porque ao saber esses conceitos, você conseguirá, por exemplo, dar orientações para o programador instalar tags de ferramentas, como o Google Analytics e o Google Tag Manager, para conseguir monitorar suas ações.

2- Relacionamento com a matemática

Também não existe espaço para o discurso, ” Sou de humanas”. Isso porque para trabalhar com marketing vai ser cada vez mais necessário saber interpretar os números e transformar eles em decisões.

Há inclusive um profissional de marketing chamado matemarketing ou martech, que é a fusão do marketing com a matemática, e ele está presente em várias empresas. Portanto, se você quer ou já trabalha com marketing, tenha em mente que é uma área que une humanas com exatas o tempo todo, especialmente, no digital.

O desconhecimento da matemática básica te deixará nas mãos das ferramentas e das outras pessoas, pois você não saberá como conferir taxas como a de conversão. Isso vai fazer de você um profissional dependente e terá seu trabalho 100% comprometido.

Assim, se quer trabalhar com marketing digital, vai precisar entender como calcular as métricas para saber se as ferramentas ou as outras pessoas estão entregando o dado correto. Porque tão ruim quanto se basear em achismos é se basear em dados errados.

Habilidades do profissional de marketing

1- Análise de dados

Não basta usar a criatividade para criar as ações, é preciso usar essa habilidade para criar boas soluções. Isso só é possível sabendo como fazer uma boa análise de dados. Portanto, o profissional de marketing vai precisar passear entre o estratégico e o tático sempre tendo ao seu lado os dados e analisando-os a cada passo para ser certeiro em suas ações.

Um bom profissional de marketing é aquele que não só analisa os dados, mas os transforma em execução. Sem nós, os dados são só um amontoado de números. Para nada serve essa avalanche de informações se não as usamos para evoluir o negócio.

Assim se quer ter uma bom desempenho como profissional de marketing vai precisar saber contextualizar os dados e usá-los para tomar decisões que farão a empresa crescer.

2- Automação

A tecnologia aplicada ao marketing nos permite automatizar processos que pegariam um bom tempo do nosso dia. Há diversas ferramentas que podem nos ajudar com automações, por exemplo, a Zapier (estrangeira) e a Pluga (brasileira). Elas te ajudam a conectar ferramentas distintas e conseguimos otimizar processos. Assim, usando essas ferramentas, você conseguirá ter mais tempo para focar nas estratégias.

Por exemplo, no nosso caso, podemos criar formulários, que depois de preenchidos gerem de forma automática os certificados para os nossos alunos. Assim não precisamos mais nos preocupar de ficar verificando o tempo todo se tem ou não solicitações de certificados.

Isso porque uma vez criada a automação, estamos livres para outras demandas mais estratégicas.

3- Personalização

Quando falamos de personalização, falamos de criar testes a/b, e-mail marketing, site, entre outros meios de interação, que falem a língua do nosso público. Para ecommerce, temos plataformas que permitem criar vitrines diferentes para a região de onde o usuário está acessando.

Por exemplo, podemos criar uma vitrine com os casacos para aparecer só para regiões que estiver frio e excluir pessoas que estão em lugares onde está fazendo calor.

Não se esqueça de se inscrever no nosso canal “Ecommerce Pro”.

Tem alguma dúvida sobre esse tema ? Coloca nos comentários!

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5 Melhores Ferramentas de Seo no mercado

Quer deixar o seu conteúdo bem posicionado nas buscas? Então, você precisará trabalhar muito bem o SEO, para te ajudar montamos uma lista com as 5 melhores ferramentas de Seo do mercado. Neste artigo, você conseguirá encontrar caminhos para melhorar o posicionamento do seu conteúdo.

Além disso, com as ferramentas desse artigo, você conseguirá conhecer melhor os seus concorrentes e com essas informações terá uma base para montar estratégias de marketing mais eficientes.

