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Oratória: o que é e como desenvolver

Quem nunca ficou nervoso(a) antes de uma apresentação que atire a primeira pedra. Desde novos, somos colocados para falar em público, mas quase nunca somos preparados para isso. Neste artigo, você vai aprender a arte de falar em público, oratória, e dicas de como desenvolver essa habilidade.

Ouça o nosso podcast! 

Esse episódio conta com o patrocínio da Caffeine Army e da Reserva Ink.

O que é oratória?

É o ato de simplesmente falar em público de forma estruturada com o objetivo de informar, influenciar ou entreter. Todos nós já tivemos que fazer alguma apresentação em público, seja na escola, na faculdade ou no trabalho, mas dificilmente todos nós fomos preparados para esses momentos. 

E  essa falta de preparação é a base do medo de falar em público, o maior medo da maioria das pessoas, ficando na frente do medo de morrer.

Ou seja, as pessoas preferem morrer a falar em público. Portanto, uma forma de acabar com essa barreira de falar em público é se preparando para esses momentos e você vai conferir como fazer isso nas dicas desse artigo.

Origem do medo de falar em público

Segundo as pesquisas do nosso convidado do Bate Papo Sobre E-commerce, Luis Vabo Jr, o nervosismo e o medo de falar em público vem dos nossos ancestrais, os “Homens das cavernas”, o “Homo Sapiens”. Eles para sobreviver precisavam andar em grupos, pois ao se destacarem do grupo se tornavam alvo mais fáceis e era liberado nesses momentos hormônios de estresse.

Hoje, a nossa sobrevivivência não está refém de predadores animais, mas o efeito químico segue presente. Ou seja, ao ficarmos em posição de destaque, sentimos que estamos mais vulneráveis, por conta da liberação de hormônios de estresse.

E o momento que isso ocorre nos dias de hoje é quando estamos nos apresentando. Assim sendo, os efeitos químicos seguem sendo o mesmo, o que mudou foi a situação que provoca.

Tipos de oratória

1- Conversa

A conversa é a forma mais básica de oratória. Ao conversar com alguém do seu ciclo de amizade, você já está exercendo essa habilidade, pois a oratória é a arte de transmitir uma mensagem podendo ser séria ou descontraída.  Por ser o primeiro degrau da complexidade da oratória, devemos começar pela conversa na hora de treinar nossa oratória.

Faça o seguinte exercício, escolha pessoas que se sente mais confortável e conte para elas, durante uma conversa, sobre os temas que precisará falar depois para um público maior. Assim, você treinará a fala e conseguirá dominar o assunto, o que te deixará mais confortável, quando precisar transmitir a mensagem para mais pessoas.

2- Pitch

 É um discurso rápido, uma curta apresentação, que tem como objetivo despertar o interesse da outra pessoa (ouvinte) para que ela compre a ideia. Um dos mais conhecidos é o de elevador, que é o estilo mais curto de pitch com duração de 30 segundos a 1 minuto e é bastante usado por empreendedores para apresentar startups.

3- Discurso Preparado

É quando uma pessoa é convidada a transmitir uma mensagem em público e ela estrutura toda a sua mensagem em um material de apoio (papel) para não esquecer nada do que precisa falar. Portanto, o discurso requer muito domínio da oratória, pois o(a) orador(a) não tem apoio visual, o que faz que esteja 100% no centro das atenções.

4- Apresentação preparada

A diferença entre esse tipo de oratória para o discurso é que em uma apresentação temos o uso de um recurso audiovisual para dar um suporte. Mas em ambas a pessoa que está transmitindo a mensagem deve atrair todos os olhares para si, pois é ela que deve dominar o assunto e fazer com que os ouvintes retenham a informação.

5- Improviso

É quando você precisa falar sobre algum assunto sem ter tido uma preparação prévia. Em muitos casos, você até conhece o assunto que precisa falar, mas não esperava precisar falar no momento que te indagam.

Por exemplo: Perguntas durante uma roda de conversa em um evento da sua área. Você até conhece o assunto, mas não tem como adivinhar o que as pessoas irão perguntar.

6- Debate

É um tipo de oratória em que duas ou mais pessoas colocam suas opiniões sobre um determinado assunto e usam dados/argumentos para defender o que eles acreditam. Um bom exemplo é durante as eleições, quando os candidatos vão defender suas ideias de campanha em diferentes mídias.  

Durante esses debates, os oradores usam de todo seu poder de argumentação para convencer ao público que suas ideias são as melhores e assim eles são as melhores pessoas para ocupar os cargos.

Dicas de como fazer uma boa apresentação

1- Treine o discurso

O ideal é que você treine para toda apresentação que for fazer, porque quando treina você aperfeiçoa a forma do discurso, o tom da sua voz, o gestual e o tempo da fala.

É importante que neste treino você faça o levantamento de quem vai estar na platéia da sua apresentação para saber a melhor forma de se comunicar. Assim, como toda habilidade, a oratória precisa de treino, pois a repetição vai levar o desenvolvimento e o aperfeiçoamento.

2- Chegue cedo no local da apresentação

É fundamental chegar cedo no local da apresentação para você já ir se ambientando e conseguir ver como estão posicionados os elementos externos (ar condicionado, janela, plateia, computador).

Tente ficar o mais próximo possível de onde você irá se apresentar para já ir sentindo o clima, pois isso ajuda a abaixar a ansiedade e o nervosismo. 

3- Tenha um momento de relaxamento

Ter controle sobre a respiração é fundamental para realizar uma boa apresentação, pois a respiração afeta diretamente na fala. Para você ficar com uma respiração mais tranquila, você deve ter um momento de relaxamento, que pode ser uma meditação, uma oração, tudo que for em prol de te acalmar.

4- Preste atenção na sua respiração

A respiração dita o ritmo da fala. Para que seja bem compreendido(a), você deve treinar pausas durante a sua apresentação entre uma frase e outra. Uma dica extra é pontuar no seu discurso, quando vai ser essas pausas, para treinar antes de apresentar.

