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Oratória: o que é e como desenvolver

Quem nunca ficou nervoso(a) antes de uma apresentação que atire a primeira pedra. Desde novos, somos colocados para falar em público, mas quase nunca somos preparados para isso. Neste artigo, você vai aprender a arte de falar em público, oratória, e dicas de como desenvolver essa habilidade.

Ouça o nosso podcast! 

Esse episódio conta com o patrocínio da Caffeine Army e da Reserva Ink.

O que é oratória?

É o ato de simplesmente falar em público de forma estruturada com o objetivo de informar, influenciar ou entreter. Todos nós já tivemos que fazer alguma apresentação em público, seja na escola, na faculdade ou no trabalho, mas dificilmente todos nós fomos preparados para esses momentos. 

E  essa falta de preparação é a base do medo de falar em público, o maior medo da maioria das pessoas, ficando na frente do medo de morrer.

Ou seja, as pessoas preferem morrer a falar em público. Portanto, uma forma de acabar com essa barreira de falar em público é se preparando para esses momentos e você vai conferir como fazer isso nas dicas desse artigo.

Origem do medo de falar em público

Segundo as pesquisas do nosso convidado do Bate Papo Sobre E-commerce, Luis Vabo Jr, o nervosismo e o medo de falar em público vem dos nossos ancestrais, os “Homens das cavernas”, o “Homo Sapiens”. Eles para sobreviver precisavam andar em grupos, pois ao se destacarem do grupo se tornavam alvo mais fáceis e era liberado nesses momentos hormônios de estresse.

Hoje, a nossa sobrevivivência não está refém de predadores animais, mas o efeito químico segue presente. Ou seja, ao ficarmos em posição de destaque, sentimos que estamos mais vulneráveis, por conta da liberação de hormônios de estresse.

E o momento que isso ocorre nos dias de hoje é quando estamos nos apresentando. Assim sendo, os efeitos químicos seguem sendo o mesmo, o que mudou foi a situação que provoca.

Tipos de oratória

1- Conversa

A conversa é a forma mais básica de oratória. Ao conversar com alguém do seu ciclo de amizade, você já está exercendo essa habilidade, pois a oratória é a arte de transmitir uma mensagem podendo ser séria ou descontraída.  Por ser o primeiro degrau da complexidade da oratória, devemos começar pela conversa na hora de treinar nossa oratória.

Faça o seguinte exercício, escolha pessoas que se sente mais confortável e conte para elas, durante uma conversa, sobre os temas que precisará falar depois para um público maior. Assim, você treinará a fala e conseguirá dominar o assunto, o que te deixará mais confortável, quando precisar transmitir a mensagem para mais pessoas.

2- Pitch

 É um discurso rápido, uma curta apresentação, que tem como objetivo despertar o interesse da outra pessoa (ouvinte) para que ela compre a ideia. Um dos mais conhecidos é o de elevador, que é o estilo mais curto de pitch com duração de 30 segundos a 1 minuto e é bastante usado por empreendedores para apresentar startups.

3- Discurso Preparado

É quando uma pessoa é convidada a transmitir uma mensagem em público e ela estrutura toda a sua mensagem em um material de apoio (papel) para não esquecer nada do que precisa falar. Portanto, o discurso requer muito domínio da oratória, pois o(a) orador(a) não tem apoio visual, o que faz que esteja 100% no centro das atenções.

4- Apresentação preparada

A diferença entre esse tipo de oratória para o discurso é que em uma apresentação temos o uso de um recurso audiovisual para dar um suporte. Mas em ambas a pessoa que está transmitindo a mensagem deve atrair todos os olhares para si, pois é ela que deve dominar o assunto e fazer com que os ouvintes retenham a informação.

5- Improviso

É quando você precisa falar sobre algum assunto sem ter tido uma preparação prévia. Em muitos casos, você até conhece o assunto que precisa falar, mas não esperava precisar falar no momento que te indagam.

Por exemplo: Perguntas durante uma roda de conversa em um evento da sua área. Você até conhece o assunto, mas não tem como adivinhar o que as pessoas irão perguntar.

6- Debate

É um tipo de oratória em que duas ou mais pessoas colocam suas opiniões sobre um determinado assunto e usam dados/argumentos para defender o que eles acreditam. Um bom exemplo é durante as eleições, quando os candidatos vão defender suas ideias de campanha em diferentes mídias.  

Durante esses debates, os oradores usam de todo seu poder de argumentação para convencer ao público que suas ideias são as melhores e assim eles são as melhores pessoas para ocupar os cargos.

Dicas de como fazer uma boa apresentação

1- Treine o discurso

O ideal é que você treine para toda apresentação que for fazer, porque quando treina você aperfeiçoa a forma do discurso, o tom da sua voz, o gestual e o tempo da fala.

É importante que neste treino você faça o levantamento de quem vai estar na platéia da sua apresentação para saber a melhor forma de se comunicar. Assim, como toda habilidade, a oratória precisa de treino, pois a repetição vai levar o desenvolvimento e o aperfeiçoamento.

2- Chegue cedo no local da apresentação

É fundamental chegar cedo no local da apresentação para você já ir se ambientando e conseguir ver como estão posicionados os elementos externos (ar condicionado, janela, plateia, computador).

Tente ficar o mais próximo possível de onde você irá se apresentar para já ir sentindo o clima, pois isso ajuda a abaixar a ansiedade e o nervosismo. 