Esse contéudo também está disponível no nosso canal do Youtube, “5  Melhores Ferramentas de Seo do Mercado”, ou você pode assistir apertando o play abaixo. 

1- Google Search Console

O Google Search Console é uma ferramenta gratuita que te ajuda a entender e melhorar o modo como o Google vê seu site. Além disso, está te ajuda a entender as atualizações do algoritmo do Google e se está pior ou melhor durante aquele momento.

É uma ferramenta que não te dá muita informação sobre análise de mercado, mas te dá muitas informações sobre o seu próprio site. Com ela, consegue saber qual é a quantidade de páginas do site está sendo exibida no Google, quais são as principais palavras-chave, a posição média e também mostra erros do site, basicamente voltados para sitemap e robots.

2- Semrush

A Semrush vai muito além do Seo. Ela pode te ajudar com o monitoramento dos seus concorrentes, palavras-chave para as suas campanhas de tráfego pago e outras coisas que estão ligadas à atuação do negócio no digital. Portanto, essa ferramenta possibilita ter uma visão que vai além do seu ambiente, pois oferece informações dos seus concorrentes.

Além disso, a ferramenta possibilita receber por email notificações e sugestões de mudança de comportamento de algumas das suas palavras-chave ou das suas páginas do site. Também, te permite listar seus concorrentes e compreender como eles estão se posicionando em relação às palavras-chave.

3- Ahrefs

É uma ferramenta que vai te ajudar a entender, principalmente, a parte de palavras-chave. Ela te mostra quais são as melhores palavras-chave para o seu negócio e a competitividade de cada uma delas. Além disso, a Ahrefs traz informações sobre as páginas do seu site, sobre o desempenho do site no mobile e mudanças do algoritmo.

Uma vantagem dessa ferramenta perante as outras é que ela já tem uma versão disponível no Português de Portugal, o que facilita o entendimento das funcionalidades existentes dentro dela.

4- Ubersuggest

O Ubersuggest é uma ferramenta que tem como principal função a análise de palavras-chave. Dentro dele, vai conseguir jogar as palavras-chave que são interessantes para você e a ferramenta te entregará quais são os 5 sites que estão melhor posicionados para a palavra-chave requisitada.

Além disso, o ubersuggest vai mostrar a média de pesquisa mensal da palavra-chave e isso vai te ajudar a ter um norte para traçar a sua estratégia de marketing, focando no que vai fazer mais sentido no momento da empresa, sem ter um gasto desnecessário de energia e dinheiro.

5- Moz

Moz é uma plataforma que tem em sua composição ferramentas de pesquisa básicas e avançadas para te ajudar a fazer o melhor trabalho de Seo possível no seu site. Ela te possibilita entender sobre as palavras-chave, concorrência, posição e algoritmos do Google.

Além disso, a ferramenta mostra quais são os sites que apontam para você e quais apontam para os seus concorrentes. Isso vai te ajudar a montar sua estratégia de backlink para que o seu site ganhe mais relevância e se torne uma referência no mercado.

Não se esqueça de se inscrever no nosso canal “Ecommerce Pro”.

Qual dessas ferramentas é nova para você? Coloca nos comentários!

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Qual é o mindset do profissional de ecommerce?

Você sabe o que é mindset? E os elementos que compõem um mindset de um profissional de ecommerce? Depois deste artigo, você sairá com as respostas para essas perguntas.

Esse conteúdo também está disponível no nosso canal do Youtube “Qual é o mindset do profissional de ecommerce?”, você pode assistir apertando o play abaixo. 

O que é mindset?

Significa “configuração da mente”. Esse conceito está ligado a forma que um indivíduo pensa e encara os desafios apresentados pela vida. Quando esse mindset está voltado para pensamentos positivos, que ajudam o indivíduo, ele é chamado de mindset de crescimento. Assim, é fundamental que estejamos sempre mantendo nossas mentes saudáveis. 