5- Explore a comunicação não verbal

Oratória é muito mais do que fala, pois envolve elementos não verbais, como postura e gestuais. Com relação a postura, ela deve ficar sempre ereta e com os dois pés fixos no chão. Uma vez ou outra, você poderá caminhar no espaço, mas tome cuidado para não distrair as pessoas.

Com relação aos gestos, você poderá usar as suas mãos de acordo com a sua fala, sempre com movimentos suaves para não distrair o público. Portanto, para dominar a oratória, você precisará saber alinhar o verbal e o não verbal durante toda a sua apresentação.

Além disso o podcast falou sobre:

– Conceito de Escutatória e a importância disso para ser um bom líder

– Como transmitir autoridade na fala e captar a atenção das pessoas

– Técnicas de oratória

Você se sente confortável ou não ao falar em público? Qual insight você tirou desse episódio? Coloque nos comentários!

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Pensamento analítico: o que é e como desenvolver

Você com certeza já ouviu falar da habilidade de ter um pensamento analítico e possivelmente já deu de cara com vagas na área de marketing que pedia essa skill. 

Mas será que você sabe o que é na prática o pensamento analítico, como desenvolver essa skill e a importância dela para o seu dia a dia? É sobre isso que vamos falar neste artigo, que tem como base o episódio do nosso Bate Papo Sobre E-commerce com o Rodrigo Nascimento, autor do livro Marketing na era de dados: o fim do achismo.

Ouça o nosso podcast

Esse episódio conta com o patrocínio da Caffeine Army e da Reserva Ink.

O que é pensamento analítico?

É você trazer uma mínima análise para dentro de um processo de tomada de decisão. Por exemplo: você decide colocar na sua estratégia de marketing o uso de uma mídia paga, como o Google Ads.

Antes de tomar essa decisão, precisa ter em mente os motivos pelos quais isso é importante, para não fazer só porque todo mundo está fazendo. Portanto, ter um pensamento analítico te proporcionará uma base argumentativa para suas decisões.

Além disso, o pensamento analítico não está ligado somente a métricas e KPIs, mas sim a tudo que tem como base a lógica, ou seja, você ter em mente que a ação x, vai te levar ao resultado x. Então, para ter essa habilidade você precisa ser minimamente crítico em determinados cenários, que iremos vivenciar no marketing e no ecommerce.

Ter pensamento analítico é também você não ter preconceitos, ou seja, não ter ideias preconcebidas sobre os mais variados temas que tenham como base a sua vivência.

Para desenvolver essa skill é fundamental não tomar uma decisão, antes de ter dados qualitativos e verificados. Portanto, ter um pensamento analítico consiste em se abrir para as mais variadas opiniões, levá-las em consideração e buscar formar a sua opinião com base em dados que podem ou não fortalecer o que ouviu dos outros.

Como desenvolver essa habilidade

1- Treinamento

É fundamental que você treine todos os dias o pensamento analítico para que essa habilidade cada vez mais se integre a sua personalidade. Para desenvolver essa habilidade, você precisará começar a racionalizar todas as suas ações diárias e entender o que tem como melhorar, além de pensar o que deve desenvolver. 

Por exemplo: você está incomodado(a) por não ter tempo para começar um curso novo e sente que precisaria de um dia de 48hrs.

Para conseguir encaixar essa nova atividade na sua vida, vai precisar pensar em formas de otimizar o dia. Isso vem com a análise do que é realmente importante.

Tendo um pensamento analítico, você consegue enxergar a sua rotina de forma racional, consegue descartar o que não é tão relevante para o momento e conseguirá encaixar a nova atividade.

O nosso convidado da semana, Rodrigo Nascimento, foca seus treinamentos diários em gaps, ou seja, elementos que faltam a ele para ser um profissional melhor. Quer entender melhor o processo dele? Confira o episódio!

2- Busque entender os momentos

Nossa vida é como um passeio de Montanha-russa, um dia estamos lá em cima e no outro estamos embaixo. Para desenvolver o pensamento analítico é fundamental que você busque entender sempre cada um dos momentos que estiver vivendo, pois essa habilidade precisa entender do todo (360º). 

Boa parte das pessoas só revisam suas ações, quando estão dando errado, mas entender o porquê está dando certo é essencial para encarar melhor os momentos ruins. Portanto, ter o pensamento analítico é focar no todo a todo instante, pois só assim é possível crescer o lado pessoal e profissional.

3- Saia da sua bolha

Antes de tomar qualquer decisão, ouça a opinião de outras pessoas, ter essa escuta ativa é fundamental para desenvolver a visão 360º. Somente assim, você conseguirá expandir seus horizontes, o que te dará a base para ter o pensamento analítico.

Além disso, esse hábito de ouvir os outros vai te dar uma base de dados que vai trazer a racionalidade, peça chave para o pensamento analítico.

Você também pode conferir o vídeo do nosso podcast!

Importância do pensamento analítico no dia a dia

Ter um pensamento analítico faz com que você traga a cultura de testes para a sua rotina. Isso vai te trazer formas do que fazer e o que não fazer. Assim, essa habilidade vai te ajudar a ter uma base de dados para tomar decisões mais assertivas.

Além disso o podcast falou sobre:

– Cultura de dados e criatividade

– Características do Pensamento Analítico

Qual insight você tirou desse episódio? Coloque nos comentários!

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5 Passos para construir um bom planejamento

Mudanças, novidades, em um ritmo nunca visto. Esse é o século XXI, a era do digital. Já que tudo muda o tempo todo, será que é possível construir um bom planejamento? Será que essa habilidade é importante? É sobre isso que vamos falar nesse artigo! Vamos te mostrar os 5 passos para ter um planejamento de sucesso.

Apesar de existir pessoas que acreditam que o planejamento não faz sentido, pois tudo muda o tempo todo no digital. Podemos te dizer que essas pessoas nunca estiveram tão enganadas. Se você confunde planejamento com estratégia, estratégia com plano de ação, estamos aqui para te ajudar a ter tudo isso muito claro na sua cabeça.