3- Tenha um momento de relaxamento

Ter controle sobre a respiração é fundamental para realizar uma boa apresentação, pois a respiração afeta diretamente na fala. Para você ficar com uma respiração mais tranquila, você deve ter um momento de relaxamento, que pode ser uma meditação, uma oração, tudo que for em prol de te acalmar.

4- Preste atenção na sua respiração

A respiração dita o ritmo da fala. Para que seja bem compreendido(a), você deve treinar pausas durante a sua apresentação entre uma frase e outra. Uma dica extra é pontuar no seu discurso, quando vai ser essas pausas, para treinar antes de apresentar.

5- Explore a comunicação não verbal

Oratória é muito mais do que fala, pois envolve elementos não verbais, como postura e gestuais. Com relação a postura, ela deve ficar sempre ereta e com os dois pés fixos no chão. Uma vez ou outra, você poderá caminhar no espaço, mas tome cuidado para não distrair as pessoas.

Com relação aos gestos, você poderá usar as suas mãos de acordo com a sua fala, sempre com movimentos suaves para não distrair o público. Portanto, para dominar a oratória, você precisará saber alinhar o verbal e o não verbal durante toda a sua apresentação.

Além disso o podcast falou sobre:

– Conceito de Escutatória e a importância disso para ser um bom líder

– Como transmitir autoridade na fala e captar a atenção das pessoas

– Técnicas de oratória

Você se sente confortável ou não ao falar em público? Qual insight você tirou desse episódio? Coloque nos comentários!

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Marketing de conteúdo: o que é e principais erros

Você com certeza já ouviu falar sobre marketing de conteúdo, mas você sabe qual é a sua relevância para ter bons resultados no digital? Neste artigo, você vai aprender como construir conteúdos relevantes para o seu segmento, a diferença entre marketing de conteúdo e inbound marketing.

Além disso, vai ver quais são as etapas do marketing de conteúdo e os erros mais comuns cometidos na hora de aplicar essa estratégia.

Ouça o nosso podcast

Esse episódio conta com o patrocínio da Caffeine Army e da Reserva Ink.

O que é marketing de conteúdo?

Para explicar esse conceito, vamos separar em duas partes. A primeira é marketing, que consiste em atividades com um objetivo bem traçado. E isso pode ser conquistar leads, fãs, gerar vendas, etc.

Já a segunda é o conteúdo, que consiste em elementos verbais ou não verbais apresentados em um determinado formato ( blog, site, vídeo, podcast, etc). Assim, marketing de conteúdo é todo conteúdo pensado para orientar, educar, convencer, ajudar a alguém a realizar uma determinada ação.

Marketing de conteúdo x Inbound Marketing

Em 90% dos casos, esses dois conceitos são a mesma coisa, mas há uma pequena diferença entre ambos e o nosso convidado, Rafael Rez, explicou para a gente.

Existem duas escolas, a primeira é a de Cleveland, que a Content Marketing Institute, fundada por Joe Pulizzi, responsável pela criação do termo Content Marketing. Essa escola tem o seu foco no branding e nas grandes marcas ( Coca-Cola, BMW, etc).

Por exemplo: o evento “Tour da Taça da Copa do Mundo com a Coca-Cola” é um evento focado em promover a marca Coca-Cola como uma parceira de momentos felizes, uma marca que gera entretenimento para seus fãs.

A segunda é a Escola de Boston, porque a sua principal representante é a HubSpot, que tem a sede nessa cidade dos EUA. Desse lado, temos o conceito de inbound marketing, ações mais focadas no lado comercial (geração de leads). 

Por exemplo: construir um ebook, oferecer ele de graça, para gerar um banco de emails de pessoas interessadas no seu produto e depois ofertar um produto mais aprofundado. Isso é uma estratégia de inbound marketing.

Etapas/ Técnicas do marketing de conteúdo

A primeira coisa é ter muito claro mente o posicionamento que a marca quer ter, ou seja, como ela quer ser lembrada pelas pessoas. A partir daí, você conseguirá traçar os valores da marca, o tom e a voz da marca. Tudo isso é mais focado no campo estratégico e teórico.

Quando pensamos de forma mais prática, mais operacional, a primeira coisa que precisamos ter em mente é a persona, ou seja, a pessoa com quem você está se comunicando. 

Para entender de maneira aprofundada a sua persona, vai precisar construir o mapa da empatia, que é uma ferramenta, onde deverá colocar informações como o que essa pessoa vê, ouve, fala,sente, suas dores e seus sonhos. Portanto, antes de começar a ver quais conteúdos irá criar, você precisa ter bem claro em mente com quem vai falar.

Depois disso, podemos partir para a etapa de planejamento. É nesse momento que vai ver quais temas são relevantes para sua persona, separar as palavras-chave, estruturar o conteúdo e ver qual é o melhor formato para apresentar. Por fim, depois de produzir textos e imagens deixando tudo organizado, poderá ver o melhor dia e horário para o conteúdo ir ao ar.

Você também pode conferir o vídeo do nosso podcast!

Principais erros no marketing de conteúdo

1- Cultura focada só em mídia paga

Muitas empresas querem tudo para ontem e para ter resultados mais imediatos focam em construir estratégias de mídia paga. Ou seja, pagam ferramentas como Facebook e Google para rodar campanhas que promovam seus produtos/serviços com o objetivo de gerar vendas. 