É fundamental que nós desenvolvamos esse tipo de mindset e para isso devemos ser eternos aprendizes. Dentro desse conhecimento que devemos adquirir, precisamos dar espaço tanto para hard skills, quanto para soft skills.

É esse equilíbrio que nos dará um crescimento saudável como indivíduo e como profissional. Portanto, é necessário que você não fique só acumulando certificações (hard skills), mas também estimule seu convívio social, pois é ele que te fará evoluir como pessoa.

Elementos do mindset do profissional de ecommerce

1- Ecommerce sem tráfego é como uma loja no deserto

Muitas pessoas, quando estão iniciando no mundo do ecommerce, seja abrindo um ou sendo funcionário, pensam que é só abrir, que da noite para o dia as pessoas vão descobrir a loja e vão comprar.

 Não é bem assim! É preciso fazer ações para chamar as pessoas para conhecer o ecommerce e isso nada mais é do que tráfego. Ele pode ser feito com anúncios (pago) e sem anúncios (orgânico). Na estratégia paga, devemos explorar as ferramentas Facebook e Google Ads para criar campanhas com os objetivos que fazem mais sentido para o momento atual do negócio.

Enquanto na estratégia orgânica, devemos usar técnicas de Seo para deixar o site/blog bem ranqueado nos mecanismos de busca, especialmente, o Google. Lembrando que um tipo de tráfego não exclui o outro, a empresa deve ir trabalhando paralelamente ações pagas e orgânicas para atingir o maior número de pessoas possível.

2- Tráfego não faz milagre!

Não adianta a empresa ter os melhores profissionais de gestão de tráfego para trazer um público qualificado. Isso é só uma parte para um ecommerce ter sucesso.

É preciso também que o site da empresa esteja preparado para receber as pessoas. Para isso o site deve estar bem organizado com fotos de qualidade, descrições envolventes, preço e prazo de entrega atraentes.

Além disso, é preciso ter um atendimento de qualidade que responde de maneira personalizada, objetiva e rápida as necessidades dos potenciais clientes.

E também é fundamental que a loja não demore para carregar, pois os brasileiros só esperam em média 3 segundos um site carregar. Logo, ter uma estrutura bem montada é essencial para que o tráfego construído se converta em vendas.

3- Você vende para o seu consumidor e não para você

Mesmo se você fizer parte do público que consome o produto de onde está trabalhando, você não deve se basear nos seus gostos para desenvolver a comunicação do negócio. Isso porque não devemos restringir as ações à nossa maneira de ver o mundo/mercado, pois não é necessariamente a realidade da maioria das pessoas que são os potenciais clientes.

4- Ninguém cresce sozinho!

Uma coisa muito errada é o pensamento “eu serei minha euquipe para o resto da vida”. É normal um empreendedor ou um profissional de ecommerce começar sozinho, mas vai chegar uma hora que será necessário chamar outras pessoas para o seu lado. Isso porque é humanamente impossível dar conta de todas as demandas de um ecommerce sem a ajuda de ninguém e ainda conseguir escalar o negócio. 

Para crescer e evoluir um ecommerce é preciso saber demandar e para que isso aconteça de maneira positiva o profissional de ecommerce vai precisar se cercar de outros profissionais que deem conta melhor do que ele de demandas específicas. Assim sendo, é impossível crescer sozinho, todo mundo que trabalha com ecommerce uma hora precisa ter uma ajuda.

5- Menos mimimi, mais planejamento

O planejamento aumenta as chances de ter bons resultados, pois te dá a possibilidade de pensar e estar preparado para mais cenários que possam acontecer.

Além disso, pessoas planejadas conseguem viver melhor suas rotinas de maneira bem produtiva e com resultados melhores. Isso porque conseguem pensar a longo prazo.

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Growth: o que é e por onde começar a estratégia?

Ecommerce e Marketing Digital são áreas bem novas e por conta disso possui muitas informações, inovações e toda hora temos uma nova área surgindo. A área de Growth não é tão nova assim, mas vem ganhando cada vez mais força e essa habilidade pode fazer com que Ecommerces conquistem seus resultados de forma mais expressiva.