Ouça o nosso podcast

Esse episódio conta com o patrocínio da Caffeine Army e da Reserva Ink.

O que é Planejamento?

Para o nosso convidado da semana, Rafael Kiso, Fundador e CMO da Mlabs, planejamento é uma disciplina fundamental para que todo mundo seja organizado e tenha total capacidade de orquestrar e colocar todas as estratégias, táticas e ações em um único lugar de maneira que faça sentido para o negócio.

Apesar de ser algo básico, muitas pessoas acabam pulando essa etapa tão importante e já partem direto para a tática, ou seja, para a criação de ações de médio e curto prazo responsáveis por tornar concreto as ideias do nível estratégico. 

O que acontece é que quando não temos um planejamento bem definido, não sabemos ao certo, quais são os objetivos da empresa (estratégico) e aí todas as nossas ações ficam prejudicadas.

É como um barco à deriva, vai chegar em algum momento em algum lugar, mas não se sabe exatamente onde. Assim, o planejamento é a bússola do negócio, que vai levar a empresa aonde ela quer chegar.

5 Passos do Planejamento

1- Diagnóstico

É fundamental que você esteja bem informado sobre o macro ambiente ou seja o local onde está inserido o negócio sobre o qual vai desenvolver o seu planejamento.

Além disso, você precisa estar por dentro do micro ambiente, que é o espaço ocupado pelo negócio no segmento dele. Assim, o macro seriam aspectos mais gerais (notícias sobre cultura, economia, meio ambiente, política) e o micro seriam aspectos mais específicos (notícias sobre o segmento em que o negócio atua).

Também entra no diagnóstico a análise do ambiente interno da empresa. Aqui, você vai levantar os pontos fracos e fortes que o negócio tem com relação ao mercado.

Isso é fundamental para o crescimento da empresa, pois só conhecendo ela a fundo para saber podemos fazer, explorando o seu melhor nas ações, enquanto busca melhorar o que é fraco. Portanto, o primeiro passo do planejamento consiste em aplicar uma Matriz S.W.O.T (FOFA), levantando informações sobre o ambiente interno e externo do negócio.

2- Revalidação dos objetivos

Agora, que já fizemos a Análise S.W.O.T, ou seja, levantamos os pontos fortes e fracos do negócio, podemos cruzar essas informações com os objetivos iniciais da empresa. Nesse momento, devemos ver o que faz ou não sentido para o momento da empresa e partir para o step da revalidação.

Por exemplo: Muitas empresas, quando perguntadas sobre seus objetivos, respondem vender. E depois do diagnóstico conseguem enxergar o que é preciso ser feito, os objetivos secundários para que consigam alcançar o objetivo principal que é vender.

Isso pode ser, para um ecommerce, o desenvolvimento de um aplicativo, por exemplo, para estarem mais próximos dos seus consumidores e ter um canal mais direto de vendas.

Além de verificar se o nosso objetivo faz sentido, é nesse passo que usamos as informações do diagnóstico para criar outros objetivos que façam mais sentido para o momento do negócio e do mercado. Portanto, a revalidação de objetivos consiste em ações que ajudam a corrigir a rota do negócio.

Uma ação possível para esse passo é um Workshop de Cocriação com os consumidores e os stakeholders. Nela as pessoas vão fornecer ideias que podem potencializar os pontos fortes ou ajudar a melhorar os fracos. Assim, devemos usar esse step também como um brainstorming que forneça vários caminhos para o negócio chegar onde ele quer.

3- Estratégia

A estratégia tem como base três pilares: conteúdo, projetos web e mídia. O conteúdo é o primeiro, porque ele está presente em tudo, site, blog, redes sociais, página de vendas, descrição de produto, vídeos, entre outros canais.

Ele precisa passar por filtros para que só restem ideias que tenham a ver com os objetivos do negócio. Portanto, na hora de criar um conteúdo é fundamental ter em mente se ele está encaixado com o objetivo da empresa, para não perder o tempo com uma ação que não vai levar a lugar nenhum.

O segundo pilar, que é o de  projetos web, inclui aplicativos, games, sites, blog, tudo que envolve intranet e extranet. Aqui entra não só conteúdo, mas também a parte mais estrutural e técnica.

Por fim, o terceiro pilar é o de mídia e quando falamos de mídia devemos levar em consideração os três tipos: paga, própria e ganha. O primeiro tipo é voltado para a criação de campanhas de anúncios para aparecermos em destaque (Google Ads, Facebook Ads).

Já o segundo consiste nos canais próprios da empresa, onde ela construiu sua audiência, por meio de oferta de conteúdo de valor (Blog, Telegram, Podcast).

Por fim, a mídia ganha que é quando as outras pessoas falam de você nos canais delas. Isso pode ocorrer de forma orgânica (fãs da marca) ou paga (influenciadores digitais). Com todos esses pilares bem pontuados e alinhados com os objetivos do negócio é possível passar para o próximo passo que é o da tática.

4- Tática

É nesse passo que você levantará informações para entender que é de fato o seu público alvo, para isso deverá criar suas personas e traçar o mapa da empatia de cada uma delas.

Com isso, ficará mais fácil criar segmentações na hora de criar os anúncios nas mídias pagas (Facebook e Google Ads) e também conseguirá entender qual é o potencial de fato do negócio, pois as ferramentas vão te mostrar o tamanho do público que poderá alcançar.

Depois de saber quem são as pessoas do seu público, criar as segmentações, saber o tamanho do público em potencial, aí sim, pode pensar no orçamento.

Primeiramente, devemos ver quanto vai custar para alcançar 100%, se não for possível, vai precisar ajustar até chegar em um valor que caiba no orçamento da empresa. Assim, você não terá as finanças prejudicadas e ainda alcançará uma boa parte do seu público potencial.

Além de conhecer melhor o público e definir o orçamento, é aqui que entra também o levantamento de quais influenciadores relevantes para o produto/serviço do negócio e dos recursos disponíveis para executar os projetos. 