Por não dar resultado de forma instantânea, o marketing de conteúdo é deixado de lado por muitas empresas. Isso é um erro gravíssimo, pois a médio e longo prazo essa estratégia é a mais rentável para o negócio, pois ao construir um conteúdo bem otimizado, ele renderá um fluxo de pessoas (possíveis clientes) para seu site sem que precise pagar por isso. Assim, o conteúdo bem construído vai te gerar vendas com menor custo de aquisição do que campanhas de mídia paga.

2- Atribuir a conversão ao último clique

É fundamental que ao analisar a conversão no Google Analytics, você observe todo o caminho percorrido pela pessoa até ela comprar, pois isso vai evitar que só valorize o último canal de contato antes da venda.

3- Troca de plataforma sem planejamento

É fundamental se planejar antes de trocar a plataforma do negócio, para que não seja perdido todo o seu tráfego e também o tagueamento das suas ações.

Além disso o podcast falou sobre:

– Jornada de compra e conteúdo

– Conceito de LTV

– Habilidades para construir um bom conteúdo

– Construção de autoridade e liderança

Tem dificuldades em criar conteúdos que engajam? Qual insight você tirou desse episódio? Coloque nos comentários!

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Certificados do Google: Valem a pena?

Você sabia que o Google disponibiliza cursos das ferramentas dele? Sabia que é possível tirar certificado? Neste artigo, você vai conhecer alguns Certificados Google e se vale a pena ou não fazer.

Esse conteúdo também está disponível no nosso canal do Youtube, “Certificados Google: Valem a pena?”, você pode assistir apertando o play abaixo. 

Certificados Google: é preciso pagar?

Há muitos treinamentos gratuitos disponíveis na plataforma do Google e, ao fazer eles, você conseguirá ter um bom panorama sobre ferramentas, como o Google Analytics, Google Tag Manager, Google Ads, entre outras. O processo consiste em ler e assistir vídeos disponíveis dos módulos de cada uma das ferramentas e depois realizar provas para comprovar seu conhecimento. 

Ao ter uma boa nota na prova, você conseguirá conquistar um certificado válido de 6 meses a 1 ano e meio, dependendo do curso. Assim, é possível aprender sobre ferramentas Google e, consequentemente, melhorar seu currículo, sem precisar gastar dinheiro, basta você separar um tempo para se dedicar frequentemente ao conteúdo.

Certificados Google: valem a pena?

Claro! Afinal, eles te ajudam a desenvolver hard skills super importantes para trabalhar com marketing digital. Isso porque ao fazer os cursos Google, aprenderá sobre ferramentas, como o Google Analytics e Google Ads, que são fundamentais para o profissional ter uma boa performance no digital. Portanto, quem deseja ter uma boa performance ou se inserir no mercado digital, precisa tirar Certificações Google.

Certificados Google Ads

Na plataforma do Google, há 6 certificações na parte de Google Ads, são eles: Rede de Pesquisa, Rede de Display, Anúncios em Vídeo, Anúncios em Google Shopping, Apps Google Ads e o de Medição de Anúncios. 

Dentro de cada um desses, há exercícios para que você pratique os conteúdos dados no curso, antes de fazer a prova da certificação. Depois de exercitar, você deve partir para a prova, enquanto os conteúdos ainda estão frescos na sua cabeça.

Caso não consiga ter o acerto mínimo de 70%, deverá esperar o prazo estipulado pelo Google (24hrs até 7 dias) para fazer novamente a prova. Portanto, indicamos que estude bem antes de fazer a prova, para ter um bom desempenho já de primeira e não precisar esperar.

Certificados Google Analytics

Os certificados do Google Analytics são separados em níveis de conhecimento: básico, intermediário e avançado. Você deve seguir a ordem para que entenda mais facilmente o que está sendo passado. Com relação ao GA, os vídeos são em inglês, mas possui legendas em inglês e após assisti-los pode partir para os exercícios, acertando um %, conseguirá ter os certificados.

Além disso, temos o G.A.I.Q ( Google Analytics Individual Qualification), que é o certificado principal de proficiência do Google Analytics. Ele consiste em 90 questões que devem ser respondidas em no máximo 90 minutos. Para ter sucesso no GAIQ, é preciso ter um % de acertos de no mínimo 70% e ele é válido por 1 ano e meio.

Certificados Google garantem vaga?

NÃO! Eles ajudam muito, mas não são garantia de nada. Na hora de contratar, as empresas possuem seus próprios métodos para ver se os candidatos estão aptos. Assim sendo, os certificados são ótimos para qualificar currículos. Mas a vaga só será conquistada, se você conseguir provar que consegue aplicar os conhecimentos adquiridos nos cursos.

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Já fez alguma Certificação Google? Qual? Coloca nos comentários!

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5 Melhores Ferramentas de Seo no mercado

Quer deixar o seu conteúdo bem posicionado nas buscas? Então, você precisará trabalhar muito bem o SEO, para te ajudar montamos uma lista com as 5 melhores ferramentas de Seo do mercado. Neste artigo, você conseguirá encontrar caminhos para melhorar o posicionamento do seu conteúdo.

Além disso, com as ferramentas desse artigo, você conseguirá conhecer melhor os seus concorrentes e com essas informações terá uma base para montar estratégias de marketing mais eficientes.