Neste artigo, vamos falar sobre o que é, o porquê os profissionais de ecommerce devem se aproveitar dessa habilidade para acelerar os seus resultados, como começar uma estratégia de growth e cultura de experimentação x campanha.

Ouça o nosso podcast

Esse episódio conta com o patrocínio da Caffeine Army e da Reserva Ink.

O que é Growth?

Se formos parar para analisar o Growth como conhecemos hoje é a junção de termos que já existem há muito tempo. Primeiro, podemos fazer uma comparação do processo de experiência contínua, que faz parte do Growth, com o método científico.

Basicamente, o método científico é você ter uma ideia (hipótese) e rodar um experimento para ver se os resultados corroboram ou não com a sua hipótese inicial. E isso é a base do que chamamos hoje de Growth.

Além disso, o Growth é composto por metodologias ágeis, como o Scrum, que tem como inspiração uma jogada de rugby. Ele ajuda a estruturar as equipes para que elas trabalhem de forma estratégica para resolver problemas de forma mais eficiente. 

Ou seja, o Scrum ajuda a conectar as pessoas de uma empresa para que juntas como um time consigam trocar experiências e tendo mais de um perspectiva solucione problemas mais rapidamente.

Growth é orientar-se com dados

O terceiro elemento dessa habilidade é métricas e dados. Se você acompanha a gente, já deve estar cansado de ouvir a seguinte frase, “Menos achismos, mais dados”. Aqui, nós acreditamos que um profissional do digital precisa tomar suas decisões em cima de dados, pois só assim terá mais sucesso em suas escolhas.

Já ouviu falar do funil pirata?

Por fim, o quarto elemento é o funil pirata (AARRR), que nos ajuda a monitorar a jornada do consumidor desde a aquisição dele até a recomendação feita por ele. O primeiro A é de aquisição, ou seja, como os usuários conheceram o seu produto ou serviço. Já o segundo A é de ativação, onde você deve verificar como foi a primeira experiência das pessoas com a marca.

O primeiro R é de retenção, onde deve se verificar se o usuário está ainda com você. Já o segundo R é de receita, como tem gerado receita para o negócio. Por fim, o último R e a última etapa do funil é de recomendação, onde devemos verificar se os usuários recomendariam seu produto/serviço para outras pessoas.

Cultura de campanha x Cultura de experimentação

O mercado brasileiro tem uma cultura de campanha, ou seja, a maioria das empresas tem o seu planejamento de marketing e vendas com um orçamento fixo para montar campanhas que tragam vendas sem qualquer espaço para a realização de testes. Isso pode fazer com que a empresa gaste muito mais dinheiro para conseguir alcançar as pessoas certas.

Adotando a cultura de experimentação, a empresa consegue fazer campanhas mais assertivas, pois os testes darão uma base de dados que mostrará qual o melhor caminho a seguir. 

O que acontece é que a maioria das empresas acabam fazendo grandes investimentos em campanhas que são baseadas em achismos, o que as torna com maiores chances de dar errado. Ou seja, as principais campanhas das empresas são na verdade grandes testes em que não dá para dar errado, mas inevitavelmente vai dar.

Além disso, você pode conferir o vídeo do nosso podcast!

Por onde começar a estratégia de Growth?

Antes de qualquer coisa, é preciso verificar se a casa está arrumada. Ou seja, se o site está com o Google Analytics instalado corretamente, se o site está performando bem (60-70% no Google), se os links estão todos tagueados, para ter uma base de dados bem estruturada.

Afinal, o que é medido não pode ser melhorado e por conta disso é fundamental verificar se tudo está sendo metrificado corretamente para não basear as decisões em informações erradas.

Além disso, é importante fazer no mínimo duas campanhas de email marketing por semana, ter automações de pesquisa de opinião e de aniversário. Também é preciso ser mobile first. Portanto, se quer ter sucesso com Growth é preciso ter tudo bem organizado e otimizado para coletar os dados da maneira correta, que dará a base para atingir os objetivos.