Também é no nível tático que definimos em quais mídias vamos estar presentes, o que colocaremos em cada uma delas e em qual frequência. Portanto, o passo tático é onde definimos o que podemos fazer, enquanto no estratégico colocamos o que desejamos fazer.

5- Controle

O nosso convidado usa nesse passo a metodologia Balanced Scorecard, que possui quatro dimensões. São elas Processos Internos; Aprendizado e Crescimento; Clientes; Financeiro. Esses quatro pilares devem estar se relacionando de maneira equilibrada e dentro deles estão os objetivos, indicadores/metas e iniciativas. 

A primeira dimensão é o de processo, que consiste em verificar se o ambiente interno está bem estruturado e isso significa ver se já tem os recursos necessários para desempenhar os projetos, seja humano ou material. Além disso, é preciso verificar se esses recursos estão bem alinhados entre si. 

Por exemplo: É preciso ter uma ferramenta de agendamento de posts, você coloca no planejamento a contratação da Mlabs e a empresa adquire. Agora, com a ferramenta disponível é preciso ver se os colaboradores sabem mexer, caso não, precisará pensar em um treinamento, para que recursos humanos e materiais sejam em perfeita sintonia.

A segunda dimensão é o Aprendizado/Crescimento. Aqui é o momento de realizar testes e experiências. Não devemos colocar todo nosso esforço para fazer uma ideia acontecer, primeiramente, devemos criar MVP (Mínimo Produto Viável) dos projetos e testá-los.

Se der certo, aí sim escalamos, caso contrário, descartamos. Portanto, nessa dimensão conseguimos ver se as nossas ideias são viáveis ou não para o momento do negócio. Por meio dos testes e com esse aprendizado(conhecimento) veremos o que podemos usar para crescer o negócio.

Com o conhecimento adquirido na segunda dimensão, você conseguirá escalar o negócio, alcançando os clientes da melhor forma possível sem perder o controle financeiro.

“O planejamento geralmente falha pela falta de controle, pela falta de reeorganizar, re-validar as hipóteses, testar, reaprender, corrigir rotas.” – Rafael Kiso.

Métricas no planejamento

Devemos definir as métricas e os indicadores-chave na parte da tática do planejamento e analisar mais a fundo na etapa de controle. Esses dados ajudam o profissional a ver se as suas ações estão dando certo ou não, para que ele possa corrigir a rota sempre que preciso.

Já os indicadores-chave são combinações das principais métricas que são importantes para alcançar o objetivo desejado. Portanto, o acompanhamento desses dados vai ajudar a atingir o sucesso no mercado.

Ps. Cada etapa da Jornada de Compra tem suas métricas e Kpis próprios.

Você também pode conferir o vídeo do nosso podcast!

Dicas de Ferramentas

Agora, que você sabe como construir um bom planejamento, pode partir para as ferramentas, nosso convidado deixou como dica a Airtable, que é um banco de dados, onde há vários templates prontos para você construir suas planilhas de maneira inteligente.

Além dessa, você pode buscar no Google por “Ferramentas de Ideação”, que servem para auxiliar a escolher a ideia com maior viabilidade de implementação.

Com essas ferramentas, você conseguirá atribuir notas para cada uma das ideias, seguindo os quesitos de Prazo de Implantação, Investimento e Potencial de Retorno. Assim, você conseguirá ver qual é a ideia que tem maior potencial para o momento da empresa.

Além disso o podcast falou sobre:

–  Conceito de Stage Gate e inovação

– 4 P’s do marketing

– Principais erros cometidos na hora de planejar

– Cultura de Growth

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Proatividade: o que é e sua importância para o mercado digital

Uma das Soft Skills mais desejadas em todas as carreiras é a tal da Proatividade. Muito cobrada, mas pouco ensinada e no final das contas o que é a tal da Proatividade? Como desenvolver isso?

Neste artigo, vamos falar sobre proatividade e trazer os principais pontos que foram abordados no episódio do nosso Bate Papo Sobre Ecommerce com o Diego Cidade da Academia do Universitário.

Ouça o nosso podcast

Esse episódio conta com o patrocínio da Caffeine Army e da Reserva Ink.

O que é Proatividade?

O nosso convidado, Diego Cidade, desenhou uma tríade para explicar o conceito de proatividade. O primeiro pilar é ter um modelo mental focado em ser um resolvedor de problemas. Ou seja, ter um mindset que veja os problemas como uma oportunidade de evoluir seja na vida profissional ou pessoal. Portanto, para ser proativo, você não pode ser uma pessoa que paralisa com problemas ou foge deles, porque vão ser essas situações que vão te ajudar a ser visto pelos outros.

O segundo pilar é ter escuta ativa, ou seja, estar sempre atento no que está acontecendo ao seu redor e sendo falado pelas outras pessoas da empresa, onde atua. Essa habilidade vai te ajudar a entender mais sobre a empresa, quais são as prioridades, os objetivos e as metas a curto, médio e longo prazo.

Por fim, o terceiro pilar é ter uma mentalidade de métricas.Isso vai ajudar a ter uma base para ver se o que está fazendo, onde está colocando suas forças, está realmente trazendo resultados para você e sua empresa. Assim, as métricas vão te ajudar a ter uma base argumentativa para justificar tudo aquilo que você faz dentro da empresa.

Proatividade e o dinamismo do mercado

O Diego falou da importância de se canibalizar ou seja se questionar sobre o que está sendo feito o tempo todo para poder encontrar novas soluções, novos caminhos, que vão nos ajudar a alcançar os nossos objetivos. Além disso, vai nos ajudar a conseguir acompanhar o dinamismo do mercado.

A canibalização deve ser feita levantando perguntas, questionamentos, do que está sendo realizado até então. No cenário do ecommerce, são perguntas como:  Será que esse produto aqui é realmente bom?, Será que a gente tem que criar outro por cima?, etc. Portanto, se canibalizar é estar o tempo todo criando cenários hipotéticos, executar as ideias, validá-las com os clientes e analisar os resultados.

Para acompanhar o mercado, devemos estar sempre aperfeiçoando e mudando o nosso jeito de fazer as nossas tarefas, porque se ficarmos apegado a um jeito só, estamos fadados a ficarmos obsoletos e teremos as portas do mercado sendo fechadas para nós.