Esse contéudo também está disponível no nosso canal do Youtube, “5  Melhores Ferramentas de Seo do Mercado”, ou você pode assistir apertando o play abaixo. 

1- Google Search Console

O Google Search Console é uma ferramenta gratuita que te ajuda a entender e melhorar o modo como o Google vê seu site. Além disso, está te ajuda a entender as atualizações do algoritmo do Google e se está pior ou melhor durante aquele momento.

É uma ferramenta que não te dá muita informação sobre análise de mercado, mas te dá muitas informações sobre o seu próprio site. Com ela, consegue saber qual é a quantidade de páginas do site está sendo exibida no Google, quais são as principais palavras-chave, a posição média e também mostra erros do site, basicamente voltados para sitemap e robots.

2- Semrush

A Semrush vai muito além do Seo. Ela pode te ajudar com o monitoramento dos seus concorrentes, palavras-chave para as suas campanhas de tráfego pago e outras coisas que estão ligadas à atuação do negócio no digital. Portanto, essa ferramenta possibilita ter uma visão que vai além do seu ambiente, pois oferece informações dos seus concorrentes.

Além disso, a ferramenta possibilita receber por email notificações e sugestões de mudança de comportamento de algumas das suas palavras-chave ou das suas páginas do site. Também, te permite listar seus concorrentes e compreender como eles estão se posicionando em relação às palavras-chave.

3- Ahrefs

É uma ferramenta que vai te ajudar a entender, principalmente, a parte de palavras-chave. Ela te mostra quais são as melhores palavras-chave para o seu negócio e a competitividade de cada uma delas. Além disso, a Ahrefs traz informações sobre as páginas do seu site, sobre o desempenho do site no mobile e mudanças do algoritmo.

Uma vantagem dessa ferramenta perante as outras é que ela já tem uma versão disponível no Português de Portugal, o que facilita o entendimento das funcionalidades existentes dentro dela.

4- Ubersuggest

O Ubersuggest é uma ferramenta que tem como principal função a análise de palavras-chave. Dentro dele, vai conseguir jogar as palavras-chave que são interessantes para você e a ferramenta te entregará quais são os 5 sites que estão melhor posicionados para a palavra-chave requisitada.

Além disso, o ubersuggest vai mostrar a média de pesquisa mensal da palavra-chave e isso vai te ajudar a ter um norte para traçar a sua estratégia de marketing, focando no que vai fazer mais sentido no momento da empresa, sem ter um gasto desnecessário de energia e dinheiro.

5- Moz

Moz é uma plataforma que tem em sua composição ferramentas de pesquisa básicas e avançadas para te ajudar a fazer o melhor trabalho de Seo possível no seu site. Ela te possibilita entender sobre as palavras-chave, concorrência, posição e algoritmos do Google.

Além disso, a ferramenta mostra quais são os sites que apontam para você e quais apontam para os seus concorrentes. Isso vai te ajudar a montar sua estratégia de backlink para que o seu site ganhe mais relevância e se torne uma referência no mercado.

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Qual dessas ferramentas é nova para você? Coloca nos comentários!

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Qual é o mindset do profissional de ecommerce?

Você sabe o que é mindset? E os elementos que compõem um mindset de um profissional de ecommerce? Depois deste artigo, você sairá com as respostas para essas perguntas.

Esse conteúdo também está disponível no nosso canal do Youtube “Qual é o mindset do profissional de ecommerce?”, você pode assistir apertando o play abaixo. 

O que é mindset?

Significa “configuração da mente”. Esse conceito está ligado a forma que um indivíduo pensa e encara os desafios apresentados pela vida. Quando esse mindset está voltado para pensamentos positivos, que ajudam o indivíduo, ele é chamado de mindset de crescimento. Assim, é fundamental que estejamos sempre mantendo nossas mentes saudáveis. 

É fundamental que nós desenvolvamos esse tipo de mindset e para isso devemos ser eternos aprendizes. Dentro desse conhecimento que devemos adquirir, precisamos dar espaço tanto para hard skills, quanto para soft skills.

É esse equilíbrio que nos dará um crescimento saudável como indivíduo e como profissional. Portanto, é necessário que você não fique só acumulando certificações (hard skills), mas também estimule seu convívio social, pois é ele que te fará evoluir como pessoa.

Elementos do mindset do profissional de ecommerce

1- Ecommerce sem tráfego é como uma loja no deserto

Muitas pessoas, quando estão iniciando no mundo do ecommerce, seja abrindo um ou sendo funcionário, pensam que é só abrir, que da noite para o dia as pessoas vão descobrir a loja e vão comprar.

 Não é bem assim! É preciso fazer ações para chamar as pessoas para conhecer o ecommerce e isso nada mais é do que tráfego. Ele pode ser feito com anúncios (pago) e sem anúncios (orgânico). Na estratégia paga, devemos explorar as ferramentas Facebook e Google Ads para criar campanhas com os objetivos que fazem mais sentido para o momento atual do negócio.

Enquanto na estratégia orgânica, devemos usar técnicas de Seo para deixar o site/blog bem ranqueado nos mecanismos de busca, especialmente, o Google. Lembrando que um tipo de tráfego não exclui o outro, a empresa deve ir trabalhando paralelamente ações pagas e orgânicas para atingir o maior número de pessoas possível.

2- Tráfego não faz milagre!