“Growth não traz certezas, mas ajuda a reduzir riscos”. -Raphael Lassance.

Além disso o podcast falou sobre:

– Cases de uso do método de Growth

– Ferramentas de Growth

– Alavancas de crescimento do ecommerce

– Email Marketing e rede sociais

– MVP

Já conhecia a metodologia Growth? Qual insight você tirou desse episódio? Coloque nos comentários!

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Top 5 Habilidades para ser contratado

Enviar milhares de currículos, ser ignorado na maioria, ter pouquíssimas respostas e ir em uma ou duas entrevistas. Apostamos que você já deve ter passado por isso, infelizmente, mas fizemos um Top 5 Habilidades que toda empresa ama e que vai te ajudar a ser mega cobiçado pelo mercado de trabalho.

Esse conteúdo também está disponível no nosso canal do Youtube, “Top 5 Habilidades para ser contratado”. Assista no play abaixo!

1- Comunicação

Não tem como você conseguir trabalhar sem saber se comunicar. Então, quer dizer que eu preciso falar muito, você deve estar se perguntando, não é isso.

Saber se comunicar é conseguir transmitir as suas ideias e todas as informações para as outras pessoas da melhor maneira possível para que o processo da empresa flua bem sem ter qualquer perda de recurso. Portanto, ser comunicativo é algo que consegue agrupar as informações e passá-las de maneira objetiva.

2- Trabalho em equipe

Ninguém cresce sozinho, precisamos dos conhecimentos dos outros para alcançarmos os nossos objetivos. Assim sendo, para trabalhar equipe é preciso ter comprometimento, ou seja, cumprir com os as suas demandas no prazo estabelecido para ninguém ficar sobrecarregado.

Também é preciso saber ouvir, pois vai conseguir entender melhor quem é quem no grupo e conseguirá extrair o melhor de cada um, além de saber como ajudar a cada integrante. Portanto, trabalhar em equipe é se colocar a disposição e no lugar do outro para todos crescerem juntos.

3- Comprometimento

Comprometimento tem origem no termo em latim “compromissus”, que indica o ato de fazer uma promessa recíproca. Ou seja, é você firmar um acordo com alguém para fazer algo.

Essa pessoa vai esperar que você cumpra com a sua palavra e caso não entregue, terá um racha no laço da confiança.

Se você promete entregar algo no dia x, entregue. Mas que esse dia X seja algo possível, porque se não pode acabar sendo uma dor de cabeça para você.

Muitas vezes, não conseguimos pôr limites nas pessoas, porque não conseguimos dizer “não”. Isso é bem prejudicial, pois acabamos virando reféns da rotina dos outros e não conseguimos caminhar com os nossos objetivos. Assim, ter comprometimento é saber estabelecer limites e colocar datas possíveis para que ninguém saia frustrado e/ou esgotado.

4- Pensamento Analítico

Ter essa soft skill vai te ajudar a ser mais racional e conseguir analisar melhor as situações dentro da empresa. Com essa habilidade, você será um profissional, que vai além do sim ou não, buscando as justificativas das ações terem dado certo ou errado. 

Essa visão é super requisitada pelas empresas, pois é isso que fará elas crescerem. Portanto, ter um pensamento analítico é não se contentar com respostas prontas, é ir além e apresentar novas perspectivas das situações. 

5- Organização

Para ter uma vida profissional mais tranquila é preciso ter organização. Isso porque, essa habilidade nos dá o total entendimento das nossas atividades do dia a dia. Ou seja, sabemos exatamente quais demandas possuem maior prioridade e quais podemos remanejar, para caso seja preciso solucionar algum problema urgente. Portanto, a organização te dá um controle do seu dia e ajuda a focar no que é realmente necessário.