Assim, é fundamental buscar sempre sair da zona de conforto e ter um mindset learnability, que é a vontade e a capacidade de estar sempre aprendendo coisas novas, adaptando os seus conhecimentos ao momento que se vive.

Cuidado com o F.O.M.O!

No digital, o tempo todo temos novidades e isso pode acabar desenvolvendo em nós o F.O.M.O, que nada mais é do que o medo de estar perdendo oportunidades. Primeiramente, calma, respira. Segundo, você é uma pessoa só, por mais que queira sair aprendendo e testando tudo que aparece, o seu dia só tem 24 horas, sendo assim, precisará saber priorizar. 

Saber priorizar é fundamental para ser um profissional proativo, pois isso vai te impedir que saia pegando o momento de demanda ao mesmo tempo e não consiga entregar nada direito, o que faria as outras pessoas perderem a confiança em você. Isso traria para você um olhar de profissional “que quer aparecer” ao invés de  um profissional realmente proativo.

Além disso, quando você não prioriza e fica cheio de demandas, acaba não conseguindo fazer análises e seus resultados ficam bastante prejudicados.

Você também pode conferir o vídeo do nosso podcast!

Características do profissional proativo

  • Não ter medo de errar, pois os erros são oportunidades para evoluir.
  • Ter escuta ativa, ou seja, estar sempre ouvindo as outras pessoas para ter outras perspectivas e ter um conhecimento mais amplo.
  • É boa em relacionamento ou seja sabe lidar bem com as pessoas.
  • Não ser muito apegado às suas ideias, porque nem sempre é o melhor caminho para alcançar os objetivos.
  • Não aceitar “porque sim”, o proativo precisa ser uma pessoa questionadora, porque é dessa atitude que vão aparecer oportunidades para se mostrar aos outros.
  • Busca sempre otimizar os processos, vai buscar formas mais fáceis de fazer as tarefas e melhorar a rotina.

Além disso o podcast falou sobre:

– Zona de conforto x Proatividade

– Efeito Uau!

– Como desenvolver a proatividade

– Liderança

Você se considera proativo(a)? Qual insight você tirou desse episódio? Coloque nos comentários!

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5 Ferramentas para aumentar sua produtividade

Como é a sua rotina de trabalho? Bem planejada ou cheia de imprevistos? Quando acaba o dia de trabalho, você sente que foi bastante produtivo(a) ou deixou a desejar? Neste artigo, vamos trazer ferramentas que vão te ajudar a aumentar a sua produtividade.

Esse conteúdo também está disponível no nosso canal do Youtube, “5 Ferramentas para aumentar a sua produtividade”, você pode assistir apertando o play abaixo. 

Mas antes das ferramentas, temos uma dica de ouro para que você consiga manter a sua rotina de trabalho com o quesito produtividade lá em cima. Essa dica é a regra 90/20.

Regra 90/20

Essa regra consiste em 90 minutos 100% focado(a) em uma tarefa e depois desse tempo fazer alguma outra atividade mais tranquila por 20 minutos.

Por exemplo, no caso de uma pessoa que trabalha com produção de conteúdo, 90 minutos focando em escrever um artigo e 20 minutos respondendo comentários nas redes sociais. Assim, a regra 90/20 vai ajudar a você ter uma rotina não só mais produtiva, como também mais equilibrada, pois combina tarefas mais pesadas com outras mais leves.

Uma ferramenta que pode te ajudar a aplicar essa regra 90/20 na sua rotina é o não perturbe.

1- Não Perturbe

É uma função do celular que permite bloquear as notificações dos aplicativos para não te distrair na hora que estiver realizando suas tarefas. O ideal é que você desative todos os tipos de notificações e ative o não perturbe várias vezes ao dia. Assim, você conseguirá melhorar a sua atenção no que realmente importa e fazer suas tarefas com mais eficiência.

2- Google Agenda

Todo profissional de sucesso tem os seus dias muito bem planejados para conseguir dar conta de todas as tarefas sem esquecer de nada. Você pode sim usar uma agenda ou planner de papel, mas a versão digital desses recursos vai te ajudar a ser constantemente lembrada(o), enquanto você realiza outras demandas.

E dentro desse conceito de agenda virtual, nós temos a Google Agenda, que é um aplicativo disponível para Android e Iphone, onde você pode colocar todos os seus eventos/tarefas e por as datas neles. Portanto, usar a Google Agenda vai te ajudar a ser bem mais planejado e vai te ajudar a ter sua cabeça mais livres de datas, mais aberta a inovações.

Além disso, essa ferramenta é integrada com outros aplicativos Google, o que possibilita que a sua reunião criada no Google Meet fique salva no Google Agenda e te envie lembretes do compromisso para não esquecer.

3- Trello, Asana e Monday

O Trello, a Asana e o Monday são ferramentas que podem te ajudar com o gerenciamento das suas tarefas e a do seu time da empresa, onde você trabalha. Nessas ferramentas, é possível separar as demandas entre os colaboradores do time, conferir os prazos e ainda ver se está sendo feita ou não uma tarefa específica.

Assim, ao usar essas ferramentas, não precisamos ficar fazendo microgerenciamentos, ou seja, ficar cobrando as pessoas a respeito da demanda x, y,z, pois conseguiremos acompanhar a evolução só olhando para os quadros do sistema.

Além disso, essas ferramentas te ajudam a metrificar as tarefas do seu dia a dia, ou seja, mostra quanto tempo você ou seu time levam para executar cada uma das demandas. Isso vai te ajudar a entender melhor o fluxo das tarefas para conseguir criar formas de otimizar cada vez mais os processos.

4- Todoist

É um aplicativo que possui uma versão gratuita, onde você pode criar listas de tarefas, colocar colaboradores e subir arquivos em nuvem. Para usar essa ferramenta, você precisa ser uma pessoa organizada e subir todas as suas tarefas semanais nele.