Não adianta a empresa ter os melhores profissionais de gestão de tráfego para trazer um público qualificado. Isso é só uma parte para um ecommerce ter sucesso.

É preciso também que o site da empresa esteja preparado para receber as pessoas. Para isso o site deve estar bem organizado com fotos de qualidade, descrições envolventes, preço e prazo de entrega atraentes.

Além disso, é preciso ter um atendimento de qualidade que responde de maneira personalizada, objetiva e rápida as necessidades dos potenciais clientes.

E também é fundamental que a loja não demore para carregar, pois os brasileiros só esperam em média 3 segundos um site carregar. Logo, ter uma estrutura bem montada é essencial para que o tráfego construído se converta em vendas.

3- Você vende para o seu consumidor e não para você

Mesmo se você fizer parte do público que consome o produto de onde está trabalhando, você não deve se basear nos seus gostos para desenvolver a comunicação do negócio. Isso porque não devemos restringir as ações à nossa maneira de ver o mundo/mercado, pois não é necessariamente a realidade da maioria das pessoas que são os potenciais clientes.

4- Ninguém cresce sozinho!

Uma coisa muito errada é o pensamento “eu serei minha euquipe para o resto da vida”. É normal um empreendedor ou um profissional de ecommerce começar sozinho, mas vai chegar uma hora que será necessário chamar outras pessoas para o seu lado. Isso porque é humanamente impossível dar conta de todas as demandas de um ecommerce sem a ajuda de ninguém e ainda conseguir escalar o negócio. 

Para crescer e evoluir um ecommerce é preciso saber demandar e para que isso aconteça de maneira positiva o profissional de ecommerce vai precisar se cercar de outros profissionais que deem conta melhor do que ele de demandas específicas. Assim sendo, é impossível crescer sozinho, todo mundo que trabalha com ecommerce uma hora precisa ter uma ajuda.

5- Menos mimimi, mais planejamento

O planejamento aumenta as chances de ter bons resultados, pois te dá a possibilidade de pensar e estar preparado para mais cenários que possam acontecer.

Além disso, pessoas planejadas conseguem viver melhor suas rotinas de maneira bem produtiva e com resultados melhores. Isso porque conseguem pensar a longo prazo.

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Growth: o que é e por onde começar a estratégia?

Ecommerce e Marketing Digital são áreas bem novas e por conta disso possui muitas informações, inovações e toda hora temos uma nova área surgindo. A área de Growth não é tão nova assim, mas vem ganhando cada vez mais força e essa habilidade pode fazer com que Ecommerces conquistem seus resultados de forma mais expressiva.

Neste artigo, vamos falar sobre o que é, o porquê os profissionais de ecommerce devem se aproveitar dessa habilidade para acelerar os seus resultados, como começar uma estratégia de growth e cultura de experimentação x campanha.

Ouça o nosso podcast

Esse episódio conta com o patrocínio da Caffeine Army e da Reserva Ink.

O que é Growth?

Se formos parar para analisar o Growth como conhecemos hoje é a junção de termos que já existem há muito tempo. Primeiro, podemos fazer uma comparação do processo de experiência contínua, que faz parte do Growth, com o método científico.

Basicamente, o método científico é você ter uma ideia (hipótese) e rodar um experimento para ver se os resultados corroboram ou não com a sua hipótese inicial. E isso é a base do que chamamos hoje de Growth.

Além disso, o Growth é composto por metodologias ágeis, como o Scrum, que tem como inspiração uma jogada de rugby. Ele ajuda a estruturar as equipes para que elas trabalhem de forma estratégica para resolver problemas de forma mais eficiente. 

Ou seja, o Scrum ajuda a conectar as pessoas de uma empresa para que juntas como um time consigam trocar experiências e tendo mais de um perspectiva solucione problemas mais rapidamente.

Growth é orientar-se com dados

O terceiro elemento dessa habilidade é métricas e dados. Se você acompanha a gente, já deve estar cansado de ouvir a seguinte frase, “Menos achismos, mais dados”. Aqui, nós acreditamos que um profissional do digital precisa tomar suas decisões em cima de dados, pois só assim terá mais sucesso em suas escolhas.

Já ouviu falar do funil pirata?

Por fim, o quarto elemento é o funil pirata (AARRR), que nos ajuda a monitorar a jornada do consumidor desde a aquisição dele até a recomendação feita por ele. O primeiro A é de aquisição, ou seja, como os usuários conheceram o seu produto ou serviço. Já o segundo A é de ativação, onde você deve verificar como foi a primeira experiência das pessoas com a marca.

O primeiro R é de retenção, onde deve se verificar se o usuário está ainda com você. Já o segundo R é de receita, como tem gerado receita para o negócio. Por fim, o último R e a última etapa do funil é de recomendação, onde devemos verificar se os usuários recomendariam seu produto/serviço para outras pessoas.

Cultura de campanha x Cultura de experimentação

O mercado brasileiro tem uma cultura de campanha, ou seja, a maioria das empresas tem o seu planejamento de marketing e vendas com um orçamento fixo para montar campanhas que tragam vendas sem qualquer espaço para a realização de testes. Isso pode fazer com que a empresa gaste muito mais dinheiro para conseguir alcançar as pessoas certas.

Adotando a cultura de experimentação, a empresa consegue fazer campanhas mais assertivas, pois os testes darão uma base de dados que mostrará qual o melhor caminho a seguir. 