Além disso, a organização nos ajuda a ter mais tempo para pensar em mais de uma alternativa para resolver uma demanda, seja ela um problema ou algo corriqueiro. Também ajuda a conseguir dar prazos mais viáveis para as outras pessoas que trabalham com a gente.

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Qual dessas habilidades é a mais difícil para você? Coloca nos comentários!

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Soft skills: como desenvolver as mais desejadas do mercado?

Você sabe o que são soft skills? E como desenvolver? Neste artigo, você vai saber exatamente como desenvolver soft skills e quais são desejáveis pelos recrutadores.

Esse conteúdo também está disponível no nosso canal do Youtube, “Como desenvolver as soft skills mais desejadas do mercado?”, você pode assistir apertando o play abaixo. 

Soft skills x Hard skills

De um lado as soft skills, que são todas as habilidades comportamentais que o indivíduo tem e usa para realizar suas atividades do dia a dia. Do outro lado, temos as hard skills que são habilidades técnicas que são adquiridas no ambiente acadêmico. 

Hoje, não basta sermos profissionais que saibam operar as ferramentas, cada vez mais as empresas estão se ligando que isso pode ser treinado e é preciso valorizar mais características comportamentais. Portanto, se você quer ser um bom profissional, super desejado pelo mercado, vai precisar ir além de aprender ferramentas e passar a treinar seu modo de agir.

Como desenvolver as habilidades

O primeiro passo é fazer uma autoavaliação e pontuar quais são as suas soft skills fortes/fracas. Depois disso, vai precisar criar situações para exercitar o que tiver mais dificuldade.

Por exemplo: Se você acha que sua oratória não é muito boa, ou seja, que não fala muito bem em público, vai precisar criar situações onde seja possível treinar isso.

Mas essa exposição ao público não deve ser feita de qualquer forma, é aí que entra o segundo passo, o roteiro. É preciso montar um roteiro e repassá-lo sem a presença de outras pessoas ou mostrar para pessoas que te tragam conforto.

Quando estiver repassando o roteiro, é fundamental gravar para se ouvir e ver o que pode melhorar. Essa gravação vai também trazer uma noção de como as pessoas te ouvem, pois temos uma percepção da nossa voz bem diferente do que os outros têm de nós e a voz da gravação é bem similar de como as pessoas nos escutam.

Treino é treino, jogo é jogo

Crie situações onde você pode expor para as outras pessoas a habilidade que você precisa desenvolver, pois só se mostrando que você conseguirá evoluir. É importante que sejam situações que te deixem mais confortáveis.

Por exemplo, para treinar a oratória, que tal fazer discursos em confraternizações de família? É um momento de pouquíssima pressão e isso vai te ajudar a se sentir mais acostumado com o ato de falar em público e sentirá bem menos, quando for em um ambiente de trabalho.

Soft skills desejadas pelo mercado

1- Pensamento analítico

Não se contente com ” porque sempre foi assim” ou “porque sim, porque não”. Se você quer estar sempre sendo cobiçado pelas empresas vai precisar ser curioso para ir atrás das justificativas de cada uma das ações. 

E para saber como justificar vai precisar ter um pensamento analítico. Ou seja, ser capaz  de traduzir os dados, transformá-los em informações que vão ajudar o negócio a crescer.

2- Organização

O profissional digital sem organização, vira um bombeiro digital. Ou seja, tem uma rotina toda voltada para apagar incêndios (problemas) e não consegue ter tempo para inovar.

Um profissional organizado, conhece muito bem a sua rotina e sabe como priorizar as atividades para que tudo tenha o seu próprio tempo. Esse gerenciamento ajuda a resolver os problemas que surgirem de forma mais clara.

Isso porque  terá tempo necessário para que não seja preciso pegar a primeira ideia que vier. Assim, a organização é essencial para ter uma melhor gestão do tempo e ter maior clareza nas tarefas do dia a dia.

No vídeo do nosso canal, você pode ver mais duas soft skills desejadas pelo mercado. 

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