Depois disso, o sistema inicia o processo de priorização das demandas, criando o planejamento diário para a  sua rotina. Assim, o todoist é uma ferramenta que te ajuda a organizar o seu dia a dia e com isso ficará mais produtivo(a).

A grande diferença entre ele e o Google Agenda, além de não ter integração com os aplicativos Google, é que o Todoist tem um esquema de gamificação que estimula a você realizar suas tarefas para conseguir uma premiação. Além disso, ele te envia um email diário com todas as tarefas que precisam ser feitas.

5- Slack e Discord

São ferramentas de comunicação interna, elas vão te ajudar a trocar informações com os outros colaboradores do seu time. Essa troca é fundamental para que o trabalho flua de maneira mais integrada e enriquecedora.

Tanto o Slack, quanto o Discord são ferramentas muito boas, mas evite usar mais de uma em um único projeto. É essencial centralizar toda a comunicação em uma única ferramenta, para não precisar perder seu tempo tendo que checar diferentes meios de comunicação. Portanto, a comunicação precisa ser centralizada e deve ter uma ferramenta focada no meio empresarial.

Dica: Evite o uso do WhatsApp como ferramenta de comunicação para o ambiente de trabalho. Porque ele é muito pessoal e pode acabar fazendo você misturar seus momentos de lazer com o seu trabalho. Para que isso não aconteça, você deve usar o WhatsApp no máximo em horário comercial para não acostumar mal as outras pessoas.

Não se esqueça de se inscrever no nosso canal “Ecommerce Pro”.

Qual dessas ferramentas é nova para você? Coloca nos comentários!

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Qual é o mindset do profissional de ecommerce?

Você sabe o que é mindset? E os elementos que compõem um mindset de um profissional de ecommerce? Depois deste artigo, você sairá com as respostas para essas perguntas.

Esse conteúdo também está disponível no nosso canal do Youtube “Qual é o mindset do profissional de ecommerce?”, você pode assistir apertando o play abaixo. 

O que é mindset?

Significa “configuração da mente”. Esse conceito está ligado a forma que um indivíduo pensa e encara os desafios apresentados pela vida. Quando esse mindset está voltado para pensamentos positivos, que ajudam o indivíduo, ele é chamado de mindset de crescimento. Assim, é fundamental que estejamos sempre mantendo nossas mentes saudáveis. 

É fundamental que nós desenvolvamos esse tipo de mindset e para isso devemos ser eternos aprendizes. Dentro desse conhecimento que devemos adquirir, precisamos dar espaço tanto para hard skills, quanto para soft skills.

É esse equilíbrio que nos dará um crescimento saudável como indivíduo e como profissional. Portanto, é necessário que você não fique só acumulando certificações (hard skills), mas também estimule seu convívio social, pois é ele que te fará evoluir como pessoa.

Elementos do mindset do profissional de ecommerce

1- Ecommerce sem tráfego é como uma loja no deserto

Muitas pessoas, quando estão iniciando no mundo do ecommerce, seja abrindo um ou sendo funcionário, pensam que é só abrir, que da noite para o dia as pessoas vão descobrir a loja e vão comprar.

 Não é bem assim! É preciso fazer ações para chamar as pessoas para conhecer o ecommerce e isso nada mais é do que tráfego. Ele pode ser feito com anúncios (pago) e sem anúncios (orgânico). Na estratégia paga, devemos explorar as ferramentas Facebook e Google Ads para criar campanhas com os objetivos que fazem mais sentido para o momento atual do negócio.

Enquanto na estratégia orgânica, devemos usar técnicas de Seo para deixar o site/blog bem ranqueado nos mecanismos de busca, especialmente, o Google. Lembrando que um tipo de tráfego não exclui o outro, a empresa deve ir trabalhando paralelamente ações pagas e orgânicas para atingir o maior número de pessoas possível.

2- Tráfego não faz milagre!

Não adianta a empresa ter os melhores profissionais de gestão de tráfego para trazer um público qualificado. Isso é só uma parte para um ecommerce ter sucesso.

É preciso também que o site da empresa esteja preparado para receber as pessoas. Para isso o site deve estar bem organizado com fotos de qualidade, descrições envolventes, preço e prazo de entrega atraentes.

Além disso, é preciso ter um atendimento de qualidade que responde de maneira personalizada, objetiva e rápida as necessidades dos potenciais clientes.

E também é fundamental que a loja não demore para carregar, pois os brasileiros só esperam em média 3 segundos um site carregar. Logo, ter uma estrutura bem montada é essencial para que o tráfego construído se converta em vendas.

3- Você vende para o seu consumidor e não para você

Mesmo se você fizer parte do público que consome o produto de onde está trabalhando, você não deve se basear nos seus gostos para desenvolver a comunicação do negócio. Isso porque não devemos restringir as ações à nossa maneira de ver o mundo/mercado, pois não é necessariamente a realidade da maioria das pessoas que são os potenciais clientes.

4- Ninguém cresce sozinho!

Uma coisa muito errada é o pensamento “eu serei minha euquipe para o resto da vida”. É normal um empreendedor ou um profissional de ecommerce começar sozinho, mas vai chegar uma hora que será necessário chamar outras pessoas para o seu lado. Isso porque é humanamente impossível dar conta de todas as demandas de um ecommerce sem a ajuda de ninguém e ainda conseguir escalar o negócio. 

Para crescer e evoluir um ecommerce é preciso saber demandar e para que isso aconteça de maneira positiva o profissional de ecommerce vai precisar se cercar de outros profissionais que deem conta melhor do que ele de demandas específicas. Assim sendo, é impossível crescer sozinho, todo mundo que trabalha com ecommerce uma hora precisa ter uma ajuda.

5- Menos mimimi, mais planejamento

O planejamento aumenta as chances de ter bons resultados, pois te dá a possibilidade de pensar e estar preparado para mais cenários que possam acontecer.

Além disso, pessoas planejadas conseguem viver melhor suas rotinas de maneira bem produtiva e com resultados melhores. Isso porque conseguem pensar a longo prazo.