O que acontece é que a maioria das empresas acabam fazendo grandes investimentos em campanhas que são baseadas em achismos, o que as torna com maiores chances de dar errado. Ou seja, as principais campanhas das empresas são na verdade grandes testes em que não dá para dar errado, mas inevitavelmente vai dar.

Além disso, você pode conferir o vídeo do nosso podcast!

Por onde começar a estratégia de Growth?

Antes de qualquer coisa, é preciso verificar se a casa está arrumada. Ou seja, se o site está com o Google Analytics instalado corretamente, se o site está performando bem (60-70% no Google), se os links estão todos tagueados, para ter uma base de dados bem estruturada.

Afinal, o que é medido não pode ser melhorado e por conta disso é fundamental verificar se tudo está sendo metrificado corretamente para não basear as decisões em informações erradas.

Além disso, é importante fazer no mínimo duas campanhas de email marketing por semana, ter automações de pesquisa de opinião e de aniversário. Também é preciso ser mobile first. Portanto, se quer ter sucesso com Growth é preciso ter tudo bem organizado e otimizado para coletar os dados da maneira correta, que dará a base para atingir os objetivos.

“Growth não traz certezas, mas ajuda a reduzir riscos”. -Raphael Lassance.

Além disso o podcast falou sobre:

– Cases de uso do método de Growth

– Ferramentas de Growth

– Alavancas de crescimento do ecommerce

– Email Marketing e rede sociais

– MVP

Já conhecia a metodologia Growth? Qual insight você tirou desse episódio? Coloque nos comentários!

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Top 5 Habilidades para ser contratado

Enviar milhares de currículos, ser ignorado na maioria, ter pouquíssimas respostas e ir em uma ou duas entrevistas. Apostamos que você já deve ter passado por isso, infelizmente, mas fizemos um Top 5 Habilidades que toda empresa ama e que vai te ajudar a ser mega cobiçado pelo mercado de trabalho.

Esse conteúdo também está disponível no nosso canal do Youtube, “Top 5 Habilidades para ser contratado”. Assista no play abaixo!

1- Comunicação

Não tem como você conseguir trabalhar sem saber se comunicar. Então, quer dizer que eu preciso falar muito, você deve estar se perguntando, não é isso.

Saber se comunicar é conseguir transmitir as suas ideias e todas as informações para as outras pessoas da melhor maneira possível para que o processo da empresa flua bem sem ter qualquer perda de recurso. Portanto, ser comunicativo é algo que consegue agrupar as informações e passá-las de maneira objetiva.

2- Trabalho em equipe

Ninguém cresce sozinho, precisamos dos conhecimentos dos outros para alcançarmos os nossos objetivos. Assim sendo, para trabalhar equipe é preciso ter comprometimento, ou seja, cumprir com os as suas demandas no prazo estabelecido para ninguém ficar sobrecarregado.

Também é preciso saber ouvir, pois vai conseguir entender melhor quem é quem no grupo e conseguirá extrair o melhor de cada um, além de saber como ajudar a cada integrante. Portanto, trabalhar em equipe é se colocar a disposição e no lugar do outro para todos crescerem juntos.

3- Comprometimento

Comprometimento tem origem no termo em latim “compromissus”, que indica o ato de fazer uma promessa recíproca. Ou seja, é você firmar um acordo com alguém para fazer algo.

Essa pessoa vai esperar que você cumpra com a sua palavra e caso não entregue, terá um racha no laço da confiança.

Se você promete entregar algo no dia x, entregue. Mas que esse dia X seja algo possível, porque se não pode acabar sendo uma dor de cabeça para você.

Muitas vezes, não conseguimos pôr limites nas pessoas, porque não conseguimos dizer “não”. Isso é bem prejudicial, pois acabamos virando reféns da rotina dos outros e não conseguimos caminhar com os nossos objetivos. Assim, ter comprometimento é saber estabelecer limites e colocar datas possíveis para que ninguém saia frustrado e/ou esgotado.

4- Pensamento Analítico

Ter essa soft skill vai te ajudar a ser mais racional e conseguir analisar melhor as situações dentro da empresa. Com essa habilidade, você será um profissional, que vai além do sim ou não, buscando as justificativas das ações terem dado certo ou errado. 

Essa visão é super requisitada pelas empresas, pois é isso que fará elas crescerem. Portanto, ter um pensamento analítico é não se contentar com respostas prontas, é ir além e apresentar novas perspectivas das situações. 

5- Organização

Para ter uma vida profissional mais tranquila é preciso ter organização. Isso porque, essa habilidade nos dá o total entendimento das nossas atividades do dia a dia. Ou seja, sabemos exatamente quais demandas possuem maior prioridade e quais podemos remanejar, para caso seja preciso solucionar algum problema urgente. Portanto, a organização te dá um controle do seu dia e ajuda a focar no que é realmente necessário.

Além disso, a organização nos ajuda a ter mais tempo para pensar em mais de uma alternativa para resolver uma demanda, seja ela um problema ou algo corriqueiro. Também ajuda a conseguir dar prazos mais viáveis para as outras pessoas que trabalham com a gente.

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Qual dessas habilidades é a mais difícil para você? Coloca nos comentários!

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Soft skills: como desenvolver as mais desejadas do mercado?

Você sabe o que são soft skills? E como desenvolver? Neste artigo, você vai saber exatamente como desenvolver soft skills e quais são desejáveis pelos recrutadores.