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Top 5 Habilidades para ser contratado

Enviar milhares de currículos, ser ignorado na maioria, ter pouquíssimas respostas e ir em uma ou duas entrevistas. Apostamos que você já deve ter passado por isso, infelizmente, mas fizemos um Top 5 Habilidades que toda empresa ama e que vai te ajudar a ser mega cobiçado pelo mercado de trabalho.

Esse conteúdo também está disponível no nosso canal do Youtube, “Top 5 Habilidades para ser contratado”. Assista no play abaixo!

1- Comunicação

Não tem como você conseguir trabalhar sem saber se comunicar. Então, quer dizer que eu preciso falar muito, você deve estar se perguntando, não é isso.

Saber se comunicar é conseguir transmitir as suas ideias e todas as informações para as outras pessoas da melhor maneira possível para que o processo da empresa flua bem sem ter qualquer perda de recurso. Portanto, ser comunicativo é algo que consegue agrupar as informações e passá-las de maneira objetiva.

2- Trabalho em equipe

Ninguém cresce sozinho, precisamos dos conhecimentos dos outros para alcançarmos os nossos objetivos. Assim sendo, para trabalhar equipe é preciso ter comprometimento, ou seja, cumprir com os as suas demandas no prazo estabelecido para ninguém ficar sobrecarregado.

Também é preciso saber ouvir, pois vai conseguir entender melhor quem é quem no grupo e conseguirá extrair o melhor de cada um, além de saber como ajudar a cada integrante. Portanto, trabalhar em equipe é se colocar a disposição e no lugar do outro para todos crescerem juntos.

3- Comprometimento

Comprometimento tem origem no termo em latim “compromissus”, que indica o ato de fazer uma promessa recíproca. Ou seja, é você firmar um acordo com alguém para fazer algo.

Essa pessoa vai esperar que você cumpra com a sua palavra e caso não entregue, terá um racha no laço da confiança.

Se você promete entregar algo no dia x, entregue. Mas que esse dia X seja algo possível, porque se não pode acabar sendo uma dor de cabeça para você.

Muitas vezes, não conseguimos pôr limites nas pessoas, porque não conseguimos dizer “não”. Isso é bem prejudicial, pois acabamos virando reféns da rotina dos outros e não conseguimos caminhar com os nossos objetivos. Assim, ter comprometimento é saber estabelecer limites e colocar datas possíveis para que ninguém saia frustrado e/ou esgotado.

4- Pensamento Analítico

Ter essa soft skill vai te ajudar a ser mais racional e conseguir analisar melhor as situações dentro da empresa. Com essa habilidade, você será um profissional, que vai além do sim ou não, buscando as justificativas das ações terem dado certo ou errado. 

Essa visão é super requisitada pelas empresas, pois é isso que fará elas crescerem. Portanto, ter um pensamento analítico é não se contentar com respostas prontas, é ir além e apresentar novas perspectivas das situações. 

5- Organização

Para ter uma vida profissional mais tranquila é preciso ter organização. Isso porque, essa habilidade nos dá o total entendimento das nossas atividades do dia a dia. Ou seja, sabemos exatamente quais demandas possuem maior prioridade e quais podemos remanejar, para caso seja preciso solucionar algum problema urgente. Portanto, a organização te dá um controle do seu dia e ajuda a focar no que é realmente necessário.

Além disso, a organização nos ajuda a ter mais tempo para pensar em mais de uma alternativa para resolver uma demanda, seja ela um problema ou algo corriqueiro. Também ajuda a conseguir dar prazos mais viáveis para as outras pessoas que trabalham com a gente.

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Soft skills: como desenvolver as mais desejadas do mercado?

Você sabe o que são soft skills? E como desenvolver? Neste artigo, você vai saber exatamente como desenvolver soft skills e quais são desejáveis pelos recrutadores.

Esse conteúdo também está disponível no nosso canal do Youtube, “Como desenvolver as soft skills mais desejadas do mercado?”, você pode assistir apertando o play abaixo. 

Soft skills x Hard skills

De um lado as soft skills, que são todas as habilidades comportamentais que o indivíduo tem e usa para realizar suas atividades do dia a dia. Do outro lado, temos as hard skills que são habilidades técnicas que são adquiridas no ambiente acadêmico. 

Hoje, não basta sermos profissionais que saibam operar as ferramentas, cada vez mais as empresas estão se ligando que isso pode ser treinado e é preciso valorizar mais características comportamentais. Portanto, se você quer ser um bom profissional, super desejado pelo mercado, vai precisar ir além de aprender ferramentas e passar a treinar seu modo de agir.

Como desenvolver as habilidades

O primeiro passo é fazer uma autoavaliação e pontuar quais são as suas soft skills fortes/fracas. Depois disso, vai precisar criar situações para exercitar o que tiver mais dificuldade.

Por exemplo: Se você acha que sua oratória não é muito boa, ou seja, que não fala muito bem em público, vai precisar criar situações onde seja possível treinar isso.

Mas essa exposição ao público não deve ser feita de qualquer forma, é aí que entra o segundo passo, o roteiro. É preciso montar um roteiro e repassá-lo sem a presença de outras pessoas ou mostrar para pessoas que te tragam conforto.

Quando estiver repassando o roteiro, é fundamental gravar para se ouvir e ver o que pode melhorar. Essa gravação vai também trazer uma noção de como as pessoas te ouvem, pois temos uma percepção da nossa voz bem diferente do que os outros têm de nós e a voz da gravação é bem similar de como as pessoas nos escutam.

Treino é treino, jogo é jogo

Crie situações onde você pode expor para as outras pessoas a habilidade que você precisa desenvolver, pois só se mostrando que você conseguirá evoluir. É importante que sejam situações que te deixem mais confortáveis.

Por exemplo, para treinar a oratória, que tal fazer discursos em confraternizações de família? É um momento de pouquíssima pressão e isso vai te ajudar a se sentir mais acostumado com o ato de falar em público e sentirá bem menos, quando for em um ambiente de trabalho.