Esse conteúdo também está disponível no nosso canal do Youtube, “Como desenvolver as soft skills mais desejadas do mercado?”, você pode assistir apertando o play abaixo. 

Soft skills x Hard skills

De um lado as soft skills, que são todas as habilidades comportamentais que o indivíduo tem e usa para realizar suas atividades do dia a dia. Do outro lado, temos as hard skills que são habilidades técnicas que são adquiridas no ambiente acadêmico. 

Hoje, não basta sermos profissionais que saibam operar as ferramentas, cada vez mais as empresas estão se ligando que isso pode ser treinado e é preciso valorizar mais características comportamentais. Portanto, se você quer ser um bom profissional, super desejado pelo mercado, vai precisar ir além de aprender ferramentas e passar a treinar seu modo de agir.

Como desenvolver as habilidades

O primeiro passo é fazer uma autoavaliação e pontuar quais são as suas soft skills fortes/fracas. Depois disso, vai precisar criar situações para exercitar o que tiver mais dificuldade.

Por exemplo: Se você acha que sua oratória não é muito boa, ou seja, que não fala muito bem em público, vai precisar criar situações onde seja possível treinar isso.

Mas essa exposição ao público não deve ser feita de qualquer forma, é aí que entra o segundo passo, o roteiro. É preciso montar um roteiro e repassá-lo sem a presença de outras pessoas ou mostrar para pessoas que te tragam conforto.

Quando estiver repassando o roteiro, é fundamental gravar para se ouvir e ver o que pode melhorar. Essa gravação vai também trazer uma noção de como as pessoas te ouvem, pois temos uma percepção da nossa voz bem diferente do que os outros têm de nós e a voz da gravação é bem similar de como as pessoas nos escutam.

Treino é treino, jogo é jogo

Crie situações onde você pode expor para as outras pessoas a habilidade que você precisa desenvolver, pois só se mostrando que você conseguirá evoluir. É importante que sejam situações que te deixem mais confortáveis.

Por exemplo, para treinar a oratória, que tal fazer discursos em confraternizações de família? É um momento de pouquíssima pressão e isso vai te ajudar a se sentir mais acostumado com o ato de falar em público e sentirá bem menos, quando for em um ambiente de trabalho.

Soft skills desejadas pelo mercado

1- Pensamento analítico

Não se contente com ” porque sempre foi assim” ou “porque sim, porque não”. Se você quer estar sempre sendo cobiçado pelas empresas vai precisar ser curioso para ir atrás das justificativas de cada uma das ações. 

E para saber como justificar vai precisar ter um pensamento analítico. Ou seja, ser capaz  de traduzir os dados, transformá-los em informações que vão ajudar o negócio a crescer.

2- Organização

O profissional digital sem organização, vira um bombeiro digital. Ou seja, tem uma rotina toda voltada para apagar incêndios (problemas) e não consegue ter tempo para inovar.

Um profissional organizado, conhece muito bem a sua rotina e sabe como priorizar as atividades para que tudo tenha o seu próprio tempo. Esse gerenciamento ajuda a resolver os problemas que surgirem de forma mais clara.

Isso porque  terá tempo necessário para que não seja preciso pegar a primeira ideia que vier. Assim, a organização é essencial para ter uma melhor gestão do tempo e ter maior clareza nas tarefas do dia a dia.

No vídeo do nosso canal, você pode ver mais duas soft skills desejadas pelo mercado. 

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De assistente a Gerente de Ecommerce: Conheça a trajetória!

Você sabe qual é a trajetória profissional de quem trabalha em ecommerce? Sabe quais cargos estão na base da operação? E quais são as diferenças entre Assistente, Analista, Coordenador e Gerente de Ecommerce?

Neste artigo, vai conhecer todo o caminho percorrido pelos profissionais de ecommerce. Além de aprender, quais são as competências de cada um deles. Assim, você ficará por dentro das habilidades necessárias para brilhar no segmento que mais cresce no digital.

1- Assistente de Ecommerce

É o cargo que está na base do ecommerce, acima apenas do estagiário. Esse profissional é totalmente operacional, pois fica responsável por ajudar na execução das demandas dos diferentes setores da operação e está sempre fazendo tudo que é necessário para fazer o negócio girar. Portanto, o assistente adquire um conhecimento 360º de ecommerce, pois está o tempo todo auxiliando em diferentes áreas.

Atividades que um assistente pode executar: incluir produtos e atualizar o site, ajudar na criação de campanhas de marketing, pesquisar e desenvolver conteúdos. 

2- Analista de Ecommerce

Devemos dividir em Júnior, Pleno e Sênior. O que diferencia um do outro é basicamente o nível de experiência que possui no mercado. O Analista Júnior é a evolução do Assistente. Essa transformação acontece quando o profissional consegue ir além de só executar as demandas, a experiência como assistente, dá uma visão 360º do negócio e com isso ele consegue ter uma boa base de dados para realizar suas análises. Logo, para ir de Assistente para Analista Júnior é preciso ter uma visão mais tática.

O que diferencia o Analista Júnior de um Assistente é bem simples. O Analista, além de executar muito bem as demandas, é capaz de fazer análises e sabe como se virar nos 30. Esse profissional é um pouco mais independente e não fica toda hora perguntando aos superiores o que fazer, pois ele tem o que chamamos aqui de “sevirologia”.

Enquanto o Assistente, por ainda não ter experiência, acaba se sentindo inseguro e tem a necessidade de perguntar para alguém. Portanto, o Analista é um profissional mais independente, já o Assistente é mais dependente dos outros.

O profissional atinge o nível Pleno depois de um tempo de experiência e quando é capaz de liderar outros profissionais do setor. O Analista Pleno já tem um pouco mais de visão tática e consegue coordenar os analistas juniores, ele não fica só dentro do seu espaço.

Já o Sênior, é o nível mais estratégico dos Analistas, está muito mais ligado às tomadas de decisões da empresa e coloca pouco a mão na massa.

No nosso vídeo do Youtube, ” Conheça os cargos e a trajetória do profissional de ecommerce”, você pode assistir apertando o play abaixo.. 

3- Coordenador de Ecommerce

Esse profissional é mais tático e menos operacional, pois está mais envolvido com estruturar planos para que o negócio evolua e colocar as pessoas corretas para cada ação.

Se fosse no futebol, o Coordenador seria o meio campo, pois ele prepara as jogadas e distribui da melhor forma possível para todo o time atingir os objetivos da empresa. Ou seja, para ser um Coordenador é preciso saber o que cada um do time tem de melhor, pois, só assim, a distribuição de demandas é feita de maneira eficiente.

4- Gerente de Ecommerce

O Gerente de Ecommerce é quem coordena todos os setores do ecommerce e tem o objetivo de atingir todos objetivos macros e micros da empresa com a participação de todos os funcionários.

Ele é capaz de criar processos dentro da operação para que todos estejam bem alinhados com o propósito da empresa. Portanto, para atingir o cargo de Gerente é preciso ter uma visão bem estratégica. Além disso, é necessário ter a habilidade de liderar na veia, pois só assim conseguirá conectar os colaboradores com as metas da empresa.

Não se esqueça de se inscrever no nosso canal “Ecommerce Pro“.

Você conhecia todos esses cargos? Tem alguma dúvida? Coloca nos comentários!

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Profissional Digital 360º: Como se tornar um

O crescimento do digital teve um boom de 2020 para cá, por conta da pandemia. Muitas empresas, que estavam sempre adiando o plano de ter uma presença digital forte, tiveram que tirar a ideia do papel para colocar em prática. Isso porque a permanência só no meio físico se tornou insustentável, por conta das restrições da pandemia.

Conseguiu sobreviver quem já tinha uma presença digital ou quem montou uma super tarefa e conseguiu colocar no ar o mais rápido possível a loja no ar. Como consequência, desse novo estilo de negócio, tivemos um aumento na demanda por profissionais ligados à área do digital. Desses profissionais são exigidos não somente, hard skill, como operar uma determinada ferramenta. Mas também soft skills, como pode conferir nos próximos parágrafos.

1- Fortaleça sua resiliência

O mundo online é muito dinâmico, conteúdos viralizaram de uma hora para outra, ferramentas mudam com frequência, a todo instante tem novas ferramentas sendo lançadas e o que agrada hoje, amanhã, não está mais. 

Ser resiliente é ter a capacidade de adaptar-se rapidamente a mudanças e superar obstáculos. Essa característica é fundamental para que o profissional digital não tenha medo de testar, que é fundamental para o trabalho online. Portanto, a resiliência é a base da cultura de testes que todo profissional que trabalha com o digital precisa ter.

2- Diversifique seu conhecimento

Não dá mais para ficar apegado a uma única área, pois cada vez mais as empresas estão exigindo profissionais com uma visão integrativa. Ou seja, profissionais que saibam um pouco de tudo dentro do negócio para facilitar a comunicação. Como consequência, os processos dentro da empresa ficam mais rápidos.

Além disso, um profissional 360º consegue ter opiniões mais bem fundamentadas, pois consegue argumentar usando conhecimentos de diferentes áreas. Logo, quanto mais buscar diversificar o seu conhecimento, maiores serão as chances das pessoas sentirem segurança no que está falando. Consequentemente, maiores as chances de você fazer a diferença dentro da empresa.

3- Exerça empatia

O profissional do digital deve ter empatia para poder entender da melhor forma possível o público com o qual vai falar nas redes sociais ou no blog/site. As pessoas querem mais do que comprar de uma empresa, elas querem se relacionar com a marca. Só conseguimos criar esse relacionamento quando há uma troca natural entre pessoa e empresa. Isso pode ser feito com a entrega de conteúdos de valor, por parte da marca.

Assim, o CNPJ consegue ativar o gatilho da reciprocidade e da autoridade fazendo com que as pessoas passem a confiar mais na marca e também desejar comprar algo como forma de “retribuir”, o que a empresa fez.

Além disso, a empatia é fundamental para o profissional conseguir oferecer um bom atendimento. Consequentemente, consegue criar um relacionamento saudável com o cliente.

Como a Jornada Profissional Digital 360º pode te ajudar

A Jornada Profissional Digital 360º é um evento 100% gratuito que tem o potencial de te direcionar para o caminho exato de crescimento profissional e salarial que você busca no mercado digital.

O evento vai acontecer nos dias 19,20 e 21 sempre às 20h. O seu guia será o Gustavo Esteves, especialista em Ecommerce. Ele tem mais de 14 anos de atuação no digital e já trabalhou na Americanas.Com.

E aí, preparado para dar uma guinada na sua carreira? 

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