Soft skills desejadas pelo mercado

1- Pensamento analítico

Não se contente com ” porque sempre foi assim” ou “porque sim, porque não”. Se você quer estar sempre sendo cobiçado pelas empresas vai precisar ser curioso para ir atrás das justificativas de cada uma das ações. 

E para saber como justificar vai precisar ter um pensamento analítico. Ou seja, ser capaz  de traduzir os dados, transformá-los em informações que vão ajudar o negócio a crescer.

2- Organização

O profissional digital sem organização, vira um bombeiro digital. Ou seja, tem uma rotina toda voltada para apagar incêndios (problemas) e não consegue ter tempo para inovar.

Um profissional organizado, conhece muito bem a sua rotina e sabe como priorizar as atividades para que tudo tenha o seu próprio tempo. Esse gerenciamento ajuda a resolver os problemas que surgirem de forma mais clara.

Isso porque  terá tempo necessário para que não seja preciso pegar a primeira ideia que vier. Assim, a organização é essencial para ter uma melhor gestão do tempo e ter maior clareza nas tarefas do dia a dia.

No vídeo do nosso canal, você pode ver mais duas soft skills desejadas pelo mercado. 

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5 Soft Skills essenciais para Analista de Ecommerce

Gosta de marketing e quer trabalhar nessa área, mas está tendo dificuldade em conseguir uma vaga, pois acredita que o mercado está com muitos profissionais para poucas vagas? Então, você precisa conhecer o mercado de ecommerce. Quer saber quais são as 5 soft skills necessárias para ingressar nessa área? Confira o artigo!

Mas antes, você sabe o que são soft e hard skills? Vamos começar a nossa conversa por aí!

Hard skills x Soft skills

Hard skills são habilidades técnicas que podem ser validadas por meio de testes objetivos. Por exemplo, para quem quer trabalhar ou já atua com marketing digital, é fundamental conhecer ferramentas, como Google Ads, Google Analytics, Facebook Ads. Esse conhecimento são hard skills. Assim, hard skills são as habilidades que podem ser aprendidas e ensinadas por meio de cursos, treinamentos, workshops, de forma mais fácil.

Enquanto as soft skills são habilidades e competências ligadas ao comportamento humano, que ajudam em resoluções de problemas do dia a dia.

Assim como há cursos de hard skills, há soft skills, mas as soft skills são muito mais difíceis de ensinar de forma acadêmica, pois estão muito relacionadas a características próprias de cada pessoa, sendo difícil ter uma unidade nas turmas. Além disso, as soft skills não são mensuráveis, o que dificulta o sistema de avaliação predominante na nossa educação.

Você também pode consumir esse conteúdo em formato de vídeo no nosso canal do Youtube, “5 Soft Skills essenciais para ser um profissional de ecommerce”, para assistir é só apertar o play abaixo. 

Agora, que já diferenciamos o que são hard e soft skills, vamos falar das 5 soft skills essenciais para ser um profissional de ecommerce.

1- Curiosidade

Sabe aquele ditado “A curiosidade matou o gato”? Então, aqui na Ecommerce Pro, temos a nossa própria versão, a curiosidade fez o gato mestre, pois é essa qualidade que faz as pessoas saírem da inércia e buscarem conhecimento.

Se você quer trabalhar com ecommerce, vai precisar exercitar a sua curiosidade para conseguir entender todas as etapas da operação, ou seja, ter a tal visão 360º que tanto falamos. Portanto, para trabalhar com ecommerce, mais especificamente como Analista, você precisa ser um questionador nato, pois vai ser isso que vai te levar a evoluir seu conhecimento e ampliar sua área de atuação.

2- Proatividade

Essa soft skill é essencial em um mercado tão dinâmico que é o ecommerce. Isso porque as pessoas, que fazem parte da empresa, não vão ter tempo de estar o tempo todo te passando as demandas. Se quer sobreviver e evoluir nessa área, vai precisar se mover e ser capaz de fazer mudanças por conta própria, ou seja, precisará ser amigo número 1º da proatividade.

A proatividade vai te colocar na mesma página dos outros, sem gastar o tempo das outras pessoas. Assim, você vai se apresentar para o mercado como alguém que soma e não como um peso, pois será capaz de se virar sozinho e também trazer mudanças, melhorias, para os processos.

3- Pensamento analítico

É essencial que um Analista de Ecommerce se questione sobre tudo, pois vai ser isso que vai ajudar a entender melhor os processos dentro da empresa. Esse profissional tem acesso a dados e é por meio deles que toma todas as decisões.

Com essas informações em mãos, é dever do analista entender o porquê uma ação deu certo ou errado e apresentar melhorias para o processo. Portanto, ter pensamento analítico é ser capaz de entender os dados e transformá-los em ações. 

4- Comunicação

Comunicar não é ser falador, mas sim ser capaz de interagir com as pessoas. Dentro da empresa, você deve se comunicar com todas as áreas para entender ruídos que podem estar acontecendo e estejam atrapalhando os processos. É a comunicação que vai te ajudar a chegar longe profissionalmente.

Ela vai fazer você entender as ações e demandas da melhor forma possível, além de te ajudar a resolver problemas complexos. Assim, se você quer ser um bom profissional e se destacar vai ser preciso interagir, falar com as outras pessoas, pois não há como evoluir sem esse convívio social.

5- Organização

No digital, nós podemos errar rápido e aprender com isso, pois tudo é mensurável. Mas se você não for organizado, os dados do seu erro podem se perder. Consequentemente, você poderá acabar esquecendo, o que pode te levar a cometer o mesmo erro em um outro momento. 

Um profissional organizado documenta tudo que é feito. Assim, ele poderá ter acesso àqueles dados facilmente e poderá usar isso para fazer melhorias dentro da empresa. Isso faz com que o profissional não cometa os mesmos erros e assim consiga evoluir.  Portanto, a organização é essencial para que o trabalho flua da melhor forma possível e os erros possam servir de ensinamentos.

Essas 5 soft skills são essenciais para um Analista de Ecommerce, mas também funcionam para qualquer profissional que quer evoluir no mercado de trabalho.

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